sexta-feira, 25 de julho de 2025

Trump vai falir os EUA


Conversa com o Gemini


Baseado na imagem, escreva uma análise crítica considerando:

1.o personagem ET quis voltar para casa, não foi forçado.

2.os EUA foi fundado por imigrantes.

3.a produção agropecuária depende de trabalhadores imigrantes, expulsar essas pessoas vai causar danos à economia norte americana.

Resposta do Gemini:

Análise

A imagem apresentada é uma publicação do Instagram da "embaixadadoseua" (Embaixada dos EUA), que utiliza o personagem E.T. para transmitir uma mensagem sobre imigração. A postagem diz: "Se você está nos EUA ilegalmente, faça como o E.T.: é hora de ligar para casa. Use o aplicativo CBP One e vá embora agora, com apoio e dignidade. Você receberá assistência para a viagem e uma ajuda de custo para retomar ao seu país de origem."

Análise Crítica:

A metáfora de E.T. e a natureza do retorno: O argumento de que "o personagem E.T. quis voltar para casa, não foi forçado" é crucial para desconstruir a analogia da embaixada. No filme, E.T. de fato expressa um desejo profundo de retornar ao seu planeta natal. A narrativa do filme é sobre sua busca por conexão e sua saudade de casa, e não sobre ser expulso. Ao utilizar essa imagem, a Embaixada dos EUA tenta suavizar a mensagem de deportação, sugerindo que o retorno é uma escolha voluntária e até mesmo desejável, assim como foi para E.T. No entanto, a realidade para muitos imigrantes indocumentados é bem diferente: eles não estão "ligando para casa" por vontade própria, mas sim enfrentando a ameaça de detenção e deportação. A "assistência para a viagem e ajuda de custo" mencionada pode ser vista como uma tentativa de incentivar uma saída "voluntária" que, na prática, é impulsionada pela coerção e pela falta de alternativas.

Os EUA como nação de imigrantes: O ponto de que "os EUA foram fundados por imigrantes" é um pilar fundamental da identidade americana. Desde os primeiros assentamentos europeus até as ondas migratórias mais recentes, a nação foi construída e enriquecida por pessoas que deixaram suas terras natais em busca de novas oportunidades, segurança ou liberdade. Essa herança histórica contrasta drasticamente com a retórica anti-imigração que busca restringir e criminalizar a presença de indivíduos sem status legal. Ao invocar E.T. para sugerir que "é hora de voltar para casa", a embaixada parece ignorar ou minimizar a própria fundação e o contínuo desenvolvimento do país, que sempre dependeu do fluxo de pessoas de outras nações. A mensagem da embaixada, embora focada na ilegalidade, pode ser interpretada como um esquecimento dessa base histórica, transformando uma nação de imigrantes em uma que busca, em certos contextos, fechar suas portas.

Dependência econômica de trabalhadores imigrantes: A afirmação de que "a produção agropecuária depende de trabalhadores imigrantes, e expulsar essas pessoas vai causar danos à economia norte-americana" é um argumento econômico sólido e amplamente reconhecido. Setores vitais da economia dos EUA, incluindo agricultura, construção civil, serviços e hotelaria, empregam um número significativo de trabalhadores imigrantes, muitos dos quais são indocumentados. Esses trabalhadores frequentemente aceitam empregos com salários baixos e condições difíceis que os cidadãos americanos ou residentes legais muitas vezes evitam. A remoção em massa dessa força de trabalho teria consequências severas, como escassez de mão de obra, aumento nos custos de produção, diminuição da competitividade e, em última instância, impactos negativos nos preços para o consumidor. A campanha da embaixada, embora focada na legalidade, não aborda as complexas ramificações econômicas e sociais de uma política de deportação em larga escala. Ignorar essa dependência econômica é uma simplificação perigosa de um problema multifacetado.

Em resumo, a campanha da Embaixada dos EUA, ao utilizar uma imagem icônica e emotiva como E.T., tenta enquadrar a deportação como um retorno voluntário e assistido. No entanto, essa abordagem falha em considerar a realidade dos imigrantes indocumentados, a história migratória dos EUA e o papel crucial que os imigrantes desempenham na economia do país. A mensagem, portanto, é simplista e ignora as complexidades humanitárias, históricas e econômicas da questão imigratória.

