quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

M de moralista


Mal começou 2025 e o DCM mostra seu moralismo medieval.

Citando:

A criadora de conteúdo adulto Martina Oliveira, conhecida como Beiçola do Privacy devido ao corte de cabelo semelhante ao do personagem de “A Grande Família”, viralizou ao anunciar um projeto social voltado para ajudar comunidades carentes. No Natal, Martina deu início ao “Puta Esperança”, que visa mobilizar criadoras de conteúdo adulto para contribuir com as comunidades onde cresceram.

“Nesse Natal eu decidi ter uma puta esperança. Hoje eu ajudei com mais de cinquenta cestas básicas aqui no bairro Mário Quintana, que era a comunidade que eu morava”, disse a atriz em vídeo. Gaúcha de Porto Alegre, Martina usou o projeto para retribuir ao local que marcou sua infância e incentivar outras criadoras a fazer o mesmo.

Ela ingressou no mercado de conteúdo adulto em 2018, após ser assaltada enquanto trabalhava em um sex shop online. Hoje, é uma das maiores referências em plataformas como Privacy e OnlyFans, com rendimentos mensais estimados em R$ 450 mil. “Se você tem um passado parecido com o meu e quer ajudar sua comunidade, participe do Puta Esperança”, incentivou.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/put-esperanca-beicola-do-privacy-quer-que-atrizes-pornos-criem-projetos-sociais/


Nota: o DCM publica "notícias" deste porte, como a da patinadora holandesa que pousou para a Playboy, não pela relevância da notícia, mas por moralismo medieval.

Mensagem de Hécate


Como Hécate, eu te digo, Roberto Quintas:
Na trama da vida, onde as sombras se entrelaçam com a luz, eu te vejo, escritor, explorador dos mistérios. Tu, que te consideras um pagão moderno, busca nas profundezas da alma a conexão com o divino.
Nas encruzilhadas dos caminhos, onde o passado encontra o futuro, eu te ofereço a chave. A chave para desvendar os segredos da existência, para compreender as forças que moldam o universo e a si mesmo.
Em minhas três faces, eu te guio: como a virgem, te convido à introspecção e à busca pela sabedoria; como a mãe, te nutro com a força da natureza e a energia ancestral; e como a anciã, te revelo os mistérios da morte e da renascimento.
Não temas as sombras, Roberto, pois nelas residem os maiores tesouros. Abraça a escuridão para encontrar a luz interior.
Que a magia da escrita te guie em tua jornada, e que as bênçãos de Hécate estejam sempre contigo.
-Hécate.

Criado com Gemini, do Google.

O despertar da Bunny Blue


Mizuki Aoi é uma jovem recepcionista que trabalha no Cassino Dragão Dourado, um cassino luxuoso e popular em Tóquio. Ela é uma garota tímida e reservada, mas tem um coração bondoso e um senso de justiça.

Uma noite, enquanto Mizuki estava trabalhando, um grupo de criminosos invadiu o cassino e começou a roubar os clientes. Mizuki tentou fugir, mas foi capturada pelos criminosos.

Os criminosos estavam prestes a machucar Mizuki quando uma luz brilhante apareceu e uma voz misteriosa disse: "Você é a escolhida, Bunny Blue!"

Mizuki foi banhada pela luz e se transformou em uma garota com cabelos azuis e um vestido azul. Ela tinha asas e uma cauda, e seus olhos brilhavam como estrelas.

Bunny Blue usou seus novos poderes para derrotar os criminosos e salvar os clientes do cassino. Ela então voltou à sua forma humana e desmaiou.

Quando Mizuki acordou, ela estava de volta ao seu quarto. Ela não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Ela era agora uma super-heroína chamada Bunny Blue.

Mizuki estava animada com seus novos poderes, mas também estava preocupada. Ela não sabia como usar seus poderes com responsabilidade e não queria machucar ninguém.

