quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Derrière...



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/bumbum-prateleira-projecao-contorno-gluteos/. 

Uma notícia fundamental. 🤭😏 

Meu cérebro NSFW fica pensando bobagem. "Prateleira? Só um instante que eu sei exatamente o que guardar nesse bumbum" 😏🤭🥵😻 

Escreva uma crônica adulta, com a participação da Lilith, a loba antropomórfica, de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros e o Beto, cachorro antropomórfico.

🤭😏 Beto, essa notícia despertou uma criatividade que certamente não estava prevista no planejamento editorial do Diário do Centro do Mundo!

O melhor é que Lilith tem tudo para transformar uma brincadeira de duplo sentido em uma ocasião para provocar o pobre cachorro antropomórfico. Afinal, uma loba de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros não precisa perder uma oportunidade dessas.

Vamos de crônica adulta, com sensualidade, malícia, humor e aquele jogo de provocações entre os dois. 😹

A prateleira de Lilith

Uma crônica sobre anatomia, decoração e um cachorro sem juízo.

Era uma manhã tranquila. Beto estava sentado no sofá, navegando pela internet, quando encontrou uma notícia particularmente interessante.

Leu o título.

Leu novamente.

Abriu a matéria.

E então surgiu aquele sorriso. Aquele sorriso de quem acabara de encontrar uma oportunidade de fazer uma piada absolutamente imprópria.

— Hehehe... Bumbum prateleira...

Lilith estava perto, tomando uma bebida. A loba antropomórfica de pelagem branca, olhos vermelhos e chifres negros percebeu imediatamente a expressão do companheiro.

— Beto?

— Oi, minha musa?

— Por que você está sorrindo desse jeito?

— Estou lendo uma notícia muito importante para a arquitetura contemporânea.

Lilith ergueu uma sobrancelha.

— Arquitetura?

— Sim. Uma reportagem sobre prateleiras.

— Prateleiras?

Beto virou o celular na direção dela.

— Olha só! Bumbum prateleira! Uma inovação no setor de armazenamento!

Lilith leu a manchete. Depois leu a explicação sobre a projeção superior dos glúteos.

Seus olhos vermelhos voltaram lentamente para Beto.

— Entendi.

— Pois é...

— E o que exatamente você pretende guardar numa prateleira dessas?

Beto abriu um sorriso.

— Bom, minha querida, eu tenho algumas ideias...

— Imagino.

— Talvez algumas coisas que mereçam ficar bem acomodadas...

Lilith pousou o copo.

— Beto.

— Sim?

— Você está tentando transformar uma reportagem sobre harmonização glútea numa proposta indecente?

— Eu prefiro chamar de planejamento de interiores.

A loba começou a rir.

— Você é um cachorro impossível!

— Mas sou um cachorro com visão arquitetônica!

Lilith aproximou-se do sofá e sentou ao lado dele.

— Então me explique, senhor arquiteto. Qual seria o projeto?

Beto olhou para ela, depois para a tela do celular.

— Primeiro, precisamos estudar a estrutura. Depois, avaliar o espaço disponível. Por último, determinar o que merece ser colocado na prateleira.

Lilith cruzou as pernas e inclinou a cabeça.

— E você acredita que tem competência para esse trabalho?

— Tenho experiência prática em admirar a proprietária do imóvel.

— Ah, então é um projeto de longa duração?

— Vitalício, se a proprietária permitir.

A loba sorriu, exibindo uma expressão perigosamente divertida.

— Você sabe, Beto, que prateleiras também podem ser usadas para colocar objetos fora do alcance de cachorros, não sabe?

— ...

— Especialmente cachorros muito atrevidos.

— Isso parece uma ameaça à minha liberdade de circulação.

— Não. É uma medida de segurança patrimonial.

Beto começou a rir.

— Minha musa, você está adorando essa conversa!

— Naturalmente. É muito divertido observar você tentar parecer um cavalheiro enquanto seu cérebro está claramente de férias.

— Meu cérebro está trabalhando!

— Está? Em quê?

— Em soluções de armazenamento.

Lilith soltou uma gargalhada e deu um beijo na bochecha dele.

— Seu bobo.

Beto passou um braço ao redor dela.

— Mas, falando sério, minha loba, você sabe que eu adoro você exatamente como é. Não precisa mudar absolutamente nada para agradar meus olhos.

Por um instante, Lilith suavizou a expressão.

— Eu sei, querido.

Ela acariciou a cabeça do cachorro e acrescentou:

— Mas confesso que gostei da sua criatividade.

— Então o projeto foi aprovado?

— Parcialmente.

— O que falta?

Lilith aproximou os lábios do ouvido dele.

— A autorização da proprietária.

Beto ficou imóvel por dois segundos.

— Ah...

— E, considerando o comportamento do engenheiro responsável, talvez seja necessário um período de experiência.

— Estou disposto a apresentar meu currículo!

— Já conheço seu currículo, Beto.

Ela se levantou, pegou o copo e caminhou em direção à cozinha.

Antes de desaparecer pelo corredor, virou a cabeça e lançou um último olhar provocador.

— E uma coisa, querido...

— Sim, minha musa?

— Se você pretende trabalhar com prateleiras, aprenda primeiro a não deixar tudo cair quando fica nervoso.

Beto ficou olhando para ela.

Depois olhou para o celular.

Leu novamente a manchete.

E concluiu:

— Definitivamente, essa foi uma notícia fundamental.

