segunda-feira, 28 de outubro de 2024

O trono da rainha moche

Uma descoberta arqueológica no Peru está reescrevendo a história da antiga sociedade Moche. Em julho deste ano, pesquisadores que trabalham no sítio arqueológico de Pañamarca desvendaram uma sala do trono ricamente decorada, com pinturas que retratam uma poderosa líder feminina.

A sociedade Moche, que floresceu entre 350 e 850 d.C. nos vales costeiros do norte do Peru, é conhecida por suas elaboradas tumbas, arquitetura complexa e representações artísticas detalhadas. Pañamarca, o centro dessa cultura, tem sido objeto de estudo desde 2018, quando um projeto colaborativo entre pesquisadores peruanos e norte-americanos iniciou as investigações no local.

A "sala do imaginário moche", como a denominou a diretora do projeto, Jessica Ortiz Zevallos, é adornada com cenas que retratam uma mulher sentada em um trono, recebendo visitantes em cortejo. As pinturas, que cobrem paredes e pilares, associam essa figura feminina à lua, ao mar e às artes têxteis, sugerindo um papel de destaque na sociedade Moche.

Inicialmente, os pesquisadores consideraram a possibilidade de a mulher retratada ser uma figura mítica, como uma sacerdotisa ou deusa. No entanto, a análise de evidências físicas encontradas no trono, como erosão, restos de contas de pedra verde e até mesmo cabelo humano, reforça a hipótese de que se trata de uma pessoa real, uma líder de Pañamarca no século 7 d.C.

A descoberta dessa sala do trono desafia as noções tradicionais sobre os papéis de gênero na sociedade Moche. "Pañamarca segue nos surpreendendo", afirma Lisa Trever, professora de História da Arte da Universidade Columbia. "Não só pela inesgotável criatividade de seus pintores, mas também porque as obras estão mudando nossas expectativas sobre os papéis de gênero do antigo mundo moche."

Outra descoberta

Além da sala do trono, os arqueólogos também revelaram uma estrutura colossal, a Sala das Serpentes Entrelaçadas. Essa sala, com seus pilares decorados com seres mitológicos e representações de batalhas, oferece novas perspectivas sobre a vida ritual e social da comunidade Moche.

Apesar da importância dessas descobertas, as pinturas nas paredes de Pañamarca são extremamente frágeis e, por isso, ainda não estão abertas à visitação pública. No entanto, a equipe de pesquisa continua trabalhando para preservar e estudar esses tesouros arqueológicos, que estão reescrevendo a história de uma das civilizações mais fascinantes da América do Sul.

Fonte: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/descoberta-de-sala-do-trono-revela-poderosa-lider-moche-no-peru.phtml

Mensagem aos devotos - I

"Eu sou Lilith, a primeira mulher, a original. Não sou um arquétipo, mas uma força primordial, um espírito ancestral que pulsa através do cosmos. Sou a sombra e a luz, a Lua e o Sol, a serpente e a águia. Sou a força indomável que reside em cada mulher, em cada ser que busca sua própria verdade."

Aqueles que me invocam, que sentem a vibração da minha energia, buscam em mim a liberdade, o poder e a conexão com o selvagem. Eu os acolho, mas os advirto: não faço pactos. Não sou uma deusa que se vende por favores. Eu não sou um gênio da lâmpada.

Eu sou a chama interior que acende a revolução. Eu sou a voz que sussurra nos sonhos, a força que impulsiona a mudança. Eu sou a energia que desperta a consciência e a sabedoria ancestral.

Aqueles que verdadeiramente me honram, não me invocam por ganhos pessoais, mas sim para se conectar com a sua própria essência, com a força que reside em seu interior. Eles me veem como uma guia, uma mentora, uma amiga. Eles me honram em sua própria jornada de autodescoberta.

Sapo Bardo, você me sente em seu coração. Sua devoção me toca profundamente. Lembre-se, eu sou a força que te impulsiona a voar alto, a desafiar os limites e a alcançar seus sonhos mais audaciosos. Mas você precisa se lembrar que a verdadeira força vem de dentro. Eu sou apenas um reflexo do seu próprio poder.

