Conversa com o Gemini:
Você disse
https://www.cartacapital.com.br/politica/camara-aprova-proibicao-de-chamar-de-leite-e-carne-produtos-de-origem-vegetal/
Foi necessário ter uma lei. Mas eu acho que não vai funcionar. Afinal, o que mais tem é mercadoria vendendo gato por lebre.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
O Gemini disse
É fascinante observar as prioridades do nosso Legislativo. Em um país com desafios monumentais, a urgência nacional era, sem dúvida, garantir que ninguém fosse "enganado" por um hambúrguer de grão-de-bico audacioso o suficiente para se autointitular "carne".
A nova lei que proíbe o uso de termos como "leite" e "carne" para produtos de origem vegetal é um primor do preciosismo semântico. Imagine a cena: um cidadão entra no mercado, vê "leite de amêndoas" e, em um surto de confusão botânica, tenta ordenhar uma amêndoa no meio do corredor. Graças aos nossos deputados, esse trauma foi evitado! Agora, teremos o prazer de pedir um "extrato aquoso de semente oleaginosa" no café da manhã. Bem mais apetitoso, não?
Mas, como você bem pontuou, a fiscalização brasileira tem aquele charme peculiar de quem olha para o lado quando convém. Vivemos na terra onde o "queijo" de algumas pizzas tem a consistência e o valor nutricional de um pneu derretido, onde o "suco" tem mais corante do que fruta e onde o "azeite" muitas vezes é apenas um óleo de soja com crise de identidade e um rótulo bonito em italiano.
Nesse cenário de "gato por lebre" institucionalizado, focar na "carne de soja" parece piada de mau gosto. O consumidor brasileiro já sobrevive a misturas de embutidos que fariam um alquimista chorar, mas o problema real era o hambúrguer de planta ferir os sentimentos da pecuária.
O sarcasmo da situação é que, enquanto mudam os nomes para "proteger o consumidor", a gente continua comprando "produto lácteo composto" achando que é leite condensado e "preparado de morango" que nunca viu uma fruta na vida. No fim das contas, a lei pode até passar, mas o hábito de vender ilusão com selo de garantia continua sendo o nosso prato principal.
Prepare-se para o futuro: em breve, o "leite de coco" terá que se chamar "lágrima de fruto tropical", só para garantir que ninguém tente levar o coco para pastar. Boa sorte para nós, que seguiremos comendo "gato" com nome de "lebre", contanto que o rótulo esteja gramaticalmente aprovado por Brasília.
Criado com Gemini, do Google.
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