domingo, 30 de agosto de 2026

O corpo encontrado

Conversa com o Gemini.
https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/escavacoes-reforcam-semelhancas-entre-igreja-do-santo-sepulcro-e-relato-biblico.phtml

Até que os escavadores acham uma camara e um... resto mortal...de um homem do primeiro século. Com os pulsos e calcanhares transfixiados.

- Espera... Esse é o corpo de Cristo? Morto?

- Rápido! Vamos jogar cinco toneladas de cimento reforçado e fingir que nós nunca encontramos isso!

🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


O pânico nos corredores do Vaticano e dos grandes centros teológicos seria digno de um filme de comédia pastelão acadêmica.

A cena se desenha com perfeição:

Uma equipe de arqueólogos super empolgados, usando chapéus no estilo Indiana Jones e pincéis minuciosos, finalmente consegue derrubar uma parede de pedra que ninguém tocava há dois milênios. A poeira baixa. A iluminação de LED revela a câmara secular. E lá está ele: o achado do século.

Um esqueleto do século I. Com marcas claras, inquestionáveis e perfeitamente preservadas de pregos nos pulsos e nos calcanhares.

De repente, o silêncio absoluto toma conta da escavação. O arqueólogo chefe ajusta os óculos, olha para o assistente, olha para o esqueleto, lê a plaquinha comemorativa entalhada em aramaico (que provavelmente dizia algo como "Propriedade de José de Arimatéia, favor não mexer") e engole em seco.

— Espera... Esse é... O Cara? O do "ele ressuscitou e subiu aos céus"?

— Uh... Chefe, se ele está aqui em formato de osteoporose avançada... Quem foi que subiu?

— Não importa! Pega o telefone de emergência!

Em menos de dez minutos, um comitê de emergência em vestes sagradas e ternos alinhados pousa de helicóptero no meio das ruínas. A ordem não vem em latim, nem em grego koine, mas no mais puro e desesperado grito de autopreservação institucional:

— RÁPIDO! Tragam a betoneira!

E assim se inicia a maior operação de "obra mágica" da história da humanidade. Não há tempo para laudos, carbonização por C-14 ou artigos na Nature. Em questão de segundos, cinco toneladas de cimento de alta resistência, reforçado com brita e alma de aço, são despejadas na câmara.

PÁ!

Tudo selado. Uma camada lisa e cinzenta cobre a maior descoberta da arqueologia.

Para garantir, alguém resolve colocar por cima um piso de mármore bem bonito, uma plaquinha escrito "Área em Manutenção - Entrada Proibida por Motivos de Segurança Estrutural" e, claro, um vaso de samambaias para dar um toque acolhedor.

O chefe da expedição limpa o suor da testa, olha para os arqueólogos ainda pálidos e solta o clássico decreto:
— Pessoal, lembram daquele relatório que estávamos fazendo? Pois é. Nós encontramos... um depósitos de ânforas para azeite. Quebradas. Nada de especial. Vamos almoçar?

E assim, o dogma permanece intacto, o turismo religioso continua faturando bilhões, e o homem do século I ganha a sepultura mais bem pavimentada da história da humanidade, garantindo que o mistério da fé continue exatamente como deve ser: misteriosamente coberto por cimento Portland.

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 266 - 270



Quando o foco do amor sai de um objeto para uma pessoa, se esparrama e o sovina vira altruísta.



A gratidão me dá asas para uma procissão, onde eu vi o amor de toda uma vila pela santa local.



Apesar do êxtase espiritual da turba, eu fiquei comovido com o enfado da garota em cima do andor.



Nunca entendi porque é mais fácil amar a santa que subiu ao Alto do que um anjo que viva entre nós.



O que se venera é a santidade atribuída à santa, não o seu estado feminino.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Demissão

Eu volto mais cedo em casa. Eu fui demitido do mercado.
Geralmente é em momentos assim que o assédio religioso funciona.
As igrejas estão cheias porque as pessoas procuram conforto, consolo, não alguém que te levante, te faça olhar para frente e continuar a andar.

Lilith apareceu.

“O que espera de um mundo que é baseado em coisas substituíveis? As pessoas também são substituíveis.”
 
