domingo, 26 de janeiro de 2025

Em queda livre

Por Tatiane Correia.

Embora os cristãos respondam por boa parte dos senadores e deputados eleitos nos Estados Unidos para o próximo mandato de Donald Trump na presidência, o cristianismo tem perdido devotos na sociedade ao longo dos últimos anos.

Pesquisa realizada pela Pew Research Center entre 2018 e 2019 exemplifica a queda da presença do cristianismo na sociedade norte-americana: na ocasião, 65% dos adultos americanos se descrevem como cristãos quando questionados sobre sua religião, uma queda de 12 pontos percentuais na última década.

O protestantismo e o catolicismo veem perdas de participação na população: 43% dos adultos dos EUA se identificam com o protestantismo, ante 51% em 2009. E um em cada cinco adultos (20%) é católico, ante 23% em 2009.

Enquanto isso, a parcela da população não afiliada religiosamente, composta por pessoas que descrevem sua identidade religiosa como ateísta, agnóstica ou “nada em particular”, chegou a 26%, ante 17% em 2009.

Por outro lado, os autodescritos ateus agora representam 4% dos adultos dos EUA, um aumento significativo, em relação aos 2% em 2009; os agnósticos representam 5% dos adultos dos EUA, um aumento de 3% em relação a uma década atrás; e 17% dos americanos agora descrevem sua religião como “nada em particular”, um aumento de 12% em 2009.

Da mesma forma, a parcela de americanos que dizem frequentar serviços religiosos pelo menos uma ou duas vezes por mês caiu 7 pontos percentuais na última década, enquanto a parcela que diz frequentar serviços religiosos com menos frequência (se é que frequenta) aumentou no mesmo grau.

Em 2009, frequentadores regulares de cultos (aqueles que frequentam serviços religiosos pelo menos uma ou duas vezes por mês) superaram aqueles que frequentam serviços apenas ocasionalmente ou nunca por uma margem de 52% a 47%.

Os últimos dados mostram que os dados apresentaram inversão: mais americanos agora dizem que frequentam serviços religiosos algumas vezes por ano ou menos (54%) do que dizem que frequentam pelo menos mensalmente (45%).

Fonte: https://jornalggn.com.br/internacional/cristianismo-queda-livre-estados-unidos/

A mensagem de Prince


[Cena 1: Abertura]

Um palco iluminado com luzes vibrantes, uma guitarra elétrica em um suporte e uma atmosfera que remete aos anos 80. Prince, vestido com um traje roxo deslumbrante, aparece no centro do palco. A música "Purple Rain" toca suavemente ao fundo, enquanto ele faz um sinal para parar a música.

Prince: (com um sorriso enigmático) "Olá, meus amigos! Hoje, quero compartilhar com vocês algo que me tocou profundamente. Um caminho que, assim como a música, traz luz e esperança."

[Cena 2: A Mensagem]

As luzes diminuem e uma suave iluminação roxa se espalha pelo palco. Prince começa a caminhar, sua voz suave ecoando pela sala.

Prince: "Em um mundo repleto de desafios e incertezas, todos buscamos respostas. As Testemunhas de Jeová me mostraram que a verdadeira paz e felicidade vêm de um relacionamento próximo com Deus. A mensagem que eles compartilham é uma mensagem de amor, esperança e unidade."

Imagens de pessoas reunidas em um salão do reino, compartilhando risadas e abraços, aparecem na tela ao fundo.

[Cena 3: A Comunidade]

Prince para e observa a tela, sorrindo com carinho.

Prince: "Esta comunidade é mais do que um grupo. É uma família. Quando as pessoas se reúnem para adorar, elas se fortalecem mutuamente. Não importa de onde você vem ou o que você passou, aqui todos são bem-vindos."

Imagens de voluntariado e apoio comunitário aparecem, mostrando Testemunhas de Jeová ajudando em desastres naturais e servindo a sua comunidade.

