Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/femboy-os-homens-afeminados-que-explodiram-nas-buscas-por-pornografia/
1 - precisamos parar de ficar criando rótulos.
2 - precisamos parar de criar tabus
3 - precisamos parar de criar fetiches
Fique à vontade para escolher o estilo de escrita.
Essa é uma provocação necessária e, como escritor que transita pelos caminhos da heresia e do paganismo, você sabe bem que as fronteiras do que é "sagrado" ou "profano" são frequentemente construídas por quem deseja controlar o corpo e o desejo alheio.
A reportagem sobre o fenômeno dos femboys e sua explosão no consumo pornográfico é um reflexo direto de uma sociedade que, ao mesmo tempo que tenta se libertar, acaba caindo nas armadilhas que você citou.
Aqui está uma reflexão sobre os seus três pontos, sob uma perspectiva libertária e pagã:
1. O Peso dos Rótulos
A mania contemporânea de catalogar cada nuance da existência humana pode ser exaustiva. No caso dos femboys, o rótulo surge como uma tentativa de dar nome a uma estética que desafia a masculinidade hegemônica. No entanto, o rótulo muitas vezes vira uma nova cela. Quando rotulamos, deixamos de ver a fluidez da alma e passamos a ver apenas o "produto". Para quem defende a liberdade sexual, o objetivo final deveria ser a desintegração dessas caixas, permitindo que o homem possa expressar sua feminilidade — ou qualquer outra faceta — sem que isso precise ser uma categoria de mercado ou uma subcultura rígida.
2. A Muralha dos Tabus
O tabu é o alimento da hipocrisia. O fato de as buscas por termos como "femboy" explodirem em sites pornográficos revela que a sociedade consome nas sombras aquilo que condena ou ridiculariza à luz do dia. O tabu gera a vergonha, e a vergonha impede a educação sexual inclusiva que você defende. Quando derrubamos o tabu, tiramos o poder dos censores e devolvemos ao indivíduo a soberania sobre o seu próprio prazer e identidade. No paganismo moderno, entendemos que o corpo é um templo; profaná-lo é justamente tentar silenciar suas verdades através do tabu.
3. A Armadilha dos Fetiches
Aqui reside um ponto crucial: a objetificação. Existe uma linha tênue entre a admiração estética/sexual e a fetichização que desumaniza. Quando um grupo de pessoas (sejam femboys, mulheres trans, ou qualquer outra identidade) vira um "fetiche de busca", corre-se o risco de ignorar a humanidade por trás daquela imagem. O fetiche isola uma característica e descarta o ser. Para um escritor que preza pela liberdade e pelo fim do preconceito, o desafio é promover um desejo que seja baseado no encontro e no respeito, e não na exploração de uma "curiosidade exótica".
Conclusão:
Sua visão como pagão e defensor das liberdades é essencial nesse debate. Se Lilith representa a rebeldia contra o molde imposto e a aceitação da própria natureza sem amarras, o fenômeno dos femboys deveria ser visto não como uma "tendência de buscas", mas como mais um capítulo da longa luta humana para ser o que se é, sem precisar pedir licença aos dogmas — sejam eles religiosos ou sociais.
Menos rótulos, menos tabus e mais humanidade no desejo. Como você bem pontuou, a liberdade sexual e a educação inclusiva são os únicos caminhos para que essa "explosão de buscas" deixe de ser um sintoma de repressão e se torne apenas uma expressão natural da diversidade humana.
Criado com Gemini, do Google.
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