Uma notícia fundamental. 🤭😏
Meu cérebro NSFW fica pensando bobagem. "Prateleira? Só um instante que eu sei exatamente o que guardar nesse bumbum" 😏🤭🥵😻
Escreva uma crônica adulta, com a participação da Lilith, a loba antropomórfica, de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros e o Beto, cachorro antropomórfico.
🤭😏 Beto, essa notícia despertou uma criatividade que certamente não estava prevista no planejamento editorial do Diário do Centro do Mundo!
O melhor é que Lilith tem tudo para transformar uma brincadeira de duplo sentido em uma ocasião para provocar o pobre cachorro antropomórfico. Afinal, uma loba de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros não precisa perder uma oportunidade dessas.
Vamos de crônica adulta, com sensualidade, malícia, humor e aquele jogo de provocações entre os dois. 😹
A prateleira de Lilith
Uma crônica sobre anatomia, decoração e um cachorro sem juízo.
Era uma manhã tranquila. Beto estava sentado no sofá, navegando pela internet, quando encontrou uma notícia particularmente interessante.
Leu o título.
Leu novamente.
Abriu a matéria.
E então surgiu aquele sorriso. Aquele sorriso de quem acabara de encontrar uma oportunidade de fazer uma piada absolutamente imprópria.
— Hehehe... Bumbum prateleira...
Lilith estava perto, tomando uma bebida. A loba antropomórfica de pelagem branca, olhos vermelhos e chifres negros percebeu imediatamente a expressão do companheiro.
— Beto?
— Oi, minha musa?
— Por que você está sorrindo desse jeito?
— Estou lendo uma notícia muito importante para a arquitetura contemporânea.
Lilith ergueu uma sobrancelha.
— Arquitetura?
— Sim. Uma reportagem sobre prateleiras.
— Prateleiras?
Beto virou o celular na direção dela.
— Olha só! Bumbum prateleira! Uma inovação no setor de armazenamento!
Lilith leu a manchete. Depois leu a explicação sobre a projeção superior dos glúteos.
Seus olhos vermelhos voltaram lentamente para Beto.
— Entendi.
— Pois é...
— E o que exatamente você pretende guardar numa prateleira dessas?
Beto abriu um sorriso.
— Bom, minha querida, eu tenho algumas ideias...
— Imagino.
— Talvez algumas coisas que mereçam ficar bem acomodadas...
Lilith pousou o copo.
— Beto.
— Sim?
— Você está tentando transformar uma reportagem sobre harmonização glútea numa proposta indecente?
— Eu prefiro chamar de planejamento de interiores.
A loba começou a rir.
— Você é um cachorro impossível!
— Mas sou um cachorro com visão arquitetônica!
Lilith aproximou-se do sofá e sentou ao lado dele.
— Então me explique, senhor arquiteto. Qual seria o projeto?
Beto olhou para ela, depois para a tela do celular.
— Primeiro, precisamos estudar a estrutura. Depois, avaliar o espaço disponível. Por último, determinar o que merece ser colocado na prateleira.
Lilith cruzou as pernas e inclinou a cabeça.
— E você acredita que tem competência para esse trabalho?
— Tenho experiência prática em admirar a proprietária do imóvel.
— Ah, então é um projeto de longa duração?
— Vitalício, se a proprietária permitir.
A loba sorriu, exibindo uma expressão perigosamente divertida.
— Você sabe, Beto, que prateleiras também podem ser usadas para colocar objetos fora do alcance de cachorros, não sabe?
— ...
— Especialmente cachorros muito atrevidos.
— Isso parece uma ameaça à minha liberdade de circulação.
— Não. É uma medida de segurança patrimonial.
Beto começou a rir.
— Minha musa, você está adorando essa conversa!
— Naturalmente. É muito divertido observar você tentar parecer um cavalheiro enquanto seu cérebro está claramente de férias.
— Meu cérebro está trabalhando!
— Está? Em quê?
— Em soluções de armazenamento.
Lilith soltou uma gargalhada e deu um beijo na bochecha dele.
— Seu bobo.
Beto passou um braço ao redor dela.
— Mas, falando sério, minha loba, você sabe que eu adoro você exatamente como é. Não precisa mudar absolutamente nada para agradar meus olhos.
Por um instante, Lilith suavizou a expressão.
— Eu sei, querido.
Ela acariciou a cabeça do cachorro e acrescentou:
— Mas confesso que gostei da sua criatividade.
— Então o projeto foi aprovado?
— Parcialmente.
— O que falta?
Lilith aproximou os lábios do ouvido dele.
— A autorização da proprietária.
Beto ficou imóvel por dois segundos.
— Ah...
— E, considerando o comportamento do engenheiro responsável, talvez seja necessário um período de experiência.
— Estou disposto a apresentar meu currículo!
— Já conheço seu currículo, Beto.
Ela se levantou, pegou o copo e caminhou em direção à cozinha.
Antes de desaparecer pelo corredor, virou a cabeça e lançou um último olhar provocador.
— E uma coisa, querido...
— Sim, minha musa?
— Se você pretende trabalhar com prateleiras, aprenda primeiro a não deixar tudo cair quando fica nervoso.
Beto ficou olhando para ela.
Depois olhou para o celular.
Leu novamente a manchete.
E concluiu:
— Definitivamente, essa foi uma notícia fundamental.
Do corredor, veio a gargalhada de Lilith.
— EU OUVI, CACHORRO!
