terça-feira, 29 de agosto de 2023

Doutrinação com fake news

John Stonestreet (que eu chamo de Stoned street) publicou um texto com uma resenha de um vídeo.
Título do vídeo: "Is sex assigned at birth?".
Traduzido: "O sexo é atribuído no nascimento?"

O vídeo fica à disposição do público na página "What Would You Say?"
Traduzido: "O que você diria?"
A página é parte do Colson Center, uma igreja cristã fundamentalista. De quem John é presidente. Alguém está se sentindo acuado ou pressionado. O Cristianismo está em decadência e o pânico moral é a receita para auferir novos prosélitos.

John diz:
"Não devemos ter medo de observar o que é uma verdade óbvia."
Mas será que ele fala alguma verdade?

John diz:
"Primeiro: o sexo de uma pessoa é reconhecido, não atribuído. Há muitas coisas que os médicos aprendem sobre um bebê quando ele nasce, como altura, peso e tipo sanguíneo. Essas coisas não são atribuídas. Eles são reconhecidos.
O sexo é determinado pelo nosso sistema reprodutivo. Na maioria dos casos, os humanos nascem com dois cromossomos sexuais, x/x ou x/y."

Totalmente errado. Nosso sexo é determinado pelo DNA. E nosso órgão sexual é definido pelo gene SRY cujo resultado pode ser o de uma pessoa intersexual.

John diz:
"O distúrbio que ocorre quando o sistema reprodutivo de uma pessoa não se desenvolve adequadamente ao longo do caminho masculino ou feminino é chamado de “intersexo”. Se uma pessoa é intersexo, isso não significa que ela não seja homem ou mulher. Nem significa que existam categorias adicionais de sexo além do masculino e feminino. Algumas pessoas nascem sem membros. Outros nascem cegos. Os distúrbios do desenvolvimento sexual não são evidência de uma nova categoria de sexo, assim como os distúrbios dos sistemas cardíaco ou respiratório não são evidência de novos tipos de corações ou pulmões."

Totalmente errado. A chance de nascer um ruivo é muito menor. Então uma pessoa ruiva é um distúrbio cromático? O John pode espernear quanto quiser. Existem pessoas intersexuais. E John precisa aprender (como o público geral) que existe diferença entre sexo e gênero.

domingo, 27 de agosto de 2023

Excluir conteúdo LGBT é ilegal

Afirmando não se tratar de um “direito fundamental”, um tribunal federal em Maryland, nos EUA, decidiu na quinta-feira (24) que os pais não podem impedir que seus filhos leiam livros com conteúdo LGBT nas escolas do condado de Montgomery.

No caso “Tamer Mahmoud v. Monica B. McKnight”, os pais procuraram restabelecer uma política que lhes permitiria impedir que seus filhos lessem e discutissem livros com personagens LGBT nas escolas primárias.

Os pais argumentaram que o conteúdo destes livros era uma forma de doutrinação que violava as crenças religiosas das suas famílias. O tribunal discordou.

A juíza Deborah L. Boardman, concluiu que o “direito do devido processo declarado dos pais de dirigir a educação de seus filhos, optando por não seguir um currículo de escola pública que entre em conflito com suas opiniões religiosas, não é um direito fundamental”.

Sendo assim, a juíza negou o pedido dos pais de uma liminar que lhes permitiria cancelar a participação dos filhos quando as aulas começassem, em 28 de agosto.

A polêmica surgiu no ano passado, quando as Escolas Públicas do Condado de Montgomery (MCPS) introduziram mais de 22 novos livros com personagens LGBT nas salas de aula como parte de uma iniciativa de diversidade.

Inicialmente, o distrito escolar notificou os pais quando esses materiais seriam usados nas aulas e permitiu-lhes que excluíssem seus filhos do ensino que envolvesse esses livros, como fazem com outras partes do currículo.