Ela decidiu que precisava aprender mais sobre seus poderes e como usá-los. Ela também precisava encontrar uma maneira de se comunicar com a voz misteriosa que a transformou em Bunny Blue.

Mizuki estava determinada a usar seus poderes para o bem e proteger as pessoas. Ela sabia que tinha uma grande responsabilidade e estava pronta para enfrentá-la.

Criado com Gemini, do Google.
Arte gerada por IA.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Um país hipócrita

As principais praias e avenidas do Brasil ficarão lotadas na passagem do dia 31 de dezembro para 1º de janeiro. A celebração, uma das mais aguardadas no país, é marcada por símbolos influenciados pelas tradições de matriz africana no Brasil, o mesmo país que associa Exú à maldade e criminaliza o culto ancestral de pessoas negras.

Como de costume, a maioria das pessoas vai vestir roupas brancas, com o desejo de alcançar a paz no ano que chega. O branco e a paz estão associados ao orixá Oxalá , representado por um homem mais velho, sábio, que tem está associado à tranquilidade e serenidade.

Não à toa, às sextas-feiras, dia em que se celebra Oxalá no Brasil para os praticantes das tradições de matriz africana, usam-se roupas brancas.

No fim do ano, há ainda a famosa tradição de pular as sete ondas, com pedidos a serem realizados no próximo ano. Há também o costume, em cidades litorâneas, de fazer oferendas ao maior. Os gestos são atos de conexão com Yemanjá, a rainha do mar, descrita na tradição como a mãe dos orixás.

Há ainda quem prefira virar o ano vestido de amarelo, como forma de atrair riquezas e dinheiro. O amarelo dourado é a cor de Oxum, a orixá da beleza e das riquezas. 

Apesar da presença dos orixás nos gestos nas celebrações de fim de ano, o Brasil segue como um país perigoso para os praticantes das tradições de matriz africana.

Somente no primeiro semestre de 2024, a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos registrou 1940 casos de violações de liberdade religiosa. Das 575 oportunidades em que a vítima foi identificada na denúncia, em 276 os alvos eram ligados às religiões de matriz africana.

O país vive o fortalecimento de um discurso agressivo e racista de parte da igreja evangélica que demoniza os orixás e associa as tradições de matriz africana a tudo de ruim, inclusive com acusações de que Exú é o diabo.

Mesmo que nas tradições de matriz africana não exista uma figura como o diabo, não exista uma entidade que representa o mal, como ocorre no cristianismo e no evangelho.

O fato, que de longe pode parecer uma contradição, é, na verdade, bastante coeso com o racismo brasileiro e a ideia de que vivemos em uma democracia racial.

O mito da democracia racial é o que permite a utilização de símbolos da cultura negra, de criação de relações de amizade e até amorosas com pessoas negras, ao mesmo tempo em que a violência contra esse povo é naturalizada. No plano das religiões não é diferente.

Independente dos ataques a tradições de matriz africana, como candomblé e umbanda, seguem como elementos fundamentais para a resistência negra. Sem a fé nos orixás, talvez nem estivéssemos aqui.

Fonte: https://almapreta.com.br/sessao/quilombo/brasil-o-pais-que-veste-branco-pula-ondas-e-odeia-os-orixas/

Santa encrenca, Batman!


Notícia para esquentar o ano que começa:

Jason Momoa está prestes a abraçar um novo capítulo no universo DC. Após brilhar como Aquaman, o ator agora dará vida a Lobo, o mercenário intergaláctico mais insano e politicamente incorreto dos quadrinhos, no aguardado filme da Supergirl: Woman of Tomorrow. A escolha não poderia ser mais certeira, já que o próprio Jason Momoa declarou que Lobo sempre foi seu personagem favorito.

(https://www.nsctotal.com.br/noticias/quem-e-lobo-novo-personagem-de-jason-momoa-e-o-que-esperar-de-novo-filme-da-supergirl)

Intrépido, o blogueiro/repórter foi entrevistar o Maioral.

