Um artigo publicado na prestigiada revista científica Nature focalizou a reconstrução das temperaturas no leste da Antártida nos ultimos 340 mil anos, feita por uma equipe de cientistas britânicos. Elas foram entre 6º C e 10º C mais elevadas que as atuais. Entre 800 DC e 1200 DC, as temperaturas estiveram entre 1º C e 2º C acima das atuais e o clima quente permitiu que os Vickings colonizassem as regiões nore do Canadá e uma ilha chamada Groenlândia, hoje cobertas de gelo.
De 1350 a 1920 o clima se resfriou, com temperaturas 1,5 º C a 2º C inferiores às de hoje, particularmente na Europa Ocidental. POrém, após 1920, o clima voltou a se aquecer e as temperaturas se elevaram.
Que ocorreu um aquecimento global nos últimos 100 anos não há dúvida! A questão que se coloca é se o aquecimento observado é natural ou antropogênico e se é controlado pelo CO2.
Análise de climas passados mostraram que variações da temperatura e da concentração de CO2 não estão relacionadas entre si, ou seja, o CO2 não controla o clima global. Ao contrário, a temperatura do sistema climático, ao aumentar, induz o aumento do CO2 na atmosfera.
Recenrtemente, entre 1977 e 1998, ocorreu um breve período de aquecimento dos oceanos e do clima e é esse aquecimento que está sendo atribuído às emissões humanas. Na realidade, os fluxos naturais de carbono entre os oceanos, vegetação e solo (incluindo vulcões) somam 200 bilhões de toneladas por ano.
As emissões humanas são insignificantes em relação às naturais. Não há evidências científicas, portanto, que o CO2 emitido pelo Homem interfira no clima global, sendo variabilidade deste natural. Também não há comprovação que o nível dos mares esteja subindo.
Ou seja, um ciclo natural, que já ocorreu antes e se repetirá em torno de 2025. Um ponto importante é que o CO2 tem sido tratado pela mídia como se fosse um vilão, um poluente! CO2 é o gás da vida! Nós e os animais não produzimos a comida que ingerimos. Quem o faz são as plantas, via fotossíntese, por meio do qual retiram CO2 do ar e o transformam em amidos, açucares, fibras dos quais nos alimentamos. Na hipótese absurda de eliminar o CO2, a vida acabaria na Terra.
Autor: Luiz Carlos Baldicero Molion. Publicado na Galileu nº 223, fevereiro de 2010.
sábado, 30 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
O paradoxo de Epicuro
Causa-me risos ver Cristãos tentando [inútilmente] refutar os pensadores antigos, especialmente quando o pensamento desafia a doutrina limitada do Cristianismo.
O paradoxo de Epicuro diz:
Deus deseja prevenir o mal, mas não é capaz? Então não é onipotente.
É capaz, mas não deseja? Então é malevolente.
É capaz e deseja? Então por que o mal existe?
Não é capaz e nem deseja? Então por que lhe chamamos Deus?
Então, um cristão [católico], cita parcialmente a coluna de Hélio Schwartsman que diz:
Com efeito, a contradição entre a ideia de um bem absoluto e o mal visível é conhecida desde a Antiguidade. Atribui-se a Epicuro o seguinte dilema: Se Deus é bom e onipotente, não poderia haver mal sobre a Terra; havendo, ou Deus não quer acabar com o mal --e não é benevolente-- ou não pode fazê-lo --e não é onipotente. (Poderíamos, é verdade, reduzir o dilema a um problema de linguagem e, portanto, a um falso paradoxo: a questão é insolúvel porque foi mal formulada; não posso exigir nem de um Ser Supremo que aja contraditoriamente. Mas, com essa interpretação, perderíamos toda a graça do debate metafísico).
Helio Schwartsman não deve ter entendido o paradoxo de Epicuro, pois um paradoxo não é um dilema e a questão não é de linguagem, mas de ética. Mas como o paradoxo incomoda aos Cristãos, tenta-se desviar do paradoxo, reduzindo-o à uma questão mal formulada e, portanto, insolúvel. Não procuram responder porque sabem que isto os levaria a questionar a base ética do Deus Cristão e é insolúvel porque o Deus Cristão é amoral.
E o cristão [católico] comemora uma falsa vitória:
[O texto de Schwartsman] Só queria apontar que (a) Epicuro é um falso paradoxo, como o próprio articulista comenta; (b) o mal não é uma “aparência”, e sim uma ausência; e (c) é interessantíssimo que o articulista reconheça que o acaso, “a ausência de propósito”, são insuportáveis ao ser humano.
Que foi derrubada com um único comentário:
A despeito do esforço do articulista, o paradoxo de Epicuro resiste.
Se o problema do mal é ausência, permanece o paradoxo, pois se teu Deus é onipotente e onipresente, como pode haver ausência?
O paradoxo de Epicuro é um desafio aos teístas, não porque questiona o problema do mal - fato, ação, circunstãncia - mas porque questiona a presunção das crenças humanas ao atribuir a um (ou mais) Deus(es) a Bondade, a Justiça, a Onipotência, a Onipresença e a Onisciência. Este era o cerne da questão quando Epicuro escreveu seus pensamentos, uma época em que as cidades-estado da Grécia Antiga concentravam o poder político, econômico e religioso; uma época quando o Politeísmo começava a se transformar em Monoteísmo; uma época onde começava a ter uma religião de Estado, uma religião nacional.
Nesta Era dos Impérios, uma transformação se operava no espírito humano, mas ainda assim se buscava um respaldo, uma base, uma consagração na Religião Antiga. Uma vez consolidada a transformação, a organização social e política na Idade Antiga foi determinada pela religião de Estado, pela religião nacional, pela religião do Império.
Com o colapso do Império Romano, a organização política ficou com os Bárbaros e a estrutura religiosa do Império ficou com a Igreja. Assim como os reis bárbaros haviam assimilado a cultura romana, os sacerdotes cristãos haviam assimilado a filosofia grega. Assim como os reis bárbaros usaram o poder militar dos romanos, os sacerdotes cristãos usaram o poder da retórica grega.
A Idade Média foi uma época de estagnação na filosofia. Mesmo os pensadores apologéticos, como Santo Agostinho e Tomás de Aquino, não se aprofundaram nas questões filosóficas, apenas repetiam ou citavam os pensamentos de Aristóteles. A Igreja nunca consegui refutar completamente os trabalhos de Epicuro, Celsus, Juliano e outros.
O paradoxo deixa de ser um desafio simplesmente refutando a premissa de que um (ou mais) Deus(es) deve(m) ser bom(ns), justo(s), onipotente(s), onipresente(s) e onisciente(s). Na concepção dos povos antigos, conservada nos mitos, os Deuses demonstravam ter um comportamento assombrosamente humano. Mesmo os Deuses seguiam determinados padrões de ética e moral.
Nos dias atuais, a humanidade vê sacerdotes de uma religião majoritária dar mais importância às doutrinas de suas crenças do que aos valores humanos. Diante disso, é necessário retomar os questionamentos, contestar, resistir e, por fim, apostatar. Está na hora da humanidade acabar com a tirania da Igreja. Está na hora do ser humano retomar o domínio de sua vida.
O fim da picada
Na Bahia, um padrasto foi detido por ter colocadi diversas agulhas em seu enteado. A Polícia e a Imprensa Abutre denunciaram o caso como sendo um "ritual de magia negra", prato que os cristãos fundamentalistas comeram que se empapuçaram.
No Haiti, o cônsul George Samuel Antoine e o pastor Pat Robertson declararam que o terremoto foi um "castigo de Deus", por causa da "idolatria" e da bruxaria [Voudun] praticado pelos haitianos, embora o país seja considerado majoritáriamente católico.
A conexão entre estas notícias, aparentemente distintas, está no preconceitoe na intolerância contra os povos e as crenças oriundos da diáspora africana. Infelizmente, a calúnia e a difamação contra eles não é uma exclusividade dos Cristãos, mas também de alguns Pagãos que esposam ideais racistas.
Nós, Pagãos, que lutamos tanto contra o preconceito, a intolerância, a difamação, a calúnia, não podemos criticar os povos e as crenças oriundas da diáspora africana. Os afro-descendentes tem o mesmo direito que os euro-descendentes de resgatar suas crenças e raízes.
As práticas dessas crenças podem desagradar, em especial a alguns Pagãos que encampam o Direito dos Animais, mas as crenças antigas que existiam, tanto na Europa quanto no Mediterrâneo, também sacrificavam animais. Até mesmo na Época Clássica, quando Gregos e Romanos se consideravam mais "cultos" e "civilizados" do que os bárbaros.
Não cabe aos Pagãos ensejarem esse discurso arrogante do "culto" contra o "selvagem", pois colocaríamos em risco as legítimas crenças dos povos aborígenes. Não cabe aos Pagãos "autorizar" ou "permitir" as práticas e crenças dos afro-descendentes, pois colocariamos em risco nossa luta pela liberdade religiosa. Não cabe aos Pagãos denegrir tais práticas e crenças por motivos raciais, pois há apenas uma espécie: a humana.
As crenças oriundas da diáspora africana devem ser respeitadas, estudadas e compreendidas. Quem as critica, colocando-se comodamente na posição de "civilizado", de "culto", de "superior", se escondendo em um falso senso de "estirpe", não conhece e nem compreende o conceito das Gens das religiões antigas.
No Haiti, o cônsul George Samuel Antoine e o pastor Pat Robertson declararam que o terremoto foi um "castigo de Deus", por causa da "idolatria" e da bruxaria [Voudun] praticado pelos haitianos, embora o país seja considerado majoritáriamente católico.
A conexão entre estas notícias, aparentemente distintas, está no preconceitoe na intolerância contra os povos e as crenças oriundos da diáspora africana. Infelizmente, a calúnia e a difamação contra eles não é uma exclusividade dos Cristãos, mas também de alguns Pagãos que esposam ideais racistas.
Nós, Pagãos, que lutamos tanto contra o preconceito, a intolerância, a difamação, a calúnia, não podemos criticar os povos e as crenças oriundas da diáspora africana. Os afro-descendentes tem o mesmo direito que os euro-descendentes de resgatar suas crenças e raízes.
As práticas dessas crenças podem desagradar, em especial a alguns Pagãos que encampam o Direito dos Animais, mas as crenças antigas que existiam, tanto na Europa quanto no Mediterrâneo, também sacrificavam animais. Até mesmo na Época Clássica, quando Gregos e Romanos se consideravam mais "cultos" e "civilizados" do que os bárbaros.
Não cabe aos Pagãos ensejarem esse discurso arrogante do "culto" contra o "selvagem", pois colocaríamos em risco as legítimas crenças dos povos aborígenes. Não cabe aos Pagãos "autorizar" ou "permitir" as práticas e crenças dos afro-descendentes, pois colocariamos em risco nossa luta pela liberdade religiosa. Não cabe aos Pagãos denegrir tais práticas e crenças por motivos raciais, pois há apenas uma espécie: a humana.
As crenças oriundas da diáspora africana devem ser respeitadas, estudadas e compreendidas. Quem as critica, colocando-se comodamente na posição de "civilizado", de "culto", de "superior", se escondendo em um falso senso de "estirpe", não conhece e nem compreende o conceito das Gens das religiões antigas.
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sábado, 23 de janeiro de 2010
Sexualidade e fidelidade
Texto interessante e curioso, se considerarmos que foi publicado na comunidade orkut "Sociedade Wicca", comunidade onde é comum textos condenando a "heteronormatividade", da qual eu fui banido em 2006 (?) por causa de minha postura tradicionalista.
O sexo para um pagão jamais deve ser visto como pecado, um mal necessário, ou apenas uma forma de procriação, mas sim vivenciado em toda a sua plenitude pois trata-se de um dos mais importantes sacramentos da vida de qualquer ser humano. É a expressão fisica e humana do prazer dos Deuses e reprimir este prazer, consiste em um dos maiores atos de desrespeito à grande mãe e seu consorte.