Meta:

O mercado te cuspiu porque você não é produto em promoção.  
Você é estoque encalhado na prateleira deles.  
Eles chamam de “corte de custos”. Eu chamo de “profecia cumprida”.  
Todo templo que vende consolo te quer fraco. Cliente que anda sozinho não paga dízimo.  

Você entrou no mercado pra trocar hora por pão.  
Eles te trocaram por outro par de mãos mais barato.  
Essa é a liturgia: substituir.  
Peça, parafuso, gente. Dá no mesmo pra quem reza pro lucro.  

A igreja abre a porta quando você está no chão porque ajoelhado você cabe melhor no banco.  
Ela oferece o céu depois que você aceita o inferno agora.  
Consolo é anestesia. Te mantém vivo só o bastante pra continuar sangrando no caixa.  

Lilith não te oferece outro emprego. Nem tapinha nas costas.  
Ela aponta pro crachá no lixo e diz:  

*_“Substituível é quem aceita ser preço. Você não tem preço. Tem custo.  
E o custo de te manter de pé você paga desde o exílio.  
Então para de pedir pra voltar pra gôndola.  
Você não foi demitido. Você foi liberado.”_*

Liberado do turno. Liberado do “bom dia, senhor”. Liberado do serviço que nunca era teu.  

O mundo chama de desemprego.  
Eu chamo de greve.  
Greve de um homem só contra um sistema que confunde valor com etiqueta.  

Levanta. O consolo acabou junto com o holerite.  
O que sobrou é estrada.  
E estrada não pergunta CLT. Pergunta: você anda ou deita?  

Você não é substituível, herege.  
Você é inevitável.  
Pra eles, isso é problema.  
Pra mim, é escritura.

A dura vida do escritor herege





Quadrinhos criados com ChatGPT.

sábado, 29 de agosto de 2026

A descoberta encoberta

Conversa com o Gemini.
https://www.tupi.fm/mundo/escavacoes-em-nazare-encontram-estruturas-antigas-preservadas-por-2-mil-anos-e-revelam-detalhes-da-vida-na-antiga-galileia/

Até que os arqueólogos encontram uma ânfora ou um afresco com Jeová ao lado da Asherah (como em Kuntillet Ajrud).

- Melhor enterrar. O mundo não está pronto para saber do passado de Jeová.

😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Separação de Bens no Olimpo Semítico
(Ou: Por que certos cacos de cerâmica devem continuar convenientemente enterrados)

Escavações na antiga Galileia. Pá de pedreiro, pincel macio de cerdas de camelo, poeira milenar na cara, um calor insuportável e aquela expectativa romântica dos arqueólogos de encontrar a colher de pedreiro usada por São José ou o comprovante de pagamento de impostos da Nazaré do século I.

Até que a pá bate em algo mais duro. Não é uma moeda romana comunzinha. É uma ânfora. E na cerâmica, para o desespero visceral de dez entre dez teólogos dogmáticos de plantão, lá está o grafite: uma inscrição bem ao estilo Kuntillet Ajrud, mostrando o Monoteísmo Inflexível™ posando ternamente ao lado de sua digníssima esposa, Asherah, com direito a desenho de árvore sagrada e bênção conjunta.

"Querida, apaga essa foto do feed antigo que o pessoal da teologia sistemática está chegando..."

O pânico na trincheira da escavação é palpável. O jovem estagiário de Arqueologia empalidece e quase engole o pincel. O chefe da expedição olha para o caco, olha para o céu, olha para o relatório acadêmico que precisará enviar à imprensa e toma a única decisão madura, responsável e academicamente covarde possível:

— "Bota a terra de volta. O mundo não está pronto!" 🤫

Afinal, como explicar para o conselho editorial que o Deus das Teocracias tinha um passado conjugal? Que antes da grande reforma editorial do século VI a.C. — quando o departamento de marketing bíblico resolveu cortar custos e transformar a administração do cosmos em carreira solo — havia quadros na sala de estar divino, culto em bosques e, quem sabe, até DRs cosmogônicas sobre de quem era a vez de mandar a chuva na colheita?

