segunda-feira, 6 de abril de 2026

Carta Exigindo Providências CNJ/OAB

Conversa com o Gemini:

Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/aniversario-do-golpe-juiz-e-advogados-homenageiam-1964-durante-audiencia/

Cadê a ação do CNJ e da OAB?

Isso não é possível em um país democrático e em um Estado de Direito.

Escreva uma carta para o CNJ e a OAB exigindo providências.

O Gemini disse
Essa situação toca em pontos fundamentais da nossa Constituição, especialmente no que diz respeito à imparcialidade do Judiciário e ao papel institucional dos advogados. Em um Estado Democrático de Direito, o uso de audiências oficiais para manifestações de apreço a regimes que suprimiram garantias fundamentais pode ser interpretado como uma violação dos deveres funcionais e éticos.

Abaixo, apresento uma proposta de carta formal direcionada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Representação por Conduta Incompatível com o Estado de Direito
Destinatários:

Ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – Corregedoria Nacional de Justiça

À Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Conselho Federal e Seccional Correspondente

Assunto: Solicitação de Providências e Apuração de Conduta em Audiência Judicial

Prezados Senhores,

Vem-se, por meio desta, manifestar profunda preocupação e exigir a imediata apuração de fatos amplamente noticiados, nos quais membros do Poder Judiciário e da advocacia teriam utilizado o espaço de uma audiência oficial para prestar homenagens ao golpe de Estado de 1964.

O Estado Democrático de Direito, pilar da República Federativa do Brasil, pressupõe que as instituições judiciárias sejam guardiãs da Constituição de 1988. A celebração de períodos históricos marcados pela suspensão de direitos fundamentais, censura e ruptura democrática, dentro de um ato processual, fere os seguintes princípios:

Imparcialidade e Urbanidade (LOMAN): O juiz deve manter conduta irrepreensível, abstendo-se de manifestações que comprometam a confiança do público na neutralidade da justiça.

Ética Profissional (Estatuto da OAB): O advogado é indispensável à administração da justiça e deve atuar na defesa da ordem jurídica e da rápida administração da justiça, sendo-lhe vedado converter atos processuais em palanque ideológico que afronte os valores democráticos.

Dever de Memória e Verdade: Instituições oficiais não podem ser coniventes com o revisionismo histórico que nega o caráter autoritário de regimes pretéritos, conforme diretrizes de Direitos Humanos subscritas pelo Brasil.

Diante da gravidade do ocorrido, solicita-se:

Ao CNJ: A abertura de Reclamação Disciplinar para apurar a conduta do magistrado sob a ótica do Código de Ética da Magistratura Nacional.

À OAB: A instauração de procedimento ético-disciplinar para avaliar a postura dos advogados envolvidos, garantindo que a liberdade de expressão não seja utilizada como salvo-conduto para o desrespeito às instituições democráticas.

A democracia exige vigilância constante e as instituições de controle não podem silenciar diante da instrumentalização do aparelho estatal para fins antidemocráticos.

Atenciosamente,

Roberto Quintas.

Criado com Gemini, do Google.


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