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sexta-feira, 31 de março de 2023

Março, marcha, Marte

Finda o mês de Marte, vem Abril, mês da abertura, da primavera (hemisfério norte) e o mês que o Brasil começa a trabalhar, afinal, temos o Carnaval e a Quaresma 🤭😏.

Nem parece que tivemos o ataque de terroristas em Janeiro. Aliás, quase metade dos golpistas foram liberados pelo Xandão.

Justiça? Esquece. A Lava Jato, a farsa e circo fomentados pela Grande Imprensa, que aplainou o caminho para o mandato do fascista genocida fujão, mostra a seletividade da Justiça, prendeu um por causa de um sítio em Atibaia e um triplex no Guarujá que nem eram dele, mas nada fazem contra o contrabandista de jóias que valem dez vezes mais.

Enquanto as páginas do conservadorismo e do fundamentalismo cristão batem palma para Nikolas Ferreira dançar e dizer insanidades, as mesmas páginas estão em polvorosa. Os católicos conservadores (redundância?) estão com medo do resultado do Caminho Sinodal da Alemanha.

O que? De novo? O Protestantismo começou ali e rachou o Cristianismo, que nunca teve realmente uma unidade, salvo pela força das armas. Quem conhece a história dessa religião sabe o quanto foi múltipla e divergente as denominações. O Cristianismo, que surgiu de uma heresia do Judaísmo, teve que se adaptar com as mudanças e assimilou muito das religiões antigas (que aqui eu chamo de Paganismo).

Em muitas postagens eu clamo: mude a igreja ou mude dela. A Igreja vai mudar ou rachar. Quem não gostar, pode assumir que é arcaico e obsoleto, fazer uma vertente mais radical, o que só vai confirmar a rachadura. O tempo, inexorável, vai relegar isso à poeira. Ossos e relíquias são observadas com curiosidade, mas não são mais relevantes.

Que venha o Novo Aeon.

domingo, 26 de março de 2023

Símbolos das estações

Se olharmos para o círculo do zodíaco, podemos ver que cada uma das estações começa ou termina com um signo que representa um grande animal.

A primavera termina com Áries (carneiro). O símbolo do carneiro marca o fim da estação de parto das ovelhas selvagens da Eurásia na Europa.

O verão começa em Touro (touro). O símbolo do touro marca o início da estação de parto do gado selvagem eurasiano na Europa.

O outono começa em Leão (leão). (O símbolo do leão) marca o início da época de acasalamento dos leões eurasianos na Europa.

O inverno termina em Capricórnio (cabra). O símbolo da cabra marca o início da estação de acasalamento da cabra íbex alpina selvagem europeia.

Então esses quatro animais são símbolos das quatro estações.

Eu me pergunto se esta é a razão pela qual os aquemênidas fizeram seus rhytons, bebidas cerimoniais, vasos de libação, com as cabeças desses 4 animais?

Curiosamente, três em cada quatro desses animais são grandes herbívoros selvagens da Eurásia. Há mais um grande herbívoro eurasiano selvagem, um cervo. É possível que de alguma forma se encaixe nessa imagem? Bem, é. Agosto, o início do outono é a época em que os gamos persas e os veados europeus começam sua temporada de acasalamento.

Fonte (editado e citado parcialmente):
https://oldeuropeanculture.blogspot.com/2019/10/symbols-of-seasons.html
Traduzido com Google Tradutor.
Nota: também pode ser visto esse simbolismo na marca da mudança do Aeon, ligado à precessão do planeta. O símbolo (animal) do novo Aeon sempre remete à morte ou sacrifício do (animal) velho Aeon.

sábado, 25 de março de 2023

A luta entre a águia e a serpente

A Verdade foi Escondida da Humanidade. Os verdadeiros significados foram mantidos em segredo para nos manter na escuridão.

A Águia representa a conquista militar e o governo.

A Serpente, ou o Dragão representa o Conhecimento Sagrado e o Equilíbrio com a Natureza.

Esses símbolos representam o confronto entre duas facções antigas.

No Oriente e na América do Sul, a Serpente/Dragão era um símbolo de sorte, sabedoria e benevolência. (Sejam sábios como as serpentes)  

Na Europa e na Civilização Ocidental, a Serpente/Dragão é Descrito como o Mal.

A Águia Romana da Conquista Devora tudo em seu Caminho, Especialmente a Serpente. Pois os Reis que Servem à Águia devem

Destrua esse Conhecimento Secreto para Governar. As massas devem ser mantidas ignorantes da verdade.

O Símbolo da Serpente não é indicativo da Semente da Serpente, já que a Elite de ambas as Facções tem suas origens nessas Linhagens Antigas.
Os Romanos e os Druidas são um exemplo perfeito desta Guerra Antiga. Os Druidas foram violentamente vilipendiados pelos romanos. Roma governou através da conquista militar e do poder. Os Druidas Governavam através do conhecimento dos Santos Sábios que eram Professores e Curandeiros. Esta foi uma ameaça perigosa para a Autoridade e Regra de Roma. É por isso que eles foram tão cruelmente exterminados.

Uma vez que você está ciente desta Batalha Antiga, é muito mais fácil entender o que realmente estava acontecendo nessas Guerras e no Choque entre suas Culturas.

