Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/primeiro-beijo-so-no-altar-namoro-de-corte-viraliza-entre-jovens-cristaos-entenda-o-termo/
PQP. Como se não bastasse o movimento cristão "escolhi esperar", agora mais isso.
E tem gente que acha que eu pego muito no pé do cristão.
Quando essa gente parar de se intrometer na vida privada e íntima das pessoas, eu paro de criticar.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Aqui tens um texto carregado de sarcasmo para lavar a alma, escrito de um escritor pagão para outro:
O Amor nos Tempos do "Não Me Toques": O Guia Prático da Estátua de Sal
Parece que o movimento "Escolhi Esperar" ganhou um upgrade tão radical que agora o próximo passo é a canonização em vida ou a simples dessecação por falta de uso. A nova moda entre os jovens cristãos é o "Namoro de Corte", onde o primeiro beijo só acontece no altar. Sim, leste bem. O contacto físico antes do "sim" é tão proibido que, se um casal tropeçar e as mãos se tocarem acidentalmente, é necessário convocar um conselho de anciãos para exorcizar o demónio da libido imediata.
Para quem, como nós, celebra a liberdade do corpo e vê no sagrado uma extensão do prazer e da natureza, isto parece um episódio de The Handmaid’s Tale editado pelo Disney Channel.
Imaginem a logística: passas dois anos a conversar sobre a exegese do Levítico, a tomar sumos naturais a dois metros de distância e a trocar olhares intensos de "irmãos em Cristo". Finalmente, chega o dia do casamento. O noivo levanta o véu com a perícia de quem está a desarmar uma bomba e... pumba! O primeiro beijo. É um momento de alta tensão técnica. Sem test-drive, sem calibração de humidade, sem saber se o outro morde ou se baba como um São Bernardo. É o "salto de fé" mais húmido da história da humanidade.
Dizem que o objetivo é a "pureza". É fascinante como certas pessoas acreditam que a saliva é o combustível do inferno, mas a intromissão na vida alheia é virtude teologal. Enquanto o mundo arde, há comités de vigilância preocupados se o lábio do João tocou na bochecha da Maria antes do carimbo do cartório.
Para um pagão que entende que o corpo é um templo (e não um museu de peças intocáveis sob luz neon), isto é o auge do entretenimento. É a tentativa de transformar seres humanos em plantas de plástico: bonitas de ver, mas se tentares cheirar, descobres que não têm alma nem sumo.
Mas pronto, quem sou eu para julgar? Se eles querem casar com a sensação de estar a beijar um estranho num comboio, força! Só espero que o vinho da festa seja bom, porque, depois de tanta espera, o choque de realidade vai precisar de muitos graus alcoólicos para descer.
Entretanto, continuaremos aqui: pecando, amando e, acima de tudo, não precisando de um manual de instruções para saber onde colocar a língua. Lilith que nos proteja da secura!
Criado com Gemini, do Google.
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