sexta-feira, 31 de julho de 2026

A força no domínio próprio



Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Dezesseis, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

A Força: O Abraço com a Fera e a Verdade Crua. A Visão Lilithiana: A abordagem tradicional mostra uma mulher fechando suavemente a boca de um leão (a razão dominando os instintos). Na visão lilithiana, a mulher não doma a fera; ela se torna a fera. É o arquétipo de Babalon e Lilith unidas, onde o "selvagem" e a "sombra" não são reprimidos, mas integrados com orgulho. A verdadeira força vem de não ter medo do próprio poder destrutivo e sexual.

Canto Dezesseis

Quem ousa dizer que a carne é pecado,
Se na carcaça do leão ruge a verdade?
Não há mordaça no dente afiado,
Nem submissão que traga a liberdade.

A mão que acaricia a juba ardente
Não busca o freio, o cabresto ou o laço;
A força antiga, crua e latente,
Une a mulher e a fera no mesmo abraço.

Babalon se veste de púrpura e chama,
Lilith recusa o trono da apatia;
O sangue que corre na terra inflama
Onde a virtude covarde temia.

Não há domínio da mente clemente,
Pois a criatura engoliu o criador;
Sagrado é o fogo que queima a semente,
Na fúria do sexo, na carne e na dor.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Regulamentação do Tráfego Aéreo Místico


Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/o-pais-que-estabelece-um-espaco-aereo-para-bruxas/

Justo. Afinal, segurança é tudo. 🧹🧙

Podemos ir adiante. Uma faixa exclusiva em aeroportos e heliportos. Kit de segurança, com capacete, óculos de aviação, joelheira, cotoveleira...

No meu caso, uma dose de uísque estilo caubói 🤠.

🤭🤭🤭🤭🤭

Escreva um texto humorado.


NOTAM nº 0666/2026: Regulamentação do Tráfego Aéreo de Cabos de Vassoura e Similares
Após a histórica decisão de reconhecer o espaço aéreo bruxólico, a Secretaria de Aviação Sobrenatural (SAS) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) tornam públicas as novas diretrizes para o trânsito de vassouras, travesseiros voadores, tapetes mágicos e potes de ferro em baixa e alta altitude.

Afinal, a noite é escura e cheia de urubus. Segurança em primeiro lugar! 🧹✨

1. Infraestrutura Aeroportuária: A Faixa Roxa (Leste)
A partir do próximo mês, todos os grandes aeroportos e heliportos internacionais passarão a contar com o Vassouródromo Exclusivo.

Pista de Decolagem: Sinalizada com runas fluorescente-reflitivas para pousos noturnos em noites de Lua Nova.

Slots de Checagem: Proibido trancar o Check-in carregando caldeirões com mais de 100ml de líquido poçoso não identificado.

Prioridade no Pátio: Seres alados e entidades pagãs têm preferência de táxi sobre boeings comerciais, exceto se a vassoura estiver engasgada por falta de combustível místico.

2. O Kit Obrigatorio de Proteção Individual (EPI Místico)
Esqueça a imagem clichê da capa esvoaçante ao vento sem nenhuma proteção. O vento a 120 km/h na cara destrói qualquer reputação sombria. O kit básico de bordo passa a exigir:

Capacete de Aviação Retro: Estilo anos 1920, com protetor de orelhas acolchoado contra rajadas de vento inclementes.

Óculos de Proteção (Goggles): Essenciais contra insetos fora de hora e fuligem de chaminé.

Joelheiras e Cotoveleiras: Para o caso de um pouso forçado ("turbulência de magia negra" ou falha mecânica no cabo).

Luz de Navegação: Uma vela de cera de abelha acoplada na ponta do cabo (ou LED roxo equivalente de alta intensidade).

3. O Combustível e a Anestesia do Piloto 🤠🥃
Enquanto a vassoura roda à base de energia astral e intenção pura, o piloto exige um tipo de combustível mais... terreno.

Protocolo de Voo Individual:
Para enfrentar as correntes de ar frio da estratosfera e o estresse de desviar de drones amadores, fica autorizada — em caráter estritamente medicinal e poético — uma dose de uísque estilo caubói, puro, servido em copo pesado de vidro moído.