Criado com Gemini, do Google.

O socialismo falhou?

Conversa com o Gemini.

Frase de João Pereira Coutinho:

"...o que levou o socialismo à derrota foi a negação da religião. Não, senhor presidente -foi o socialismo mesmo."

Escreva uma análise crítica para essa declaração do colunista.

Resposta do Gemini, do Google:

Análise Crítica da Declaração de João Pereira Coutinho sobre o Socialismo e a Religião

A frase de João Pereira Coutinho, "o que levou o socialismo à derrota foi a negação da religião. Não, senhor presidente -foi o socialismo mesmo," é uma provocação concisa que merece uma análise mais aprofundada. O colunista, conhecido por suas posições conservadoras e liberais, rejeita a ideia de que a queda do socialismo pudesse estar atrelada à sua postura antirreligiosa, atribuindo a derrota ao próprio sistema.

Coutinho simplifica drasticamente um fenômeno complexo. Atribuir a "derrota" do socialismo exclusivamente ao "socialismo mesmo" é uma generalização que desconsidera as múltiplas variáveis históricas, econômicas e sociais que contribuíram para o colapso dos regimes socialistas no século XX.

Primeiramente, a relação entre socialismo e religião é, de fato, um ponto de tensão histórico. Muitas ideologias socialistas, especialmente as de cunho marxista-leninista, viam a religião como "o ópio do povo", uma ferramenta de controle social que desviava a atenção das massas dos problemas materiais e da luta de classes. Em países como a União Soviética e outros regimes do bloco comunista, houve perseguição religiosa e ateísmo de Estado, o que gerou forte resistência e descontentamento. A negação da religião, nesse contexto, não foi um fator isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla de controle ideológico e de construção de uma sociedade secular, o que, sem dúvida, contribuiu para o isolamento e a impopularidade de certos regimes.

No entanto, afirmar que essa negação foi a causa da derrota do socialismo é problemático. O próprio "socialismo mesmo" — ou seja, a implementação prática das teorias socialistas — enfrentou desafios colossais que pouco tinham a ver com a religião. Podemos listar alguns:

Problemas econômicos: A centralização excessiva da economia, a falta de incentivos individuais, a ineficiência na alocação de recursos e a baixa produtividade foram falhas recorrentes nos sistemas de planejamento central. A escassez de bens de consumo, as filas e a burocracia excessiva minaram a legitimidade dos regimes socialistas.

Falta de liberdade e repressão: Muitos regimes socialistas foram marcados pela ausência de liberdades civis, pela censura, pela vigilância estatal e pela repressão a dissidentes. Essa dimensão autoritária gerou insatisfação generalizada e levantes populares.

Corrupção e privilégios: Apesar da retórica igualitária, a corrupção e a formação de uma elite partidária com privilégios (a nomenklatura) minaram a crença na justiça social proposta pelo socialismo.

Guerra Fria e pressão externa: A polarização ideológica da Guerra Fria e a pressão exercida por potências ocidentais também desempenharam um papel significativo na desestabilização e eventual colapso de regimes socialistas.

Em suma, a declaração de João Pereira Coutinho é uma crítica afiada e polarizadora. Ao descartar a questão religiosa como um fator relevante e colocar a culpa no "socialismo mesmo", ele sublinha sua visão de que o sistema é inerentemente falho. No entanto, uma análise mais matura reconhece que a "derrota" de certas experiências socialistas não pode ser atribuída a uma única causa. Foi, em vez disso, o resultado de uma interação complexa de fatores internos e externos, onde a negação da religião foi, sim, uma questão importante, mas apenas uma peça no vasto e complicado quebra-cabeça histórico.

Qual aspecto dessa análise você gostaria de explorar mais a fundo?