Desde os tempos mais remotos, o êxtase sexual e espiritualidade estão ligados de forma indissolúvel. Pinturas antigas encontradas em caversas deixam claro que as antigas civilizações usavam o ato sexual em suas celebrações ritualisticas e testemunham a veneralidade à fertilidade feminina e sua capacidade de gerar a vida!
O sexo além de ser um ato sagrado, é tão natural quanto nossas outras necessidades. Comemos quando sentimos fome, bebemos quando sentimos sede, dormimos quando sentimos sono, então, por que não fazer amor quando sentimos vontade e com quem sentimos vontade? Só por que alguém no passado, nos primórdios do sistema patriarcalista disse que é errado, que é pecado? Mas por que um ato tão bonito, e que nos faz sentir tão bem seria errado, seria pecado? Se quando atingimos um orgasmo sexual, vivenciamos um êxtase fisico e mental completo que nos deixa plenos e nos faz tão bem, que sentido há manchar algo tão puro com pecados e erros?
Nas civilizações antigas, a necessidade de fertilidade era primordial para evitar a mortalidade não só de suas tribos como de seus rebanhos. Mulheres férteis com seios fartos e quadris largos eram consideradas o retrato humano da grande Deusa Mãe. Era considerada a representante da Deusa na terra, as sacerdotiza da Deusa e enquanto essa mulher fosse capaz de gerar filhos, tinha alto poder dentro da tribo. Quando passava sua fertilidade, seu posto era transferido para umamulher mais jovem que pudesse gerar filhos e a mulher mais velha assumia a condição de sábia da tribo.
Era costume que os melhores caçadores da tribo usassem os chifres e pele dos animais que foram por eles abatidos, para adquirirem sua força e fertilidade. O macho que possuiam os maiores chifres eram os machos mais férteis, por isso, eram os mais visados pelos caçadores.
Assim, praticar sexo após uma caçada, era uma forma ritualistica de transferir a força e a fertilidade do animal abatido para a criança que iria nascer, por meio do rito sexual, onde herdava esses poderes e enrriqueceria a tribo. Outra crença era a de que o animal sacrificado em prol da tribo seria recompensado com o renascimento na forma humana.
Todas essas colocações que não chegam nem a metade de sua totalidade, foram usadas para frizar o importancia que o sexo tem não só no cliclo de fertilidade como nas relações em geral e que sexo e religião sempre caminharam juntos, pois a partir do sexo que muitos rituais foram formados.
A famosa idéia falsa de fidelidade e respeito. Respeito ao parceiro não consiste em se reprimir ou reprimir o parceiro sexualmente, e sim, liberta-lo para a plenitude do amor e da sexualidade! Devemos entender que se alguem está do nosso lado, está por que existe em nós qualidades que o agradam, mas ao reprimir o parceiro de sua liberdade, tanto de vida como sexual, leva a uma falta de cumplicidade, fundamental num bom relacionamento, gerando um afastamento posterior, quando não gera procuras por parceiros diversos às escondidas gerando assim uma teia de mentiras e consequentemente uma traição. Traição é isso! MENTIRAS, pois vc acaba por iludir o seu companheiro e a outra pessoa envolvida com historias irreais. Tudo por causa da repressão sexual patriarcal, camuflada numa frase que diz ser "coisa minha" quando na verdade é coisa de outros que foram incutidos na sua cabeça desde a sua infância!
Se somos conscientes de que somos filhos da grande mãe, que somos livres e o paganismo nos liberta de dogmas repressivos e se queremos vivenciar o paganismo em toda a sua totalidade e plenitude, devemos primeiro nos desvencilhar, nos libertar por completo dos dogmas repressivos e aprisionantes do patriarcalismo judaico-cristão e vivenciar o sexo como ele realmente é......UM ATO SAGRADO QUE JAMAIS PODERÁ SER REPRIMIDO!
Por mais que vc pense que reprimindo o seu parceiro sexualmente, crendo que isso é fidelidade e respeito, saiba que o seu parceiro NUNCA deixará de fazer amor com a pessoa que ele deseja, mesmo que seja somente por mentalização, o seu parceiro vai fazer amor com pessoas que ele deseja e que definitivamente NÃO será vc!
Portanto.....libertem-se das algemas patriarcalistas sexuais e repressivas, vivam sua plenitude sexual e sejam plenamente felizes, pois se reprimimos uma parte de nós, o que teremos é uma falsa ideia de felicidade.
O pudor consiste em não vulgarizarmos um ato que fazemos, e não em deixar de levar concientimente à nossa cama aqueles que desejamos e que merecem tal honraria.
Autora: Angel Bruxa Aisha Sad.
O sexo para um pagão jamais deve ser visto como pecado, um mal necessário, ou apenas uma forma de procriação, mas sim vivenciado em toda a sua plenitude pois trata-se de um dos mais importantes sacramentos da vida de qualquer ser humano. É a expressão fisica e humana do prazer dos Deuses e reprimir este prazer, consiste em um dos maiores atos de desrespeito à grande mãe e seu consorte.
Desde os tempos mais remotos, o êxtase sexual e espiritualidade estão ligados de forma indissolúvel. Pinturas antigas encontradas em caversas deixam claro que as antigas civilizações usavam o ato sexual em suas celebrações ritualisticas e testemunham a veneralidade à fertilidade feminina e sua capacidade de gerar a vida!
O sexo além de ser um ato sagrado, é tão natural quanto nossas outras necessidades. Comemos quando sentimos fome, bebemos quando sentimos sede, dormimos quando sentimos sono, então, por que não fazer amor quando sentimos vontade e com quem sentimos vontade? Só por que alguém no passado, nos primórdios do sistema patriarcalista disse que é errado, que é pecado? Mas por que um ato tão bonito, e que nos faz sentir tão bem seria errado, seria pecado? Se quando atingimos um orgasmo sexual, vivenciamos um êxtase fisico e mental completo que nos deixa plenos e nos faz tão bem, que sentido há manchar algo tão puro com pecados e erros?
Nas civilizações antigas, a necessidade de fertilidade era primordial para evitar a mortalidade não só de suas tribos como de seus rebanhos. Mulheres férteis com seios fartos e quadris largos eram consideradas o retrato humano da grande Deusa Mãe. Era considerada a representante da Deusa na terra, as sacerdotiza da Deusa e enquanto essa mulher fosse capaz de gerar filhos, tinha alto poder dentro da tribo. Quando passava sua fertilidade, seu posto era transferido para umamulher mais jovem que pudesse gerar filhos e a mulher mais velha assumia a condição de sábia da tribo.
Era costume que os melhores caçadores da tribo usassem os chifres e pele dos animais que foram por eles abatidos, para adquirirem sua força e fertilidade. O macho que possuiam os maiores chifres eram os machos mais férteis, por isso, eram os mais visados pelos caçadores.
Assim, praticar sexo após uma caçada, era uma forma ritualistica de transferir a força e a fertilidade do animal abatido para a criança que iria nascer, por meio do rito sexual, onde herdava esses poderes e enrriqueceria a tribo. Outra crença era a de que o animal sacrificado em prol da tribo seria recompensado com o renascimento na forma humana.
Todas essas colocações que não chegam nem a metade de sua totalidade, foram usadas para frizar o importancia que o sexo tem não só no cliclo de fertilidade como nas relações em geral e que sexo e religião sempre caminharam juntos, pois a partir do sexo que muitos rituais foram formados.
A famosa idéia falsa de fidelidade e respeito. Respeito ao parceiro não consiste em se reprimir ou reprimir o parceiro sexualmente, e sim, liberta-lo para a plenitude do amor e da sexualidade! Devemos entender que se alguem está do nosso lado, está por que existe em nós qualidades que o agradam, mas ao reprimir o parceiro de sua liberdade, tanto de vida como sexual, leva a uma falta de cumplicidade, fundamental num bom relacionamento, gerando um afastamento posterior, quando não gera procuras por parceiros diversos às escondidas gerando assim uma teia de mentiras e consequentemente uma traição. Traição é isso! MENTIRAS, pois vc acaba por iludir o seu companheiro e a outra pessoa envolvida com historias irreais. Tudo por causa da repressão sexual patriarcal, camuflada numa frase que diz ser "coisa minha" quando na verdade é coisa de outros que foram incutidos na sua cabeça desde a sua infância!
Se somos conscientes de que somos filhos da grande mãe, que somos livres e o paganismo nos liberta de dogmas repressivos e se queremos vivenciar o paganismo em toda a sua totalidade e plenitude, devemos primeiro nos desvencilhar, nos libertar por completo dos dogmas repressivos e aprisionantes do patriarcalismo judaico-cristão e vivenciar o sexo como ele realmente é......UM ATO SAGRADO QUE JAMAIS PODERÁ SER REPRIMIDO!
Por mais que vc pense que reprimindo o seu parceiro sexualmente, crendo que isso é fidelidade e respeito, saiba que o seu parceiro NUNCA deixará de fazer amor com a pessoa que ele deseja, mesmo que seja somente por mentalização, o seu parceiro vai fazer amor com pessoas que ele deseja e que definitivamente NÃO será vc!
Portanto.....libertem-se das algemas patriarcalistas sexuais e repressivas, vivam sua plenitude sexual e sejam plenamente felizes, pois se reprimimos uma parte de nós, o que teremos é uma falsa ideia de felicidade.
O pudor consiste em não vulgarizarmos um ato que fazemos, e não em deixar de levar concientimente à nossa cama aqueles que desejamos e que merecem tal honraria.
Autora: Angel Bruxa Aisha Sad.
Recomendação médica
Esta vai para os que, como eu, chegou na fase dos "enta", cheio de preocupações com colesterol, pressão alta e a saúde do coração. Você certamente deve ter ouvido que é preciso manter uma dieta saudável e praticar exercício.
Pois bem, eis que descobriram uma forma interessante para manter a sua [a nossa] saúde cardiovascular:
Fazer sexo regularmente é bom para a saúde cardiovascular.
Homens que fazem sexo com menos frequência apresentam maior risco de doença cardiovascular, segundo estudo publicado este mês no American Journal of Cardiology. Acompanhando, por 16 anos, mais de mil homens com média de idade de 50 anos e sem histórico de doença cardiovascular no início do estudo, pesquisadores americanos descobriram que, comparados àqueles que disseram fazer sexo de duas a três vezes por semana, os voluntários que tinham relações sexuais apenas uma vez por mês ou menos tinham 45% maior risco de doença cardiovascular no período.
De acordo com os autores, esses resultados ocorriam também considerando fatores como idade e disfunção erétil – no princípio da pesquisa, 213 participantes apresentavam a impotência sexual. “Nossos resultados sugerem que uma baixa frequência de atividade sexual prediz (doença cardiovascular) independentemente de disfunção erétil, e que a triagem para atividade sexual pode ser clinicamente útil”, ressaltaram os autores na publicação.
Os pesquisadores avaliaram também o papel do desejo sexual e a capacidade para atividade sexual como possíveis fatores de risco cardíaco. E observaram que “homens que são sexualmente ativos provavelmente têm libido e capacidade para atividades físicas; então, a capacidade de fazer sexo poderia ser um marcador de saúde geral”. Além disso, a pesquisadora Susan Hall destaca que aqueles com atividade sexual regular têm maior probabilidade de estar em um relacionamento íntimo com um parceiro regular, o que poderia melhorar a saúde através do apoio social e da redução do estresse.
Baseados nos resultados, os especialistas apontam que os médicos podem ter pistas sobre a condição cardiovascular de um paciente perguntando a ele questões sobre sua vida sexual. “A mensagem para os homens é que a saúde sexual pode predizer a saúde cardiovascular, e os homens devem se consultar com seu médico se experimentarem disfunção erétil ou dificuldades sexuais”, concluiu a especialista.