— EU TE AMO, MINHA LOBA!
— EU SEI! 😹
E assim terminou mais um dia de pesquisa científica na residência de Beto e Lilith.
A comunidade acadêmica ainda não reconheceu os resultados.
Mas o departamento de arquitetura doméstica já tinha uma nova diretora.
E ela tinha olhos vermelhos, pelo branco e chifres negros.
O engenheiro Beto, por sua vez, continuava aguardando a autorização para iniciar as obras. 🤭😏😻
O coitado (?) do Beto não consegue evitar de pensar no quanto conseguiria guardar nos glúteos da Lilith. 😻🥵
😹🤭 O problema do Beto é que ele já não está pensando em arquitetura. Está imaginando um projeto de armazenamento de capacidade... bastante generosa!
E Lilith, que conhece muito bem o cachorro que escolheu para companheiro, provavelmente percebeu que ele ficou pensativo demais.
Continuação — A capacidade de armazenamento
Beto estava deitado no sofá, com Lilith aconchegada ao lado dele.
A loba branca folheava uma revista enquanto o cachorro olhava distraidamente para o teto.
Ou melhor, fingia olhar para o teto.
'Prateleira... Nossa, quanto espaço... Será que...'
— Beto?
— Oi?
— Você está quietinho.
— Estou pensando.
— Isso me preocupa.
— Por quê, minha musa?
Lilith fechou a revista.
— Porque você está olhando para mim com aquela expressão de quem está calculando alguma coisa.
Beto sorriu.
— Estava pensando na capacidade de armazenamento.
Silêncio.
Lilith piscou.
Uma vez.
Duas vezes.
— ...Você ainda está nessa?
— É um assunto complexo!
— Naturalmente. Imagino que envolva cálculos, diagramas e uma extensa documentação técnica.
— Inclusive estimativas de volume!
Lilith começou a gargalhar.
— BETO!
— O quê?! Sou um profissional dedicado!
Ela segurou o focinho dele delicadamente.
— Meu querido cachorrinho, deixe-me explicar uma coisa: você pode admirar o que quiser, mas não confunda minha anatomia com um depósito.
— Certo, minha loba.
Lilith deu um beijo nele.
— Embora eu admita que sua imaginação seja bastante divertida.
Beto sorriu, satisfeito.
— Então não estou demitido?
— Ainda não. Mas está em período de experiência.
— E quais são as exigências?
Lilith aproximou o rosto do dele.
— Comece aprendendo a se comportar quando estiver diante de uma mulher bonita.
Beto ficou alguns segundos em silêncio.
— Minha musa, acho que você acabou de estabelecer uma meta impossível.
Lilith caiu na gargalhada.
— Cachorro sem-vergonha! 😹😻
Como assim? Eu achei que a Lilith fosse gostar dessa dedicação! Ou da admiração! Afinal, aquele derrière é o único que deixa o Beto sem palavras! 🙀
🙀😹 Ahhh, então temos uma injustiça a corrigir! Beto não estava desrespeitando a proprietária da prateleira. Estava prestando uma homenagem arquitetônica à obra!
E acho que Lilith gostaria, sim, de saber que existe uma parte da anatomia dela capaz de deixar seu cachorro completamente sem vocabulário.
A defesa do engenheiro Beto
— Espera aí, Lilith! Protesto!
A loba branca olhou por cima do ombro.
— Protesto?
— Sim! Você está interpretando mal minhas intenções!
— Ah, é? E quais seriam elas?
Beto levantou-se do sofá.
— Eu admiro você inteira! Seus olhos, seus chifres, seu sorriso, sua pelagem... Tudo! Mas existe uma particularidade anatômica que merece reconhecimento especial!
Lilith começou a sorrir.
— Particularidade anatômica?
— Seu derrière, minha musa!
Ela levou uma mão à boca, tentando conter o riso.
— Meu derrière?
— Sim! É o único capaz de deixar este cachorro sem palavras!
Lilith aproximou-se lentamente.
— Então você está dizendo que consegue escrever poemas, contar piadas, conversar sobre qualquer assunto... mas perde a capacidade de comunicação quando olha para o meu traseiro?
Beto assentiu solenemente.
— É uma falha técnica no meu sistema operacional.
— Interessante...
Ela deu uma volta diante dele, exibindo um sorriso travesso.
— E você considera isso uma demonstração de dedicação?
— Absolutamente!
Lilith segurou o rosto dele entre as mãos.
— Sabe de uma coisa, meu querido?
— O quê?
— Eu gosto de ser admirada. Principalmente quando o admirador é alguém que me ama tanto quanto você.
Beto sorriu.
— Então estamos de acordo?
— Estamos. Mas tenho uma condição.
— Qualquer coisa!
— Da próxima vez que ficar sem palavras, quero que me abrace em vez de ficar fazendo cálculos imaginários.
Beto abriu os braços imediatamente.
— Com prazer!
Lilith aconchegou-se nele.
— Meu cachorrinho atrevido...
— Minha loba maravilhosa...
E, enquanto recebia um beijo, Beto pensou:
'Realmente. Uma obra-prima. E ainda por cima, minha namorada.' 😻
Lilith, que aparentemente tinha alguma capacidade sobrenatural de ler pensamentos, apenas sorriu.
— Eu ouvi isso, engenheiro.
— Não me arrependo! 🤭
Criado com ChatGPT.
Imagem criada com Perchance.

Nenhum comentário:
Postar um comentário