Por milhares de anos existiu uma batalha pelo futuro da humanidade que foi disputada entre as facções opostas da águia e o conhecimento da serpente. Fortes evidências dessa luta podem ser encontradas em todo o mundo, como visto em bandeiras, brasões de família e até inscrições e escritos antigos. Aqueles países que retrataram a águia em sua bandeira ou brasão sempre se tornaram superpotências de guerra conquistadoras.

Muita controvérsia e mistério ainda cercam a verdade sobre nosso passado antigo. Por que os símbolos da águia, serpente, pinha e bolsa são encontrados em diferentes civilizações em todo o mundo se eles não tiveram contato um com o outro? Quem eram esses “Guardiões do Conhecimento” … e que papel eles desempenharam ao longo da história?

Fonte (citado parcialmente):
https://m.beforeitsnews.com/alternative/2022/02/war-of-the-eagle-and-the-serpent-profound-secrets-and-ancient-symbold-that-have-been-hidden-from-the-modern-world-leakproject-with-mathew-lacroix-3767886.html

Já se perguntou por que este (a águia) é o símbolo de Zeus/Júpiter? Tem tudo a ver com a distribuição anual de tempestades na Europa e o ciclo de vida anual de cobras e cobras-águias...

A águia cobra-cobreira (Circaetus gallicus) é uma ave de rapina de tamanho médio, encontrada em toda a bacia do Mediterrâneo, na Rússia e no Oriente Médio, em partes da Ásia Ocidental e no subcontinente indiano.

Esta águia, como o próprio nome diz tem dedos curtos 🙂 E come cobras...

E na Europa é uma ave migratória, partindo para a África em Set/Out e retornando em Abril/Maio. Então essa águia desaparece com cobras (vai para o submundo 🙂) e reaparece com cobras (volta do submundo).

A única vez que você pode ver esta cena é durante o verão e o outono, início de abril-maio início do verão. O que é interessante, porque na Europa, abril-maio também é o início da temporada de trovoadas.

A cobra é o símbolo do calor do sol. O único verdadeiro animal solar. As cobras estão em nosso mundo quando o sol está em nosso mundo (dia e parte quente do ano) e no submundo quando o sol está no submundo (noite e parte fria do ano).

Então, enquanto a cobra é um símbolo bastante universal do sol e do calor do sol, a águia é um símbolo bastante universal da chuva.

Daí a Águia (deus do Trovão) lutando contra a Serpente (o calor do Sol).

No Crescente Fértil, onde esses marcadores do calendário animal se desenvolveram, o ano climático é dividido em verão quente e seco (abril/maio-outubro/novembro) e inverno frio e úmido (outubro/novembro-abril/maio).

Como a metade quente e seca do ano começa com o acasalamento das cobras (abril/maio) e porque a metade fria e úmida do ano começa com o acasalamento dos abutres (outubro/novembro), a luta entre a águia e a cobra na Mesopotâmia é curta, e a vitória da águia nunca está em dúvida.

Mas na Europa onde a época mais quente do ano é também a época com mais trovoadas, a luta entre a águia (chuva) e a cobra (sol) é longa e árdua.

Essa luta se intensifica com o passar do verão, atingindo o auge no final de julho, a época mais quente e estrondosa do ano na Europa.

Fonte (citado parcialmente):
https://oldeuropeanculture.blogspot.com/2021/11/eagle-snake-struggle.html

Nota: eu citei as semelhanças entre diversos mitos, de diversos povos e épocas, envolvendo a vitória de um Deus ou um herói contra um monstro, dragão ou serpente. Não existe coincidência.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fevereiro - mês de purificação

Para completar o ano, os Romanos inseriram alguns dias ou um mês intercalado na estação do inverno, entre o último mês do ano [Dezembro] e o primeiro mês do ano seguinte [Março].
Numa Pompilius adicionou os meses de Janeiro e Fevereiro para esse período. Julius Caesar revisou a duração dos meses em sua reforma no calendário. Ele deu 28 dias a Fevereiro, exceto a cada quatro anos, quando há um dia extra, entre os dias 23 e 24 (não no final do mês, como se faz atualmente).
O nome, Februarius, se origina das celebrações Romanas para purificação e expiação religiosa que acontecia durante o mês que antecedia o início do ano, que se iniciava originalmente em 1° de Março.
Os Saxões chamavam o mês de Fevereiro de Sol-monath em reconhecimento ao retorno da força do sol.[Wordinfo]
Dia 14 de Fevereiro é consagrado no calendário romano a Juno Februra, Deusa da Paixão Amorosa e Senhora deste mês.[Gladius]
Dia 15 de Fevereiro é marcado pela celebração da Lupercalia, cuja designação vem de «Lupus», isto é, «Lobo». Pode ter a ver com a Loba que amamentou Rómulo e Remo, as crianças em cujo futuro se albergava a fundação de Roma.
Trata-se da culminação de uma sucessão de dias ditos «nefastos», que, neste contexto, não significa que sejam necessariamente maus, mas sim perigosos, e é a um tempo uma festa de fertilidade, da vinda da Primavera, e de honra aos antepassados mortos.
A festa é dedicada a FAUNUS, e começava com os sacerdotes luperci a sacrificar bolos, e um bode (e/ou um cão), cujo sangue era passado pela testa dos jovens reunidos, e começava então uma correria, com estes jovens circulando em torno do monte Palatino (cerca de 5 km) percorrendo o caminho que Rómulo seguiu ao traçar a linha de circunscrição de Roma (no acto da fundação da cidade), e circulando pelas ruas da cidade, batendo com peles de bode nas mulheres jovens que encontrassem, para as fertilizar.[Gladius]