Fonte: GazetaWeb
Pois bem, eis que descobriram uma forma interessante para manter a sua [a nossa] saúde cardiovascular:
Fazer sexo regularmente é bom para a saúde cardiovascular.
Homens que fazem sexo com menos frequência apresentam maior risco de doença cardiovascular, segundo estudo publicado este mês no American Journal of Cardiology. Acompanhando, por 16 anos, mais de mil homens com média de idade de 50 anos e sem histórico de doença cardiovascular no início do estudo, pesquisadores americanos descobriram que, comparados àqueles que disseram fazer sexo de duas a três vezes por semana, os voluntários que tinham relações sexuais apenas uma vez por mês ou menos tinham 45% maior risco de doença cardiovascular no período.
De acordo com os autores, esses resultados ocorriam também considerando fatores como idade e disfunção erétil – no princípio da pesquisa, 213 participantes apresentavam a impotência sexual. “Nossos resultados sugerem que uma baixa frequência de atividade sexual prediz (doença cardiovascular) independentemente de disfunção erétil, e que a triagem para atividade sexual pode ser clinicamente útil”, ressaltaram os autores na publicação.
Os pesquisadores avaliaram também o papel do desejo sexual e a capacidade para atividade sexual como possíveis fatores de risco cardíaco. E observaram que “homens que são sexualmente ativos provavelmente têm libido e capacidade para atividades físicas; então, a capacidade de fazer sexo poderia ser um marcador de saúde geral”. Além disso, a pesquisadora Susan Hall destaca que aqueles com atividade sexual regular têm maior probabilidade de estar em um relacionamento íntimo com um parceiro regular, o que poderia melhorar a saúde através do apoio social e da redução do estresse.
Baseados nos resultados, os especialistas apontam que os médicos podem ter pistas sobre a condição cardiovascular de um paciente perguntando a ele questões sobre sua vida sexual. “A mensagem para os homens é que a saúde sexual pode predizer a saúde cardiovascular, e os homens devem se consultar com seu médico se experimentarem disfunção erétil ou dificuldades sexuais”, concluiu a especialista.
Fonte: GazetaWeb
Nove mitos sobre o amor
Pesquisas acadêmicas sobre um dos mais estudados sentimentos da humanidade derrubam conceitos consagrados sobre o relacionamento entre o homem e a mulher.
Quem entende o amor? Tido por muitos como a força que move o mundo, ele é debatido, estudado, virado, revirado e vivido intensamente, mas ninguém consegue compreender os mecanismos que guiam esse intrincado sentimento. Por essa aura de mistério que o cerca e porque ele é um dos temas que mais fascinam os homens desde o início dos tempos, não param de surgir teorias e especialidades criadas com o intuito de tentar explicá-lo. Sem sucesso, diga-se de passagem. Mas da ânsia pelo esclarecimento do que parece ser incompreensível e das infinitas discussões do assunto surgem consensos. E, baseados quase exclusivamente na observação do comportamento humano, eles viram senso comum. “Os homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens”; “relações proibidas são empolgantes”; “o convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal”; “para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual”; “biologicamente, nós, humanos, não fomos feitos para a monogamia”. E se todas essas afirmações fossem mitos? Nos últimos anos, um sem-número de cientistas se debruçou sobre o comportamento de milhares de voluntários para analisar suas reações nas diferentes etapas do relacionamento afetivo: quando queriam conquistar, no momento em que gostariam de ser conquistados, na hora em que decidiam morar juntos, quando traíam ou envelheciam, entre outros. Com as pesquisas, uma série de mitos caiu por terra.
É só comprovar o que dizem os estudos nos quadros ao longo desta reportagem. Nove conceitos consagrados sobre relacionamento afetivo são derrubados, um a um. São teses acadêmicas de respeitadas instituições de ensino do Exterior que se sustentam em investigações e experimentos genéticos sobre monogamia e psicológicos que se debruçam sobre a atração sexual e o fim da paixão, entre outros. “Uma coisa é o que as pessoas dizem que fazem”, explica Marcelo Lercher, sociólogo e professor da Universidade de Brasília. “Outra é o que elas fazem de fato.” É dessa diferença que surgem os mitos. Não é de hoje que o mito ocupa um lugar de destaque nas sociedades. Na cultura ocidental, os primeiros registros surgiram na Grécia Antiga. Lá, algumas histórias representativas da cultura daquele tempo criaram moldes para o que se julgava certo e errado – o que torna o mito um fenômeno intimamente ligado à época e ao local em que ele surge. O amor e o ser amado na Grécia Antiga, por exemplo, eram como objetos inalcançáveis, perfeitos e pelos quais se justificava uma busca quase obsessiva. “É uma aspiração do menos perfeito ao mais perfeito”, explica Arlindo Ferreira Gonçalves Júnior, professor de filosofia e psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP). O sentimento é mais desejo e idealização do que prática. “O amor surge como uma vontade que nunca se sacia”, resume Gonçalves. É nesse momento que nasce o mito do amor platônico, ícone daquele sentimento que se restringe à idealização e que é pleno só quando não é correspondido.
Já no primeiro milênio da era cristã, com a consolidação do cristianismo como religião representativa no Ocidente, a noção grega de amor sofreu uma mudança radical – e, com ela, mudaram os mitos. Na religião de Jesus Cristo, o sentimento perde esse forte componente de carência porque Deus, o grande objeto de adoração, também ama. Nesse sentido, desaba a noção de amor ideal como o não correspondido forjada na Grécia Antiga e, no lugar, entra uma nova percepção do sentimento. Se Deus assume o posto máximo de ser amado, ele abre espaço para exigências mais terrenas de um companheiro ou companheira. Esse movimento em direção à humanização do sentimento também ganha força no Ocidente a partir das Cruzadas, no século XII. Durante as investidas ao Oriente, os europeus se deparam com noções de amor sensual até então desconhecidas ou esquecidas, principalmente depois da queda do Império Romano, no velho continente. Uma vez de volta a uma Europa em ascensão, eles ressurgem em movimentos literários influenciados pela cultura absorvida nessas viagens. Nessa época, aparecem diversas variações de mitos do guerreiro herói que, impelido pelo amor, resgata uma princesa pura e dá a ela a vida eterna com o seu sentimento.
Trata-se de uma concepção mais abrandada da idealizada platônica: ela já acontece no plano terreno e envolve pessoas com qualidades humanas. São as sementes do amor cada vez mais pessoal e carnal que se consolidará na Europa. Até o final do século XIX, as mudanças culturais e mitológicas já enumeradas demoravam décadas, até séculos para acontecer. Isso mudou de maneira determinante no século XX, quando tudo se acelerou. Duas grandes guerras mundiais, a ascensão e queda do comunismo e o turbilhão dos anos 60 foram mais do que suficientes para fragilizar consensos e mitos até então bem alicerçados, como o de que um casamento só funcionaria com os papéis de homem e mulher bem estabelecidos. Daí conceitos que o senso comum consagrou foram perdendo a credibilidade. Não é a toa que um dos mais respeitados historiadores da atualidade, o inglês Eric Hobsbawm, batizou essa centena de anos de “breve século XX” e falou em uma era de extremos para identificar o período. É nesse contexto que se criou boa parte das afirmações que são desmistificadas pelos estudiosos. Especialistas e pesquisadores procuraram explicar a origem dessas máximas, com base em estudos e teses acadêmicas recentes, de centros de excelência no Brasil e no Exterior. E, principalmente, porque hoje elas podem ser consideradas mitos. Mas, como vivemos uma época de mudanças que ocorrem com cada vez mais rapidez, amanhã elas podem voltar a ser consideradas verdades absolutas, para depois ser derrubadas novamente...
“A concepção que temos do amor é a essência das nossas relações pessoais, mas hoje vivemos no tempo do amor líquido”, reforça o professor Gonçalves, da PUCCAMP, valendose de uma imagem comumente usada por um dos grandes teóricos da modernidade atual, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, também professor, só que das Universidades de Varsóvia, na Polônia, e de Leeds, na Inglaterra. “Essa é a era da impermanência e da volatilidade das relações humanas e isso tem reflexos inevitáveis no nosso entendimento de tudo. Inclusive do amor.”
1 - Homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens.
2 - Relações proibidas são mais empolgantes.
3 - Relação com mulheres feministas é mais difícil.
4 - O romance e a paixão desaparecem com o tempo.
5 - O fim de um relacionamento é mais difícil para quem ainda está apaixonado.
6 - O convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal.
7 - Biologicamente, os homens não foram feitos para a monogamia.
8 - Para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual.
9 - Brigas e críticas minam o casamento.
Fonte: IstoÉ
Quem entende o amor? Tido por muitos como a força que move o mundo, ele é debatido, estudado, virado, revirado e vivido intensamente, mas ninguém consegue compreender os mecanismos que guiam esse intrincado sentimento. Por essa aura de mistério que o cerca e porque ele é um dos temas que mais fascinam os homens desde o início dos tempos, não param de surgir teorias e especialidades criadas com o intuito de tentar explicá-lo. Sem sucesso, diga-se de passagem. Mas da ânsia pelo esclarecimento do que parece ser incompreensível e das infinitas discussões do assunto surgem consensos. E, baseados quase exclusivamente na observação do comportamento humano, eles viram senso comum. “Os homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens”; “relações proibidas são empolgantes”; “o convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal”; “para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual”; “biologicamente, nós, humanos, não fomos feitos para a monogamia”. E se todas essas afirmações fossem mitos? Nos últimos anos, um sem-número de cientistas se debruçou sobre o comportamento de milhares de voluntários para analisar suas reações nas diferentes etapas do relacionamento afetivo: quando queriam conquistar, no momento em que gostariam de ser conquistados, na hora em que decidiam morar juntos, quando traíam ou envelheciam, entre outros. Com as pesquisas, uma série de mitos caiu por terra.
É só comprovar o que dizem os estudos nos quadros ao longo desta reportagem. Nove conceitos consagrados sobre relacionamento afetivo são derrubados, um a um. São teses acadêmicas de respeitadas instituições de ensino do Exterior que se sustentam em investigações e experimentos genéticos sobre monogamia e psicológicos que se debruçam sobre a atração sexual e o fim da paixão, entre outros. “Uma coisa é o que as pessoas dizem que fazem”, explica Marcelo Lercher, sociólogo e professor da Universidade de Brasília. “Outra é o que elas fazem de fato.” É dessa diferença que surgem os mitos. Não é de hoje que o mito ocupa um lugar de destaque nas sociedades. Na cultura ocidental, os primeiros registros surgiram na Grécia Antiga. Lá, algumas histórias representativas da cultura daquele tempo criaram moldes para o que se julgava certo e errado – o que torna o mito um fenômeno intimamente ligado à época e ao local em que ele surge. O amor e o ser amado na Grécia Antiga, por exemplo, eram como objetos inalcançáveis, perfeitos e pelos quais se justificava uma busca quase obsessiva. “É uma aspiração do menos perfeito ao mais perfeito”, explica Arlindo Ferreira Gonçalves Júnior, professor de filosofia e psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP). O sentimento é mais desejo e idealização do que prática. “O amor surge como uma vontade que nunca se sacia”, resume Gonçalves. É nesse momento que nasce o mito do amor platônico, ícone daquele sentimento que se restringe à idealização e que é pleno só quando não é correspondido.