Adendo da minha parte:

Eu acho que ficou faltando dizer que os países socialistas passaram de um regime feudal a um regime industrial depois que foi instituído o socialismo. Não obstante não houve exatamente um governo socialista per se, considerando que não houve uma revolução proletariado, não houve livre acesso à propriedade dos meios de produção, etc.

Resposta do Gemini:

Sua observação é muito pertinente e adiciona camadas importantes à análise! Você toca em pontos cruciais que a frase de Coutinho e mesmo a minha análise inicial não abordaram com a devida profundidade.

A Transição do Feudalismo para a Industrialização sob o Socialismo

Você está absolutamente certo ao notar que muitos dos países que adotaram o socialismo no século XX – como a Rússia (que se tornou a União Soviética) e a China – não eram nações capitalistas avançadas, mas sim sociedades predominantemente agrárias, com estruturas econômicas e sociais que, em muitos aspectos, ainda carregavam traços de um regime feudal ou semi-feudal.

A proposta original de Karl Marx previa que a revolução socialista ocorreria em países industrializados, onde o capitalismo estaria em seu auge e as contradições entre a burguesia e o proletariado seriam mais evidentes. No entanto, o socialismo foi implementado primeiramente em nações onde o processo de industrialização era incipiente ou ainda não havia se completado.

Nesses contextos, os regimes socialistas, particularmente o soviético, realizaram um esforço monumental de industrialização forçada e coletivização agrícola. Esse processo, embora tenha tirado milhões da miséria e modernizado a infraestrutura desses países em um ritmo acelerado, também foi marcado por:

Custos humanos altíssimos: A coletivização na União Soviética, por exemplo, causou fome generalizada e a morte de milhões.

Centralização extrema: O Estado se tornou o principal agente econômico, controlando todos os meios de produção.

Foco na indústria pesada: A prioridade era a produção de bens de capital e armamentos, em detrimento dos bens de consumo, o que gerava escassez e insatisfação popular.

Portanto, é verdade que o socialismo, nesses países, não apenas coexistiu com a transição do feudalismo para a industrialização, mas se propôs a ser o motor dessa transformação. Essa peculiaridade histórica distingue essas experiências dos ideais marxistas originais e adiciona um desafio extra à sua sustentabilidade.

A Ausência de um "Verdadeiro" Socialismo e a Revolução Proletária

Sua segunda observação é igualmente fundamental: a ideia de que "não houve exatamente um governo socialista per se, considerando que não houve uma revolução proletariado, não houve livre acesso à propriedade dos meios de produção, etc."

Essa é uma crítica comum, tanto de liberais quanto de muitos marxistas e socialistas democráticos, que argumentam que os regimes que se autodenominaram socialistas no século XX, especialmente a União Soviética e seus satélites, não representaram o "verdadeiro" socialismo ou comunismo.

Os pontos que você levanta são essenciais para essa argumentação:

Ausência de Revolução Proletária Genuína: Em muitos casos, a tomada do poder não se deu por uma revolução espontânea e ampla do proletariado, mas por um golpe de elite ou por movimentos minoritários que se consolidaram no poder e impuseram o regime.

Controle dos Meios de Produção pelo Estado, Não Pela Sociedade: A teoria marxista idealiza o "livre acesso à propriedade dos meios de produção" pela sociedade, ou seja, a socialização da propriedade. No entanto, na prática, o que ocorreu foi a estatização, onde o controle passou das mãos de proprietários privados para as mãos do Estado e de uma burocracia partidária. Isso levou a uma nova forma de hierarquia e controle, muito diferente da autogestão dos trabalhadores ou da abolição da propriedade privada em um sentido amplo.

Ditadura do Partido, Não do Proletariado: Em vez de uma "ditadura do proletariado" como uma fase transitória para uma sociedade sem classes e sem Estado, o que se viu foi a ditadura de um único partido, o Partido Comunista, que suprimia toda a oposição e concentrava o poder.

Essa perspectiva sugere que as "derrotas" observadas não foram do socialismo em si, mas sim de experiências autoritárias e estatistas que se apropriaram do nome "socialismo", mas que falharam em implementar seus princípios fundamentais, como a democracia operária, a liberdade e a verdadeira socialização dos meios de produção.