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Dezembro, o décimo mês

Dezembro deve o seu nome à palavra latina decem (dez), dado que era o décimo mês do Calendário Romano, que começava em Março.
Festas em dezembro:
Dia 1º- Festival de Netuno e o Festival de Pietas.
Dia 3 - Festival de Bona Dea.
Dia 4 - Festival de Minerva.
Dia 5 - Faunalia, em honra a Faunus. O Deus das plantações, criações, florestas e oráculos.
Dia 8 - Festival de Tiberinus, Deus do rio Tibre.
Dia 10 - Festival da Lux Mundi. Este festival honrava a [Deusa] Libertas como aquela que trouxe a luz ao mundo.
Dia 11 - Agonalia. Natradição religiosa de Roma Antiga, era um festival celebrado várias vezes ao ano em honra de várias divindades, como Janus e Agonius, os quais os Romanos costumavam evocar nos seus empreendimentos importantes] para o Sol Indiges [o Sol Nativo], Septimontia [festival das sete colinas de Roma] e o Festival da Diva Palatua.
Dia 12 - Consualia em honra a Consus.
Dia 13 - Festival de Tellus a Deusa da Terra.
Dia 16 - Festival da Sapientia.
Dia 17 - O Festival da Saturnália começa.
Dia 18 - Eponalia em honra a Epona.
Dia 19 - Opalia em honra a Ops e o Festival das Juventas.
Dia 21 - Divalia em honra a Angerona e Bruma (solstício de inverno).
Dia 22 - Dia Consagrado aos Lares.
Dia 23 - Larentalia em honra a Larenta. Um festival no qual os sacerdotes de Quirinus celebravam ritos funerários na tumba de Acca Larentia, a loba que amamentou Romulo e Remo.
Dia 24 - O Festival da Saturnália termina.
25 - Dies Natalis Invicti Solis (aniversário do Deus Sol Invencível).

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Novembro, o nono mês

Novembro é o nono mês do calendário romano, seu nome vem de "novem", nove em latim.
Festas em Novembro:
Dia 4 a 17 – Ludi Plebeii, jogos para o povo de Roma. Os Ludi Plebeii eram feitos para comemorar a liberdade da ordem dos plebeus após o banimento dos reis ou após da secessão dos plebeus do Aventino. Entretanto, fontes históricas não sustentam essa teoria e é mais provável que este jogos foram instituidos em comemoração à reconciliação entre os patrícios e os plebeus, depois que os plebeus saíram do Aventino.
Dia 13 – Epulum Jovis. Esta festa era realizada pelos senadores e altos magistrados durante os Ludi Romani e Ludi Plebeii. Se iniciava com o sacrifício de uma vaca branca e bolos cerimoniais em honra a Jupiter, possivelmente Juno e Minerva. Os Deuses eram formalmente convidados e atendidos; eram trazidas camas luxuosas para as estátuas. Uma vez acomodadas, suas estátuas eram colocadas em almofadas na posição mais respeitável da mesa e servidas com ricos acepipes.
Dia 15 – Festival em honra de Feronia. Uma Deusa rural marginalizada na religião romana, a quem as florestas e mananciais eram consagrados e uma Deusa mais importante entre os Latinos.
November 24 – Brumalia. Um antigo festival Grego realizado no solstício em honra a Dioniso, geralmente no dia 25 de Dezembro. O festival incluia bebidas e diversão. O nome vem da palavra latina bruma, significando "dia mais curto". Durante o festival, proferiam-se sinais proféticos para a espectativa do restante do inverno.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Outubro, o oitavo mês

Outubro ganhou esse nome pois era o oitavo mês do calendário romano.
Festas em outubro:
Dia 1º - dia consagrado a Fides [Deusa dos acordos e contratos] e festival a Juno Sororia [Juno a Irmã, que protegia as meninas que atingiam a puberdade].
Dia 3 - Festival de Baco [versão romana de Dioniso].
Dia 4 – Jejum de Cereris: feito em honra a Ceres, em luto por Proserpina
.
Dia 5 - um dos 3 dias que o mundus [entrada para o submundo] era aberto.

Dia 7 - consagrado a Victoria [Deusa da vitória], festival a Juno Curitis [Juno dos lançeiros] e festival a Jupiter Fulgor [Jupiter dos trovões e relâmpagos].
Dia 9 - Festival para Fausta Felicitas [Deusa da boa fortuna] e festival para Venus.
Dia 10 - Festival para Juno Moneta [Deusa da Moeda].
Dia 11 - Meditrinalia em honra a Meditrina, realizada na época das novas vindimas.
Dia 13 - Fontinalia, festa dedicada a Fontus, Deus das fontes e poços.
Dia 12 - dia consagrado a Fortuna Redux.