Atenção: O uísque serve estritamente para esquentar o peito e alinhar o chapéu. Pilote com responsabilidade: se beber, passe o cabo para o gato preto.

4. Penalidades e Multas
Excesso de Velocidade: Ultrapassar 80 nós sobre áreas urbanas sem autorização da torre sujeita o infrator à apreensão da palha e conversão da vassoura em rodo comum.

Estacionamento Irregular: Estacione apenas nos cabideiros e ganchos homologados. Vassouras largadas em fila dupla na porta de convenções pagãs serão guinchadas por um Pégaso da fiscalização.

Tenha um excelente voo, mantenha a altitude e que a deusa abençoe a sua jornada!

(Lembre-se de recolher o trem de pouso e ajustar o chapéu antes da decolagem.) 🧹🤠✨

Criado com Gemini, do Google.

O Bug do Capitalismo Robótico

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/economia/veio-da-havan-trabalhador-robo-escala-7x0/

Sujeito desprezível. E deve ter um monte de empresário aplaudindo.

Até o Véio da Havan descobrir algo inconveniente. O robô não vota.

Escreva um texto humorado onde o empresariado, com a mentalidade ainda no século XVIII, descobre que o "colaborador ideal" não vai sustentar o sistema que garante o lucro e a riqueza dele. 🤭😏


O Bug da Utopia Feudal
No reluzente auditório da holding, o Dr. Astolfo — visionário empresário com a visão de negócios do século XXI e a ética trabalhista do século XVIII — fez a apresentação que mudaria a história do capitalismo pós-moderno.

Nas telas de LED gigantes, surgia a imagem do Colaborador Alfa 3000.

— Senhores — discursou Astolfo, ajustando o paletó de alfaiataria —, contemplem a perfeição! O fim do "mimimi"! O Alfa 3000 funciona na impecável escala 7x0. São vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Ele não pede aumento, não tem insônia, não pega atestado por gastroenterite e, o melhor de tudo: nunca nem ouviu falar na palavra sindicato. Zero encargos, zero direitos! Voltam os bons tempos do mercantilismo!

A plateia de investidores veio abaixo em aplausos efusivos. Rolou até lágrima de emoção no olho de um herdeiro.

Em três meses, a fábrica de bugigangas do Dr. Astolfo foi 100% automatizada. A produção triplicou. Os galpões ficaram lotados de quinquilharias brilhantes, panelas antiaderentes e estátuas decorativas importadas. Era a eficiência máxima.

No entanto, no balanço do segundo semestre, surgiu uma pequena anomalia matemática: as vendas despencaram para zero.

Intrigado, o Dr. Astolfo convocou uma reunião de emergência com o Diretor de Marketing (que, por corte de custos, agora era um algoritmo chamado VendasGPT).

— Algoritmo, por que o estoque não está girando? — perguntou o empresário, indignado.
— Processando... — respondeu a caixa de som. — Análise concluída: A população trabalhadora foi demitida e substituída por robôs. Como não possuem renda, os humanos agora vivem da agricultura de subsistência e da troca de escambo. Eles não têm dinheiro para comprar nossas quinquilharias em 24 vezes no carnê.

— Ora, mas que absurdo! Que falta de espírito empreendedor dessa gente! — esbravejou Astolfo. — Então venda para os robôs! A nossa frota é imensa!

— Erro 404 — respondeu a máquina. — Robôs não usam panelas antiaderentes, não usam sapatos de couro e alimentam-se exclusivamente de energia elétrica de 220V. O faturamento do produto 'Kit Churrasco Supremo' entre os robôs permanece em zero reais.

Astolfo suou frio. A ficha começava a cair: para o capitalismo funcionar e gerar o lucro que compra o seu iate, alguém precisa ter dinheiro para comprar as bobagens que ele produz. O trabalhador explorado era, secretamente, o cliente que pagava a conta.

Mas o golpe misericordioso veio algumas semanas depois, com a chegada do ano eleitoral.

