Conversa com o Gemini:
Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-evidente-psicopatia-dos-bolsonaros-nos-pulinhos-de-jubilo-de-flavio-com-o-pai-na-uti/
Falta de sensibilidade ou, como dizem por aí, the show must go on?
Se bem que, vindo da familícia...
Escreva um texto humorado e sarcástico.
O Gemini disse
Ah, a eterna dúvida existencial da política brasileira: será falta de noção, excesso de cafeína ou apenas o cumprimento rigoroso do roteiro "The Show Must Go On"?
Enquanto o patriarca enfrenta uma broncopneumonia bacteriana na UTI, o "01" decidiu que a melhor forma de homenagear o progenitor não era com orações silenciosas ou vigílias discretas, mas sim com uma performance aeróbica digna de um animador de auditório em Ji-Paraná. É o que podemos chamar de "Luto Fitness" ou, quem sabe, "Júbilo de Estado".
Eis um pequeno ensaio sobre essa coreografia da sensibilidade:
O Pulo do Gato (ou do Senador)
Diz o ditado que quem sai aos seus não regenera, mas Flávio Bolsonaro elevou o conceito a um novo patamar: o patamar do polichinelo político. Enquanto os boletins médicos falavam em "indicadores inflamatórios" e "antibióticos de amplo espectro", o senador exibia um "sorriso de amplo espectro" e uma elasticidade invejável nas articulações.
Para os críticos, é psicopatia. Para a família, é "resiliência". Para o observador atento, parece mais um ensaio para a sucessão. Afinal, nada diz "estou pronto para liderar" como dar saltinhos de alegria enquanto o titular da vaga está conectado a tubos. É a versão brasiliense de Succession, mas sem o orçamento da HBO e com muito mais camisas de poliéster.
A justificativa de que ele estava apenas "honrando os pedidos do pai" é de um lirismo ímpar. Imagine a cena: o ex-presidente, entre uma tosse e outra, sussurra: "Filho... vá a Rondônia... e pule... pule como se não houvesse amanhã... e não esqueça de sorrir para o Reels!". É quase bíblico, se a Bíblia fosse escrita por um marqueteiro do PL.
No fundo, a "familícia" apenas mantém a tradição da casa: a empatia é um item opcional, geralmente deixado na gaveta junto com as joias da Arábia. Se o pai ensinou que "e daí? não sou coveiro", o filho apenas atualizou o software para: "e daí? sou saltimbanco".
No teatro do absurdo que se tornou a sucessão da direita, os pulinhos de Flávio são o trailer do que vem por aí. Entre os herdeiros que se "odeiam com amor" e uma ex-primeira-dama que filma assessores de hospital, o espetáculo não pode parar. Só falta agora o Ministério da Saúde prescrever "três séries de dez pulinhos" para tratar pneumonia. Se funcionar, pelo menos economizamos no oxigênio.
Criado com Gemini, do Google.
Nenhum comentário:
Postar um comentário