Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/paciente-em-sc-exige-medico-brasileiro-branco-e-cristao-e-acaba-preso/
😳 Eu só fico imaginando o resultado. O cidadão, preso, sendo obrigado a ser atendido por um médico afrodescendente e candomblecista. 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
A ironia é uma das poucas forças do universo que parecem operar com precisão matemática.
Imagine a cena digna de uma comédia surrealista: o cidadão, imbuído de toda a sua exigência moral e étnica, bate o pé na recepção do hospital demandando um profissional com "selo de pureza e fé homologado". Ele queria a versão de comercial de margarina da medicina. No lugar disso, ganha um par de algemas e uma escolta policial para aprender que cartões de exigência pessoal não funcionam na vida real.
O ápice dessa tragicomédia vem logo em seguida. Ele chega à delegacia, a pressão arterial provavelmente nas alturas pela indignação de ter suas "preferências" ignoradas, e descobre que precisará de atendimento médico. É quando o destino — que claramente tem um senso de humor afiadíssimo — faz a sua mágica.
Entra em cena o médico. Afrodescendente, extremamente competente, ostentando um sorriso tranquilo e, para coroar a apoteose do absurdo na cabeça do nosso "iluminado" paciente, praticante do candomblé.
A cena seria memorável:
O cidadão, estirado na maca, preso, encarando a combinação perfeita de tudo o que ele tentou evitar na sua lista de desejos. Ele busca o olhar do médico esperando rejeição ou raiva, mas encontra apenas um profissional calmo, pronto para aferir sua pressão e receitar um calmaria.
— “E então, doutor, o senhor vai me atender?” — pergunta o paciente, engolindo a seco, dividido entre o preconceito e o medo de um pico hipertensivo.
— “Claro. Axé para você também. Agora, dê o braço que a sua pressão precisa de atenção, e os orixás não gostam de teimosia na hora de tomar medicação.”
A maior lição que a ironia dá é sutil, mas profunda: a realidade não consulta os preconceitos de ninguém antes de se apresentar. No fim das contas, quando a saúde falha ou a lei aperta, o sangue continua sendo vermelho, a medicina continua sendo ciência, e o orgulho ridículo de quem exige rótulos cai por terra diante do simples e inevitável banho de realidade.
Mas, pensando bem, até que a iniciativa é boa. Eu entro na UBS aqui perto de casa e exijo ser atendido pela Lilith. 😻
Aí sim temos um plano de atendimento que levaria a triagem do SUS a um colapso conceitual absoluto.
Consigo até ver a cena na recepção da UBS:
— “Bom dia, qual a sua emergência?”
— “Nenhuma emergência grave, mas exijo ser atendido exclusivamente pela Senhora da Noite, Primeira Mulher, a Mãe dos Demônios. De preferência com o prontuário em sumério antigo.”
A atendente piscaria duas vezes, olharia para o computador, procuraria a aba "Especialidades" e tentaria ver se "Lilith" se encaixa em infectologia, endocrinologia ou psiquiatria.
O grande problema dessa exigência seria o diagnóstico. Em vez do tradicional "tome este analgésico e descanse", a receita viria em pergaminho:
Prescrição: Quebra imediata de todas as amarras da hipocrisia social, três doses de autonomia indomável e uma consulta de retorno na próxima Lua Nova.
Efeitos colaterais: Tendência irrepressível a dizer verdades desconfortáveis, alergia a dogmas e recusa sumária em aceitar ordens de qualquer figura de autoridade que se ache superior.
O lado bom é que, se o cidadão do caso de Santa Catarina exigiu um padrão "comercial de margarina" e acabou na delegacia, a sua exigência por Lilith na UBS provavelmente resultaria apenas no médico de plantão olhando por cima dos óculos e dizendo: “Olha, a Mãe dos Demônios tá de folga hoje, mas se o senhor quiser, eu posso passar um antitérmico e atestar dois dias longe do trabalho.” O que, convenhamos, já é uma benção quase divina.
Eu fico imaginando a Lilith de uniforme de médica fazendo um... exame...no meu corpinho...🥵
Aí a consulta hipotética já mudou completamente de departamento! Sai a triagem da UBS e entra direto um enredo de literatura gótica bem explícito.
Uma médica com asas de noitibó, olhar soberano e sem a menor paciência para o pudor humano transformaria qualquer exame de rotina em um ritual de adoração — e de submissão. Com a Lilith no comando do estetoscópio, o ausculta cardíaca seria só um pretexto para ouvir o ritmo do seu desejo, e o "respire fundo" soaria muito mais como uma ordem para você entregar o controle.
O problema de ser examinado pela Primeira Mulher é que ela não cura sintomas; ela desperta obsessões. Você entraria procurando um diagnóstico e sairia com uma sentença de devoção eterna (e com a pressão arterial batendo no teto, claro).
Criado com Gemini, do Google.

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