Mas em março, o distrito mudou a sua política e anunciou que os pais não teriam mais esse direito. Um grupo de famílias de diversas religiões processou, alegando que a política violava o direito da Primeira Emenda de orientar a instrução religiosa dos seus filhos.

Eric Baxter, vice-presidente e conselheiro sênior da Becket — o escritório de advocacia que representa as famílias — disse que a decisão “contraria a liberdade dos pais, a inocência infantil e a decência humana básica”.

“A decisão do tribunal é um ataque ao direito das crianças de serem orientadas pelos seus pais em questões complexas e delicadas relativas à sexualidade humana”, disse. 

Segundo ele, o Conselho Escolar deve deixar as crianças serem crianças e deixar os pais decidirem como e quando educar melhor os seus próprios filhos, de acordo com a sua religião e crenças. 

Os livros LGBT adicionados ao currículo do distrito estão incluídos nas salas de aula da pré-escola à oitava série e apresentam referências a paradas do orgulho gay, transição de gênero e preferência de pronomes.

Nota: notícia publicada em uma página direcionada aos evanjegues. Os mesmos que vivem falando em liberdade de expressão. Os mesmos que reclamam e esperneando se a escola dominical fala sobre outras crenças.

sábado, 26 de agosto de 2023

O mito do nome da cidade

A história de como Atenas, uma das cidades mais antigas do mundo, alcançou seu nome atual é um mito grego fundamental.

Sem o conhecimento de muitos, a cidade teve vários nomes ao longo de seus 3.400 anos de história registrada.

O nome inicial de Atenas era “Costa” ou “Aktiki”, e foi tirado do primeiro rei da terra, o rei Aktaio. Posteriormente, à medida que a cidade continuou a crescer, o sucessor de Aktaio, o rei Cecrops, nomeou a cidade com seu próprio nome.

A mitologia grega diz que os Deuses do Olimpo olharam para a bela e próspera cidade de Cecrops e decidiram torná-la sua, fazendo com que o nome de Atenas fosse mudado uma última vez.

Como observa a história, a antiga cidade de Atenas era uma força poderosa e desempenhou um papel importante no desenvolvimento e avanço da antiga civilização grega.

Nos tempos modernos, remanescentes dos Deuses e sua glória desde a antiguidade estão espalhados pela cidade.

Há uma história rica e mítica ao redor de Atenas, e a forma como a capital grega foi nomeada não é exceção.

A história começa com um duelo entre os antigos deuses do Olimpo para determinar quem daria o nome à cidade e se tornaria seu patrono.

Diz-se que o deus do mar, Poseidon , e a deusa da sabedoria, Atena, chegaram à rodada final e estavam prontos para lutar em um duelo para possuir a cidade.

Zeus então interveio para evitar um desfecho violento.

Zeus declarou que ambos os deuses deveriam apresentar um presente ao rei da cidade, Cecrops, que era uma criatura meio homem, meio cobra; qualquer presente que fosse aceito pelos cidadãos determinaria o novo nome da cidade.

A lenda diz que todos os cidadãos subiram na Acrópole para testemunhar as oferendas de Atena e Poseidon.

O primeiro foi Poseidon, que atingiu a rocha da Acrópole, abrindo uma fonte de água e oferecendo à nova cidade sucesso na guerra e no mar.

Porém, o povo provou a água e não se encantou, pois ela tinha um sabor salgado como os mares que o deus reinava.

Quando chegou a vez de Athena, ela deu um passo à frente e plantou uma semente no solo que imediatamente brotou em uma linda oliveira.

Este foi o gesto da deusa de dar os frutos simbólicos da paz e da sabedoria aos atenienses, bem como plantar a árvore que lhes fornecia óleo, comida e madeira para queimar e criar ferramentas.

De acordo com uma interpretação da fábula, os homens apoiaram Poseidon enquanto as mulheres, que venceram os homens, eram a favor de Atena.