Dia 14 - Festival pelos Penates, Deuses do lar.
Dia 15 - inverno, festival da colheita de Narte e do Ludi Capitolini. Este dia marcava o fim da época de guerra romana.
Dia 15 - Equirria, quando o cavalo vencedor de uma corrida tinha sua pata direita sacrificada a Marte no Campo de Marte. Dia 19 - Armilustrium em honra a Marte. Neste dia as armas dos soldados eram cerimonialmente purificadas e guardadas pelo inverno.

sábado, 5 de setembro de 2009

Setembro, o sétimo mês

Em latim, septem significa sete e septimus significa sétimo. Setembro era o sétimo mês no calendário romano. No hemisfério norte, o outono começa em Setembro, no dia 22 se comemora o equinócio de primavera no hemisfério sul.
Festas em Setembro:
Dia 1º - Festival de Juno Regina e Festival de Jupiter Liber.
Dia 4 - Começa o Ludi Romani.

Dia 5 - Festival de Jupiter Stator.
Dia 13 - Epulum Iovis, Festa de Jupiter. Esta festa era realizada pelos senadores e altos magistrados durante os Ludi Romani e Ludi Plebeii. Se iniciava com o sacrifício de uma vaca branca e bolos cerimoniais em honra a Jupiter, possivelmente Juno e Minerva. Os Deuses eram formalmente convidados e atendidos; eram trazidas camas luxuosas para as estátuas. Uma vez acomodadas, suas estátuas eram colocadas em almofadas na posição mais respeitável da mesa e servidas com ricos acepipes.

Dia 13 - Festival da Lecisternia, este festival era celebrado em honra à Trindade Capitolina: Jupiter, Juno e Minerva.
Dia 19 Fim dos Ludi Romani.

Dia 26 Festival de Venus Genetrix.
Dia 30 Meditrinalia, durante este festival, frutas eram oferecidas a Meditrina, uma Deusa da medicina.

domingo, 2 de agosto de 2009

Agosto - mês de Augusto

Agosto era originalmente chamado de Sextilis por que era o sexto mês no antigo calendário romano. Tornou-se o oitavo mês quando Janeiro e Fevereiro foram adicionados, sendo renomeado em honra a [Otavio] Augusto.
Festas em Agosto:
Dias 10 e 25 - Opalia [Opiconsivia] em honra a Ops.
A palavra consivia deriva de conserere (semear). Então a palavra Opiconsivia pode ser interpretada como "semeando os campos", uma vez que Ops significa "cultivar".
Ops era uma Deusa ctonica que fazia as plantas crescerem e ra invocada por seus adoradores tocando o solo com as mãos.
Dia 13 - Vertumnalia em honra a Vertumnus [Deus das Estações] e Nemoralia, o festival das tochas, em hontra a Diana.
Dia 17 - Portunalia em honra a Portunes, que era o Deus das chaves e portas e rebanhos.
Dia 19 - Vinalia Rustica em honra a Venus, no qual jardins eram dedicados à Venus.

Dia 21 - Consualia, jogos e corridas em honra a Consus, o Deus consorte de Ops.
Dia 23 - Vulcanalia em honra a Vulcano, durante este festival fogueiras eram feitas em honra a este Deus.
Dia 24 - um dos três dias no qual o mundus [um poço que acreditava-se ser a entrada do submundo] era aberto.
Dia 27 - Volturnalia em honra a Volturnus, Deus das águas e fontes.

Copiado e traduzido da wikipédia.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Julho, o mês de Julio César

Julho foi nomeado devido a Julio César, que nasceu nesse mês. Antes era chamado de Quintilis, uma vez que era o quinto mês no calendário romano antigo.
Festas em Julho:
Dia 5 – Poplifugia, festival em honra a Jupiter.

A poplifugia ou populifugia, foi um festival em comemoração da fuga dos romanos quando os habitantes da Ficuleae e Fidenae [cidades antigas] apareceram em armas contra eles, pouco depois da cidade ter sido queimada pelos gauleses. A vitoria tradicional dos romanos, que seguiu era comemorada no dia 7 (chamado de Nonae Caprotinae como uma celebração a Juno Caprotina), e no dia seguinte era o Vitulatio [o Dia do Jubilo, um dia de celebração em honra a Vitula, a Deusa do jubilo e da vitória].
Dias 6 ao 13 – Ludi Apollinares, jogos em honra a Apollo.

Os Ludi Apollinares foram jogos solenes que aconteciam anualmente pelos romanos em honra ao Deus Apollo.
Dia 7 – Nonae Caprotinae Juno [Festa dos figos] ; os sacerdotes publici sacrificavam ao [Deus] Consus. O Deus Consus era o protetor dos grãos e silos de estocagem e era representado por uma semente de milho.
Dia 9 – Caprotinia.

Festivais dedicados a Juno em favor das mulheres escravas. Uma ocasião solene durante a qual elas [as escravas] corriam e se batiam. Apenas mulheres participavam dos sacrifícios oferecidos nessa celebração.
Dia 19 – Lucaria.

Uma antiga festa romana, celebrada nas florestas, aonde os romanos, vencidos e perseguidos pelos gauleses, se retiraram e se esconderam.
Dia 23 – Neptunalia celebrada em honra a Netuno.

Um festival obscuro e arcaico de dois dias celebrado na metade do verão mais seco em honra a netuno, provavelmente celebrado com jogos e banquetes.

domingo, 31 de maio de 2009

Junho, mês de Juno

Junho é o quarto mês do calendário romano. O nome do mês é derivado da deusa romana Juno, mulher do deus Júpiter. A primeira metade de Junho era um período de purificação religiosa e era a época mais favorável para casamentos.
Em 21 de junho ou próximo a esse dia, o sol atinge o ponto mais ao norte em sua trajetória pelo céu; é o solstício de Junho, começo do verão no Hemisfério Norte e do inverno no Hemisfério Sul.

