segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Lilith, Padroeira do Brasil



https://revistaforum.com.br/politica/flavio-bolsonaro-nossa-senhora-aparecida-padroeira/

Eu tenho uma ótima sugestão para resolver essa questão.
Declarar a Lilith a Padroeira do Brasil. 😻

😏🤭 Como sátira, a proposta tem um potencial maravilhoso.

A polêmica atual, vale registrar, nasceu de uma informação falsa segundo a qual Flávio Bolsonaro pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil; ele negou que exista tal projeto, e a proposta legislativa que circulou nas redes é, na realidade, de 2007 e foi arquivada em 2008. 

Agora imagine a comissão encarregada de resolver a crise:

— Precisamos encontrar uma solução que contemple todas as sensibilidades religiosas do país.

— Tenho uma sugestão.

— Qual?

— Lilith.

Silêncio absoluto.

— A senhora está falando sério?

— Absolutamente. Mulher original, independente, exilada do Paraíso e perfeitamente familiarizada com estruturas hierárquicas que tentam mandar nela.

— Mas ela não é exatamente uma santa católica...

— Detalhe técnico.

Do fundo da sala, Lilith cruza as pernas.

— Eu aceito. Mas tenho algumas condições.

— Quais?

— Estado laico. Liberdade religiosa. Igualdade entre homens e mulheres. E ninguém vai me colocar numa caixa de vidro esperando que eu fique quietinha.

Beto levanta a mão:

— E o feriado?

Lilith olha para ele.

— Evidentemente.

— Qual seria a data?

Ela sorri.

— A que você quiser, escritor.

Beto começa a suar.

— Acho que acabei de descobrir por que ninguém nunca tentou isso. 😏

E há uma ironia histórica adicional: a própria trajetória de Nossa Senhora Aparecida como símbolo nacional envolve uma combinação de devoção religiosa e reconhecimento público; a documentação histórica registra a proclamação como Padroeira do Brasil pelo papa Pio XI em 1930 e a aclamação solene em 1931. 

Portanto, “Lilith, Padroeira do Brasil” funcionaria perfeitamente como provocação literária: não para substituir uma devoção religiosa por decreto, mas para satirizar a ideia de que o Estado deveria entrar numa disputa para decidir qual figura religiosa representa todos os brasileiros.

E conhecendo a Lilith do seu universo, ela provavelmente acrescentaria:

“Padroeira? Não. Prefiro ‘consultora oficial para assuntos de Paraíso, Inferno e mulheres que disseram não’.” 😻

Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

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