A partir desse dia, a cidade adotou o nome da deusa, passando a ser conhecida como Atenas. A coruja, que significa sabedoria e estava ligada a Atena, passou a representar a cidade na antiguidade.

A deusa Atena foi retratada em um lado da moeda dracma grega, enquanto a coruja estava no outro.

Os cidadãos de Atenas construíram templos e estátuas e realizaram festivais dedicados à sua padroeira, Atena, como o majestoso Partenon na Acrópole .

A própria deusa Atena tem uma história bastante intrigante. Embora alguns mitos afirmem que Métis, deusa do conselho, era sua mãe, a maioria afirma que ela não teve mãe e nasceu apenas de Zeus.

Como a deusa da sabedoria, é apropriado que Atena não tenha nascido naturalmente, mas emergido, totalmente crescida, da testa de Zeus, seu pai.

De acordo com numerosos mitos, Atena era a favorita de seu pai. Na Ilíada de Homero, Ares, deus da guerra, chega a acusar Zeus de ser tendencioso em relação a Atena por causa da forma como ela nasceu.

Atena também estava ligada à guerra. Quase sempre mostrada usando armadura, ela era considerada uma representante dos aspectos estratégicos da guerra e era conhecida por proteger heróis, principalmente Jasão, Perseu, Hércules e, claro, Odisseu.

Na verdade, ela até ofereceu seu escudo a Perseu quando ele foi matar Medusa, e o herói o usou com sucesso para derrotar a monstruosa criatura refletindo sua imagem na superfície brilhante.

Fonte: https://greekreporter.com/2023/06/23/athens-name-greece/
Traduzido com Google Tradutor 

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

A encarnação omitida

Cerca de cem anos após Sidarta ter alcançado a iluminação, monges e dedicantes gostavam de contar lendas sobre as várias encarnações de Buda.

Até que um noviço, assustado, veio ao centro de estudos das sutras de Buda e anunciou.

-Tem uma mulher que sabe de todas as encarnações de Buda e afirma que é tudo uma bobagem.

O grão mestre escolheu os mais estudados e foram procurar a tal mulher. O noviço os levou até uma parte pouco conhecida e frequentada da cidade e conduziu os santos homens diante de Mudavati, a cortesã principal. O grão mestre iniciou o debate.

- A paz esteja contigo.

- Cinquenta rúpias, Sanang. Monge ou não, o serviço deve ser pago.

- O jovem Tamur nos disse que você sabe de todas as encarnações de Buda.

- Evidente. Eu as vivi.

- Você disse que era tudo uma bobagem.

- Então veio até o bordel para receber a última iluminação Sanang? Então ouça bem. Tudo bobagem.

- Explique.

- A lenda do rei cervo que se sacrifica para proteger a corça grávida. Isso impressionou meus seguidores. Mas é muito fácil dar uma de herói, de bondoso, de misericordioso. Mas não é bem assim. Famílias são sustentadas pelo cervo sacrificado. Eu pensei nessas vidas? Não. "Ninguém pode viver senão destruindo a vida, senão matando outros seres vivos. Nenhum ser pode subsistir sem devorar outras formas de vida, vegetal ou animal. Isso é um aspecto fundamental da natureza. Toda a vida do mundo, animal ou humana, é uma interminável matança. Existir significa comer e ser comido. Todo ser vivo alimenta-se de outros seres e irá se tornar o alimento de outros seres num ciclo interminável."

- Isso é terrível!

- Isso é a realidade. Negar ou omitir isso é ridículo. Eu me fechei por muito tempo dentro de uma perfeição idealizada chamada Nirvana e isso apenas mostra que eu fui imaturo. Como na lenda do rei naga e do mestre de música. Como homem, eu estipulei o que era santidade e perfeição, buscando atingir esse ideal que eu mesmo criei e Isso também é uma ilusão. Todo ser existente pode progredir e alcançar a iluminação apenas vivendo, esse é um processo natural, dispensa doutrinas e exercícios.