[Cena 4: A Esperança]

Prince retorna ao centro do palco, agora com uma guitarra nas mãos. Ele toca algumas notas suaves, criando uma atmosfera contemplativa.

Prince: "Em tempos de dificuldade, a esperança é uma canção que nunca deve ser esquecida. Através das Escrituras, aprendemos sobre um futuro melhor. Um futuro onde a dor e o sofrimento não existem mais. Essa é a promessa que nos inspira."

As imagens mudam para cenas de natureza exuberante, representando a beleza e a paz prometidas.

[Cena 5: O Convite]

Ele para de tocar e se dirige diretamente à câmera, seu olhar intenso e convidativo.

Prince: "Se você está buscando respostas, um propósito, venha conhecer mais sobre as Testemunhas de Jeová. Juntos, podemos descobrir o amor de Deus e encontrar a verdadeira alegria que ele oferece."

O palco se ilumina novamente com cores vibrantes, enquanto Prince ergue a mão, fazendo um gesto de convite.

[Cena 6: Encerramento Musical]

Ele começa a tocar uma versão inspirada de "Let’s Go Crazy", adaptando a letra para falar sobre a celebração da vida e da fé. A multidão vibra, cantando junto, enquanto a energia do amor e da esperança preenche o espaço.

Prince: (cantando) "Vamos nos unir, buscar a luz, juntos na fé, não há nada a temer!"

O vídeo termina com o logotipo das Testemunhas de Jeová e a frase: "Descubra a verdade. Encontre a paz."

[Fim]

O vídeo deixa uma mensagem clara e vibrante, mostrando que, independentemente da sua jornada, sempre há um caminho para a esperança e a união.

Criado com Toolbaz.
Arte gerada por IA.

sábado, 25 de janeiro de 2025

Nos passos do mestre

O governo do presidente argentino, Javier Milei, anunciou nesta sexta-feira (24) que defenderá a eliminação do conceito de "feminicídio" do direito penal. No entanto, de acordo com a mídia argentina, a própria administração federal não tem muitas expectativas quanto ao andamento do projeto, informou a agência AFP.

O ministro da Justiça, Mariano Cúneo Libarona, divulgou a proposta. “Vamos eliminar a figura do feminicídio do Código Penal Argentino, porque esta administração defende a igualdade perante a lei consagrada na nossa Constituição Nacional. Nenhuma vida vale mais que outra. Como disse o presidente Javier Milei em Davos, o feminismo é uma distorção do conceito de igualdade que apenas busca privilégios, colocando uma metade da população contra a outra”, escreveu na rede social X.

“Durante anos, usaram as mulheres para encher os bolsos e minar os homens. Independentemente do nosso sexo, somos todos iguais perante a lei e merecemos a mesma proteção e respeito.”

Para mudar o Código Penal argentino, é necessário aprovar uma lei no Congresso, onde o partido no poder é minoria diante de uma forte oposição de centro-esquerda.

Fonte: https://www.brasil247.com/americalatina/governo-milei-propoe-retirada-do-crime-de-feminicidio-do-codigo-penal-argentino

O presidente da Argentina, Javier Milei, planeja retirar o país do Acordo de Paris e da OMS (Organização Mundial da Saúde), além de excluir o feminicídio do Código Penal. Os projetos tem sido discutidos por sua equipe nos corredores da Casa Rosada, segundo a Folha de S.Paulo.

As medidas são estudadas pelo chamado “triângulo de ferro” do governo, formado por Milei, sua irmã Karina (secretária-geral da Presidência) e Santiago Caputo (assessor e ex-consultor político), que estaria liderando essa agenda.

À imprensa local, membros do governo Milei dizem que terão ampla resistência no Congresso, mas que ainda querem pautar os projetos. A estratégia é usar o discurso de Milei no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, para criticar agendas sobre meio ambiente, igualdade de gênero e organismos internacionais.