Já no primeiro milênio da era cristã, com a consolidação do cristianismo como religião representativa no Ocidente, a noção grega de amor sofreu uma mudança radical – e, com ela, mudaram os mitos. Na religião de Jesus Cristo, o sentimento perde esse forte componente de carência porque Deus, o grande objeto de adoração, também ama. Nesse sentido, desaba a noção de amor ideal como o não correspondido forjada na Grécia Antiga e, no lugar, entra uma nova percepção do sentimento. Se Deus assume o posto máximo de ser amado, ele abre espaço para exigências mais terrenas de um companheiro ou companheira. Esse movimento em direção à humanização do sentimento também ganha força no Ocidente a partir das Cruzadas, no século XII. Durante as investidas ao Oriente, os europeus se deparam com noções de amor sensual até então desconhecidas ou esquecidas, principalmente depois da queda do Império Romano, no velho continente. Uma vez de volta a uma Europa em ascensão, eles ressurgem em movimentos literários influenciados pela cultura absorvida nessas viagens. Nessa época, aparecem diversas variações de mitos do guerreiro herói que, impelido pelo amor, resgata uma princesa pura e dá a ela a vida eterna com o seu sentimento.
Trata-se de uma concepção mais abrandada da idealizada platônica: ela já acontece no plano terreno e envolve pessoas com qualidades humanas. São as sementes do amor cada vez mais pessoal e carnal que se consolidará na Europa. Até o final do século XIX, as mudanças culturais e mitológicas já enumeradas demoravam décadas, até séculos para acontecer. Isso mudou de maneira determinante no século XX, quando tudo se acelerou. Duas grandes guerras mundiais, a ascensão e queda do comunismo e o turbilhão dos anos 60 foram mais do que suficientes para fragilizar consensos e mitos até então bem alicerçados, como o de que um casamento só funcionaria com os papéis de homem e mulher bem estabelecidos. Daí conceitos que o senso comum consagrou foram perdendo a credibilidade. Não é a toa que um dos mais respeitados historiadores da atualidade, o inglês Eric Hobsbawm, batizou essa centena de anos de “breve século XX” e falou em uma era de extremos para identificar o período. É nesse contexto que se criou boa parte das afirmações que são desmistificadas pelos estudiosos. Especialistas e pesquisadores procuraram explicar a origem dessas máximas, com base em estudos e teses acadêmicas recentes, de centros de excelência no Brasil e no Exterior. E, principalmente, porque hoje elas podem ser consideradas mitos. Mas, como vivemos uma época de mudanças que ocorrem com cada vez mais rapidez, amanhã elas podem voltar a ser consideradas verdades absolutas, para depois ser derrubadas novamente...
“A concepção que temos do amor é a essência das nossas relações pessoais, mas hoje vivemos no tempo do amor líquido”, reforça o professor Gonçalves, da PUCCAMP, valendose de uma imagem comumente usada por um dos grandes teóricos da modernidade atual, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, também professor, só que das Universidades de Varsóvia, na Polônia, e de Leeds, na Inglaterra. “Essa é a era da impermanência e da volatilidade das relações humanas e isso tem reflexos inevitáveis no nosso entendimento de tudo. Inclusive do amor.”
1 - Homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens.
2 - Relações proibidas são mais empolgantes.
3 - Relação com mulheres feministas é mais difícil.
4 - O romance e a paixão desaparecem com o tempo.
5 - O fim de um relacionamento é mais difícil para quem ainda está apaixonado.
6 - O convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal.
7 - Biologicamente, os homens não foram feitos para a monogamia.
8 - Para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual.
9 - Brigas e críticas minam o casamento.
Fonte: IstoÉ
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
Representantes de várias religiões e, também, ateus, participaram nesta segunda-feira, 21, de uma cerimônia no Ministério da Justiça em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Líderes das comunidades islâmica e católica e de religiões africanas e indígenas destacaram, na cerimônia, a importância do diálogo entre as religiões para a busca da paz entre os povos.A data foi oficializada pela Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e está sendo comemorada pela primeira vez. O projeto de lei para a criação do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é de autoria do deputado Daniel de Almeida (PCdoB-BA).
Embora muitos digam que no Brasil não existe esse tipo de intolerância, alguns líderes religiosos afirmam que existe intolerância em vários setores da sociedade.
Segundo o subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, a criação da lei e a data da comemoração foram motivadas por um episódio ocorrido na Bahia. Em 21 de janeiro de 2000, uma mãe de santo faleceu, após ser vítima de atos violentos praticados por fanáticos.
A subsecretária de Políticas para Comunidades Tradicionais, Givânia Maria da Silva, ressaltou a importância do estado reconhecer e valorizar a legitimidade das diversas crenças. “O estado, sendo laico, não pode optar por uma religião, mas tem a obrigação de proteger essas manifestações”, afirmou.[GospelMais]
Celebrado nesta quinta-feira em todo o Brasil, o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa foi marcado, no Rio de Janeiro, pela inauguração do primeiro Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa da Polícia Civil do estado, na Gamboa, zona portuária da capital.
O delegado responsável pelo núcleo, Henrique Pessoa, afirmou que não se trata de uma delegacia, mas de um espaço da polícia para acompanhar as denúncias de crimes e dar suporte às delegacias.[Noticias Terra]
Nota da casa: Seria bom, se fosse sincero e verdadeiro. Basta dar uma olhada na internet para achar páginas e notícias com pessoas que se dizem cristãs atacando, caluniando e difamando outras religiões. Um caso recente chamou minha atenção: no Rio um grupo de jovens atacou um centro espírita. Os autores e seu pastor [Tupirani] foram presos a princípio, mas foram soltos após um habeas-corpus alegando que o(s) autor(es) estavam "apenas" exercendo seu "direito de liberdade de expressão, de opinião e crença".
Nota da casa: Seria bom, se fosse sincero e verdadeiro. Basta dar uma olhada na internet para achar páginas e notícias com pessoas que se dizem cristãs atacando, caluniando e difamando outras religiões. Um caso recente chamou minha atenção: no Rio um grupo de jovens atacou um centro espírita. Os autores e seu pastor [Tupirani] foram presos a princípio, mas foram soltos após um habeas-corpus alegando que o(s) autor(es) estavam "apenas" exercendo seu "direito de liberdade de expressão, de opinião e crença".
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
O "aquecimento global" entrou numa fria
Em 2006 o então ex-candidato à presidência dos Estados Unidos, Al Gore, lançou um vídeo entitulado "An Inconvenient Truth" [Uma Verdade Inconveniente], alertando sobre o perigo iminente sobre o Aquecimento Global, aumentando a lista das histerias, neuroses e paranóias do mundo contemporâneo.
Como eu desconfio de profecias escatológicas e de teorias absolutistas, acompanhei o desenrolar da farsa em silêncio, anotando as reações, como a de um cientista que afirmou que as alterações do clima estavam sendo causadas pelo sol, não pela emissão de gases que causam o efeito estufa.
Então eu leio a notícia que o relatório sobre o clima contém erros:
Uma advertência da Organização das Nações Unidas (ONU) de que os glaciares do Himalaia estavam derretendo mas rápido do que em qualquer outro lugar do mundo e que poderiam desaparecer até 2035 não tem fundamento científico, informaram nesta quarta-feira, 20, especialistas em clima da ONU.[Estadão]
Em dezembro, quatro importantes glaciologistas prepararam uma carta para publicação na revista científica Science na qual afirmam que o completo degelo das geleiras até 2035 era "fisicamente impossível".
"Não há como ser feito", disse Jeffrey Kargel, da Universidade do Arizona, à BBC, no período de publicação.
"Se você pensar em uma espessura de 200-300 metros, em alguns casos até de 400 metros - e se perdermos o gelo a uma taxa de um metro por ano, ou dois metros por ano, você não vai se livrar de 200 metros de gelo em meio século", afirmou Kargel.[Estadão]
Como pagão eu tendo a concordar que a preservação ambiental é fundamental - mas para a nossa própria preservação. A última coisa que a humanidade precisa é de mais um Bicho Papão, a última coisa que a humanidade precisa é de mais teorias absolutistas a lhe oprimir.
Como eu desconfio de profecias escatológicas e de teorias absolutistas, acompanhei o desenrolar da farsa em silêncio, anotando as reações, como a de um cientista que afirmou que as alterações do clima estavam sendo causadas pelo sol, não pela emissão de gases que causam o efeito estufa.
Então eu leio a notícia que o relatório sobre o clima contém erros:
Uma advertência da Organização das Nações Unidas (ONU) de que os glaciares do Himalaia estavam derretendo mas rápido do que em qualquer outro lugar do mundo e que poderiam desaparecer até 2035 não tem fundamento científico, informaram nesta quarta-feira, 20, especialistas em clima da ONU.[Estadão]
Em dezembro, quatro importantes glaciologistas prepararam uma carta para publicação na revista científica Science na qual afirmam que o completo degelo das geleiras até 2035 era "fisicamente impossível".
"Não há como ser feito", disse Jeffrey Kargel, da Universidade do Arizona, à BBC, no período de publicação.
"Se você pensar em uma espessura de 200-300 metros, em alguns casos até de 400 metros - e se perdermos o gelo a uma taxa de um metro por ano, ou dois metros por ano, você não vai se livrar de 200 metros de gelo em meio século", afirmou Kargel.[Estadão]
Como pagão eu tendo a concordar que a preservação ambiental é fundamental - mas para a nossa própria preservação. A última coisa que a humanidade precisa é de mais um Bicho Papão, a última coisa que a humanidade precisa é de mais teorias absolutistas a lhe oprimir.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Uma lei que é uma piada
Primeiro vamos à notícia:
Irlanda: quem disser blasfémias arrisca multa até 25 mil euros.
A "Lei da Difamação" entende a blasfémia como "uma expressão tremendamente abusiva ou insultuosa em relação a um assunto considerado sagrado por qualquer religião, causando indignação perante um número substancial de seguidores dessa religião".[Ionline-Portugal]
Agora vamos ao comentário:
Blasfêmia é o ato ou efeito de difamar o nome de um ou mais deuses. Isto pode incluir o uso de nomes sagrados em expressões vulgares ou imprecações, sem a intenção de rezar, ou falar de assuntos sagrados sem o devido respeito.
Ano passado, outros partidos políticos recomendaram a alteração do referido artigo para remover todas as referências à rebelião e blasfêmia, e a reformulação do artigo, à semelhança do artigo 10 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, que trata da liberdade de expressão.
A proibição da blasfêmia remonta à Legislação Inglesa que visava proteger a igreja estabelecida, a Igreja Anglicana, de ataque. Tem sido usada há relativamente pouco tempo para processar publicações satíricas no Reino Unido. No único caso irlandês tomadas ao abrigo do presente artigo, Corway x Jornais Independentes, em 1999, o Supremo Tribunal concluiu que era impossível dizer “do que consiste o crime de blasfêmia”. Ele também declarou que uma proteção especial para o cristianismo era incompatível com a igualdade religiosa disposições do artigo 44.[Ceticismo Net, citando também casos envolvendo Cristãos que poderiam ser considerados "blasfêmia"]
O que este pagão gostaria de saber é quando a Igreja e os Cristãos vão pagar pelas blasfêmias que disseram ou fizeram contra outras religiões. Evidentemente, quando a lei favorece à Igreja, ela é defendida, mas é atacada quando desfavorece a mesma [como no caso da PLC 122/2006].
Ato contínuo, é necessário que o ofendido reclame para que haja o crime de difamação e eu desconfio de um Deus que seja tão mesquinho e pequeno ao ponto de se ofender com o que dizemos ou fazemos satíricamente em relação ao seu nome, aos templos e crenças ligados à ele.
Por exemplo, eu não vejo blasfêmia alguma no trabalho do fotógrafo Andy Craddock, que fez um ensaio erótico...em uma igreja. Eu considero blasfêmia não ver a nudez como sagrada. E nada mais divino e sagrado [para mim] do que a nudez feminina. Onde e quem eu devo cobrar meus 25 mil euros?
Irlanda: quem disser blasfémias arrisca multa até 25 mil euros.
