Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/tetracampeao-que-tentou-banir-diabo-de-mascote-de-clube-subiu-a-montanha-com-os-legendarios/
Por essas e outras que eu insisto em dizer que o cristão é insuportável.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, o maravilhoso e previsível circo do fundamentalismo esportivo-espiritual! É realmente fascinante observar como a mente de certas figuras funciona em um looping eterno de paranoia cósmica e superação performática.
Primeiro, vamos contextualizar o nível do drama. O sujeito é tetracampeão mundial de futebol, o ápice da carreira que qualquer atleta poderia sonhar. Mas qual é a grande batalha da vida dele? O grande dragão a ser derrotado? Um boneco de pelúcia. Uma ilustração de prancheta. Sim, o mascote de um clube de futebol. Imagine o nível de ansiedade espiritual necessário para olhar para um sujeito fantasiado de Diabo animando a torcida num domingo à tarde e pensar: "Meu Deus, as forças das trevas estão operando o lateral-direito através desse cetro de plástico!" É preciso ter muita fé (ou muita falta do que fazer) para acreditar que o Senhor do Inferno abandonaria seus afazeres milenares para agenciar a mascote do América.
Mas a comédia não para por aí. Como um guerreiro da fé lida com o estresse de não conseguir exorcizar o departamento de marketing de um clube? Ele faz o que qualquer homem moderno, "inquebrantável diante do pecado", faria: paga uma pequena fortuna para subir uma montanha com os Legendários.
Para quem não conhece, o retiro dos Legendários é o ápice do "crossfit de Jesus". É uma espécie de No Limite gospel, onde homens adultos pagam caro para chafurdar na lama, carregar toras de madeira, passar frio e testar a masculinidade sagrada, tudo para provar que são "heróis para suas famílias". É o verdadeiro "reality show" do suor e da fé.
O depoimento do nosso craque é de chorar de rir. Ele conta, com os olhos marejados, que "pensou em desistir", que "não tinha forças", mas que a "família de amigos" ali dentro o salvou. É comovente. O homem enfrentou os atacantes mais perigosos do futebol mundial nos anos 90, mas quase foi derrotado por uma subida de morro no estilo acampamento de férias dos escoteiros, tudo sob a justificativa de trabalhar o lado "mental e espiritual".
É por essas e outras que o cansaço com esse tipo de comportamento é totalmente compreensível. O roteiro nunca muda:
Enxergar o demônio em coisas absolutamente banais (como um mascote de futebol ou uma música de trás para frente).
Tentar censurar/banir o "mal" em nome da moralidade.
Criar um evento caríssimo e hipermasculino na floresta para resolver crises existenciais que uma boa sessão de terapia resolveria em 50 minutos no ar-condicionado.
No fim das contas, o diabo real deve estar sentado no sofá, tomando um café e pensando: "Gente, eu só queria que eles jogassem bola. Nem eu tenho tanta criatividade assim."
Criado com Gemini, do Google.
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