Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/flavio-bolsonaro-se-aproxima-de-aldo-apos-ex-comunista-perder-influencia-no-dc/
Deve ser o fim do mundo. Flávio se aproximando de Aldo.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Preparem os abrigos subterrâneos e estoquem o estoque de farinha de trigo, porque o Apocalipse Político finalmente bateu à nossa porta. Se alguém dissesse, há alguns anos, que o clã Bolsonaro estaria estendendo tapete vermelho e trocando figurinhas com um ex-presidente da Câmara histórico do PCdoB, o sujeito seria internado por excesso de criatividade ou intoxicação ideológica. E, no entanto, aqui estamos.
A aproximação estratégica de Flávio Bolsonaro com Aldo Rebelo é a prova cabal de que a física política brasileira não é regida pela gravidade, mas pelo mais puro e refinado suco do surrealismo.
A justificativa de bastidores para esse "namoro" é sempre aquela velha e romântica conversa sobre o "nacionalismo" e a "defesa da Amazônia". É comovente. Quase dá para imaginar Flávio e Aldo dividindo uma cuia de açaí, olhando o horizonte da floresta e suspirando contra o "globalismo" e as ONGs internacionais. Aldo, o homem que transformou o Dia do Saci em lei para combater o Halloween americano, agora é visto como uma mente brilhante e ponderada pela mesma ala que enxerga comunistas até embaixo da cama — ou dentro do armário do banheiro.
Para Aldo Rebelo, o pragmatismo é uma arte antiga. Depois de flertar com quase todas as nuances do espectro político e ver seu espaço encolher no centro e na esquerda tradicional, nada como um bom banho de "aliança tática pela soberania nacional". Afinal, na geopolítica tupiniquim, o inimigo do meu inimigo é meu melhor conselheiro de defesa. Se a esquerda gourmetizada de hoje não o quer, o bolsonarismo raiz abre os braços, apaga os posts antigos do Twitter que xingavam a "foice e o martelo" e finge que Aldo sempre foi um tiozão conservador que só estava no partido errado por puro equívoco de juventude.
O mais divertido é tentar imaginar os jantares de articulação política. De um lado, a fina flor do patriotismo carioca das rachadinhas, do outro, o comunista histórico que já leu Lênin e defendeu a mistura obrigatória de farinha de mandioca no pão francês. No cardápio, além de muita hipocrisia grelhada, deve haver um esforço hercúleo para evitar palavras gatilho. Aldo não pode falar em "reforma agrária" para não assustar os fazendeiros do PL, e Flávio não pode falar em "privatizar tudo" para não ferir o coração estatista do ex-ministro.
No fim, essa união nos mostra que a ferradura política é real: se você caminhar muito, muito para a extrema-direita, ou muito para a esquerda nacionalista dos anos 70, vocês eventualmente se encontram em um boteco de Brasília para tomar uma cachaça e falar mal do STF e do politicamente correto. Se o mundo não acabar depois dessa aliança, o Brasil definitivamente se torna imune a qualquer tipo de choque lógico. Viva a pátria amada, com muito Saci Pererê e chocolate Kopenhagen para celebrar!
Criado com Gemini, do Google.
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