A "Lei da Difamação" entende a blasfémia como "uma expressão tremendamente abusiva ou insultuosa em relação a um assunto considerado sagrado por qualquer religião, causando indignação perante um número substancial de seguidores dessa religião".[Ionline-Portugal]
Agora vamos ao comentário:
Blasfêmia é o ato ou efeito de difamar o nome de um ou mais deuses. Isto pode incluir o uso de nomes sagrados em expressões vulgares ou imprecações, sem a intenção de rezar, ou falar de assuntos sagrados sem o devido respeito.
Ano passado, outros partidos políticos recomendaram a alteração do referido artigo para remover todas as referências à rebelião e blasfêmia, e a reformulação do artigo, à semelhança do artigo 10 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, que trata da liberdade de expressão.
A proibição da blasfêmia remonta à Legislação Inglesa que visava proteger a igreja estabelecida, a Igreja Anglicana, de ataque. Tem sido usada há relativamente pouco tempo para processar publicações satíricas no Reino Unido. No único caso irlandês tomadas ao abrigo do presente artigo, Corway x Jornais Independentes, em 1999, o Supremo Tribunal concluiu que era impossível dizer “do que consiste o crime de blasfêmia”. Ele também declarou que uma proteção especial para o cristianismo era incompatível com a igualdade religiosa disposições do artigo 44.[Ceticismo Net, citando também casos envolvendo Cristãos que poderiam ser considerados "blasfêmia"]
O que este pagão gostaria de saber é quando a Igreja e os Cristãos vão pagar pelas blasfêmias que disseram ou fizeram contra outras religiões. Evidentemente, quando a lei favorece à Igreja, ela é defendida, mas é atacada quando desfavorece a mesma [como no caso da PLC 122/2006].
Ato contínuo, é necessário que o ofendido reclame para que haja o crime de difamação e eu desconfio de um Deus que seja tão mesquinho e pequeno ao ponto de se ofender com o que dizemos ou fazemos satíricamente em relação ao seu nome, aos templos e crenças ligados à ele.
Por exemplo, eu não vejo blasfêmia alguma no trabalho do fotógrafo Andy Craddock, que fez um ensaio erótico...em uma igreja. Eu considero blasfêmia não ver a nudez como sagrada. E nada mais divino e sagrado [para mim] do que a nudez feminina. Onde e quem eu devo cobrar meus 25 mil euros?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Festival da Colheita na India
A capacidade da Imprensa local pelo sensacionalismo divulgou que na India uma rinha de passarinho fazia parte de um festival da colheita e mais nada. Para contrastar com essa Imprensa Abutre, eu recorro mais uma vez ao oráculo virtual [Google] para saber mais sobre os Festivais da Colheita na India.
A India deu as boas vindas à nova colheita na quinta em diversas formas culturais do Makar Sankranti, Pongal e Bhogali Bihu enquanto milhares fazem um mergulho sagrado no Ganges para marcar o fim do inverno pelo calendário hindu.
No Makar Sankranti, o dia começa com os devotos mergulhando nos rios sagrados em lugares como Haridwar no norte, Sagar no leste e Prayag no centro para adorarem o Deus Sol
Em Haridwar, milhões de hindus se reunem para dar seu mergulho sagrado no Ganges, marcando o começo do Maha Kumbh.
Milhares fazem a peregrinação anual ao monte do rio sagrado para se banharem neste dia considerado auspicioso e orarem no templo onde o sábio védico Kapil supostamente meditou.
Chamado de Makar Sankranti no nordeste da India, o festival é conhecido como Bhogali Bihu em Assam e Pongal no Tamil Nadu. Ele marca a transição do Sol em Makar (Capricornio) em seu caminho celestial.
No nordeste da india, o dia é marcado pelo banquete com pratos tradicionais de rapadura, semente de sésamo e chidwa (arroz achatado), yougurte e khichri (cozido com arroz recentemente colhido).
Empinar pipa é outro ritual importante que marca o dia. Em Gujarat, é celebrado como o começo de Uttarayan, quando as pessoas se reunem em seus terraços para empinarem pipas.
Pongal é celebrado pelos Tameis de uma forma grandiosa. Durante os quatro dias de festivais, diferentes variedades de rangoli [pintura com areia-NT] são desenhadas na frente das casas de manhã cedo.
A palavra Pongal, que literalmente significa "ferver", se refere ao arroz cozido em leite e rapadura. As duas variedades de Pongal - a salgada conhecida como "ven pongal" e a doce conhecida como "sarkkarai pongal" - são preparadas no segundo dia. Além da preparação do Pongal ou do arroz doce especial, o festival de Pongal é também o tempo para preparar algumas das delicias saborosas Tameis como Sakkarai Pongal, Payasam, Aval Payasam, Dal Payasam e Murukku.
Bhogali Bihu marca o fim da estação de colheita em Assam.
“Algumas das delícias suculentas servidas durante o Bihu são bolos de arroz, Til Pitha, Ghila Pitha, Xutuli Pitha, Sunga Pitha e Tekeli Pitha, lanches doces como Tilor Laru, Narikolor Laru e lanches de arroz Bora Saul, Komal Saul, Chira, Muri e Akhoi servidos com coalhada e rapadura”, disse Sarmistha Dutta, um nativo de Assam.
“De manhã cedo os membros da família e amigos se reunem próximo ao Meji - uma estrutura tradicional em forma de V feita de grama dos campos da colheita. Eles queimam e oferecem suas orações ao fogo para marcarem o fim da estação da colheita”, Dutta acrescentou.
O dia é marcado pela preparação do arroz recentemente colhido no este de Bengala e Orissa também - com as pessoas procurando por doces como Puli Pitha e Patishapta.[Thaindia News]
A India deu as boas vindas à nova colheita na quinta em diversas formas culturais do Makar Sankranti, Pongal e Bhogali Bihu enquanto milhares fazem um mergulho sagrado no Ganges para marcar o fim do inverno pelo calendário hindu.
No Makar Sankranti, o dia começa com os devotos mergulhando nos rios sagrados em lugares como Haridwar no norte, Sagar no leste e Prayag no centro para adorarem o Deus Sol
Em Haridwar, milhões de hindus se reunem para dar seu mergulho sagrado no Ganges, marcando o começo do Maha Kumbh.
Milhares fazem a peregrinação anual ao monte do rio sagrado para se banharem neste dia considerado auspicioso e orarem no templo onde o sábio védico Kapil supostamente meditou.
Chamado de Makar Sankranti no nordeste da India, o festival é conhecido como Bhogali Bihu em Assam e Pongal no Tamil Nadu. Ele marca a transição do Sol em Makar (Capricornio) em seu caminho celestial.
No nordeste da india, o dia é marcado pelo banquete com pratos tradicionais de rapadura, semente de sésamo e chidwa (arroz achatado), yougurte e khichri (cozido com arroz recentemente colhido).
Empinar pipa é outro ritual importante que marca o dia. Em Gujarat, é celebrado como o começo de Uttarayan, quando as pessoas se reunem em seus terraços para empinarem pipas.
Pongal é celebrado pelos Tameis de uma forma grandiosa. Durante os quatro dias de festivais, diferentes variedades de rangoli [pintura com areia-NT] são desenhadas na frente das casas de manhã cedo.
A palavra Pongal, que literalmente significa "ferver", se refere ao arroz cozido em leite e rapadura. As duas variedades de Pongal - a salgada conhecida como "ven pongal" e a doce conhecida como "sarkkarai pongal" - são preparadas no segundo dia. Além da preparação do Pongal ou do arroz doce especial, o festival de Pongal é também o tempo para preparar algumas das delicias saborosas Tameis como Sakkarai Pongal, Payasam, Aval Payasam, Dal Payasam e Murukku.
Bhogali Bihu marca o fim da estação de colheita em Assam.
“Algumas das delícias suculentas servidas durante o Bihu são bolos de arroz, Til Pitha, Ghila Pitha, Xutuli Pitha, Sunga Pitha e Tekeli Pitha, lanches doces como Tilor Laru, Narikolor Laru e lanches de arroz Bora Saul, Komal Saul, Chira, Muri e Akhoi servidos com coalhada e rapadura”, disse Sarmistha Dutta, um nativo de Assam.
“De manhã cedo os membros da família e amigos se reunem próximo ao Meji - uma estrutura tradicional em forma de V feita de grama dos campos da colheita. Eles queimam e oferecem suas orações ao fogo para marcarem o fim da estação da colheita”, Dutta acrescentou.
O dia é marcado pela preparação do arroz recentemente colhido no este de Bengala e Orissa também - com as pessoas procurando por doces como Puli Pitha e Patishapta.[Thaindia News]
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O culto de Helena
O local do culto de Helena pelas virgens espartanas era, certamente, uma ilhota no rio Eurotas. Localizada próximo ao santuário de Artemis Ortia, essa zona pantanosa, lugar de divisão era chamada de Platanistas, por causa das árvores de plátano que, antigamente, a sombreavam.[pg 104]
Os rituais deviam ser intensos, frenéticos, palpitantes de energia juvenil. Dançavam duarnte as horas de escuridão, faziam uma pausa e voltavam pouco antes da aurora para prosseguir. Havia luzes de tochas, bebidas e banquetes suntuosos.[pg 104]
Esses ritos de orgia exclusivamente femininos foram imortalizados pelo poeta espartano Alcman. No século VII AC Alcman escreveu as Partênia, odes corais que grupos de meninas praticavam em segredo e depois cantavam nas competições de coros ou de ginástica. Essas Partênia eram parte central da educação das jovens espartanas, aprendidas e executadas pelas sucessivas gerações.[pg 105]
No século III AC, os greco-macedônios Ptolomeus, que controlavam a efervescente corte em Alexandria, patrocinavam numerosos poetas. Um deles, Teócrito, escreveu com ternura sobre a rainha espartana. Em seu Epitalâmio para Helena ele descreve as moças espartanas, prestes a atingir a maturidade sexual, reproduzindo o momento em que a jovem Helena se casou. Essas canções nupciais passaram a ser, por sua vez, cantadas pelas jovens espartanas nas vésperas de seus próprios casamentos.[pg 137]
No prosseguimento do poema, as virgens encharcam de azeite de oliva o solo em torno de uma árvore sagrada e gravam em sua casca o nome de Helena.[pg 138]
A idéia de epifania, literalmente a "revelação" de um espírito divino, é a essência da prática religiosa tanto em Creta quanto no continente. Na Grécia micenense, os espíritos divinos ferquentemente preferiam "revelar-se" às mulheres das classes elevadas.[pg 165-166]
Quando as mulheres de Micenas dançavam, ou sacudiam as árvores, ou deixavam-se cair sobre os altares, as divindades se materializavam no céu em forma de pombas ou estrelas cadentes.[pg 166]
Entalhes de marfim, afrescos e anéis de ouro mostram que, pelo menos em ocasiões especiais, como comemorações cívicas ou rituais religiosos, as mulheres da ristocracia tinham os seios nus ou cobertos com um tecido muito fino de seda ou linho e não há motivo para imaginar que uma rainha espartana se vestisse de maneira diferente.[pg 173]
Fossem ou não sexualizados, os seios femininos eram com certeza idolatrados na Idade do Bronze. As mulheres da fase tardia aparecem com os seios nus durante os rituais que envolviam árvores e plantas, numa clara associação da figura feminina madura com a celebração da fertilidade e da procriação.[pg 173]
Os indícios materiais sobre a religião na pré-história são limitados e qualquer descrição genérica do culto terá de conter uma parte de análise e duas de especulação.[pg 433]
O problema é que quando o contexto arqueológico é relativamente escasso, os indícios podem ser manipulados para sustentar praticamente qualquer teoria.[pg 444]
Mas, na verdade, há tantas maneiras diferentes de interpretar as figuras quantas são as formas de seus corpos. Embora esse erro tenha sido cometido no passado, seria demasiadamente simplista presumir que tenham um significado constante e uniforme.[pg 444]
Quando vejo a amplitude das figuras femininas e a variedade dos contextos em que foram encontradas, o que me impressiona não são somente suas semelhanças, mas suas diferenças. Não vejo uma uma Mulher-Deusa onipotente, a equivalente pré-histórica de Allah ou Yahveh, como única titular da devoção da Idade da Pedra. Para mim é um erro projetar no passado distante nossa visão monoteísta do mundo.[pg 448]
Grande parte do mundo do Mediterrâneo oriental na Idade do Bronze era animista, acreditava na existência de uma abundância de animae, de forças vitais, em forma de espírito.[pg 449]
No mundo antigo, a linguagem usada para designar a abundância da natureza era altamente passional e abertamente sexualizada. Acreditava-se que a agricultura fosse filha do amor do hiero gamos, a sagrada união entre o céu e a terra. O desejo de fertilidade e o desejo sexual estavam intimamente ligados. Grande parte da adoração tributada a Helena é adequada ao culto de algum tipo de divindade da natureza. A iconografia da Idade do Bronze sugere que a alta sacerdotisa e seus acólitos tinham o dever de convocar todos os recursos a fim de manter a terra fecunda e produtiva.[pg 449]
Trechos coletados e montados a partir do livro "Helena de Tróia", de Bettany Hughes.