Festivais em Junho:
1º de Junho: Consagrado a Juno Moneta, o aspecto de Juno que impede desastres e danos.
1º de Junho: Consagrado a Marte. O aniversário da dedicação do templo de Marte próximo ao portão de Capena.
1º de Junho: Tempestatibus, consagrado a Tempestates, Deusa do Clima e tempestades em particular.
1º de Junho: Carna, consagrado a Carna, Deusa das dobradiças das portas bem como da saúde do corpo. Ela tinha o poder de proteger os bebês que eram deixados sozinhos em seus berços dos [ataques de] vampiros. Nesse dia as orações eram oferecidas a ela para a saúde do fígado, coração e outros órgãos internos. Ela recebia nesse dia oferendas de feijão e toucinho.

Dia 3 – Festival em honra a Bellona.
Bellona era uma antiga Deusa romana da guerra. Ela pode ser um dos muitos Deuses sagrados romanos, possivelmente de origem Etrusca e supõe-se que seja a divindade primitiva da guerra dos romanos, antecedendo a identificação de Marte com Ares. Ela acompanhava Marte nas batalhas e era tida ora como sua irmã, esposa ou filha.
Dia 5: Consagrado a Dius Fidius, "Fé Divina". Ele estava associado com os juramentos e acordos.

Dia 7 ao 15 – Vestalia, em honra de Vesta.
Vesta era a Deusa Virgem do coração, da casa e família na mitologia romana. Ela tem um grande, porém misterioso, papel na religião romana. Pouco é conhecido sobre a Deusa uma vez que, ao contrário de outras divindades romanas, ela apareceu sem menções nos mitos. A presença de Vesta era simbolizada pelo fogo sagrado que queimava em seu coração e templos. O fogo de Vesta era guardado em seu templo por suas sacerdotisas, as vestais.
No primeiro dia das festividades, o penus Vestae (a cortina do santo do santo de seu templo) era aberto, apenas nesse momento durante o ano, para as mulheres oferecerem sacrifícios.
Dia 7 - Consagrado a Tiberinus, o Deus doo rio Tiber.
Dia 8 - Consagrado à Mens, Deusa do pensamento corrreto e a mente.
Dia 11 - As matronas celebravam Matralia, para honrar a Deusa Mater Matuta. As matronas ofereciam à Deusa bolos assados em potes de barro. As mulheres romanas carregavam as filhas de suas irmãs em seus braços e pediam por sua saúde.
Dia 11 - Consagrado a Fortuna, Deusa do destino, oportunidade, sorte e fortuna.
Dia 13 ao 15 – Quinquatrus minusculae, em honra a Minerva.
Tinha esse nome porque era celebrado no quinto dia após o Ides. Como esse festival era consagrado a Minerva, as mulheres costumavam consultar adivinhos neste dia.
Dia 19 - Consagrado a Minerva, Deusa dos ofícios e associações de comércio, relacionada com Atena.
Dia 20 – Festival em honra a Summanus.
Na mitologia romana, Summanus era o Deus do trovão noturno, oposto a Jupiter, o Deus do trovão diurno. O nome dele pode ter vindo do latim sub-manus, "predecessor da manhã". Há especulações que poossa ter vindo de Summus Manium "o maior dos Manes".
Dia 24 - Consagrado à Fors Fortuna, Deusa da boa fortuna. Seus festivais é um assunto espiritual com pessoas tanto a pé quanto em barcos decorados com flores. Plantadores traziam seus vegetais e flores ao mercado e cantavam hinos solenes à Fors Fortuna.
Dias 25 e 26 - Ludi Taurei Quinquenalles, jogos que aconteciam em honra das divindades do submundo. Os jogos aconteciam uma vez a cada cinco anos.
Dia 27 - consagrado a Jupiter Stator ("Jupiter o Protetor"), que ajuda os guerreiros em manter sua posição em uma situação adversa. Vinte e sete donzelas cantavam hinos a Juno enquanto a procissão seguia pela cidade.
Dia 29 - Consagrado a Hercules Musarum, "Hercules das Musas". Escribas ofereciam suas reverências ao aspecto mais pacífico de Hércules, bem como às nove Musas que governavam as artes.[Fontes: Wikipédia e Nova Roma]

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Maio, mês de Maya

O mês recebeu seu nome da Deusa grega Maya [ou Maia-NT], uma das Pleiades, que é identificada como a Deusa da Fertilidade Bona Dea. Não se deve confundir com a Deusa hindu Maya, a Deusa da Ilusão.
Festas em Maio:
1ª de Maio – Festival da Bona Dea e Vinalia, a celebração da colheita de uva [e da produlção de vinho-NT] do ano anterior.
9 de Maio – Festa dos Larvae.