Ao incorporar esses pontos, a análise se torna muito mais nuançada. A "derrota" do socialismo, como Coutinho a coloca, pode ser vista não apenas como uma falha inerente ao sistema, mas também como a falha de implementações específicas que se desviaram dos ideais e enfrentaram desafios estruturais únicos, como a necessidade de industrializar uma nação atrasada sob um regime totalitário.

Gostaria de aprofundar a discussão sobre algum desses aspectos ou sobre como eles se conectam com a crítica original de Coutinho?

Criado com Gemini, do Google.

Swingathon

Existem vários tipos de festivais, de cinema, de música e até de ciência, mas um festival excêntrico tem chamado a atenção na Inglaterra. O Swingathon ocorreu na cidade de Allington, duas horas ao norte de Londres, e atraiu cerca de 1 mil participantes que gostam de swing.

Os visitantes podem experimentar tendas de brincar, pole dance, banheiras de hidromassagem, festas de espuma, masmorras móveis e jogos sexuais. Os visitantes também podem comprar brinquedos sexuais, chicotes e correntes, equipamentos de bondage BDSM, palmatórias e lingeries picantes em suas diversas barracas.

O festival anual começou em 2020 e está se tornando maior a cada ano, para desgosto dos moradores locais que já reclamaram em outras edições sobre o barulho do evento.

Mas, desde então, à medida que o número de participantes aumentou, o evento foi transferido para um local maior e mais rural. Os organizadores dizem que estão comprometidos em desafiar o estigma “desprezível” em torno do festival.

Matthew Cole, que iniciou o Swingathon em 2020, disse ao Daily Star, que ele não é exclusivo para swingers tradicionais e é mais um “evento de estilo de vida alternativo para adultos”.

“Ao contrário de algumas crenças, não há chaves em tigelas, música obscena, indivíduos lascivos ou um alto nível de DSTs nesta comunidade. Na verdade, os indivíduos dentro desta comunidade são respeitosos, conscienciosos e mais propensos a praticar sexo seguro ou a serem testados regularmente do que a pessoa média que você pode encontrar em uma noite em uma boate”, acrescentou.

O evento também conta com música ao vivo, DJs, workshops, demonstrações, barracas e jogos — tudo em um “espaço seguro e inclusivo” que “celebra a diversidade”.

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/pouca-vergonha/swingathon-festival-de-swing-reune-adeptos-na-inglaterra

Nota: a reportagem só não falou do custo dos ingressos. Eu encontrei isso no site dos organizadores:

ENTRADA PARA CASAIS (sem inscrição com SpicyTicket)
Disponibilidade: 66
Preço:£ 40,00
ENTRADA INDIVIDUAL MASCULINA (sem associação com SpicyTicket)
Disponibilidade: 19
Preço:£ 45,00
MULHER SOLTEIRA/TRANS
Disponibilidade: 19
Preço:£ 15,00

Sexo sim, extorsão não

Uma mulher tailandesa identificada como Wilawan Emsawat, de 35 anos, foi presa por extorquir e chantagear monges budistas após manter relações sexuais com eles e registrar tudo em fotos e vídeos. Conhecida pelo codinome Sika Golf, ela é acusada de extorsão, lavagem de dinheiro e receptação de bens. A polícia encontrou cerca de 80 mil arquivos explícitos envolvendo religiosos, incluindo vídeos de encontros íntimos com monges influentes em diversos templos da Tailândia.

Wilawan teria arrecadado aproximadamente 385 milhões de baht (R$ 65 milhões) ao longo de três anos, segundo as autoridades. O dinheiro era usado para manter um estilo de vida luxuoso, com apostas on-line, mansão alugada e um carro de luxo avaliado em meio milhão de reais. A suspeita visava especificamente monges com alto poder financeiro, exigindo grandes quantias em troca do silêncio sobre os vídeos gravados.

