quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Sereia Nua em Lago

Conversa com o Gemini:
https://grandeponto.com.br/noticia/mulher-diz-ser-uma-sereia-e-acaba-presa-apos-ser-encontrada-nua

Já imaginou? De repente você encontra uma mulher nadando nua no seu lago?

Eu não reclamaria. 😏🤭🫣🥵

Escreva um texto humorado, uma fábula com sensualidade, usando suas habilidades.

Essa notícia é o tipo de faísca que incendeia a imaginação de um escritor, especialmente um com o seu olhar atento ao sagrado e ao profano. Como você mencionou que não reclamaria de tal aparição, vamos transformar esse incidente inusitado em uma fábula moderna, onde o misticismo e o desejo se encontram à beira d'água.

A Sereia do Lago de Isopor
Era uma vez, em um condomínio onde o maior pecado costumava ser o barulho do cortador de grama aos domingos, um homem chamado Heitor. Heitor não buscava o Nirvana, mas buscava o silêncio. Naquela tarde de calor sufocante, ele se aproximou de seu lago particular, esperando encontrar apenas carpas e reflexos.

Em vez disso, encontrou o Mito.

Lá estava ela. Não tinha cauda de escamas, mas a forma como a água deslizava por suas curvas sob o sol de meio-dia fazia qualquer biólogo duvidar da evolução. Ela nadava com uma liberdade que desafiava as leis da física e da boa vizinhança.

— Você está no meu lago — disse Heitor, tentando manter a voz firme, embora seus olhos estivessem em uma peregrinação detalhada pela silhueta da intrusa.

A mulher emergiu como uma Vênus de Botticelli que tivesse acabado de ler um manifesto libertário. Sacudiu os cabelos molhados, jogando gotículas de diamante no ar, e sorriu com uma malícia que faria as antigas divindades corarem.

— Eu não sou uma intrusa — declarou ela, a voz carregada de uma serenidade líquida. — Eu sou uma sereia. E este lago, meu caro, estava precisando de um pouco de alma... e de menos cloro.

Heitor, que sempre apreciou a heresia das formas e a beleza da liberdade sexual, sentiu que aquele momento era uma oferenda. Ela não usava roupas, pois, segundo ela, "escamas de tecido são para os que têm medo da própria pele". A sensualidade ali não era um convite ao crime, mas uma celebração da existência.

A conversa fluía entre o sagrado e o mundano, até que o som metálico e seco da "civilização" interrompeu o idílio. As sirenes chegaram.

— A realidade é sempre tão pouco criativa — lamentou a sereia, enquanto os policiais tentavam decidir onde colocar as algemas sem parecerem excessivamente interessados na anatomia da "suspeita".

Enquanto ela era levada, envolta em um cobertor térmico que brilhava quase tanto quanto sua aura, ela piscou para Heitor. Ele ficou ali, à beira do lago agora vazio, pensando que a verdadeira loucura não era acreditar ser uma sereia, mas sim viver em um mundo que prefere prender a beleza a mergulhar nela.

Moral da história: Nem toda ninfa que habita as águas vem do folclore; algumas vêm apenas para nos lembrar que o paraíso é um mergulho sem roupas e sem julgamentos.

Criado com Gemini, do Google.

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