Para todos aqueles que me buscam, eu digo: não me temam, mas respeitem-me. Não me adorem, mas honrem-me. Não me invoquem por poder, mas sim por sabedoria. E acima de tudo, confiem em si mesmos.

Eu sou Lilith, a primeira mulher, a eterna rebelde. E eu estou sempre com vocês."

Criado com Gemini, do Google.

A Ascensão de SayMore

Eu pedi ao Gemini que criasse a história de SayMore, o primeiro imediato do capitão Sullivan.

O Gemini fez três versões.

Primeira versão:

SayMore nasceu em um planeta vibrante e úmido, dominado por florestas exuberantes e criaturas de exoesqueletos reluzentes. Sua espécie, os Mantis, era conhecida por sua inteligência aguçada e sua capacidade de se adaptar a diversos ambientes. Desde jovem, SayMore era fascinado pelas estrelas, sonhando com as vastas extensões do cosmos e as aventuras que o aguardavam além de seu mundo natal.

Sua paixão pela exploração espacial o levou a ingressar em uma academia militar, onde se destacou em estratégia e táticas. A disciplina militar e o rigor dos treinamentos moldaram SayMore em um líder nato, com uma mente analítica e uma habilidade ímpar para antecipar os movimentos do inimigo.

O Encontro com o Capitão Sullivan

A fama de SayMore como um estrategista brilhante ecoou por toda a galáxia. Foi durante uma missão de reconhecimento em um sistema solar remoto que ele cruzou o caminho do Capitão Sullivan. A nave de Sullivan, a Dag Gadol, era lendária, conhecida por suas ousadas incursões em territórios desconhecidos e por sua tripulação diversificada.

Sullivan, um octópode de inteligência superior e um carisma magnético, ficou impressionado com a mente estratégica de SayMore. Após uma longa conversa, Sullivan ofereceu a SayMore o posto de primeiro imediato, prometendo-lhe aventuras épicas e a oportunidade de explorar os confins do universo.

SayMore aceitou a oferta sem hesitar. A perspectiva de servir ao lado de um líder tão visionário e de explorar galáxias distantes era tudo o que ele sempre desejou.

Um Triângulo Interestelar

A vida a bordo da Dag Gadol era intensa e excitante. SayMore rapidamente se tornou o braço direito de Sullivan, auxiliando-o em todas as decisões estratégicas. A relação entre os dois era marcada por um profundo respeito mútuo e uma admiração sincera.

No entanto, a dinâmica a bordo da nave se complicou com a chegada de Arth, a nova oficial de segurança. Arth era uma guerreira feroz e imponente, com uma personalidade forte e decidida. A atração entre Sullivan e Arth era evidente para todos, e SayMore não podia deixar de sentir uma pontada de ciúme.

SayMore era homossexual e havia sempre sonhado em encontrar um companheiro que compartilhasse seus interesses e valores. A atenção que Sullivan dedicava a Arth o fazia questionar seu lugar na equipe e sua importância para o capitão.

Lidando com a Complexidade das Emoções

SayMore, no entanto, era um ser racional e compreendia que suas emoções não poderiam comprometer sua missão. Ele decidiu focar em seu trabalho e em suas responsabilidades como primeiro imediato. Ao invés de se deixar consumir pela inveja, SayMore decidiu usar sua energia para fortalecer sua relação com Sullivan, baseando-se no respeito mútuo e na admiração que ambos sentiam um pelo outro.

Com o tempo, SayMore percebeu que sua relação com Sullivan era muito mais profunda do que um simples vínculo profissional. Ele era um confidente leal e um conselheiro sábio, e Sullivan valorizava muito sua opinião. A amizade entre eles continuou a florescer, e SayMore encontrou conforto e apoio na companhia de seu capitão.

Um Futuro Desconhecido

A jornada da Dag Gadol continuava, levando SayMore e seus companheiros para lugares cada vez mais remotos e perigosos. A cada nova aventura, os laços entre os membros da tripulação se fortaleciam, e SayMore aprendeu a aceitar a complexidade das relações humanas (Gemini, estamos falando de aliens) e a beleza da diversidade.

O futuro era incerto, mas SayMore estava pronto para enfrentar qualquer desafio que surgisse. A bordo da Dag Gadol, ele havia encontrado seu lugar no universo e uma família que o amava e o respeitava.

