(Imagem criada com Gemini, do Google)
Vivemos em um mundo dualista. Os sussurros da união dos duplos cala toda fúria dialética.
(Imagem criada com Dreamina)
Não há santa que seja mais sagrada quando se torna vadia. Não há vadia tão perdida a ponto de um profeta não ir buscá-la e achá-la.
(Imagem criada com Dreamina)
Escolha: uma farpa de madeira na carne ou um fiapo de seda na pele. Viver em sofrimento e privação ou em alívio e satisfação. Um Redentor que se imolou na cruz ou uma Rendeira que se imola na cama.
(Imagem criada com Gemini, do Google)
Os lírios são admirados por sua roupagem natural, mas mais magnifica é esta echarpe que se encaixa dobrada entre as pernas da Amada.
(Imagem criada com Dreamina)
A Amada é como um presente: se embrulha, se enfaixa, se enfeita. Nos braços do Escolhido, tudo é desfeito, amassado, rasgado e lambuzado.
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





Nenhum comentário:
Postar um comentário