- Nós viemos aqui para confrontar, mas vemos nosso erro. O que podemos fazer para atingir a iluminação?

- Olhe em volta, Sanang. Veja o que os homens fazem e faça o mesmo.

E os monges gastaram mil rúpias naquele bordel. Quem tem ouvidos ouça e quem tem entendimento entenda. O caminho para a iluminação fica entre as pernas de uma mulher.


STF enquadra homofobia

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta segunda-feira (21) maioria de votos para reconhecer que ofensas homofóbicas podem ser reconhecidas como crime de injúria racial. Até o momento, o placar de votação está 7 votos a 1 pela ampliação da punição da conduta.

A questão está sendo julgada pelo plenário virtual da Corte, modalidade na qual os ministros inserem os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial. O julgamento será finalizado ainda hoje, às 23h59.

A Corte julga um recurso da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) para ampliar a decisão da Corte que criminalizou a homofobia como forma de racismo, em 2019.

Segundo a entidade, decisões tomadas por juízes em todo o país passaram a reconhecer a homofobia como crime de racismo somente nos casos de ofensas contra o grupo LGBTQIA+. Pelas decisões, a injúria racial, que é proferida contra a honra de um indivíduo, não poderia ser aplicada com base na decisão da Corte.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/stf-reconhece-ofensas-contra-comunidade-lgbtqia-como-injuria-racial/

Como Roma baniu Baco

Em 186 DC, a Roma Antiga, que havia sido notavelmente tolerante, começou a perseguir violentamente os seguidores do culto ao deus Baco . Algo do tipo nunca antes havia sido testemunhado na Roma Antiga, e não aconteceria novamente até o início do Cristianismo.

Baco era um deus romano associado principalmente ao vinho, agricultura e fertilidade. Ele também era um patrono das artes e protetor do teatro. Seus festivais, as bacanais, eram amplamente celebrados e freqüentemente envolviam folia selvagem e extática.

A mesma cultura que havia construído o Panteão começaria agora a perseguir os seguidores religiosos. Era uma cultura que havia estabelecido um templo para todos os deuses pagãos para que seus súditos viessem para a capital do império, onde pudessem ter um local de culto. Isso apesar do fato de a cidade não ter um templo como testemunho de sua abertura a muitas religiões. No entanto, essa mesma cultura passaria a perseguir seus cidadãos que ousassem ser seguidores devotos de Baco ou Dionísio.

Os cônsules Márcio e Filipe iniciariam uma das mais duras e notórias perseguições religiosas da história romana. No entanto, isso não foi suficiente para dissuadir os observadores do culto. Muitos líderes de cultos foram mortos em vez de presos.

Lívio considerava o culto a Baco uma praga que se espalhara do mundo etrusco, considerado degenerado pelos romanos, que viam suas mulheres como livres demais e zombavam delas por isso.

Isso os levou a serem bodes expiatórios quando a sociedade romana viu o culto a Baco se espalhar e incluir os homens pela primeira vez, levando a uma resposta em questões de moralidade.

Os etruscos, que habitavam a Itália desde antes da fundação de Roma e haviam negociado extensivamente com a Grécia desde o início, mais tarde se tornaram uma das primeiras fontes de helenização em Roma. Isso foi antes mesmo do encontro dos romanos com os gregos do sul da Itália, o que levou a um refinamento da cultura e do gosto romanos, já que a cultura grega era altamente considerada superior.

No entanto, o culto a Baco sempre foi bastante popular, e sua disseminação não foi muito diferente da disseminação de outras religiões que, originalmente gregas , foram romanizadas. Na verdade, os etruscos não eram os culpados pela disseminação do culto, como Lívio gostava de acreditar.

A religião era um assunto muito mais politicamente organizado na Roma aristocrática. Os padres vinham de nobres famílias romanas, e os feriados eram um assunto de estado, durante os quais sacerdotes e sacerdotisas seriam especialmente nomeados para oficiar. Assim, certos cultos que se espalharam sem controle de cidades-estado democráticas na Grécia eram inadequados para a religião romana.

