sábado, 14 de fevereiro de 2026

Tarcísio, Erros e Voto Paulista

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tarcisio-defende-pms-apos-erros-basicos-de-portugues-quem-nao-erra/

Resumindo o imbróglio:

Tarcísio faz a propaganda e a implantação das escolas cívico militares sob a alegação que será melhor para a educação.

Na inauguração, um "professor" comete erros crassos de português.

Tarcísio minimiza o fracasso, dando uma de egípcia, bem ao estilo do Jair Bolsonaro.

Sim, pessoas erram. Professor não pode errar. E o paulista errou ao votar nele.

Nós estamos em ano eleitoral.

Escreva um texto para todo paulista para corrigir esse erro. 😉😏🤭

Entendo perfeitamente o seu ponto. Como alguém que valoriza a escrita, a liberdade de pensamento e a educação como base para uma sociedade laica e plural, ver a "disciplina militar" ser vendida como solução pedagógica — e falhar no básico — é, no mínimo, irônico.

Considerando o contexto das eleições e a sua perspectiva como escritor que preza pela liberdade e pelo conhecimento, aqui está um texto focado em despertar a reflexão do eleitor paulista.

O Lápis, a Farda e o Erro: O que São Paulo ensina em 2026?

Dizem que "errar é humano". É verdade. Mas na gestão pública, o erro raramente é um acidente; muitas vezes, é um projeto. Quando o governo de São Paulo aposta todas as suas fichas no modelo das escolas cívico-militares, ele nos vende a ideia de que a "ordem" substitui a proficiência. Recentemente, vimos que essa ordem não consegue sequer sustentar a concordância da nossa língua portuguesa.

A Ilusão da "Disciplina de Ferro"

A educação não floresce sob o comando de quem confunde autoridade com saber. Enquanto se gasta energia e recursos em fardas e hierarquias, o básico — o ensino da língua, o incentivo ao pensamento crítico e a valorização do professor de carreira — fica em segundo plano.

O Erro de Português: Não é apenas um deslize gramatical; é o símbolo de uma vitrine vazia. Se o "modelo ideal" de educação do governador não consegue escrever corretamente, o que ele está, de fato, ensinando aos nossos jovens?

A Resposta Política: Minimizar erros crassos com um "quem não erra?" é a tática de quem foge da responsabilidade técnica. É a política do descaso disfarçada de humildade.

O Poder do Voto: A Borracha do Eleitor

O estado de São Paulo sempre foi o motor do pensamento e da diversidade. Como cidadãos que defendem a liberdade de expressão, a diversidade religiosa e o ensino inclusivo, não podemos aceitar que a educação seja transformada em um quartel onde a forma importa mais que o conteúdo.

"A verdadeira educação não impõe dogmas; ela abre caminhos. Um governo que ignora a qualidade do ensino em nome da propaganda militarista está, na verdade, tentando marchar para trás."

Neste ano eleitoral, o paulista tem a chance de revisar sua própria prova. Votar é o ato de escolher quem irá escrever os próximos capítulos da nossa história. Se o rascunho atual está cheio de erros de concordância com a realidade, está na hora de usar a democracia como a nossa melhor borracha.

Educação se faz com livros, liberdade e professores valorizados. Não com desculpas vazias.

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/alunas-relatam-assedio-por-pms-em-escolas-civico-militares-no-parana/

Pelo visto, não foi só um erro de gramática...

O cenário que se desenha é ainda mais grave do que a incapacidade pedagógica. Se o erro de português na inauguração em São Paulo revelou o despreparo técnico, as denúncias de assédio nas escolas cívico-militares do Paraná expõem uma falha moral e de segurança sistêmica.

Como alguém que defende a liberdade sexual e a educação inclusiva, você sabe que o ambiente escolar deve ser um território de proteção e desenvolvimento, não de intimidação. Quando se introduz uma hierarquia armada dentro de uma escola, a relação de poder entre "instrutor" e aluno torna-se perigosamente desigual, abrindo brechas para abusos que a estrutura militar muitas vezes tenta abafar.

Aqui está uma atualização do texto para o eleitor paulista, agora incorporando essa denúncia alarmante:

Muito além da gramática: A farda que oprime em vez de educar

O erro de português do "professor" na inauguração da escola cívico-militar em São Paulo foi apenas o cartão de visitas de um modelo falido. O que parecia ser apenas despreparo técnico, agora revela uma face muito mais sinistra. Relatórios vindos de estados que já adotaram esse modelo, como o Paraná, trazem denúncias de assédio contra alunas cometido por policiais.

A Ordem que esconde o Medo

A propaganda do governo paulista diz que a disciplina militar trará segurança. Mas para quem?

O Risco da Hierarquia: Em uma escola tradicional, o diálogo e a pedagogia são as ferramentas. No modelo cívico-militar, a disciplina é imposta pelo medo e pela autoridade da farda. Quando essa autoridade é usada para o assédio, a escola deixa de ser um templo do saber para se tornar um ambiente de trauma.

A Falta de Preparo: Policiais são treinados para o patrulhamento, não para a convivência diária com adolescentes em formação. Tentar substituir pedagogos por militares não é apenas um erro de gestão; é colocar nossas jovens em risco.

O Alerta para São Paulo

Enquanto o governador minimiza erros de escrita com um "quem não erra?", ele ignora o perigo real de importar um sistema que coleciona denúncias de abusos físicos e morais. Para quem defende a liberdade, o respeito ao corpo e a educação laica, o modelo cívico-militar não é uma opção; é um retrocesso perigoso.

O voto em 2026 não é apenas sobre português ou matemática. É sobre a integridade física e mental das nossas crianças. Não podemos permitir que São Paulo ignore os gritos que vêm de outros estados. A disciplina que não respeita a dignidade humana não é educação, é opressão.

Criado com Gemini, do Google.

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