Os rituais deviam ser intensos, frenéticos, palpitantes de energia juvenil. Dançavam duarnte as horas de escuridão, faziam uma pausa e voltavam pouco antes da aurora para prosseguir. Havia luzes de tochas, bebidas e banquetes suntuosos.[pg 104]
Esses ritos de orgia exclusivamente femininos foram imortalizados pelo poeta espartano Alcman. No século VII AC Alcman escreveu as Partênia, odes corais que grupos de meninas praticavam em segredo e depois cantavam nas competições de coros ou de ginástica. Essas Partênia eram parte central da educação das jovens espartanas, aprendidas e executadas pelas sucessivas gerações.[pg 105]
No século III AC, os greco-macedônios Ptolomeus, que controlavam a efervescente corte em Alexandria, patrocinavam numerosos poetas. Um deles, Teócrito, escreveu com ternura sobre a rainha espartana. Em seu Epitalâmio para Helena ele descreve as moças espartanas, prestes a atingir a maturidade sexual, reproduzindo o momento em que a jovem Helena se casou. Essas canções nupciais passaram a ser, por sua vez, cantadas pelas jovens espartanas nas vésperas de seus próprios casamentos.[pg 137]
No prosseguimento do poema, as virgens encharcam de azeite de oliva o solo em torno de uma árvore sagrada e gravam em sua casca o nome de Helena.[pg 138]
A idéia de epifania, literalmente a "revelação" de um espírito divino, é a essência da prática religiosa tanto em Creta quanto no continente. Na Grécia micenense, os espíritos divinos ferquentemente preferiam "revelar-se" às mulheres das classes elevadas.[pg 165-166]
Quando as mulheres de Micenas dançavam, ou sacudiam as árvores, ou deixavam-se cair sobre os altares, as divindades se materializavam no céu em forma de pombas ou estrelas cadentes.[pg 166]
Entalhes de marfim, afrescos e anéis de ouro mostram que, pelo menos em ocasiões especiais, como comemorações cívicas ou rituais religiosos, as mulheres da ristocracia tinham os seios nus ou cobertos com um tecido muito fino de seda ou linho e não há motivo para imaginar que uma rainha espartana se vestisse de maneira diferente.[pg 173]
Fossem ou não sexualizados, os seios femininos eram com certeza idolatrados na Idade do Bronze. As mulheres da fase tardia aparecem com os seios nus durante os rituais que envolviam árvores e plantas, numa clara associação da figura feminina madura com a celebração da fertilidade e da procriação.[pg 173]
Os indícios materiais sobre a religião na pré-história são limitados e qualquer descrição genérica do culto terá de conter uma parte de análise e duas de especulação.[pg 433]
O problema é que quando o contexto arqueológico é relativamente escasso, os indícios podem ser manipulados para sustentar praticamente qualquer teoria.[pg 444]
Mas, na verdade, há tantas maneiras diferentes de interpretar as figuras quantas são as formas de seus corpos. Embora esse erro tenha sido cometido no passado, seria demasiadamente simplista presumir que tenham um significado constante e uniforme.[pg 444]
Quando vejo a amplitude das figuras femininas e a variedade dos contextos em que foram encontradas, o que me impressiona não são somente suas semelhanças, mas suas diferenças. Não vejo uma uma Mulher-Deusa onipotente, a equivalente pré-histórica de Allah ou Yahveh, como única titular da devoção da Idade da Pedra. Para mim é um erro projetar no passado distante nossa visão monoteísta do mundo.[pg 448]
Grande parte do mundo do Mediterrâneo oriental na Idade do Bronze era animista, acreditava na existência de uma abundância de animae, de forças vitais, em forma de espírito.[pg 449]
No mundo antigo, a linguagem usada para designar a abundância da natureza era altamente passional e abertamente sexualizada. Acreditava-se que a agricultura fosse filha do amor do hiero gamos, a sagrada união entre o céu e a terra. O desejo de fertilidade e o desejo sexual estavam intimamente ligados. Grande parte da adoração tributada a Helena é adequada ao culto de algum tipo de divindade da natureza. A iconografia da Idade do Bronze sugere que a alta sacerdotisa e seus acólitos tinham o dever de convocar todos os recursos a fim de manter a terra fecunda e produtiva.[pg 449]
Trechos coletados e montados a partir do livro "Helena de Tróia", de Bettany Hughes.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Recursos políticos
Eu comecei os tópicos deste ano falando de que este ano é ano eleitoral. Pois bem, no México, a preocupação dos políticos locais com o poder os levou a usar de um recurso politico interessante.
Alguns presidentes mexicanos e atuais dirigentes políticos como Beatriz Paredes, o governador de Veracruz, Fidel Herrera, e o ministro de Segurança, Genaro García Luna, recorrem à magia e aos bruxos para conquistar poder político, disse neste sábado à Agência Efe o escritor e jornalista José Gil Olmos.
Em seu novo Livro "Los brujos del poder 2", pela editora Random House, Gil revelou os costumes dos políticos que apelam ao esoterismo e as forças sobrenaturais para retirar de seu caminho adversários e inimigos, assim como conseguir suas metas pessoais "custe o que custe".
Em seu primeiro livro "Los brujos del poder 1", Gil descreveu as andanças e peripécias com bruxos, feiticeiros e apózemas de Marta Sahagún, mulher do ex-presidente Vicente Fox, assim como de Elba Esther Gordillo, líder vitalícia do sindicato de professores do México, a maior sindicalista latino-americana.
Gil contou que neste segundo livro relata como a atual presidente do Partido Revolucionário Institucional (PRI), Beatriz Paredes, recorreu ao bruxo Wenceslao Flores Xala, conhecido como "El Gato Negro", para que com um feitiço pudesse superar "as más vibrações" e recuperar o poder político.
O autor contou como o bruxo que atendeu a Paredes a levou a um "lugar sagrado" em uma floresta próxima a Catemaco, no estado de Veracruz, no Golfo do México, onde realizou um feitiço de magia negra e invocou aos "espíritos dos grandes homens" para que a ajudassem a alcançar o poder que tanto desejava.
Além disso, Xala afirmou ao autor que rezou à Santa Morte para reforçar os planos políticos da atual líder nacional do PRI.
"Levei-a ao meu templo e aí realizamos o rito, sacrifiquei uma galinha preta e fiz as invocações necessárias", disse o bruxo a José Gil.
O feiticeiro explicou que as invocações duraram nove dias consecutivos para que Beatriz Paredes tivesse poder e sabedoria para enfrentar seus inimigos.
O bruxo considerou que o cargo atual e o poder que ostenta Paredes é resultado da intervenção de sua magia.
Gil destaca que o livro mostra que a classe política "é muito inculta e em momentos de crise como o atual cresce o misticismo e esoterismo".
Entre os outros personagens que desfilam pelo livro está o atual ministro da Segurança Pública federal, Genaro García Luna, quem, afirmou Gil, cada vez que sai de alguma missão faz uma encomenda ao "Ángel da morte", uma figura que, segundo o autor, tem em um altar instalado em seu escritório junto com outra da Santa Morte.
Um personagem que desponta como forte adversário para as eleições presidenciais de 2012 é o atual governador do estado do México, Enrique Peña Nieto, quem, segundo o autor, confia em uma profecia de uma vidente que previu há décadas que um membro do povoado de Atlacomulco, ao qual ele pertence, se transformaria em presidente.
Entre os obstinados fiéis no ocultismo e nos bruxos está o governador de Oaxaca, Ulises Ruíz, quem foi assessorado por dois bruxos durante a crise política em seu estado em 2006 pelo movimento da Associação Popular dos Povos de Oaxaca (APPO), que manteve cercado o centro da capital durante quase seis meses.
Uma das povoações mais conhecidas como sede é Catemaco, no estado de Veracruz, lugar por onde passaram a maioria dos políticos e funcionários de diversas posições ideológicas como Carlos Salinas de Gortari, José Córdoba Montoya, Pedro Aspe, Beatriz Paredes, Cuauhtémoc Cárdenas e Andrés Manuel López Obrador.[EFE]
Alguns presidentes mexicanos e atuais dirigentes políticos como Beatriz Paredes, o governador de Veracruz, Fidel Herrera, e o ministro de Segurança, Genaro García Luna, recorrem à magia e aos bruxos para conquistar poder político, disse neste sábado à Agência Efe o escritor e jornalista José Gil Olmos.
Em seu novo Livro "Los brujos del poder 2", pela editora Random House, Gil revelou os costumes dos políticos que apelam ao esoterismo e as forças sobrenaturais para retirar de seu caminho adversários e inimigos, assim como conseguir suas metas pessoais "custe o que custe".
Em seu primeiro livro "Los brujos del poder 1", Gil descreveu as andanças e peripécias com bruxos, feiticeiros e apózemas de Marta Sahagún, mulher do ex-presidente Vicente Fox, assim como de Elba Esther Gordillo, líder vitalícia do sindicato de professores do México, a maior sindicalista latino-americana.
Gil contou que neste segundo livro relata como a atual presidente do Partido Revolucionário Institucional (PRI), Beatriz Paredes, recorreu ao bruxo Wenceslao Flores Xala, conhecido como "El Gato Negro", para que com um feitiço pudesse superar "as más vibrações" e recuperar o poder político.
O autor contou como o bruxo que atendeu a Paredes a levou a um "lugar sagrado" em uma floresta próxima a Catemaco, no estado de Veracruz, no Golfo do México, onde realizou um feitiço de magia negra e invocou aos "espíritos dos grandes homens" para que a ajudassem a alcançar o poder que tanto desejava.
Além disso, Xala afirmou ao autor que rezou à Santa Morte para reforçar os planos políticos da atual líder nacional do PRI.
"Levei-a ao meu templo e aí realizamos o rito, sacrifiquei uma galinha preta e fiz as invocações necessárias", disse o bruxo a José Gil.
O feiticeiro explicou que as invocações duraram nove dias consecutivos para que Beatriz Paredes tivesse poder e sabedoria para enfrentar seus inimigos.
O bruxo considerou que o cargo atual e o poder que ostenta Paredes é resultado da intervenção de sua magia.
Gil destaca que o livro mostra que a classe política "é muito inculta e em momentos de crise como o atual cresce o misticismo e esoterismo".
Entre os outros personagens que desfilam pelo livro está o atual ministro da Segurança Pública federal, Genaro García Luna, quem, afirmou Gil, cada vez que sai de alguma missão faz uma encomenda ao "Ángel da morte", uma figura que, segundo o autor, tem em um altar instalado em seu escritório junto com outra da Santa Morte.
