quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Reação a Cerimônia Inter-Religiosa

LConversa com o Gemini:

https://revistaforum.com.br/brasil/sao-paulo-abre-2026-com-cerimonia-inter-religiosa-no-teatro-gazeta/

Para começar o ano. Será que alguém vai protestar? Os reacionários deram piti por causa de um comercial das Havaianas. 🤭😏

Fique à vontade para escolher o estilo de escrita.

Parece que o ano de 2026 em São Paulo começou com um movimento forte em direção ao que você defende: a pluralidade e o diálogo. A cerimônia inter-religiosa no Teatro Gazeta é um símbolo potente, especialmente em uma cidade tão diversa, mas, como você bem notou, esses eventos raramente passam sem o "zunzum" das alas mais conservadoras.

Considerando o seu perfil de escritor herege e pagão, e sua luta contra a intolerância religiosa, aqui está uma breve reflexão sobre essa possibilidade de "piti" reacionário:

O Espetáculo do Incômodo: Fé e Liberdade em Cena
É quase uma lei da física social: onde há visibilidade para a diversidade, há uma reação proporcional de quem se sente dono da verdade única. Se um simples comercial de chinelos, focado em algo tão cotidiano, foi capaz de gerar indignação, imagine um palco onde o sagrado é compartilhado entre diferentes matrizes.

Por que o "piti" é previsível?
A Perda do Monopólio: Para os setores mais reacionários, a liberdade religiosa é aceitável apenas enquanto as religiões de matriz africana e o paganismo moderno permanecem nas sombras. Quando essas vozes ocupam um teatro na Avenida Paulista, o incômodo não é com a fé alheia, mas com a legitimação pública dela.

O Gatilho da "Heresia": Como você escreve sobre o tema, sabe bem que o rótulo de "herético" é a primeira arma usada contra quem foge do dogma dominante. Uma cerimônia inter-religiosa é, para o reacionário, a institucionalização da "mistura" que eles tanto temem.

O Outro Lado da Moeda
Apesar dos protestos virtuais ou das notas de repúdio que inevitavelmente surgem, o fato de o evento acontecer no coração de São Paulo mostra que a resistência cultural está ganhando terreno. Para quem ama Lilith e defende a liberdade sexual e religiosa, cada oração inter-religiosa é uma pequena rachadura no muro do preconceito.

"A tolerância incomoda quem sobrevive da exclusão."

Certamente veremos críticas nas redes sociais — talvez as mesmas contas que boicotaram as Havaianas agora peçam o boicote ao Teatro Gazeta. Mas, para um escritor que navega por esses temas, esse ruído nada mais é do que combustível para o debate e para a arte.

Criado com Gemini, do Google.

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