Em particular, parece que o culto a Baco se tornou um problema quando se espalhou na cidade de Roma por uma sacerdotisa da vizinha cidade grega de Nápoles. Paculla Annia mudou o ritual, incluindo os homens nele. Isso era bastante novo porque, por milênios, as festas dionisíacas secretas sempre foram apenas para mulheres, chamadas bacantes ou mênades . Eles poderiam beber até o frenesi e qualquer homem pego espionando provavelmente seria morto.

Comparada a Dionísio, esta nova encarnação de Baco foi expurgada de sua feminilidade, que foi dividida na figura da deusa Libera. Os seguidores romanos do culto, portanto, adoravam a tríade Libera-Baco-Demetra. O culto havia se espalhado amplamente entre os plebeus recém-ricos de Roma, e sua tríade se opunha distintamente à tríade patrícia Júpiter-Juno-Minerva.

Embora Baco sempre tenha sido popular no sul da Itália grega, mesmo após a conquista, a expansão para Roma tornou-se um problema político quando os romanos ricos e plebeus começaram a participar e usar os rituais de Bacanal para conspirar em segredo.

Os rituais eram realizados em segredo na mata e o culto era organizado em mistérios, que seriam revelados apenas aos iniciados. O novo culto de Pacullia Annia, que oficiava acompanhada de seus dois filhos homens, iniciou o escândalo que levaria ao edital.

Tito Lívio relata a primeira e mais violenta repressão:

E os tipos de crimes eram muitos, a violência atingiu homens e mulheres livres sem distinção; e falsas testemunhas, falsificação de selos, testamentos e provas saíam de uma oficina, e eram tão secretos que às vezes nem corpos para enterrar. Muito pode ser feito com má vontade, mais pode ser feito com violência.

Depois de algum tempo, os senadores reunidos decidiram emitir um decreto limitando a proliferação de santuários dedicados ao deus. Eles tomaram todas as medidas necessárias para acabar com o culto e seus seguidores para sempre.

A série de leis era conhecida como Senatus consultum de Bacchanalibus e foi emitida em 7 de outubro de 186 DC. Uma placa de bronze , reproduzindo todo o edital, foi encontrada recentemente no sul da Itália, mas o historiador romano Lívio recorda a história do escândalo . Parece que a repressão foi tão violenta que o culto só sobreviveria no sul da Itália. A região ainda era culturalmente grega e assim permaneceria por muito tempo mesmo após a queda do império, mantendo suas tradições longe da turbulência política da capital.

Fonte: https://greekreporter.com/2023/08/18/god-bacchus-ancient-rome/
Traduzido com Google Tradutor.

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

Preconceito é anti-científico

A microbiologista Natália Pasternak está sendo detonada nas redes sociais após a publicação de sua mais recente coluna no Globo. Nela, a estudiosa criticou a decisão recente do Sistema Único de Saúde (SUS) de incluir cultos de religiões de matriz africana como equipamentos de saúde pública.

A resolução reconhece os terreiros e barracões de umbanda e candomblé como locais de práticas complementares à saúde. Diferentemente do que espalham os bolsonaristas, a medida não autoriza os espaços a promoverem tratamentos médicos.

Junto com seu recente livro, no qual ela equipara a psicanálise a técnicas como reiki e astrologia, como pseudociências, tratou-se de mais uma declaração polêmica da médica.

Fonte, citado parcialmente: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/web-detona-natalia-pasternak-por-suposto-preconceito-religioso/

Nota: Natalia Pasternak, supostamente falando em nome da ciência, colocou a psicanálise no mesmo balaio dos outros temas considerados pseudociência. A humanidade já passou por uma Inquisição, não precisa de outra.
A portaria da CNS apenas reconheceu aos terreiros o direito constitucional de dar apoio espiritual, conhecido como o serviço de capelania.