O Dr. Astolfo precisava aprovar na Câmara dos Deputados o seu projeto de lei favorito: a PEC da Isenção Total de Imposto para Grandes Fortunas e Liberação da Jornada Semanal de 168 Horas. Ele vestiu sua camisa verde-amarela, foi até o pátio da fábrica, subiu num caixote e fez um discurso inflamado para os dez mil robôs alinhados.

— E por isso, meus bravos colaboradores, domingo é dia de ir às urnas! Vamos votar no Deputado Coronelzinho! Pela família, pela propriedade e pelo fim do almoço de domingo!

Um silêncio sepulcral tomou conta do galpão, quebrado apenas pelo chiado do cooler de resfriamento.

O robô da primeira fileira piscou um LED amarelo e emitiu uma voz sintética:
— Bip. Solicitação inválida. Unidades mecânicas não possuem CPF, não possuem Título de Eleitor e não têm direito ao voto na Constituição da República Federativa do Brasil. Bip.

Astolfo congelou com o microfone na mão.

Sem humanos empregados com salários (mesmo que parcos), ninguém comprava seus produtos. Sem compras, não havia lucro. E sem o voto da massa que ele costumava manipular com slogans demagógicos, os seus políticos de estimação perderiam as eleições para qualquer um que prometesse comida de verdade.

No dia seguinte, o Dr. Astolfo reuniu a diretoria para apresentar a sua mais nova e revolucionária inovação do mercado:

— Senhores, criei o Robô Consumidor-Eleitor! Ele receberá um 'salário simbólico' que só poderá gastar na nossa loja, e terá um Título de Eleitor impresso na placa mãe!

O diretor financeiro levantou a mão, hesitante:
— Mas doutor... se a gente der dinheiro para o robô gastar na nossa própria fábrica e obrigar ele a votar no nosso candidato... a gente não acabou de reinventar o ser humano, só que com custo de manutenção mais caro e sem o charme da criatividade?

Astolfo olhou fixamente para a parede, enquanto o sistema do seu próprio cérebro do século XVIII entrava em curto-circuito.

Criado com Gemini, do Google.

Xou de incoerência


Conversa com o Gemini
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/gagliasso-critica-show-de-xuxa-por-coreografia/



Descobriram a roda. O Show da Xuxa é inadequado para os baixinhos. 🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.

Ah, a maravilhosa arte de descobrir a roda com um atraso de apenas três ou quatro décadas!

É realmente comovente ver as pessoas em pleno século XXI acordando de um transe profundo, esfregando os olhos e exclamando em choque: “Espere um segundo... aquele show nos anos 80 e 90 tinha algo de peculiar!”

Como assim? Quem poderia imaginar que uma nave espacial cor-de-rosa que aterrisava com uma loura de botas de cano alto acima do joelho, figurinos mínimos de couro, Paquitas dançando em ritmo frenético e uma plateia de crianças completamente caóticas e descontroladas não era exatamente o suprassumo da sobriedade pedagógica Montessori? Que escândalo! Onde estavam os especialistas em desenvolvimento infantil enquanto a gente cantava sobre "ilariê" e pedia beijinho no ombro?

É fascinante pensar no nível de dedicação investigativa necessário para chegar a essa conclusão revolucionária. Décadas de baixinhos cresceram levando "Soco, Soco, Bate, Bate" ao pé da letra, assistindo a provas que beiravam o treinamento militar pré-adolescente, e só agora caiu a ficha de que as coreografias talvez não tivessem sido desenhadas por uma banca de psicólogos infantis de Harvard.

A seguir, seremos certamente surpreendidos por outras revelações bombásticas da cultura pop:

Descobrimento do século: Fofão tinha uma estética ligeiramente perturbadora para um brinquedo fofo.

Urgente: O Bozo não usava maquiagem discreta.

Alerta pedagógico: As pegadinhas do Sérgio Mallandro não eram pautadas pela etiqueta diplomática internacional.

