terça-feira, 31 de março de 2026

Sarcasmo Sobre Censura e Homofobia

Conversa com o Gemini:

Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/censura-e-homofobia-crivella-tera-de-pagar-r-100-mil-por-conduta-discriminatoria-na-bienal/

Demorou, mas a justiça chegou.

E se isso fosse feito contra um livro cristão? 🤔

Escreva um texto humorado e sarcástico.

O Gemini disse
Certamente, a roda da justiça tarda mas não falha — às vezes ela só decide ir pela estrada de terra, sem GPS e com o pneu furado, mas um dia chega ao destino.

Imagine só o cenário alternativo: em vez de um beijo num livro de banda desenhada, o alvo era, digamos, uma edição caprichada da Bíblia ou um tratado sobre a vida dos santos. Se alguém tentasse recolher esses exemplares sob o pretexto de "proteger a família", o nível de ironia seria tão alto que corria o serviço de internet corria o risco de cair por excesso de carga.

Abaixo, um pequeno exercício de sarcasmo sobre como seria essa "Operação Purgatório Literário":

Operação "Capa Dura, Censura Mole"
Se a moda pega e o critério de "conteúdo impróprio" fosse aplicado com a mesma régua a um livro cristão, veríamos fiscais da prefeitura a correr pela Bienal como se estivessem num episódio de Missão Impossível, mas vestidos com coletes de obras.

— "Atenção, unidade 1! Encontrámos material altamente perigoso no corredor C. É um livro chamado Antigo Testamento. Tem relatos de pragas, sacrifícios de animais e uma parte sobre um tal de Sansão que é pura violência gratuita. Chamem o esquadrão antibomba!"

Imagine o fiscal, suado, a tentar lacrar uma Bíblia com plástico preto enquanto grita: "Isto precisa de um aviso de gatilho! Onde já se viu? Um profeta a ser engolido por uma baleia? Isso é trauma psicológico na certa para as criancinhas! E as roupas de Jonas? Claramente não passaram pelo crivo da moda conservadora!"

Se fosse um livro cristão, o discurso mudaria de "estou a proteger a moral" para "estou a ser perseguido por forças ocultas que não suportam a beleza da tipografia gótica". A ironia é que quem mais clama por "liberdade" é, muitas vezes, quem mais quer comprar cadeados para a estante do vizinho.

No fim das contas, a justiça do Rio de Janeiro decidiu que o "beijo proibido" de 2019 custou 100 mil reais. É um valor alto por um selo de censura, mas convenhamos: para quem queria dar um espetáculo de moralidade, acabou por levar para casa o troféu de "Prejuízo do Ano".

Fica a lição: se quiser controlar o que os outros leem, é melhor preparar a carteira, porque a literatura, ao contrário de certos políticos, não costuma aceitar ordens de despejo sem fazer barulho. No fundo, a única coisa que deveria ser censurada na Bienal é o preço da água e do cachorro-quente — isso sim é um pecado contra a humanidade!

Criado com Gemini, do Google.

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