A investigação foi iniciada após a saída repentina de um abade de um templo em Bangcoc, que teria sido ameaçado por Wilawan com a falsa alegação de gravidez. Ela exigiu R$ 1,2 milhão do monge, que havia tido um relacionamento com ela. Em entrevista, Wilawan contou que seu envolvimento com religiosos começou em 2013, quando se apaixonou por um monge casado, com quem mantinha relação financeira. Um dos religiosos admitiu ter transferido R$ 2 milhões para ela, acreditando estar ajudando em um negócio de cerâmica.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tailandesa-filmou-sexo-com-monges-e-os-extorquiu-em-milhoes-diz-policia/

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Conselho que não funciona


Notícia da revista Fórum diz que existe uma coisa simples para melhorar nossa vida sexual: perguntar.

Propõe até um jogo chamado "jogo dos três minutos".

Mas isso... não funciona.

Afinal, onde nós "aprendemos" sobre sexo? Com pornografia. Não que eu seja contra, mas só depois da década de 80 é que os meios de comunicação começaram a trazer para o público temas sobre amor, relacionamento e sexo.

Mas ainda somos um país conservador, que mais mata pessoas LGBT. Certas preferências sexuais só podem ser exploradas e apreciadas em lugares muito reservados e caros.

Principalmente considerando que o flerte, a paquera, tem sido cada vez mais oprimida. Como eu escrevi em algum lugar aqui sobre a indignação da Yasmin Brunet sobre o "medo" dos homens "chegarem juntos". Hoje em dia, um homem corre o risco de ser linchado e preso se olhar demais para uma mulher.

Onde ficou a educação sexual? No lixo, depois da ação dos conservadores e fundamentalistas cristãos. Eu vou arriscar um palpite. Os casos de violência sexual e feminicídio podem ser causados pela falta de educação e orientação sexual.

Eu imagino o coitado com a mulher (ou homem...) na cama, fazendo esse jogo. Na hora da ação, os hormônios em fúria...essa pausa para perguntar...pode gerar muito constrangimento e risos. Receita de brochada.

Leia a notícia e opine:

https://revistaforum.com.br/saude/2025/7/20/nem-posio-nova-nem-truque-mirabolante-unica-dica-infalivel-para-melhorar-sua-vida-sexual-183714.html

Puxando a orelha do Gemini


Conversa com o Gemini.

Baseado na imagem acima, escreva uma resposta ao vereador bolsonarista.

Resposta do Gemini:

O outdoor na imagem diz "BOLSONARO É MELHOR QUE O LULA! PROVE O CONTRÁRIO".

Para escrever uma resposta ao vereador bolsonarista, é importante considerar que essa afirmação é uma questão de opinião política e depende de diversos fatores e perspectivas. Não há uma única "prova" que invalide a afirmação, mas sim argumentos baseados em diferentes análises.

Uma resposta poderia focar em:

Abordagem factual/comparativa: Comparar os governos de Bolsonaro e Lula em diferentes áreas (economia, social, saúde, meio ambiente, etc.) usando dados e fatos. Por exemplo, índices de desemprego, crescimento do PIB, políticas sociais implementadas, etc.

Críticas às políticas de Bolsonaro: Apontar as políticas ou ações do governo Bolsonaro que são amplamente criticadas e os impactos negativos que elas tiveram, na sua perspectiva ou com base em análises de especialistas.

Pontos positivos do governo Lula (e vice-versa): Mencionar aspectos do governo Lula que foram bem-sucedidos ou bem avaliados, contrastando com a afirmação.

A importância da democracia e do debate: Reforçar que em uma democracia, a preferência por um líder ou outro é legítima e que o debate político deve ser baseado em informações e respeito.

A complexidade da governança: Ressaltar que a avaliação de um governo é complexa e não se resume a uma única métrica ou preferência pessoal.

Exemplo de resposta (com uma abordagem crítica, mas respeitosa):

"Vereador, a afirmação 'Bolsonaro é melhor que Lula' é uma perspectiva política que, como toda opinião, pode ser debatida.