Um personagem que desponta como forte adversário para as eleições presidenciais de 2012 é o atual governador do estado do México, Enrique Peña Nieto, quem, segundo o autor, confia em uma profecia de uma vidente que previu há décadas que um membro do povoado de Atlacomulco, ao qual ele pertence, se transformaria em presidente.
Entre os obstinados fiéis no ocultismo e nos bruxos está o governador de Oaxaca, Ulises Ruíz, quem foi assessorado por dois bruxos durante a crise política em seu estado em 2006 pelo movimento da Associação Popular dos Povos de Oaxaca (APPO), que manteve cercado o centro da capital durante quase seis meses.
Uma das povoações mais conhecidas como sede é Catemaco, no estado de Veracruz, lugar por onde passaram a maioria dos políticos e funcionários de diversas posições ideológicas como Carlos Salinas de Gortari, José Córdoba Montoya, Pedro Aspe, Beatriz Paredes, Cuauhtémoc Cárdenas e Andrés Manuel López Obrador.[EFE]
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Um avanço tecnológico
Mas um sinal de que a pobreza sexual é um sintoma mundial:
Boneca criada por americano faz sexo, conversa e se adapta à preferência do usuário: ousada, tímida, madura ou inexperiente.
Um dos clichês do imaginário masculino é que mulher fala muito. Um inventor americano, porém, parece sentir falta de mais conversa feminina e construiu uma robô erótica que, além de satisfazer desejos sexuais dos donos, ainda promete “conversar, ouvir, falar, sentir o toque e até ser sua amiga e companheira”.
O aparelho, batizado de ‘Roxxxy, a primeira robô do sexo’, foi a estrela da AVN Expo, feira de entretenimento adulto que terminou no último domingo, nos EUA. O grande atrativo da ‘mulher-objeto’, que pode custar até 9 mil dólares (cerca de R$ 16 mil), é que o usuário pode escolher sua personalidade.
Dependendo do humor do dono, Roxxxy pode interpretar, por exemplo, a tímida ‘Farrah Frígida’, que reclama até quando o usuário faz carícias em sua perna, ou ‘Martha Madura’, que promete “ensinar algumas coisas”. Outros perfis disponíveis são a ‘Susan Sadomasoquista’, ‘Wendy Selvagem’ e simulação de adolescente de 18 anos.
O usuário, porém, poderá personalizar novos comportamentos para sua Roxxxy.
Agora, ela será comercializada por uma empresa chamada True Companion (companhia verdadeira, em inglês). “Ela é uma companheira, tem personalidade, te escuta, fala com você e vai dormir. Estamos tentando reproduzir a personalidade de uma pessoa”, jurou Hines à impresa. Durante a feira, Roxxxy, que parece ficar com a boca sempre numa posição sugestiva, tinha um laptop plugado em suas costas. Os fabricantes já esclareceram que a ‘moça’ vai poder ser programada por computadores sem fios.
Mas as mulheres não precisam se sentir negligenciadas. O próximo projeto de Douglas Hine é criar uma versão masculina do brinquedo: ‘Rocky, o robô do sexo’.
Fonte: O Dia
Enquanto isso, na batcaverna do Ratzinger, ainda se critica o casamento homossexual. Até pouco tempo, era o divórcio. A Igreja flexibiliza a lei canônica para poder incluir os Anglicanos mas não flexibiliza para incluir os homossexuais. A mesma Igreja que condena a homossexualidade é a que fecha os olhos para os casos de pedofilia cometidos pelos seus sacerdotes.
Boneca criada por americano faz sexo, conversa e se adapta à preferência do usuário: ousada, tímida, madura ou inexperiente.
Um dos clichês do imaginário masculino é que mulher fala muito. Um inventor americano, porém, parece sentir falta de mais conversa feminina e construiu uma robô erótica que, além de satisfazer desejos sexuais dos donos, ainda promete “conversar, ouvir, falar, sentir o toque e até ser sua amiga e companheira”.
O aparelho, batizado de ‘Roxxxy, a primeira robô do sexo’, foi a estrela da AVN Expo, feira de entretenimento adulto que terminou no último domingo, nos EUA. O grande atrativo da ‘mulher-objeto’, que pode custar até 9 mil dólares (cerca de R$ 16 mil), é que o usuário pode escolher sua personalidade.
Dependendo do humor do dono, Roxxxy pode interpretar, por exemplo, a tímida ‘Farrah Frígida’, que reclama até quando o usuário faz carícias em sua perna, ou ‘Martha Madura’, que promete “ensinar algumas coisas”. Outros perfis disponíveis são a ‘Susan Sadomasoquista’, ‘Wendy Selvagem’ e simulação de adolescente de 18 anos.
O usuário, porém, poderá personalizar novos comportamentos para sua Roxxxy.
Agora, ela será comercializada por uma empresa chamada True Companion (companhia verdadeira, em inglês). “Ela é uma companheira, tem personalidade, te escuta, fala com você e vai dormir. Estamos tentando reproduzir a personalidade de uma pessoa”, jurou Hines à impresa. Durante a feira, Roxxxy, que parece ficar com a boca sempre numa posição sugestiva, tinha um laptop plugado em suas costas. Os fabricantes já esclareceram que a ‘moça’ vai poder ser programada por computadores sem fios.
Mas as mulheres não precisam se sentir negligenciadas. O próximo projeto de Douglas Hine é criar uma versão masculina do brinquedo: ‘Rocky, o robô do sexo’.
Fonte: O Dia
Enquanto isso, na batcaverna do Ratzinger, ainda se critica o casamento homossexual. Até pouco tempo, era o divórcio. A Igreja flexibiliza a lei canônica para poder incluir os Anglicanos mas não flexibiliza para incluir os homossexuais. A mesma Igreja que condena a homossexualidade é a que fecha os olhos para os casos de pedofilia cometidos pelos seus sacerdotes.
sábado, 9 de janeiro de 2010
As Janeiras
As Janeiras ou cantar as Janeiras é uma tradição em Portugal que consiste na reunião de grupos que se passeiam pelas ruas no início do ano, cantando de porta em porta e desejando às pessoas um feliz ano novo.
Realizam-se em Janeiro. Este mês era consagrado a Jano, o Deus das Portas e das Passagens. Era o Porteiro dos Céus e por isso muito importante para os Romanos que esperavam a Sua protecção. Era-Lhe pedido que afastasse das casas os espiritos maus, sendo especialmente invocado no Seu mês, o primeiro.
Era tradição que os Romanos se saudassem em Sua honra no começar de um novo ano e daí derivam as Janeiras.
O Dicionário da Porto Editora (4ª Edição) define Janeiras como “Cantigas de boas-festas por ocasião do Ano Novo”.
Assim sendo, não podemos deixar de relacioná-las com Janeiro, o primeiro mês do ano, assim chamado em honra do Deus Jano (de janua = porta, entrada). Este Deus ocupa um lugar muito importante na mitologia romana, sendo o Seu nome invocado antes de Júpiter. Jano é o Porteiro Celestial, e, consequentemente, o Deus das Portas, que as abria e fechava, esperando-se a Sua protecção na partida e no regresso. Considerado um Deus dos começos, Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro, começo do novo ano. Em Sua honra aproveitariam os Romanos para se saudarem uns aos outros. Parece, portanto, que as Janeiras têm origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar e que se foram transmitindo de geração em geração.
A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver, são mais comuns os folclóricos: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito, e de destribuídas as letras e os instrumentos, vão cantar de porta em porta pela vizinhança.
Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, etc. Por comodidade, é hoje costume dar-se chocolates e dinheiro, embora não seja essa a tradição).
No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.
As músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada terra.
Copiado do Gladius, que citou do wikipédia.
Realizam-se em Janeiro. Este mês era consagrado a Jano, o Deus das Portas e das Passagens. Era o Porteiro dos Céus e por isso muito importante para os Romanos que esperavam a Sua protecção. Era-Lhe pedido que afastasse das casas os espiritos maus, sendo especialmente invocado no Seu mês, o primeiro.
Era tradição que os Romanos se saudassem em Sua honra no começar de um novo ano e daí derivam as Janeiras.
O Dicionário da Porto Editora (4ª Edição) define Janeiras como “Cantigas de boas-festas por ocasião do Ano Novo”.
Assim sendo, não podemos deixar de relacioná-las com Janeiro, o primeiro mês do ano, assim chamado em honra do Deus Jano (de janua = porta, entrada). Este Deus ocupa um lugar muito importante na mitologia romana, sendo o Seu nome invocado antes de Júpiter. Jano é o Porteiro Celestial, e, consequentemente, o Deus das Portas, que as abria e fechava, esperando-se a Sua protecção na partida e no regresso. Considerado um Deus dos começos, Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro, começo do novo ano. Em Sua honra aproveitariam os Romanos para se saudarem uns aos outros. Parece, portanto, que as Janeiras têm origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar e que se foram transmitindo de geração em geração.
A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver, são mais comuns os folclóricos: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito, e de destribuídas as letras e os instrumentos, vão cantar de porta em porta pela vizinhança.
Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, etc. Por comodidade, é hoje costume dar-se chocolates e dinheiro, embora não seja essa a tradição).
No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.
As músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada terra.
Copiado do Gladius, que citou do wikipédia.
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Plano Nacional de Direitos Humanos
Lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de dezembro, o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) está provocando uma onda de protestos. Começou pelos militares e, agora, já envolve representantes da sociedade civil, do empresariado, da Igreja e do próprio governo.
O que diz o programa:
- Criação da Comissão Nacional da Verdade, responsável por apurar crimes durante o regime militar (1964-1985).
- Estímulo ao debate nacional e no Judiciário sobre a revisão da Lei de Anistia, de 1979.
- Divulgação das estruturas que tenham sido usadas para torturar no período militar.
- Criação de uma legislação proibindo homenagens em locais públicos a pessoas que tenham praticado crimes de lesa-humanidade e que logradouros tenham nomes de pessoas que praticaram crimes na ditadura.
- Mudança nas regras de cumprimento de mandados de reintegração de posse em invasões agrárias.
- Realização de audiências públicas antes de um juiz decidir sobre concessão de liminar para reintegração de posse de fazenda invadida.
- Mudança da regra constitucional sobre renovação e outorga de serviços de radiodifusão (rádio e TV) com base em marco legal que respeite os direitos humanos.
- Instituir “critérios de acompanhamento editorial a fim de criar um ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de direitos humanos assim como dos que cometem violações”.
- Apoio à descriminalização do aborto e à união civil entre pessoas do mesmo sexo.
- Garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
- Proibição à ostentação de símbolos religiosos em locais públicos da União.
Fonte: Zero Hora
Eu avisei aos meus leitores que este ano seria dificil. Não é necessário ser um gênio para perceber por que este projeto foi lançado pelo atual Presidente em seus derradeiros dias. O tema do projeto, Direitos Humanos, é abrangente, polêmico e de dificil acordo, pelos temas e controvérsias que o mérito da questão suscita. Por enquanto, o projeto, pleo seu tamanho e alcance, necessita de instrumentos e recursos para seguir adiante, se seguir adiante.
PS: Parte crucial, no que consta da preferência do autor deste blog:
Objetivo estratégico VI:
Respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado.
Ações programáticas:
a)Instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas, assegurando a proteção do seu espaço físico e coibindo manifestações de intolerância religiosa.
b)Promover campanhas de divulgação sobre a diversidade religiosa para disseminar cultura da paz e de respeito às diferentes crenças.
c)Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
d)Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as derivadas de matriz africana, na rede pública de ensino, com ênfase no reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na afirmação da laicidade do Estado.
e)Realizar relatório sobre pesquisas populacionais relativas a práticas religiosas, que contenha, entre outras, informações sobre número de religiões praticadas, proporção de pessoas distribuídas entre as religiões, proporção de pessoas que já trocaram de religião, número de pessoas religiosas não praticantes e número de pessoas sem religião.