O crime de feminicídio foi incorporado ao Código Penal argentino em 2012. O delito é considerado somente um agravante do homicídio quando existe uma motivação por violência de gênero e pode resultar em pena de prisão perpétua.

O governo argentino também avalia acabar com cotas para pessoas trans no serviço público e com a obrigatoriedade de uma formação sobre igualdade de gênero a servidores. O fim do casamento afetivo e do direito ao aborto legal também são estudados, mas devem ficar fora do pacote no momento.

Milei está seguindo os passos de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, em sua decisão sobre a OMS e o Acordo de Paris. O argentino diz não acreditar que o aquecimento global é acelerado pelas ações do homem e já criticou o que chama de “sinistro ecologismo radical”.

O mandatário americano também tem assinado medidas de restrição de gênero e contra a diversidade no país. Trump removeu, por exemplo, palavras e expressões como “gay”, “lésbica”, “bissexual”, “LGBT”, “HIV”, “orientação sexual” e “transgênero” de sites do governo federal.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/inspirado-em-trump-milei-quer-revogar-feminicidio-e-sair-da-oms-e-do-acordo-de-paris/

Destino manifesto


Por Zé Barbosa Junior.

Desde os primeiros dias de colonização, a crença religiosa desempenhou um papel central na visão de mundo dos puritanos que desembarcaram na América a bordo do Mayflower. Para esses colonos, o assentamento em terras desconhecidas era mais do que uma simples expansão territorial: era um projeto sagrado, guiado pela providência divina. Inspirados pela ideia de que estavam construindo uma "nova Israel", eles viam a colonização como uma oportunidade de purificar a Igreja, longe da corrupção e do caos do Velho Mundo.

Essa perspectiva moldou a identidade religiosa e cultural das treze colônias, onde o sentimento de missão divina era um componente importante, embora não exclusivo, das motivações coloniais. Conforme destacou Conrad Cherry em seu livro God’s New Israel, os Estados Unidos nasceram sob a crença de que a providência divina guiava seu destino. Para muitos, essa missão sagrada não apenas impulsionou a busca pela liberdade, mas também transformou o país em um exemplo a ser seguido pelo mundo.

No contexto da independência americana, líderes políticos e religiosos fundiram conceitos religiosos e republicanos para dar sentido à nova nação. George Washington, por exemplo, foi comparado tanto a Cincinato, o general romano que representava o dever cívico, quanto a Moisés, o líder bíblico que guiou o povo hebreu à Terra Prometida. Assim, a narrativa da fundação dos Estados Unidos foi elevada a um evento especial na história moderna, conectado aos mitos religiosos que haviam sustentado a colonização.

Dessa síntese surgiu o mito do Destino Manifesto – a ideia de que os norte-americanos têm uma missão divina de expandir a democracia e a liberdade. Embora suas raízes estejam na colonização britânica, o conceito ganhou força com a independência e se consolidou como um mito nacional. Durante a Guerra Fria, essa crença foi reinterpretada para justificar a luta contra a União Soviética, vista como uma batalha global entre liberdade e tirania. A defesa do capitalismo, então, foi revestida de um propósito maior, transformando problemas geopolíticos em responsabilidades nacionais.

Esse processo de globalização do Destino Manifesto consolidou a visão dos Estados Unidos como guardiões da liberdade no cenário internacional. A política externa tornou-se um elemento fundamental da identidade nacional, reforçando a ideia de que o papel do país no mundo não era apenas estratégico, mas também moral. Essa concepção, formada durante os conflitos ideológicos do século XX, continua a influenciar a política e a cultura americanas até os dias atuais.

Pois Donald Trump, tanto em sua campanha quanto em seus discursos trouxe de volta uma ideia que remonta a mais de um século na história dos Estados Unidos. Ele resgatou a ideia do "destino manifesto", que apresenta a expansão territorial como uma missão divina destinada aos americanos brancos para assegurar os recursos necessários ao país. E isso vai além da retórica.