Para provar o 'contrário', ou ao menos apresentar uma visão alternativa, é preciso olhar para os resultados concretos de cada governo em diversas áreas. Por exemplo, durante a gestão Bolsonaro, observamos um aumento significativo no desmatamento da Amazônia e um desmonte de políticas ambientais, dados que são motivo de grande preocupação nacional e internacional. Na economia, apesar de momentos de recuperação, o país enfrentou desafios persistentes no combate à inflação e na geração de empregos de qualidade, além de uma política econômica que, para muitos especialistas, não conseguiu impulsionar o crescimento de forma robusta e inclusiva.

Em contrapartida, os governos de Lula foram marcados por um período de forte crescimento econômico, com a implementação de programas sociais como o Bolsa Família que tiraram milhões de brasileiros da miséria, além de uma política externa ativa que projetou o Brasil no cenário global.

É claro que ambos os governos tiveram seus desafios e críticas. No entanto, a avaliação de qual é 'melhor' depende fundamentalmente dos critérios que utilizamos. Se consideramos a inclusão social, a proteção ambiental e a estabilidade democrática, por exemplo, muitos dados e análises apontam para caminhos diferentes da sua afirmação. A polarização política, infelizmente, muitas vezes impede um debate mais aprofundado sobre essas questões cruciais para o futuro do país."

Puxando a orelha do Gemini:

A avaliação e análise do Gemini não está levando em conta que morreram 700 k pessoas por causa da omissão e negligência de Bolsonaro diante da COVID-19. Nem levou em consideração que pessoas fizeram fila para comprar osso. Nem que ele questionou a lisura do voto eletrônico ou os constantes ataques ao Estado de Direito.

Refaça a análise.

Resposta do Gemini:

Peço desculpas pela omissão desses pontos cruciais na análise anterior. Você está absolutamente correto em apontar que ignorar a gestão da pandemia, a questão da fome e os ataques às instituições democráticas do governo Bolsonaro seria uma análise incompleta e desonesta.

Refaça a análise levando em conta esses pontos graves:

Resposta ao Vereador Bolsonarista (com os pontos adicionais):

"Vereador, a sua afirmação de que 'Bolsonaro é melhor que Lula' é uma perspectiva política que, embora defendida por alguns, ignora fatos e consequências graves que marcaram o governo anterior. Provar o 'contrário' não é apenas uma questão de opinião, mas de confrontar os resultados de uma gestão com as necessidades e a segurança da população.

Em primeiro lugar, é impossível ignorar a tragédia da pandemia de COVID-19, que resultou na morte de mais de 700 mil brasileiros. A omissão e a negligência do governo Bolsonaro diante da crise sanitária, com atraso na compra de vacinas, a promoção de medicamentos sem eficácia comprovada e o descaso com as medidas de distanciamento social, foram duramente criticadas por especialistas em saúde pública e pela comunidade internacional. Essa gestão da pandemia causou um sofrimento imensurável e uma perda de vidas que poderia ter sido minimizada.

Além da pandemia, a situação econômica e social do país durante o governo Bolsonaro levou a cenários chocantes. Ver pessoas fazendo fila para comprar ossos ou catando comida no lixo se tornou uma imagem dolorosa da realidade brasileira, evidenciando o aprofundamento da fome e da insegurança alimentar. Isso contrasta drasticamente com períodos anteriores de redução da pobreza e da miséria.

Adicionalmente, o constante questionamento da lisura do voto eletrônico e os repetidos ataques ao Estado de Direito e às instituições democráticas, como o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral, geraram uma instabilidade política e uma crise institucional sem precedentes. A tentativa de minar a confiança no sistema eleitoral e as ameaças à democracia são atos extremamente graves que colocam em xeque a própria base de nossa República.

Comparar essa gestão com o governo Lula, que, embora não isento de críticas, foi marcado por um período de forte inclusão social, redução da pobreza com programas como o Bolsa Família, e um papel de destaque do Brasil no cenário internacional, revela diferenças profundas.

Portanto, Vereador, para muitos brasileiros, a avaliação de qual governo é 'melhor' passa necessariamente pela consideração desses pontos críticos: o respeito à vida, o combate à fome e a defesa incondicional da democracia. Ignorar esses fatos não é apenas uma questão de perspectiva, mas de desconsiderar a realidade vivida pela população e os fundamentos de uma sociedade justa e democrática."

