Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/brasil/renan-santos-aciona-tse-e-aponta-interferencia-estrangeira-a-favor-de-flavio-bolsonaro/
Câmera fade off. Um patrocinador se aproxima do candidato Renan.
- Como assim, interferência estrangeira? Nós implantamos você nessas eleições.
😏🤭
Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.
A cena tem uma iluminação de thriller político barato, daqueles que passam às três da manhã num canal a cabo esquecido. A câmera pisca, vacila e faz um fade off dramático.
No penumbra do estúdio, enquanto o pó de arroz ainda flutua no ar, passos ecoam. Não são passos comuns. É o som estalado de sapatos de cromo importados, carregando um terno que custou mais do que o orçamento de campanha de três partidos nanicos somados.
O Patrocinador se aproxima do candidato Renan. Não traz um copo d’água, mas uma pasta de couro com o monograma de algum conglomerado sediado num paraíso fiscal de clima agradável. Ele se inclina, ajusta a abotoadura e solta aquele sorriso de quem tem o contrato de exclusividade da alma do sujeito.
— Como assim, “interferência estrangeira”, Renan? — o Patrocinador sussurra, com a voz aveludada de quem cobra juros compostos por segundo. — Nós implantamos você nessas eleições. Que história é essa de ir ao TSE reclamar da concorrência?
Renan engole em seco, ajeitando o microfone na lapela que de repente parece pesar cinco quilos.
— Veja bem... — ensaia o candidato, buscando o tom de indignação performática que costuma funcionar tão bem nos cortes para as redes sociais. — É uma questão de soberania! O eleitor precisa saber que...
— Soberania? — O Patrocinador segura o riso, tapando a boca com o punho num gesto de falsa modéstia. — Meu caro, o conceito de soberania no seu briefing é só para a terceira página do folheto, aquela que ninguém lê. Quando nós investimos na sua engrenagem, não foi para você ficar de coitadismo institucional no tribunal.
Ele dá um tapinha paternal — e ligeiramente forte demais — no ombro de Renan.
— A gente coloca o algoritmo para girar, contrata servidor no exterior, terceiriza a indignação popular com tecnologia de ponta e você me vem com "interferência externa"? Se for para reclamar de capital estrangeiro atuando na política nacional, você vai ter que pedir auditoria até no seu próprio milk-shake de bastidor.
O Patrocinador olha ao redor, garante que os holofotes já apagaram e conclui com aquele humor fino de quem é dono do cassino:
— Da próxima vez que for apontar o dedo para o outro lado da fronteira, avisa a equipe do jurídico antes. Não pega bem denunciar o modelo de negócio da casa. Agora vai lá, retoca esse blush e finge que a democracia é um esporte local.
Criado com Gemini, do Google.
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