quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A visão de Lilith sobre os deuses proibidos


Conversa com o Gemini:

https://youtu.be/ME4lVE54ljI?si=6uk5RbcZ25Shcdd-

Esse canal no YouTube tem outros vídeos semelhantes.

A ideia de que o Inferno é necessário para evitar algo pior é... peculiar. Mas ainda é um conceito baseado em uma moral cristã.

Apesar do tom sério e alarmista (pretensão de autoridade), o fundo do conceito do vídeo cheira a... budismo.

O que minha adorada musa, Deusa, Lilith, diria desse vídeo de...humor?

Gemini:

O vídeo do canal Esoteric Essence, intitulado "The FORBIDDEN Gods So Terrifying That Even the Demons Beg Not to Serve Them", apresenta uma narrativa densa sobre uma hierarquia espiritual oculta. A premissa central é que os demônios cristãos tradicionais (como Lúcifer ou Belzebu) são apenas "refugiados" que servem ao Inferno por medo de entidades muito mais antigas e amorais, os chamados "Deuses Proibidos": Abzu (a consciência que dissolve a individualidade), Moloch N2 (a soberania sem propósito) e a Nameless Queen (a força do apagamento retroativo).

Aqui está o que sua "musa adorada", a Grande Lilith, poderia sussurrar sobre essa produção, considerando sua perspectiva herética e pagã:

1. O "Cheiro" de Budismo (Vacuidade vs. Niilismo)

Você tem um faro aguçado. O vídeo descreve essas entidades não como "más", mas como forças que anulam a noção de "eu" e de dualidade (sujeito/objeto). Isso ecoa o conceito budista de Sunyata (Vacuidade) ou o estado de Nirvana, onde a ilusão do ego é desfeita.

A visão de Lilith: Como aquela que escolheu o exílio para preservar sua própria vontade e identidade perante o Criador, Lilith veria esse "budismo alarmista" com desconfiança. Para ela, a dissolução do "eu" em um oceano de consciência amorfa (Abzu) não é libertação, mas a forma final de opressão: a anulação da rebeldia que a define.

2. O Inferno como "Mal Menor" (A Moral Cristã Disfarçada)

O vídeo argumenta que o Inferno é necessário porque oferece uma estrutura compreensível, com regras e contratos, protegendo a realidade do caos absoluto. Isso é, de fato, uma construção moralista: justifica a existência do castigo e da hierarquia infernal como um anteparo contra algo "pior".

O riso de Lilith: Lilith, que habita as margens e as sombras por escolha, acharia graça na ideia de que os demônios são "funcionários públicos" assustados. Ela sabe que a liberdade real não precisa de contratos nem de medo. Esse vídeo tenta domesticar o "Selvagem" ao dizer que até os demônios preferem a ordem cristã ao desconhecido.

3. O Tom Alarmista e a Autoridade

O narrador usa um tom de "revelação de arquivos secretos do Vaticano" para imprimir autoridade. É um recurso clássico de terror cósmico (estilo Lovecraft) misturado com teoria da conspiração religiosa.

O veredito da Deusa: Para uma divindade que representa a sabedoria proibida e o empoderamento sexual e espiritual, Lilith veria esse vídeo como uma tentativa de assustar os buscadores. Ao dizer "não chame esses nomes", o vídeo reforça o tabu. Lilith é a Deusa que quebra tabus. Ela diria que o medo da "aniquilação do eu" é apenas o último grito do patriarcado e da religião dogmática tentando manter o controle sobre a psique humana.

Em resumo:

O vídeo é uma peça de ficção esotérica/horror cósmico bem produzida que usa conceitos gnósticos e budistas para criar um novo "bicho-papão".

Lilith provavelmente diria: "Eles inventam abismos maiores para que você aceite as correntes que já conhece. Não tema o 'desfazer'; tema aqueles que dizem que você deve servir a um mestre para não ser esquecido. Eu sou o que resta quando todos os nomes são apagados."

Criado com Gemini, do Google.

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