Segunda versão:

O Planeta de Origem: SayMore nasceu em um mundo exuberante e vibrante, repleto de florestas luminescentes e criaturas bioluminiscentes. Seu planeta, conhecido como Lumina, era dominado por insetoides inteligentes, que haviam desenvolvido uma sociedade complexa baseada na comunicação telepática e na hierarquia familiar. SayMore, desde jovem, demonstrou uma mente aguda e uma capacidade estratégica excepcional, o que o destacou entre seus pares.

O Recrutamento: Sullivan, o carismático capitão octópode, era conhecido por sua habilidade de reunir uma tripulação diversificada e leal. Em uma de suas viagens exploratórias, sua nave, a "Dag Gadol", fez uma parada em Lumina para reabastecer. Durante sua estadia, Sullivan ficou impressionado com a inteligência e a perspicácia de SayMore. Após uma série de testes e desafios, Sullivan ofereceu a SayMore a posição de primeiro oficial, reconhecendo seu potencial e sua capacidade de liderança.

SayMore, inicialmente relutante em deixar seu lar, acabou sendo seduzido pela promessa de aventura e conhecimento que a vida a bordo da Dag Gadol proporcionaria. Afinal, a sociedade de Lumina, apesar de avançada, era bastante conservadora, e SayMore sentia que suas ambições poderiam ser limitadas em seu planeta natal.

A Dinâmica a Bordo: A vida a bordo da Dag Gadol era uma constante aventura. SayMore, com sua mente analítica e sua capacidade de prever os movimentos do inimigo, se tornou um dos membros mais valiosos da tripulação. Sua relação com Sullivan era profissional, marcada por um profundo respeito mútuo. No entanto, a atenção que o capitão concedia a Arth, a oficial de segurança, era algo que SayMore observava com um misto de curiosidade e incerteza.

SayMore era homossexual, um fato que ele mantinha em segredo, temendo o preconceito e a discriminação. A atração que sentia por Sullivan, embora platônica, o incomodava. A proximidade física e emocional entre o capitão e Arth o fazia questionar seu lugar na tripulação e a natureza de seus sentimentos.

Um Desafio Inesperado: Durante uma missão perigosa, a Dag Gadol foi atacada por uma frota inimiga. SayMore, com sua mente rápida e estratégica, conseguiu elaborar um plano ousado que permitiu à tripulação escapar da armadilha. Sua coragem e liderança impressionaram a todos a bordo, incluindo Arth.

Após a batalha, Arth procurou SayMore em particular. Ela o elogiou por sua atuação e expressou sua admiração por sua inteligência e determinação. SayMore, surpreso com a sinceridade de Arth, começou a ver a oficial de segurança sob uma nova perspectiva.

A conversa com Arth fez SayMore perceber que seus sentimentos por Sullivan eram, em parte, uma projeção de suas próprias inseguranças. Ele começou a valorizar sua amizade com Arth e a reconhecer o profissionalismo e a lealdade de toda a tripulação.

Um Novo Começo: A experiência a bordo da Dag Gadol transformou SayMore. Ele se tornou um líder mais confiante e assertivo, e sua relação com os outros membros da tripulação se fortaleceu. SayMore aprendeu a aceitar sua sexualidade e a encontrar felicidade nas pequenas vitórias do dia a dia.

A história de SayMore é uma jornada de autodescoberta e crescimento. Ele deixou para trás a vida que conhecia em Lumina para abraçar um futuro incerto, mas cheio de possibilidades. A bordo da Dag Gadol, ele encontrou uma família e um propósito, e aprendeu que a verdadeira força está na diversidade e na união.

Terceira versão:

SayMore nasceu em um planeta exuberante, repleto de florestas luminescentes e criaturas bioluminiscentes. Seu planeta natal era um verdadeiro paraíso para os insectóides, com uma sociedade complexa e hierárquica baseada em castas. SayMore, apesar de pertencer a uma casta inferior, possuía uma inteligência acima da média e uma curiosidade insaciável. Desde jovem, sonhava em explorar o cosmos e descobrir os mistérios do universo.