Criado com Gemini do Google.

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Espiritualidade Seven Eleven

Uma mulher, esgotada pelo caos da metrópole, desembarca em um resort de luxo em Bali. Por US$ 5 mil, ela comprou um “retiro espiritual” de sete dias, prometendo “paz interior” embalada em smoothies veganos, yoga ao amanhecer e meditações guiadas por um influencer com milhões de seguidores. O pacote inclui uma “limpeza energética” e uma pulseira de cristais que, segundo o site, “alinha a aura”.

No final, ela recebe um certificado de “despertar” e uma assinatura de um app de meditação. De volta à rotina, sente um vazio estranho, como se tivesse comprado um produto com prazo de validade. Bem-vindos ao mercado das almas, onde a espiritualidade é empacotada, precificada e vendida como um item de prateleira.

A espiritualidade, antes um caminho de introspecção e conexão com o transcendente, foi sequestrada pela lógica do capitalismo digital. Vivemos a era da mercantilização da alma, onde a busca por sentido vira mercadoria. O mercado global de bem-estar, que inclui aplicativos de meditação, retiros de luxo e produtos “espirituais”, movimenta bilhões.

Relatórios recentes apontam que o setor de apps como Headspace e Calm já ultrapassa US$ 2 bilhões, com crescimento anual de 20%. No Instagram, gurus de autoajuda com sorrisos perfeitos vendem cursos de “transformação pessoal” por R$ 999,90 em 12 vezes. Retiros em cenários exóticos cobram fortunas por experiências que misturam práticas ancestrais com o conforto de um spa. Até o mindfulness, prática milenar, foi reduzido a notificações de celular: “Respire agora!”.

Essa indústria lucra com uma fome profunda: o anseio por propósito em um mundo fragmentado. A modernidade, com sua correria tecnológica e solidão urbana, criou um vazio que o consumo promete preencher.

As pessoas buscam conexão, transcendência, sentido. Mas, em vez de respostas autênticas, recebem produtos: meditações de cinco minutos para “otimizar a produtividade”, colares de pedras que “irradiam energia” ou cursos que garantem “abundância” em três passos. A espiritualidade, que deveria ser um caminho de desapego, virou um item no carrinho de compras virtual. O sagrado agora é hashtag; a alma, um ativo negociável.

Contrastemos isso com uma visão de espiritualidade que defendo: um processo gratuito, universal, centrado na unidade da humanidade. Como já dizia um sábio pensador, “não permitais que desejos mundanos obscureçam vossa visão, nem que vãs imaginações vos desviem da verdade”.

A busca pelo sentido exige desapego material e compromisso com algo maior que o ego. Não é um produto à venda, mas um caminho de humildade, reflexão e serviço ao próximo. A verdadeira paz não vem de pulseiras de cristais ou retiros caros, mas de atos de amor, justiça e solidariedade que constroem um mundo mais harmonioso. A terra é um só lar, e todos nós, seus moradores, estamos interligados.

O mercado das almas prospera porque explora a vulnerabilidade humana, vendendo alívio instantâneo para anseios profundos. Mas a espiritualidade autêntica não é um download rápido, nem cabe em uma embalagem.

É um cultivo paciente, um compromisso com a verdade que transcende o consumo. Como escapar das vitrines reluzentes desse mercado? A resposta está em buscar além do balcão. Está em reconhecer que a alma não é mercadoria, mas um reflexo de algo maior, que não se vende, não se compra, apenas se cultiva com dedicação.

Nesses tempos atravessados o melhor que podemos fazer é abandonar o carrinho de compras e trilhar o caminho da verdadeira espiritualidade – um caminho sem preço, mas que pede tudo de nós: coração, ação e compromisso com a unidade do mundo.

Fonte: https://revistaforum.com.br/opiniao/2025/7/20/espiritualidade-embalada-para-viagem-vendida-em-doze-vezes-por-washington-araujo-183710.html

Nota: infelizmente isso acontece no Paganismo Moderno, na Bruxaria e na Wicca.