terça-feira, 7 de janeiro de 2014

(Des)razões dos cristãos

1. O "casamento" homossexual não é casamento.
1. Casamento é o vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante o reconhecimento governamental, religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação arquetípica é a coabitação, embora possa ser visto por muitos como um contrato.
Em direito, é chamado "cônjuge" às pessoas que fazem parte de um casamento. O termo é neutro e pode se referir a homens e mulheres, sem distinção entre os sexos.
Há uma grande variedade, dependendo de fatores culturais, nas regras sociais que regem a seleção de um parceiro para o casamento. Há uma variação no quanto a seleção de parceiros é uma decisão individual pelos próprios parceiros ou de uma decisão coletiva por parte de seus parentes, existindo uma variedade das regras que regulam quais parceiros são opções válidas.[wikipédia]
2. O "casamento" homossexual viola a Lei Natural.
2. Quando se fala em "Lei Natural", deve-se considerar aquilo que ocorre na natureza, não a doutrina de Tomás de Aquino, que argumenta que a "Lei Natural" é a "Lei de Deus".
3. O "casamento" homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe.
3. Estudos indicam que crianças adotadas por casais homossexuais não apresentam distúrbios nem alterações de comportamento.
4. O "casamento" homossexual valida e promove o estilo de vida homossexual.
4. O reconhecimento do casamento inclusivo é um ato necessário e humano, não irá substituir nem proibir o casamento heterossexual.
5. O "casamento" homossexual transforma um erro moral num Direito Civil.
5. O conceito moral de um grupo não pode servir de base para a discriminação e o preconceito contra os direitos de outro grupo. Os movimentos por direitos civis são a expressão de que nem tudo que é moral é ético.
6. O "casamento" homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril.
6. Existem diversos casais heterossexuais que não produzem progênie. Se necessariamente a procriação é condição obrigatória e necessária para que o casamento seja "legítimo", então estes casais tornar-se-iam ilegais, pela ótica cristã.
7. O "casamento" homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento.
7. A função do Estado não é beneficiar o casamento, mas o de reconhecer, dentro dos termos da lei e justiça, as implicações oriundas dessa união.
8. O "casamento" homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade.
8. A aceitação do casamento homossexual pela sociedade  é o ato mais humano e necessário, visto que estas pessoas são humanas e merecem ter seus direitos reconhecidos e respeitados.
9. O "casamento" homossexual é a vanguarda da revolução sexual.
9. No Cristianismo, temas como sexualidade, relacionamentos, desejo, prazer, são tabus. Houve uma época que a Igreja era contra o casamento heterossexual. O Cristianismo contém doutrinas que interessam apenas aos que esta religião professam, não pode ser modelo, norma, ou padrão de um Estado de Direito.
10. O "casamento" homossexual ofende a Deus.
10. O cristão recorre ao conceito equivocado de que a homossexualidade ofende a Deus. Ora, se o Deus Cristão é o Criador e existe a homossexualidade, então estas pessoas também são criaturas criadas por esse Deus. De acordo com a bíblia, Deus criou a ambos, macho e fêmea [Gen 1:27], o que pode ser lido que o primeiro ser humano era hermafrodita. De acordo com os evangelhos, o casamento é algo condenado [1 Co 7:1, 7:27; Mt 19:10-12]. Portanto, não se pode usar a bíblia ou os evangelhos para embasar o preconceito e a discriminação.

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