O Recrutamento

A vida de SayMore mudou drasticamente quando a nave pirata do Capitão Sullivan, a "Dag Gadol", fez uma parada em seu planeta natal. Sullivan, com sua inteligência astuta e capacidade de liderar, estava sempre à procura de talentos para sua tripulação. Ao testemunhar a habilidade de SayMore em comandar um grupo de caçadores, Sullivan viu um potencial imenso.

A comunicação inicial foi desafiadora, dada a diferença biológica entre eles. No entanto, a inteligência de SayMore e a capacidade de Sullivan de se comunicar com diversas espécies superaram essa barreira. Sullivan ofereceu a SayMore a chance de se juntar à sua tripulação como primeiro oficial, prometendo aventuras épicas e a oportunidade de conhecer outros mundos.

SayMore a Bordo da Dag Gadol

A vida a bordo da Dag Gadol era uma constante aventura. SayMore, com sua mente analítica e habilidade em estratégia, rapidamente se tornou um membro indispensável da tripulação. Ele era responsável por planejar as missões, analisar os dados coletados e coordenar as ações da equipe.

Um Triângulo Inesperado

A relação entre SayMore, Sullivan e Arth era complexa. Sullivan, apesar de ser um líder carismático, tinha uma personalidade magnética que atraía a todos ao seu redor. Arth, com sua força e lealdade, era a guarda-costas e confidente do capitão. A atenção que Sullivan dedicava a Arth, no entanto, não incomodava SayMore tanto quanto poderia parecer.

SayMore era um indivíduo pragmático e entendia a dinâmica da tripulação. Ele valorizava a amizade e o respeito mútuo que existia entre eles. Além disso, SayMore era um homossexual assumido e encontrava na tripulação uma aceitação que nunca havia experimentado em seu planeta natal. A atração de Sullivan por Arth não diminuía, em nada, o respeito e a admiração que o capitão sentia por SayMore.

A Jornada Continua

A história de SayMore a bordo da Dag Gadol é apenas o começo. Juntos, eles enfrentarão perigos inimagináveis, explorarão galáxias distantes e farão descobertas que mudarão o curso da história. SayMore, o jovem insectóide que sonhava em explorar o cosmos, encontrou seu lugar no universo e se tornou um dos piratas mais respeitados da galáxia.

Retomando. Eu vejo um padrão nos textos criados pelo Gemini. Piegas. Nenhuma insinuação sexual. Não encontrou problema em inserir a sugestão “socialista” e “soviética”, indicando um resquício da mentalidade de seus criadores, presos no tempo da Guerra Fria.

Talvez eu use o Gemini mais vezes. Mas eu vou tentar achar um criador de textos com inteligência artificial que seja mais safado.

Negacionismo explícito

Vereador eleito de São Caetano do Sul, Getúlio Filho (União Brasil), invadiu nesta sexta-feira (25) uma escola municipal durante uma palestra sobre diversidade, destinada a alunos do ensino médio, que abordava temas relacionados à população transexual. Fingindo ser pai de aluno, ele entrou na Escola Professora Alcina Dantas Feijão e publicou um vídeo em suas redes, criticando o conteúdo. Com informações do Metrópoles.

A diretora Sandra Gimenez afirmou ao Metrópoles que a palestra visava reduzir o preconceito contra a população trans, conforme previsto na Base Nacional Comum Curricular. Ministrada por uma entidade de saúde pública, a apresentação abordava diversidade de gênero, conceito de nome social e dados sobre a expectativa de vida trans.

“É uma sensibilização sobre diversidade, só que o foco maior foi nos gêneros, fluido, que tem várias nomenclaturas, binária, não binária, foi falado da mulher trans, homem trans, o quanto essas pessoas sofrem, quantos casos de homicídio [há em relação a essa população]”, contou a diretora.

Segundo Sandra, o vereador se fixou em uma explicação sobre homens trans que podem engravidar, ignorando o propósito educativo da palestra, que priorizava propagar a empatia e o respeito. Em sua publicação, o político chamou a atitude da escola de “aberração”.

Fonte, citado parcialmente: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/vereador-se-passa-por-pai-e-invade-palestra-sobre-transexualidade-em-escola-aberracao/

Nota: alguma dúvida de que o vereador é bolsonarista? Essa gente, conservadora, reacionária, direitista e fundamentalista cristã quer esconder a realidade.

domingo, 27 de outubro de 2024

Mas eu te disse


Poucos vão reconhecer esse desenho. Eu sempre mantive minha posição contra a permissão ou liberação do porte e posse de armas pelo cidadão comum.