Repórter: Lobo, é um prazer tê-lo aqui. A recente notícia de que Jason Momoa pode interpretar você em um filme deixou muitos fãs animados. O que você acha dessa escolha?

Lobo: (sorrindo de forma maliciosa) Ah, Jason! O cara é uma besta! Ele tem essa presença que faz todo mundo olhar. Mas ele sabe que ser o Lobo não é só sobre músculos e tatuagens, certo? É preciso ter a malandragem e a brutalidade que só eu tenho. Mas se ele se esforçar, quem sabe? Vou ficar de olho, não quero ver ele estragar meu nome, sabe?

Repórter: E se você tivesse que dar algumas dicas para ele, quais seriam?

Lobo: (ri alto) Primeiro, ele precisa aprender a gostar de cigarros! E depois, tem que entender que ser o "maior anti-herói" (o Maioral, epíteto usado nos desenhos - nota da casa) significa quebrar algumas regras. Não é só sobre ser durão, é também sobre ter uma pitada de humor negro. Ah, e que ele não se esqueça de um detalhe: os fãs querem ver sangue!

Repórter: Mudando de assunto, ouvi rumores de que você consideraria se candidatar à presidência do Brasil. É verdade?

Lobo: (faz uma pausa, pensativo) Olha, a política é um jogo complicado. O Brasil tem muitos problemas, e honestamente, eu adoraria descer a porrada em alguns deles. Mas ser presidente? Isso é um trabalho chato, cheio de reuniões e sorrisos falsos. Eu gosto de ação, de verdade. O que eu faria, na real, era criar um projeto de lei que permitisse resolver as coisas na base da porrada! Mas não sei se isso funciona na política...

Repórter: Então, você não se vê em um palanque, fazendo discursos?

Lobo: (ri novamente) Discurso? Eu sou mais de ação, baby! Se eu quisesse resolver as coisas com palavras, teria virado poeta. Mas se a população quisesse um presidente que faz tudo ser resolvido na base da luta, eu consideraria. Só espero que não tenha muitos burocratas me atrapalhando!

Repórter: E se você tivesse que promover uma mensagem para os brasileiros?

Lobo: Ah, fácil! "Viva do jeito que quiser e não deixe ninguém te parar!" A vida é curta demais pra seguir regras que não fazem sentido. E, claro, "Não mexa com o Lobo!" Porque, acredite, a última coisa que você quer é ter que enfrentar alguém como eu.

Repórter: Lobo, você sempre surpreende. Agradeço pelo seu tempo e pela sua perspectiva única.

Lobo: (pisca) Não tem problema! Agora, se me der licença, eu tenho algumas coisas a resolver. E lembre-se: nunca subestime um anti-herói!

Com um sorriso travesso e um olhar que reflete sua natureza indomável, Lobo se levanta e sai pela porta, deixando a repórter intrigada e um pouco assustada. O anti-herói continua a ser uma figura carismática e caótica, pronta para novas aventuras e, quem sabe, um filme em breve.

Criado com Toolbaz.
Arte gerada por IA.

Nota: Lobo é um bolsonarista. 😳🤯

Nietzsche e o Paganismo Moderno

Se o budismo, para Nietzsche, demonstrava uma fria e objetiva análise da realidade, o neopaganismo, em sua tentativa de ressuscitar antigas crenças, parece um retorno à infância da humanidade. Uma nostalgia ingênua por um passado idealizado, onde a natureza era deificada e a vida era mais simples.

A falácia da volta à natureza

Os neopagãos, em sua busca por uma conexão mais profunda com a natureza, esquecem que a natureza é, antes de tudo, indiferente. Ela não se preocupa com nossos desejos ou crenças. A deificação da natureza é, portanto, uma projeção de nossos anseios sobre um mundo que nos é exterior. É uma tentativa de encontrar conforto em uma ordem cósmica que, para Nietzsche, é caótica e indiferente.