O que diz o programa:
- Criação da Comissão Nacional da Verdade, responsável por apurar crimes durante o regime militar (1964-1985).
- Estímulo ao debate nacional e no Judiciário sobre a revisão da Lei de Anistia, de 1979.
- Divulgação das estruturas que tenham sido usadas para torturar no período militar.
- Criação de uma legislação proibindo homenagens em locais públicos a pessoas que tenham praticado crimes de lesa-humanidade e que logradouros tenham nomes de pessoas que praticaram crimes na ditadura.
- Mudança nas regras de cumprimento de mandados de reintegração de posse em invasões agrárias.
- Realização de audiências públicas antes de um juiz decidir sobre concessão de liminar para reintegração de posse de fazenda invadida.
- Mudança da regra constitucional sobre renovação e outorga de serviços de radiodifusão (rádio e TV) com base em marco legal que respeite os direitos humanos.
- Instituir “critérios de acompanhamento editorial a fim de criar um ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de direitos humanos assim como dos que cometem violações”.
- Apoio à descriminalização do aborto e à união civil entre pessoas do mesmo sexo.
- Garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
- Proibição à ostentação de símbolos religiosos em locais públicos da União.
Fonte: Zero Hora
Eu avisei aos meus leitores que este ano seria dificil. Não é necessário ser um gênio para perceber por que este projeto foi lançado pelo atual Presidente em seus derradeiros dias. O tema do projeto, Direitos Humanos, é abrangente, polêmico e de dificil acordo, pelos temas e controvérsias que o mérito da questão suscita. Por enquanto, o projeto, pleo seu tamanho e alcance, necessita de instrumentos e recursos para seguir adiante, se seguir adiante.
PS: Parte crucial, no que consta da preferência do autor deste blog:
Objetivo estratégico VI:
Respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado.
Ações programáticas:
a)Instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas, assegurando a proteção do seu espaço físico e coibindo manifestações de intolerância religiosa.
b)Promover campanhas de divulgação sobre a diversidade religiosa para disseminar cultura da paz e de respeito às diferentes crenças.
c)Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
d)Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as derivadas de matriz africana, na rede pública de ensino, com ênfase no reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na afirmação da laicidade do Estado.
e)Realizar relatório sobre pesquisas populacionais relativas a práticas religiosas, que contenha, entre outras, informações sobre número de religiões praticadas, proporção de pessoas distribuídas entre as religiões, proporção de pessoas que já trocaram de religião, número de pessoas religiosas não praticantes e número de pessoas sem religião.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Cada um no seu quadrado
Diretoria do Santos FC proibe manifestação religiosa.
Os novos tempos do Santos não estão representados apenas na cadeira de comando do clube. Em uma tentativa de acabar com os hábitos da última gestão, a nova diretoria estabeleceu uma cartilha de conduta para seus jogadores. As quatro recomendações vão de encontro a práticas que antes eram comuns na Vila Belmiro. "Na verdade não é uma cartilha, é só um manual para padronizar o comportamento dos jogadores de acordo com a nova filosofia", disse o diretor de futebol Pedro Luiz Conceição.
O primeiro item da cartilha diz respeito a manifestações religiosas. O clube não tolerará ser usado como palco de crenças pessoais. Nos tempos de Marcelo Teixeira era comum que a Vila Belmiro recebesse todo tipo de bênçãos e mandingas em dias de jogos. Jogadores evangélicos, como Roberto Brum, famoso por sempre falar de religião em suas entrevistas, não poderão mostrar este lado pessoal em entrevistas e preleções. "Quem tem as suas convicções que o faça na igreja, deixe o campo de futebol para o jogo. Não tem de misturar", disse o presidente Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro.
Em um outro item da cartilha, está terminantemente proibido aos jogadores comemorem seus gols levantando a camisa. Ainda sem patrocínio para a temporada, o Santos quer atrair parceiros com a garantia de que suas marcas sempre serão expostas no momento em que as câmeras estiverem voltadas para o autor do gol. O jogador que descumprir a recomendação pagará multa ainda a ser estipulada.
A terceira regra aborda o tratamento dos jogadores com a imprensa. Todos os atletas serão obrigados a falar com jornalistas. Será montada uma escala para as entrevistas coletivas diárias. Até pouco tempo, alguns jogadores se recusavam a conceder entrevistas.
A última das recomendações será em relação ao uniforme utilizado durante viagens. Será proibido o uso de qualquer peça que não seja fornecida pelo clube. Jogadores não poderão usar produtos de seus patrocinadores pessoais.
AS REGRAS:
Não serão permitidas manifestações religiosas.
Está proibido levantar a camisa no momento de comemoração do gol.
Obrigação de dar entrevistas.
Todos terão de usar os uniformes fornecidos pelo clube.
Fonte: Midiamax
Explicação da casa: Recentemente a Fifa pediu à CBF que houvesse mais moderação por parte dos jogadores "mais religiosos", em especial os que são evangélicos ou estão envolvidos com alguma forma de neopentecostalismo, que não perdem qualquer chance de fazer propaganda religiosa.
Os novos tempos do Santos não estão representados apenas na cadeira de comando do clube. Em uma tentativa de acabar com os hábitos da última gestão, a nova diretoria estabeleceu uma cartilha de conduta para seus jogadores. As quatro recomendações vão de encontro a práticas que antes eram comuns na Vila Belmiro. "Na verdade não é uma cartilha, é só um manual para padronizar o comportamento dos jogadores de acordo com a nova filosofia", disse o diretor de futebol Pedro Luiz Conceição.
O primeiro item da cartilha diz respeito a manifestações religiosas. O clube não tolerará ser usado como palco de crenças pessoais. Nos tempos de Marcelo Teixeira era comum que a Vila Belmiro recebesse todo tipo de bênçãos e mandingas em dias de jogos. Jogadores evangélicos, como Roberto Brum, famoso por sempre falar de religião em suas entrevistas, não poderão mostrar este lado pessoal em entrevistas e preleções. "Quem tem as suas convicções que o faça na igreja, deixe o campo de futebol para o jogo. Não tem de misturar", disse o presidente Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro.
Em um outro item da cartilha, está terminantemente proibido aos jogadores comemorem seus gols levantando a camisa. Ainda sem patrocínio para a temporada, o Santos quer atrair parceiros com a garantia de que suas marcas sempre serão expostas no momento em que as câmeras estiverem voltadas para o autor do gol. O jogador que descumprir a recomendação pagará multa ainda a ser estipulada.
A terceira regra aborda o tratamento dos jogadores com a imprensa. Todos os atletas serão obrigados a falar com jornalistas. Será montada uma escala para as entrevistas coletivas diárias. Até pouco tempo, alguns jogadores se recusavam a conceder entrevistas.
A última das recomendações será em relação ao uniforme utilizado durante viagens. Será proibido o uso de qualquer peça que não seja fornecida pelo clube. Jogadores não poderão usar produtos de seus patrocinadores pessoais.
AS REGRAS:
Não serão permitidas manifestações religiosas.
Está proibido levantar a camisa no momento de comemoração do gol.
Obrigação de dar entrevistas.
Todos terão de usar os uniformes fornecidos pelo clube.
Fonte: Midiamax
Explicação da casa: Recentemente a Fifa pediu à CBF que houvesse mais moderação por parte dos jogadores "mais religiosos", em especial os que são evangélicos ou estão envolvidos com alguma forma de neopentecostalismo, que não perdem qualquer chance de fazer propaganda religiosa.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2010 é passado
Todo ano que inicia mostra, em seus primeiros dias, sua personalidade e 2010 começou com chuvas fortes, alagamentos, enchurradas, desmoronamento, tragédia.
Em todos os anos, os dezembros foram todos iguais. Se desejam Feliz natal, se compram presentes, em uma semana distribuímos o amor e o carinho sonegado no resto do ano. Se desejam Feliz Ano Novo, se faz um balanço do que se prometeu e do que se realizou, em uma semana refazemos os sonhos, os planos e as esperanças. Como se amor e carinho fossem medidos por presentes. Como se sonhos e planos fossem garantidos por comemorações.
Por isso vou adiantando aos brasileiros que o ano de 2010 é um ano que nasceu velho, será igual aos anos anteriores. Passaremos o ano todo nos iludindo que dessa vez nossos planos e esperanças vão vingar, mas tudo que veremos será uma retrospectiva. Continuaremos pasmos diante do desfile dos políticos, corruptos, oportunistas, omissos e negligentes. Continuaremos fazendo de conta que isso não é problema nosso [e estamos em ano eleitoral!] e que os nossos políticos são um reflexo de nossa sociedade. Continuaremos nos movendo de escândalo a escândalo, de tragédia em tragédia, de conformismo a conformismo, de comodismo a comodismo. Continuaremos cegos, surdos e mudos diante da miséria, da fome e da morte de milhares de inocentes. Continuaremos a nos dobrar sob o jugo da Igreja que não segue o que prega. Continuaremos a alijar parte da humanidade por questões de gênero, etnia, origem, religião, sexualidade.
Passados 50 anos da Contracultura, pouco ou nada mudou e rumamos feito gado ao mundo da economia globalizada, onde o poder financeiro será o único poder. Passados 50 anos da Revolução Sexual e ainda discutimos coisas básicas, como educação sexual, planejamento familiar, métodos contraceptivos, identidade de gênero e preferências sexuais. Passados tantos anos depois do colapso da Igreja, do aparecimento do movimento Protestante, do enorme avanço da ciência e da tecnologia, mas o fundamentalismo e o fanatismo estão cada vez maiores e mais presentes, os Cristãos continuam a se deixar guiar por grupos que disputam o poder de um sistema religioso decadente.
Caro concidadão brasileiro, se você está vendo alguma luz no fim do túnel, cuidado, pois é o trem vindo em sua direção.
Em todos os anos, os dezembros foram todos iguais. Se desejam Feliz natal, se compram presentes, em uma semana distribuímos o amor e o carinho sonegado no resto do ano. Se desejam Feliz Ano Novo, se faz um balanço do que se prometeu e do que se realizou, em uma semana refazemos os sonhos, os planos e as esperanças. Como se amor e carinho fossem medidos por presentes. Como se sonhos e planos fossem garantidos por comemorações.
Por isso vou adiantando aos brasileiros que o ano de 2010 é um ano que nasceu velho, será igual aos anos anteriores. Passaremos o ano todo nos iludindo que dessa vez nossos planos e esperanças vão vingar, mas tudo que veremos será uma retrospectiva. Continuaremos pasmos diante do desfile dos políticos, corruptos, oportunistas, omissos e negligentes. Continuaremos fazendo de conta que isso não é problema nosso [e estamos em ano eleitoral!] e que os nossos políticos são um reflexo de nossa sociedade. Continuaremos nos movendo de escândalo a escândalo, de tragédia em tragédia, de conformismo a conformismo, de comodismo a comodismo. Continuaremos cegos, surdos e mudos diante da miséria, da fome e da morte de milhares de inocentes. Continuaremos a nos dobrar sob o jugo da Igreja que não segue o que prega. Continuaremos a alijar parte da humanidade por questões de gênero, etnia, origem, religião, sexualidade.
Passados 50 anos da Contracultura, pouco ou nada mudou e rumamos feito gado ao mundo da economia globalizada, onde o poder financeiro será o único poder. Passados 50 anos da Revolução Sexual e ainda discutimos coisas básicas, como educação sexual, planejamento familiar, métodos contraceptivos, identidade de gênero e preferências sexuais. Passados tantos anos depois do colapso da Igreja, do aparecimento do movimento Protestante, do enorme avanço da ciência e da tecnologia, mas o fundamentalismo e o fanatismo estão cada vez maiores e mais presentes, os Cristãos continuam a se deixar guiar por grupos que disputam o poder de um sistema religioso decadente.
Caro concidadão brasileiro, se você está vendo alguma luz no fim do túnel, cuidado, pois é o trem vindo em sua direção.
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