sexta-feira, 27 de março de 2026

A Coerência Retrátil da Família Bolsonaro

Conversa com o Gemini:

Você disse
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/03/22/flavio-diz-que-bandido-vai-mofar-na-cadeia-e-morrer-se-enfrentar-policia.htm

Será que Flávio manteria essa postura de rigor na ação policial e jurídica quando atingir alguém da família dele?

Afinal, ele é um dos interessados na prisão humanitária do Jair Bolsonaro.

Da mesma família que viveu atacando os direitos humanos. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.

O Gemini disse
O mundo da política brasileira é, acima de tudo, um espetáculo de contorcionismo digno do Cirque du Soleil. O senador Flávio Bolsonaro, ao declarar que bandido deve "mofar na cadeia" ou "morrer se enfrentar a polícia", demonstra uma memória seletiva que faria inveja a qualquer peixinho dourado.

É fascinante observar como a régua do "rigor absoluto" é retrátil: ela estica até o infinito quando aponta para o horizonte, mas encolhe instantaneamente quando chega ao portão de casa. Para o "elemento" desconhecido no morro, a lei é o aço e o mofo; para a árvore genealógica, a lei deve ser revestida de veludo, hidratada com direitos humanos (aqueles mesmos que eram "esterco da vagabundagem") e servida com uma dose generosa de "prisão humanitária".

O sarcasmo da realidade é quase insuperável. A mesma linhagem que passou décadas sugerindo que os direitos humanos eram um "abraço de bandido" agora parece ter descoberto que, vejam só, a dignidade da pessoa humana é um conceito jurídico muito interessante — especialmente quando se tem um CPF de estimação sob risco de ver o sol nascer quadrado.

A lógica é simples e operística:

Para os outros: O rigor da lei, a cela úmida e o confronto fatal.

Para os meus: A "sensibilidade jurídica", o devido processo humanitário e, quem sabe, uma tornozeleira eletrônica que combine com o terno.

Se a coerência fosse um crime, estaríamos diante de uma família de santos, pois não haveria provas de sua existência no recinto. No fim das contas, a máxima "direitos humanos para humanos direitos" parece ter sofrido uma atualização de software para: "direitos humanos para os humanos que eu considero direitos (e que compartilham o meu DNA)".

É o triunfo da narrativa sobre a prática: o rugido de leão para a plateia e o miado de gatinho para o oficial de justiça. No teatro do Planalto, a única coisa que realmente "mofa" é a vergonha alheia de quem ainda espera coerência entre o discurso do "CPF cancelado" e o pedido de clemência para o "Papai".

Criado com Gemini, do Google.

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