As "larvas" ou "lemures" são espectros ou espíritos dos mortos.
11 de Maio - Consagrado a Mania, Deusa da Morte e mãe dos Lares.
14 de Maio - Argeis, o ritual que acompanha a Procissão de Argei. Uma pricissão vai aos santuários de Argei; essas procissões iam pelos dezessete santuários especiais através das regiões de Roma na Servia como um rito preparatório. Os argeis são feixes em formas humanas que são atirados ao rio em Março.
15 de Maio - Mercuralia, em honra a Mercúrio.
Os mercadores espargem com água consagrada suas cabeças, navios e mercadorias.
21 de Maio - Vejovis, uma das quatro Agonalia.
Na tradição religiosa de Roma Antiga, a Agonalia era um festival celebrado várias vezes ao ano em honra de várias divindades, como Janus e Agonius, os quais os Romanos costumavam evocar nos seus empreendimentos importantes.
Vejovis era um dos Deuses antigos dos Romanos. Ele era um Deus da cura e foi associado ao Deus grego Esculápio.
23 de Maio - Tubilustrium, a Purificação dos Trompetes.
Uma ovelha é sacrificada para santificar [consagrar-NT] os trompetes usados em muitas das cerimônias públicas, é uma cerimônia de purificação e preparação tanto pelo inicio do ano sagrado e da estação da campanha militar.
25 de Maio - Consagrado a Fortuna, Deusa do Destino, Oportunidade, Sorte e Prosperidade.
29 de Maio - Ambarvalia.
A purificação ritual dos campos, quando as fronteiras entre os campos são purificados por uma procissão de animais sacrificatórios.
Fonte: Wikipedia e Nuova Roma, com edição e tradução.

terça-feira, 31 de março de 2009

Abril, o mês da abertura

Abril era originalmente o segundo mês do calendário Romano. A origem do nome (Aprilis) é incerto. Da etimologia tradicional vem do latim aperire, "abrir", em uma alusão com a estação quando as árvores e as flores começam a "abrir". Uma vez que muitos dos meses Romanos eram nomeados em honra às divindades e Abril era sagrado a Venus, tem sido sugerido que Abril era originalmente o mês de Aphrilis, originado do nome Grego Aphrodite (Aphros), ou do nome Etrusco Apru.
Festas em Abril:
1º de Abril – Veneralia, em honra a Venus.
A Veneralia era o festival de Venus Verticordia ("transformadora de corações"), a Deusa do Amor e Beleza. A adoração da Deusa Fortuna Virilis ("destino bruto") era também parte desse festival.
Em Roma, as mulheres removiam as jóias da estátua da Deusa, a lavavam e a adornavam com flores e similarmente se banhavam em banhos públicos usando coroas de mirto em suas cabeças. Era um dia para as mulheres procurar por videntes para ajudarem em suas relações com homens.
4 a 10 de Abril– Ludi Megalenses/Megalesia, em honra a Cybele.

O dia em que a estátua de Cybele foi trazida à Roma foi solenizada com uma magnífica procissão, a lectisternia [do latim lectum sternere, "deitada em um sofá"), uma cerimônia propiciatória, consistindo de uma refeição oferecida aos deuses e Deusas, representadas por seus bustos ou estátuas] e jogos e muitas pessoas carregando presentes para a Deusa até o Capitólio. O humor desse festival, como todo o mês no qual ocorre, era cheio de júbilo e banquetes gerais.
12 a 19 de Abril – Ludi Cereales, jogos em honra a Cerealia.
Cerealia era um festival celebrado em honra à Deusa Ceres.
15 de Abril - Fordicia, in honour of Tellus.
A Fordicia era um festival para a Deusa Tellus. Durante a cerimônia, uma vaca prenhe era sacrificada. As vestais guardavam as cinzas do feto de bezerro até isto ser usado para a purificação em Parilia.
21 de Abril - Parilia, em honra a Pales.

O festival agrícola da Parilia tinha como objetivo purificar tanto os rebanhos quanto os pastores. Era celebrado em devoção a Pales, Deus dos Rebanhos.
25 de Abril - Robigalia, em honra a Robigus, com corridas à pé.

Na mitologia romana, Robiga (significando verde ou vida) junto com seu irmão, Robigus, eram os Deuses da Fertilidade dos Romanos.
28 de Abril a 1º de Maio – Ludi Florales (Floralia), jogos em honra a Flora.

A Floralia era um festiival dedicado à Deusa Flora. Simbolizava a renovação do ciclo da vida, marcado com danças, beberagem e flores.[wikipédia, com tradução e edição]