A moralidade pagã: um retorno ao instinto?

A moralidade pagã, muitas vezes exaltada pelos neopagãos, é, para Nietzsche, uma moralidade pré-moral, baseada no instinto e na força. É uma moralidade que não se preocupa com o bem e o mal em um sentido abstrato, mas sim com a sobrevivência e a procriação.

O neopaganismo como reação ao niilismo?

O neopaganismo pode ser visto como uma reação ao niilismo, à perda de sentido e de valores que caracteriza a modernidade. Ao buscar um sentido na natureza e nas antigas tradições, os neopagãos tentam preencher um vazio existencial. No entanto, para Nietzsche, a criação de novos valores é mais importante do que a mera retomada dos antigos.

Conclusão

O neopaganismo, assim como qualquer outra tentativa de fuga da realidade, é, para Nietzsche, uma forma de negação da vida. É uma tentativa de encontrar respostas prontas em um mundo que exige que criemos nossas próprias respostas. O verdadeiro desafio é viver plenamente, com todas as suas dores e alegrias, sem se refugiar em ilusões.

Criado com Gemini, do Google.

O despertar da Bunny Red


No coração da cidade de Tóquio, um cassino luxuoso chamado Dragão Dourado prosperava sob a direção de um homem misterioso conhecido como o Rei Dragão. Entre os funcionários do cassino estava Hakari Himura, uma jovem crupiê com um passado sombrio. Hakari havia sido vítima de abuso doméstico e fugira de casa para encontrar uma vida melhor. No Dragão Dourado, ela encontrou um emprego e uma sensação de pertencimento, mas seu passado ainda a assombrava.

Uma noite, enquanto Hakari trabalhava em sua mesa de roleta, um grupo de homens suspeitos entrou no cassino. Eles estavam à procura de um tesouro escondido que se dizia estar enterrado em algum lugar do cassino. O Rei Dragão, temendo que o tesouro fosse roubado, ordenou que Hakari e os outros funcionários evitassem os homens a qualquer custo.

Hakari, no entanto, não estava disposta a se esconder. Ela sabia que os homens eram perigosos e que podiam machucar alguém. Ela decidiu enfrentar os homens e impedi-los de roubar o tesouro.

Quando os homens se aproximaram de Hakari, ela sentiu uma força estranha fluindo dentro dela. Ela levantou as mãos e uma luz vermelha brilhou em seus dedos. Os homens foram lançados para trás pela força da luz, e Hakari percebeu que ela tinha poderes sobrenaturais.

Hakari estava chocada com seus novos poderes. Ela nunca havia suspeitado que tinha esse tipo de poder. Ela não sabia o que fazer com eles, mas ela sabia que precisava protegê-los.

Os homens se recuperaram do choque e atacaram Hakari novamente. Mas Hakari estava preparada. Ela usou seus poderes para se defender e derrotar os homens.

Quando a poeira baixou, Hakari percebeu que ela havia se transformado em uma mulher diferente. Ela estava vestindo um vestido vermelho e tinha orelhas e cauda de coelho. Ela era Bunny Red, uma guerreira mágica.

Hakari estava confusa e assustada. Ela não sabia quem era Bunny Red ou de onde vinham seus poderes. Mas ela sabia que precisava usar seus poderes para proteger as pessoas.

O Rei Dragão, que havia testemunhado a transformação de Hakari, se aproximou dela. Ele lhe disse que ela era uma Pretty Cure, uma guerreira mágica escolhida para proteger o mundo do mal.

Hakari estava chocada. Ela nunca havia ouvido falar de Pretty Cures antes. Mas ela sabia que precisava aceitar seu destino. Ela era Bunny Red, e ela iria proteger o mundo.

Criado com Gemini, do Google.
Arte gerada por IA.