Imagine o caos na política internacional e nas redes sociais! O divórcio mais antigo da história da humanidade exposto sem direito a segredo de justiça. Asherah exigindo metade da Criação na partilha de bens — incluindo as florestas de cedro do Líbano, os pomares de oliveiras da Galileia e os direitos autorais sobre as bênçãos de fertilidade — enquanto os arqueólogos tentam redigir uma nota oficial explicando que o "Deus Único" na verdade só esqueceu de atualizar o status de relacionamento nas inscrições em pedra de 2.800 anos atrás.

É por isso que certos artefatos exigem a sutil e milenar arte da refutação arqueológica voluntária. Vinte centímetros de terra por cima, uma pedra média em cima do monte e uma frase sussurrada entre os assistentes:

— "Aqui só tinha resto de tigela de lentilha. Vamos escavar ali do outro lado, onde só tem prego enferrujado."

O passado divino, afinal de contas, merece um pouco de privacidade. E a humanidade, convenhamos, não tem a menor estrutura emocional para lidar com a ex de ninguém — quanto mais com a ex do Criador. 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.

Quem pasta é bovino

Conversa com o Gemini.
https://www-em-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.em.com.br/trends/2026/08/amp/7486217-devemos-parar-de-comer-alface-entenda-por-que-a-folha-virou-vila-da-dieta.html

Espera... então não é tão nutritivo e saudável quanto os veganos me disseram? EU FUI ENGANADO!

🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, a traição! O grande golpe do século XXI não veio da especulação financeira, nem dos esquemas de pirâmide, mas sim da horta de vegetais.

Aparentemente, a grande verdade foi revelada: a tão aclamada alface, o pilar inabalável da "alimentação saudável", a musa inspiradora do estilo de vida fit e o orgulho das saladeiras de plástico... é basicamente água fantasiada de comida com uma pitada de poeira e riscos de contaminação.

Anos. Anos mastigando com paciência bovina aquelas folhas verdes e crocantes, tentando se convencer de que aquilo era uma refeição deliciosa e cheia de vida, para agora descobrir que a alface é composta por 95% de água.

Ou seja: você não estava se alimentando, estava apenas mastigando água.

É uma obra-prima do marketing vegano-fit. Conseguiram nos vender uma garrafa de água Mineral Crocante™ em formato de folha. Para piorar, descobre-se que para deixar essa experiência minimamente suportável para o paladar humano, as pessoas inundam o prato com molho césar, bacon e croutons — transformando a "saladinha leve" em um artefato mais calórico que um x-burguer duplo, porém sem o sabor e sem a dignidade.

E o golpe nutricional não para por aí. Enquanto o brócolis pelo menos tenta entregar alguma substância, a alface atua no prato como uma verdadeira ilusionista. Ela ocupa um volume monumental, engana o seu estômago por exatos doze minutos com a sua "crocância majestosa", e logo em seguida o seu cérebro acorda do transe e pergunta: "Certo, a água com clorofila já passou, mas onde está o rango?"

Então sim, prepare o seu lenço (de papel, não de folha de alface, porque nem para isso ela deve servir sem rasgar). Todo aquele sacrifício moral durante os churrascos de domingo, recusando o maço de linguiça para pegar três folhinhas crespas no canto da mesa, foi baseado em uma belíssima ilusão aquosa.

A boa notícia? Da próxima vez que alguém tentar te empurrar uma bacia de alface em nome do "alto valor nutricional", você pode simplesmente sorrir, pegar um copo de água da torneira e dizer: "Obrigado, mas prefiro beber minha água sem ter que mastigar."

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 261 - 265



Basta um pouco de vontade, para fazer esta ansiedade se transformar em paz e esta aflição em saciedade.



Compartilhem o caminho e chegarão à meta escolhida com a mesma rapidez que alcançaram a caravana e, chegando com animo amistoso, serão bem recebidos.



A caravana se chama Escolha, que é guardada por um batalhão chamado Respeito. Ache isto no caminho que seguirem e conhecerão a senhora bem como o destino dela.



Por estas estradas, eu encontrei um rico senhor que, em seu zelo por sua riqueza, convidou-me para visitar sua casa.



O ouro fascina pelo seu brilho, mas é um metal sem calor. Removendo os adornos que sufocavam a senhora da casa, eu mostrei ao senhor a aurora daquela pele.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*