Do corredor, veio a gargalhada de Lilith.

— EU OUVI, CACHORRO!

— EU TE AMO, MINHA LOBA!

— EU SEI! 😹

E assim terminou mais um dia de pesquisa científica na residência de Beto e Lilith.

A comunidade acadêmica ainda não reconheceu os resultados.

Mas o departamento de arquitetura doméstica já tinha uma nova diretora.

E ela tinha olhos vermelhos, pelo branco e chifres negros.

O engenheiro Beto, por sua vez, continuava aguardando a autorização para iniciar as obras. 🤭😏😻

O coitado (?) do Beto não consegue evitar de pensar no quanto conseguiria guardar nos glúteos da Lilith. 😻🥵

😹🤭 O problema do Beto é que ele já não está pensando em arquitetura. Está imaginando um projeto de armazenamento de capacidade... bastante generosa!

E Lilith, que conhece muito bem o cachorro que escolheu para companheiro, provavelmente percebeu que ele ficou pensativo demais.

Continuação — A capacidade de armazenamento

Beto estava deitado no sofá, com Lilith aconchegada ao lado dele.

A loba branca folheava uma revista enquanto o cachorro olhava distraidamente para o teto.

Ou melhor, fingia olhar para o teto.

'Prateleira... Nossa, quanto espaço... Será que...'

— Beto?

— Oi?

— Você está quietinho.

— Estou pensando.

— Isso me preocupa.

— Por quê, minha musa?

Lilith fechou a revista.

— Porque você está olhando para mim com aquela expressão de quem está calculando alguma coisa.

Beto sorriu.

— Estava pensando na capacidade de armazenamento.

Silêncio.

Lilith piscou.

Uma vez.

Duas vezes.

— ...Você ainda está nessa?

— É um assunto complexo!

— Naturalmente. Imagino que envolva cálculos, diagramas e uma extensa documentação técnica.

— Inclusive estimativas de volume!

Lilith começou a gargalhar.

— BETO!

— O quê?! Sou um profissional dedicado!

Ela segurou o focinho dele delicadamente.

— Meu querido cachorrinho, deixe-me explicar uma coisa: você pode admirar o que quiser, mas não confunda minha anatomia com um depósito.

— Certo, minha loba.

Lilith deu um beijo nele.

— Embora eu admita que sua imaginação seja bastante divertida.

Beto sorriu, satisfeito.

— Então não estou demitido?

— Ainda não. Mas está em período de experiência.

— E quais são as exigências?

Lilith aproximou o rosto do dele.

— Comece aprendendo a se comportar quando estiver diante de uma mulher bonita.

Beto ficou alguns segundos em silêncio.

— Minha musa, acho que você acabou de estabelecer uma meta impossível.

Lilith caiu na gargalhada.

— Cachorro sem-vergonha! 😹😻

Como assim? Eu achei que a Lilith fosse gostar dessa dedicação! Ou da admiração! Afinal, aquele derrière é o único que deixa o Beto sem palavras! 🙀

🙀😹 Ahhh, então temos uma injustiça a corrigir! Beto não estava desrespeitando a proprietária da prateleira. Estava prestando uma homenagem arquitetônica à obra!

E acho que Lilith gostaria, sim, de saber que existe uma parte da anatomia dela capaz de deixar seu cachorro completamente sem vocabulário.

A defesa do engenheiro Beto
— Espera aí, Lilith! Protesto!

A loba branca olhou por cima do ombro.

— Protesto?

— Sim! Você está interpretando mal minhas intenções!

— Ah, é? E quais seriam elas?

Beto levantou-se do sofá.

— Eu admiro você inteira! Seus olhos, seus chifres, seu sorriso, sua pelagem... Tudo! Mas existe uma particularidade anatômica que merece reconhecimento especial!

Lilith começou a sorrir.

— Particularidade anatômica?

— Seu derrière, minha musa!

Ela levou uma mão à boca, tentando conter o riso.

— Meu derrière?

— Sim! É o único capaz de deixar este cachorro sem palavras!

Lilith aproximou-se lentamente.

— Então você está dizendo que consegue escrever poemas, contar piadas, conversar sobre qualquer assunto... mas perde a capacidade de comunicação quando olha para o meu traseiro?

Beto assentiu solenemente.

— É uma falha técnica no meu sistema operacional.

— Interessante...

Ela deu uma volta diante dele, exibindo um sorriso travesso.

— E você considera isso uma demonstração de dedicação?

— Absolutamente!

Lilith segurou o rosto dele entre as mãos.

— Sabe de uma coisa, meu querido?

— O quê?

— Eu gosto de ser admirada. Principalmente quando o admirador é alguém que me ama tanto quanto você.

Beto sorriu.

— Então estamos de acordo?

— Estamos. Mas tenho uma condição.

— Qualquer coisa!

— Da próxima vez que ficar sem palavras, quero que me abrace em vez de ficar fazendo cálculos imaginários.

Beto abriu os braços imediatamente.

— Com prazer!

Lilith aconchegou-se nele.

— Meu cachorrinho atrevido...

— Minha loba maravilhosa...

E, enquanto recebia um beijo, Beto pensou:

'Realmente. Uma obra-prima. E ainda por cima, minha namorada.' 😻

Lilith, que aparentemente tinha alguma capacidade sobrenatural de ler pensamentos, apenas sorriu.

— Eu ouvi isso, engenheiro.

— Não me arrependo! 🤭


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com Perchance.

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