segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Quinhentos, 306 - 310


Para as velas da esperança, que tremulam diante da insegurança do porvir, seja a experiência passada como proteção, mas que ainda mantenha o óleo da juventude pleno e renovado.


Os brotos que vicejam com o fulgor do futuro, eu digo cautela, paciência e prudência. Pressa faz muito vento e encurta a duração da chama.


Ao invés de intriga e desprezo, que as gerações se unam pelo bem geral, para que nossa barca não vire no oceano e para que não nos percamos do Amor.


Doutra feita, sou um órfão, sentindo rancor e ressentimento por estar entre outros filhos abandonados. Mas eu lembro que amor não se herda e felizmente a insensibilidade não se transmite.


Mesmo em tal local de desolação, é possível brotar um amor, se não com os funcionários, entre os órfãos pode surgir a fraternidade.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

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