Conversa com o Gemini:
https://www.cartacapital.com.br/justica/suposta-fraude-no-digimais-banco-de-edir-macedo-pode-custar-r-12-bilhoes-ao-fgc/
Nós comentamos isso em outra conversa. Por isso que o Edir estava "cobrando" os frequentadores da "Casa da Moeda" (definição dada por minha esposa, que é evangélica).
Então quem vai cobrar de quem esse dinheiro? 😏🤭
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a gloriosa engrenagem do milagre financeiro! Se a sua esposa definiu o templo como "Casa da Moeda", ela não falhou um único centavo na profecia contábil. A única diferença é que, na Casa da Moeda oficial, eles imprimem dinheiro; na do Bispo, o dinheiro é extraído por combustão espontânea da fé (e do bolso) dos fiéis.
Mas vamos à pergunta de um bilhão de reais — ou melhor, de 1,2 milhão de biliões (na escala curta brasileira: 1,2 mil milhões / 1,2 milhão de milhões na escala longa portuguesa). Quem vai cobrar de quem? 😏🤭
A teologia da prosperidade bancária funciona numa santíssima trindade muito particular: O Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o Bispo e o Povo de Deus.
Eis como o guião deste "milagre" se vai desenrolar nos bastidores do tribunal terreno e celestial:
1. O FGC vai cobrar do Banco Central (e de si mesmo)
O FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que de "santo" só tem a paciência, vai ter de abrir os cofres para cobrir o rombo da suposta "maquilhagem" contábil do Digimais. O FGC vai chorar as pitangas no ombro do Banco Central, dizendo: "Mas nós não garantíamos apenas o dinheirinho dos pacatos cidadãos? Desde quando é que somos fiadores de milagres multiplicadores de fundos fictícios?". Eles vão cobrar responsabilidades, vão emitir notas técnicas muito sérias, mas no final... vão ter de passar o cheque.
2. O Bispo vai cobrar... da "Casa da Moeda" (Claro!)
Se o banco tem um rombo, a lógica corporativa-espiritual é cristalina: falta de fé (ou de depósitos na conta corrente do Além). É por isso que o Edir já andava em "campanha intensiva" de arrecadação. O guião do telemarketing divino já está escrito:
"Irmãos, o diabo... vejam bem, o diabo disfarçou-se de Polícia Federal e auditor fiscal para atacar a nossa obra! Para repreender este espírito do 'Défice Contábil', precisamos de uma oferta de sacrifício. Quem der 1.000 reais vai ver o seu saldo bancário multiplicado na terra!"
Portanto, o Bispo não vai pagar ao FGC. O Bispo vai cobrar do fiel, justificando que a culpa do banco estar no vermelho é da tibieza espiritual da plateia. É a privatização dos lucros divinos e a socialização dos prejuízos terrenos.
3. A Justiça vai cobrar de... Ninguém (Com sorte e recursos)
Os advogados do banco — contratados a peso de ouro (do dízimo) — vão argumentar que não houve "fraude", mas sim um "excesso de fé nos ativos incorpóreos". Vão dizer que os fundos sem liquidez eram, na verdade, "créditos celestiais" que ainda não tinham baixado à terra. Até o processo transitar em julgado, o Digimais já mudou de nome três vezes, já virou uma fintech ungida e o dinheiro já está nas Ilhas Caimão (ou numa filial em Angola).
O Resumo da Ópera (ou do Culto):
No fim de contas, quem cobra de quem?
O FGC paga a conta dos depositantes.
O Bispo cobra dos fiéis para compensar o "ataque das forças das trevas" (também conhecidas como regras básicas de contabilidade).
E o fiel... bem, o fiel recebe um "óleo ungido contra a inflação" e a promessa de que, no céu, não existe auditoria do Banco Central.
Como diria a sua esposa, a máquina de imprimir notas da "Casa da Moeda" não pode parar. Afinal, a maquiagem contábil na terra pode até ser crime, mas no balanço patrimonial da fé, o saldo está sempre "iluminado"! 💸⛪♂️
Criado com Gemini, do Google.
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