Quando Trump, sentindo-se então o dono do mundo, expressa sua intenção de adquirir a Groenlândia (território sob administração da Dinamarca), recuperar o controle do Canal do Panamá e fala em renomear o Golfo do México para Golfo da América, ele simplesmente retoma ideias que já faziam parte do pensamento dos pioneiros. Esses, por sua vez, acreditavam ter recebido de Deus a missão de expandir o território americano em defesa dos direitos do cidadão branco norte-americano. O Destino Manifesto, é em suma, o elemento religioso/social que determina, na política estadunidense, o que hoje chamamos de imperialismo.

Fonte: https://revistaforum.com.br/global/2025/1/21/destino-manifesto-mito-que-faz-trump-e-os-eua-se-achar-dono-do-mundo-172800.html

A nação que mais mata trans

A Rede Trans Brasil informou que 105 pessoas transexuais foram mortas no país em 2024. O número de homicídios representou uma queda de 12% em comparação com 2023, quando foram registrados 119 casos. Mas o Brasil continua sendo a nação que mais mata pessoas trans desde 2008. Dos 350 casos reportados mundialmente, 30% ocorreram em território brasileiro, de acordo com o Trans Murder Monitoring, uma parceria global de monitoramento de assassinatos de membros da comunidade.

As estatísticas mostram que a região Nordeste lidera no total de vítimas, com 40 casos. Em seguida vêm o Sudeste (35), o Centro-Oeste (14), o Norte (10), o Sul (5) e o Distrito Federal (1).

Desde o início do monitoramento, em 2016, foram identificados 1.181 assassinatos de pessoas trans. Segundo o último levantamento do Observatório de Mortes e Violência LGBTI+, realizado em 2023, uma pessoa da comunidade morria violentamente no país a cada 38 horas.

Conceito

As palavras "transgênero" e "transexual" podem ser usadas para designar identidades masculinas e femininas. São pessoas que nasceram com um sexo, mas se identificam com o sexo oposto.

A palavra "transexual" é utilizada para se referir a alterações genitais ou à transição de gênero. Com o tempo, esse termo tem sido substituído por "transgênero".

O vocábulo "travesti" é usada em referência a pessoas trans com identidades femininas (nascidas com sexo masculino, mas que se identificam como mulheres). Nesse caso, não há mudança de órgãos genitais.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/triste-recorde-brasil-e-o-pais-com-o-maior-numero-de-mortes-de-pessoas-trans-pelo-16-ano-seguido

Nota: eu aponto uma das causas dessa violência. O discurso de ódio disfarçado de pregação. A justiça deve agir e prender todo padre/pastor que cometer o crime de homofobia/transfobia.

Deliciosa ironia


Por Moisés Mendes.

São 11 milhões de pessoas, que Trump define como imigrantes ilegais, as ameaçadas de deportação dos Estados Unidos a partir de hoje. Os brasileiros nessa situação são em torno de 250 mil.

Sabe-se que entre esses 250 mil há apoiadores de Trump e do fascismo. Mas pode? Pode, porque na cabeça de quem entrou como clandestino nos Estados Unidos o problema é sempre o outro, o vizinho, um conhecido ou até um parente.

O sujeito clandestino, nos Estados Unidos e em qualquer lugar, é muitas vezes o primeiro a apontar o dedo na direção de outros clandestinos. É contraditório, é irracional, mas é assim mesmo.

O imigrante ilegal, que torceu por Trump, estava certo de que ele, a mulher e os filhos seriam contemplados por algum benefício especial. Ele achava que iria escapar. E que os outros, sempre os outros, teriam de enfrentar a realidade.

O brasileiro em situação ilegal nos Estados Unidos, em Portugal, na França, em qualquer parte é um sujeito que se acha diferente do resto, que ele não tem o perfil do imigrante que Trump irá perseguir. Mas sabe que tem. É sua forma de negação.

Mas muitos poderão escapar. Trump vai conseguir bater na casa de 11 milhões de imigrantes e empurrá-los para o camburão, para que dali entrem num avião e sejam descarregados em seus países?