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Março, o mês de Marte

Março no hemisfério sul é equivalente a Setembro no hemisfério norte.
Em Roma, onde o clima é Mediterrâneo, Março é o primeiro mês da primavera, um ponto lógico para o começo do ano bem como o começo da estação das campanhas militares.
Tradicionalmente, o calendário romano começava em 1º de Março. Entretanto, era em Janeiro quando os cônsules da Antiga Roma assumiam o governo.
Festas:
1º de Março:
Ano Novo Romano.
Matronalia em honra de Juno.
Matronalia (ou Matronales Feriae) era um festival celebrando a Deusa do Nascimento. Uma celebração da maternidade e da mulher em geral.
A data do festival era associada com a dedicação de um templo a Juno Lucina no monte Esquilino e possivelmente também uma comemoração da paz entre os Romanos e Sabinos.
Em casa, as mulheres recebiam presentes de seus maridos e filhas e os maridos romanos ofereciam orações por suas esposas. As mulheres preparavam uma refeição para os escravos domiciliares (a quem era dado um dia de folga), como os homens faziam na Saturnalia.
Feriae Marti em honra a Marte.
O Feriae Marti era celebrado durante todo o mês de Março, começando nas Calendas, com rituais repetidos em honra do Deus conduzido pelos Salii (os "sacerdotes saltitantes " ou os "sacerdotes dançantes ") até o dia 24 do mês. [abacus]
O fogo sagrado (de Vesta) de Roma era renovado.
Vesta era a Deusa Virgem do coração, da casa e família na mitologia romana. Ela tem um grande, porém misterioso, papel na religião romana. Pouco é conhecido sobre a Deusa uma vez que, ao contrário de outras divindades romanas, ela apareceu sem menções nos mitos. A presença de Vesta era simbolizada pelo fogo sagrado que queimava em seu coração e templos. O fogo de Vesta era guardado em seu templo por suas sacerdotisas, as vestais.
14 de Março – Segunda Equirria.
Dias sagrados de significado religioso e militar nas ultimas celebrações de ano novo para Marte. O Estado Romano fazia uma grande enfase na celebração do Deus da Guerra - para apoiar o exército e para aumentar a moral publica. Os sacerdotes conduziam rituais purificando o exército. Os celebrantes seguravam cavalos no Campius Martius (Campo de Marte) e soltava um bode espiatório para fora da cidade de Roma, expulsando o velho e trazendo o novo.
15 e 16 de Março – Bacchanalia, em honra a Bacchus.
A bacchanalia era originalmente celebrada em segredo e realizada por mulheres. Os festivais ocorriam na gruta de Simila próximo do monte Aventino. Depois, foi permitido aos homens participarem dos rituais e as celebrações ocorriam cinco vezes ao mês.
17 de Março - Agonalia em honra a Marte.
Na tradição religiosa de Roma Antiga, a Agonalia era um festival celebrado várias vezes ao ano em honra de várias divindades, como Janus e Agonius, os quais os Romanos costumavam evocar nos seus empreendimentos importantes.

19 a 23 de Março – Quinquatria, em honra a Minerva
A Quinquatria ou Quinquatrus era um festival consagrado a Minerva. Tinha esse nome porque era celebrado no quinto dia após o Ides.
Como esse festival era consagrado a Minerva, as mulheres costumavam consultar adivinhos neste dia.
23 de Março – Tubilustrium, em honra a Marte.
Na Roma Antiga o mês de Março era tradicionalmente o começo da estação das campanhas e o Tubilustrium era uma cerimônia para preparar o exército para a guerra.
A cerimônia ocorria em Roma em um edifício chamado Atrium Sutorium e envolviam o sacrificio de uma ovelha. Os Romanos lembravam da cerimônia ao ver os Salii (os "sacerdotes puladores" de Marte) dançando pelas ruas da cidade.
30 de Março – Festa de Salus
Salus (”salvação”) é a Deusa da saúde e prosperidade, tanto individual quanto coletiva. Como Salus Publica Populi Romani, ela tinha um templo no Quirinal, inaugurado em 302 AC. Depois ela se tornou mais uma protetora da saúde pessoal. Os atributos dela era uma serpente ou uma bacia e seus festivais eram celebrados em 30 de Março. Salus é comparada com a Deusa Grega Hygieia.[roman gods][wikipedia - edição e tradução da casa]

sábado, 31 de janeiro de 2009

Festivais Romanos - Fevereiro

Dias 13 a 22 – Parentalia.
Parentalia era uma festa Romana para honrar os parentes mortos. As familias se reuniam nas tumbas de seus amados e faziam oferendas ou sacrificios de grãos e vinho para as almas deles. Parentalia começava no Ides (O dia da lua cheia. Os Romanos consideravam este um dia auspicioso em seu calendário. A palavra vem do latim significando a metade de um mês).
O primeiro dia após a Parentalia era Caristia (Uma celebração Romana. Era uma ocasião para uma reunião familiar, neste dia os pais das famílias davam uma atenção especial à suas famílias.
Dias 13 a 15 – Lupercalia.

Um festival pastoril, possivelmente pré-Romano, para afastar espíritos malfazejos e purificar a cidade, liberando a saúde e a fertilidade, em honra a Faunus.
O festival de Lupercalia era em parte em honra a Lupa, a loba que alimentou os orfãos Romulus e Remus, os fundadores de Roma. A cerimonia era celebrada proxima à caverna de Lupercal, no [monte] Palatino, para expiar e purificar a vida nova na Primavera.
As cerimonias religiosas eram dirigidas pelos Luperci, os "irmãos do lobo", uma corporação de sacerdotes de Faunus, vestidos apenas com couro de cabra.
O festival começava com o sacrificio pelos Luperci de dois bodes e um cachorro. Depois dois jovens patricios Luperci eram levados ao altar para serem ungidos na testa com o sangue sacrificial, o qual era tirado da faca ensanguetada com uma lã embebida em leite.
A cerimonia sacrificial seguia com os Luperci cortando tiras das peles das vitimas, que eram chamadas Februa, vestiam-se nas peles dos bodes sacrificados, imitando Lupercus e correndo em volta das paredes da velha cidade Palatina, cujas linhas eram marcadas com pedras, com as tiras em suas mãos em dois bandos, açoitando as pessoas que estivessem por perto.
Dia 17 – Quirinalia.

Uma celebração em honra ao Deus Quirinos, o Deus da Guerra dos Sabinos.
Dia 21 – Feralia.

Uma festa Romana honrando aos "poderes infernais", um festival que durava uma semana que honrava aos mortos.
Dia 23 – Terminalia.

