Conversa com o Gemini:
https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/bia-kicis-rebate-pablo-vittar-onda-e-essa-coisa-do-movimento-gay
Alguém precisa avisar a deputada bolsonarista que homossexualidade não é uma onda.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a bancada parlamentar e a sua incansável obsessão pela meteorologia comportamental! É fascinante como certas mentes brilhantes da política conseguem enxergar a orientação sexual alheia não como parte da condição humana, mas como uma espécie de "frente fria" que passa pelo país, trazida talvez por ventos progressistas vindos de alguma convenção pop da Pabllo Vittar.
Avisar que a homossexualidade não é uma onda? Olha, o esforço é válido, mas haja paciência para explicar o básico.
Previsão do Tempo para a Família Tradicional
Se a homossexualidade fosse mesmo uma "onda", nós já estaríamos vivendo em um tsunami permanente desde a Grécia Antiga. Mas não, para a deputada, parece que funciona mais ou menos assim:
Segunda-feira: Céu limpo, ventos de direita.
Terça-feira: Pabllo Vittar lança um clipe novo.
Quarta-feira: Alerta de ressaca! Uma "onda gay" atinge os jovens, que de repente esquecem como ser héteros porque viram muito glitter na TV.
O mais divertido dessa tese da "onda" ou do "movimento que dita moda" é imaginar o departamento de marketing desse suposto fenômeno. "Atenção, pessoal, o trimestre está chegando ao fim e precisamos bater a meta de novos homossexuais. Vamos intensificar o uso do rosa choque!".
O Paradoxo da Influência
É quase um elogio à Pabllo Vittar, se pararmos para pensar. Atribuir a uma artista o poder messiânico de reconfigurar o desejo e a identidade de milhares de pessoas com uma coreografia e um microfone na mão é de uma grandiosidade invejável. Nem os maiores filósofos da humanidade conseguiram tanta eficácia.
Nota de esclarecimento (para quem ainda vive em 1950):
Orientação sexual não é gripe para se pegar por aí, não é tendência de primavera-verão e, choque: as pessoas LGBTQIA+ já existiam bem antes de a internet (e os mandatos parlamentares) inventarem o termo "trend".
No fundo, o que assusta essa ala não é uma "onda", é o espelho. É ver que o mundo mudou, as pessoas cansaram de se esconder e que nenhum "decreto moral" vai fazer todo mundo voltar para o armário. Mas tudo bem, deixa a deputada com a prancha de surfe moralista dela tentando barrar o oceano da realidade. Alguém avisa que a maré já subiu faz tempo.
Criado com Gemini, do Google.
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