Vai ser difícil, mesmo que o terror esteja disseminado para mexicanos, brasileiros e venezuelanos e também para gays, negros e todos os que chamam de diferentes.

Fonte, citado parcialmente: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-brasileiro-reaca-achou-que-escaparia-do-fascista-por-moises-mendes/

Nota: eu lembro da notícia de uma brasileira que ficou puxando o saco do Trump quando foi comprar um Big Mac. Vai ser lindo ver a expressão dela quando ela for convidada a se retirar dos EUA.

A Lenda da Morena de Ouro


Nas favelas do Rio de Janeiro, onde as cores vibrantes das casas se misturavam com o som da vida pulsante, havia uma jovem conhecida como Morena de Ouro (minha sugestão: Brown Sugar Babe). Seu nome verdadeiro era Ana Clara, mas todos a chamavam de Morena, não apenas pela cor de sua pele bronzeada, mas pela luz que emanava de seu sorriso e da sua bondade. Ela era uma garota que irradiava esperança em um mundo cheio de sombras.

Ana Clara cresceu em meio às vielas da comunidade, cercada por amigos e família, mas também por desafios. A favela, que deveria ser um lugar de união e alegria, estava mergulhada em problemas sérios, como a violência das milícias que extorquiam os moradores, cobrando taxas de proteção que poucos podiam pagar. Aqueles que se opunham eram tratados com crueldade, e a vida era um jogo perigoso.

Certa vez, a Morena de Ouro descobriu que a milícia tinha planos de tomar a escola onde estudavam as crianças da comunidade. Essa escola, um sonho que muitos tinham construído, representava esperança para o futuro, uma chance de romper o ciclo de violência e desigualdade. Com coragem, Ana Clara decidiu se opor àqueles que ameaçavam o futuro das crianças. Ela começou a organizar uma resistência, envolvendo jovens e adultos na luta pela liberdade e pelos direitos de sua comunidade.

As coisas não eram fáceis. Os milicianos, liderados por um homem temido chamado Senhor de Ferro, eram implacáveis e determinados a manter seu controle. Eles usavam o medo como arma, mas Ana Clara era diferente. Com sua beleza e carisma, ela se tornou um símbolo de resistência. A cada dia, mais e mais moradores se uniam a ela, inspirados por sua determinação e fé na mudança.

Um dia, enquanto se preparava para uma reunião clandestina, Ana Clara recebeu um aviso anônimo de que o Senhor de Ferro planejava um ataque para silenciá-la de uma vez por todas. Em vez de se esconder, ela decidiu confrontá-lo. Em uma noite iluminada pela lua, ela se apresentou diante do Senhor de Ferro e sua gangue, não com armas, mas com palavras. Ela falou sobre amor, comunidade e a força que nasce da união.

“Vocês podem ter armas e poder, mas nós temos algo que vocês nunca terão: a força de um povo que se levanta!”, proclamou Ana Clara, sua voz ecoando nas paredes da favela. Para surpresa de todos, muitos milicianos começaram a hesitar, questionando suas próprias escolhas e lealdades.

A batalha que se seguiu não foi de sangue, mas de convicção. O povo se levantou em massa, desafiando o medo que os mantinha aprisionados. Com a força da comunidade, a milícia foi forçada a recuar, e Ana Clara tornou-se a heroína da favela.

A história da Morena de Ouro espalhou-se por todo o Brasil, inspirando outras comunidades a lutar contra a opressão e a injustiça. Ela se tornou um símbolo não só de resistência, mas de esperança e transformação social. O legado da Morena de Ouro perdurou, mostrando que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, a coragem e a união podem triunfar sobre a tirania.

E assim, em cada coração da favela, a lenda da Morena de Ouro continuou a brilhar, iluminando o caminho para um futuro mais justo e igualitário, onde todos teriam voz e vez.

Criado com Toolbaz.
Arte gerada por IA.