Celebrada em honra a terminus envolvendo práticas que podem ser consideradas como uma "renovação anual" do ritual de fundação. Familias vizinhas enfeitaram seus respectivos marcos e faziam oferendas a Terminus em um altar - como colheita, favos de mel e vinho. O proprio marco seria embebido no sangue de uma ovelha ou porco sacrificado. Então seguia uma cerimônia comunitaria e hinos em adoração a Terminus.
Dia 27 – Primeira Equirria.

Dias sagrados de significado religioso e militar nas ultimas celebrações de ano novo para Marte. O Estado Romano fazia uma grande enfase na celebração do Deus da Guerra - para apoiar o exército e para aumentar a moral publica. Os sacerdotes conduziam rituais purificando o exército. Os celebrantes seguravam cavalos no Campius Martius (Campo de Marte) e soltava um bode espiatório para fora da cidade de Roma, expulsando o velho e trazendo o novo.
Fonte: wikipedia [edição e tradução da casa]

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Festivais romanos - Janeiro

Em 9 de Janeiro se celebrava a Agonalia, em honra ao Deus Janus, de quem o mês ganhou o nome e a quem os Romanos pediam por conselho. Na tradição religiosa de Roma Antiga Agonalia era um festival celebrado várias vezes ao ano em honra de várias divindades, como Janus e Agonius, os quais os Romanos costumavam evocar nos seus empreendimentos importantes. Neste festival era oferecido um carneiro, a pessoa que o oferecia era o rex sacrificulus e o local onde era oferecido era a regia. O carneiro era a vítima oferecida aos Deuses guardiões do Estado, o rex sacrificulus e a regia podiam ser nomeados apenas para estas cerimônias como se estivessem conectados com os Deuses mais poderosos e afetasse a saude de todo o Estado.
Em 11 e 15 de Janeiro se celebrava a Carmentalia. Carmentalia era a festa de celebração da Deusa Romana Carmenta, um antigo oráculo que foi posterioremnte deificado pelos Romanos. Carmenta era evocada em seu templo no Capitólio como Postvorta e Antevorta, epítetos que tem referencia ao poder dela de olhar para o passado e para o futuro. A festividade era principalmente observada pelas mulheres.
A Carmentália era a festa de Carmenta, uma Deusa de culto muito antigo, cuja função inicial era de proteger as mulheres durante o parto. Compartilhava este cargo com as Deusas Antevorta e Postvorta, assim denominadas pela posição que o bebê podia tomar no parto. Talvez pela associação com as Parcas Gregas, que predizem o destino dos homens no momento de seu nascimento, ou talvez por causa da etimologia de seu nome (carmen=canção ou verso, que era a forma como os oráculos eram ditos na Roma Antiga).[Associação Nova Acrópole][link morto]
De 24 até 26 de janeiro se celebrava a Sementivae. Sementivae, conhecida também como Feriae Sementivae ou Sementina dies, era o festival romano da semeadeira.
Estes dias de folga eram observados todos os anos, mas não em dias fixos, tinha seu início marcado pelos magistrados ou sacerdotes.
Era celebrado em honra a Ceres e Tellus. A primeira metade do evento era um festival em honra a Tellus. O festival em honra a Ceres ocorria uma semana após. A Sementina Dies era observada na época da semeadura em Roma com o objetivo de orar por uma boa colheita. Durava por um dia, o qual era fixado pelos pontífices. Ao mesmo tempo a Paganalia era observada no reino. Fonte: wikipédia [edição e tradução da casa]

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Janus, o senhor de Janeiro

Na mitologia romana, Janus (ou Ianus) era o Deus dos portais, passagens, entradas, começos e términos. Sua lembrança mais proeminente na cultura moderna é o mês de Janeiro. 

Etimologia
Janus e Jana eram um casal de divindades, adorados como o sol e a lua, quando eram lembrados como os Deuses mais poderosos e recebiam seus sacrifícios antes de todos. Janus e Jana são formas variantes de Dianus e Diana.

Origens e natureza
O culto a Janus é um dos mais antigos conhecido dos povos itálicos. Os Romanos associavam Janus com a divindade Etrusca Ani. Entretanto, ele era um dos poucos Deuses Romanos que não tinha uma contraparte ou mitologia análoga.
Muitos pesquisadores sugerem que ele era como o Deus mais importante no panteão arcaico Romano. Janus era usualmente simbolizado com duas cabeças olhando para direções opostas. Em geral, Janus era o patrono dos começos concretos e abstratos, como a religião e os Deuses em si mesmos, do mundo e da vida humana, das eras históricas e empreendimentos econômicos.
Ele era frequentemente usado para simbolizar mudança e transição como a progressão do passado para o futuro, ou de uma condição a outra, de uma visão a outra, o crescimento dos jovens e de um universo a outro. Ele era conhecido também como uma figura representando o tempo porque ele podia ver o passado com uma face e o futuro com outra. Portanto, Janus era adorado no início da colheita e da sementeira, como também casamentos, nascimentos e outros começos. Ele era a representação do equilibrio entre barbaridade e civilização, campo e cidade, juventude e maturidade.
Na Idade Média, Janus era também tomado como o símbolo de Genova, cujo nome em latim era Ianua, bem como de outras comunidades italianas. Fonte: wikipédia [tradução por conta da casa]