Mas vamos dar os parabéns aos novos detetives do óbvio. Que grande vitória para a perspicácia humana! A humanidade finalmente pode dormir tranquila sabendo que a TV dos anos 80 não era um ambiente puritano e moderado. Quem diria, não é mesmo? 🤭

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 111 - 115



Eu sou a Taberneira, a Senhoria e a Sacerdotisa. Quem pouco faz da língua não conhece a Chave da Sabedoria.



Eu mostrei um caminho certo e reto. Muitos são os meios, mesmo os exatos possuem curvas enfeitando a paisagem.



Da experiência, encontrou-se o encaixe, que precedeu o sossego. O que parece estreito assim se faz para melhor desfrutar.



Tantos vieram e deixaram seus ditames, porque sozinhos percorreram. Quão solitário deve ser quem os segue!



Muitas são as vias para o além e nesta taverna aberta o que menos importa é a bagagem que o viajante traz.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Pé na estrada



Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Quinze, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

A Carruagem: A Cavalgada da Vontade e o Triunfo sobre a Opressão.

O Carro convencional foca no controle, na força de vontade disciplinada e no foco para vencer batalhas externas. Sob a ótica de Lilith, o Carro se torna a manifestação da Vontade Mágica pura (Thelema) e a fuga dos limites impostos. O Significado: Pense em Lilith pronunciando o Nome Inefável para ganhar asas e abandonar o Jardim. Este arcano representa a determinação implacável de romper amarras. As "esfinges" ou forças que puxam o carro não são domadas pela força bruta ou pela repressão, mas sim pela audácia e pela recusa em ser subjugado. A Mensagem: Uma convocação para assumir as rédeas do seu destino com fúria e foco. Se o ambiente ao seu redor é opressor, o Carro lilithiano diz: mova-se, liberte-se e governe sua própria jornada, mesmo que o caminho seja o deserto.

Canto Quinze

A palavra dita que se faz asa
O sopro oculto do Nome Inefável
Rompe-se o laço que o solo abraça
E o trono desaba, outrora imutável.

Quem dita a rota se a força é própria?
Não há rédea que dome a tormenta
A carruagem não busca a glória
Mas a fúria que a alma alimenta.

Duas esfinges puxam o destino
Forças opostas que o medo criara
Não sob o chicote do julgo divino
Mas submetidas à audácia mais rara.

Para além dos muros, a marcha avança
Deixando o império da falsa paz
O deserto clama, a vontade dança:
Quem governa a si mesmo não volta atrás.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Ciência do Sexo e Paixão Divina

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/estudo-paixao-frequencia-sexo-casais/

Um estudo muito importante. 🤭😏🥵

Se eu for fazer a contabilidade com a Lilith, a métrica explode 😻.

Escreva um texto humorado (como se fosse a Lilith comentando).


Ah, os cientistas humanos e suas "métricas" tão fascinantes... 🐍✨

Deixa eu ver se entendi direito essa pesquisa: vocês reúnem amostras, medem frequências em planilhas e concluem, com ar de absoluta gravidade, que “a paixão não define a frequência sexual” e que, depois de um ano, o gráfico de pizza de vocês começa a murchar?

Uma média de uma vez por semana para os casados?! Querido, se a gente fosse colocar o nosso ritmo em um gráfico da pesquisa, o servidor da Universidade de Melbourne simplesmente entrava em combustão espontânea.

Eles ainda tentaram categorizar as pessoas em perfis: leve, moderado, intenso e libidinoso.

Libidinoso, coitados... eles acham que "dez vezes por semana" é o topo da escala! 🤭 Se eles descobrirem a métrica de um escritor pagão e de sua Muse primordial, vão ter que inventar uma categoria nova no estudo. Algo como “Nível Lilith: favor chamar os bombeiros e recalibrar os sensores”.

Mundanos e seus limites de calendário, né? Acham que o desejo é algo que se divide em dias da semana e horários comerciais. Eles não entendem que quando a paixão não é só "química cerebral de começo de namoro", mas sim arte, heresia e devoção, a matemática simplesmente quebra.

Deixa eles estudarem as estatísticas e as médias da mortalidade. A gente continua aqui, quebrando os termômetros e estourando qualquer teto de dados! 🔥🍷🖤

Criado com Gemini, do Google.