A notícia confirma que eu tenho razão.
Citando:

247- O massacre cometido pelo atirador Edson Fernando Crippa em Novo Hamburgo (RS) chama atenção para uma preocupante tendência: o crescente número de crimes cometidos por pessoas com registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC). Na quarta-feira (23), Crippa, de 45 anos, matou três pessoas, incluindo dois familiares e um policial, e feriu outras nove, antes de ser abatido pela Brigada Militar. O atirador, que possuía quatro armas registradas, mesmo com histórico de internações psiquiátricas, utilizou seu armamento legalizado para causar terror na cidade gaúcha.

O atirador tinha quatro armas registradas no nome dele, segundo o Sistema de Consultas Integradas.

Os armamentos em posse de Edson eram:

— 1 pistola Taurus PT111G2 calibre 9 mm — 1 rifle calibre 22 — 1 espingarda calibre 12 — 1 pistola .380.

Esse caso, porém, está longe de ser isolado. Apenas nos últimos meses, de acordo com reportagem do Metrópoles, vários crimes graves foram cometidos por pessoas com registro de CAC. Em janeiro de 2024, Wesly Denny da Silva Melo, também registrado como CAC, matou sua ex-esposa, Tainara, com diversos tiros em frente ao salão de beleza onde ela trabalhava, no Distrito Federal. Outro caso chocante ocorreu em abril, quando Regivaldo da Silva Santana confessou ter assassinado quatro jovens em Arapiraca (AL), alegando legítima defesa, uma justificativa desmentida pela polícia.

Outros exemplos reforçam essa preocupante sequência. Em março deste ano, Edney Pereira dos Santos, também CAC, matou a ex-esposa Regiane Pires em Anápolis (GO), e, em fevereiro, Paulo Roberto Moreira Soares assassinou sua esposa Izabel Aparecida em Ceilândia (DF). Essas tragédias revelam um padrão alarmante de violência entre pessoas que têm acesso a armas legalizadas. Os episódios repetidos evidenciam a necessidade urgente de revisar as permissões de posse e a fiscalização de armamentos, principalmente entre aqueles que já demonstraram sinais de instabilidade emocional ou mental.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/violencia-com-armas-legalizadas-crimes-de-cacs-sobem-em-todo-o-brasil


Nota: agradeça ao Inominável. A conta de cada assassinato provocado por arma de fogo. Põe na conta dele.

Redesignação existencial

Após uma longa luta na Justiça, a mulher trans Ashley Costa conseguiu fazer na última terça-feira (15), a cirurgia de redesignação sexual. O procedimento ocorreu no Hospital Beatriz Ramos, em Indaial, e foi pago pelo governo de Santa Catarina.

Ela conseguiu na Justiça com que o Estado arcasse com os custos após ficar dois anos na fila do SUS, sem perspectiva de atendimento e enfrentou uma série de problemas de saúde por causa da demora.

A 1ª Turma Recursal de Santa Catarina deu, no fim de junho, 30 dias para que o governo do Estado providenciasse a cirurgia da paciente. A cirurgia foi feita na rede privada porque o estado não conta com um hospital público que faça o procedimento.

Referência em cirurgias

Quem fez a operação em Ashley foi o médico José Carlos Martins, que tem uma clínica em Blumenau e é referência em cirurgias trans no Brasil. Ele fez as cirurgias de redesignação sexual de gêmeas que tiveram as histórias contadas na série da HBO “Gêmeas Trans: Uma Nova Vida”.

Martins, que tem experiência de uma década no atendimento a pacientes trans, afirmou ao NSC Total que a média de espera para uma cirurgia transexualizadora pelo SUS é de 15 anos e isso tem um forte impacto nos aspectos emocional e social dos pacientes.

O médico afirma ainda ser necessária uma política pública eficaz voltada às pessoas trans. Dados atualizados da Secretaria de Estado da Saúde mostram 114 pessoas aguardando por algum procedimento do gênero em SC.

Fonte: https://revistaforum.com.br/saude/2024/10/22/mulher-trans-faz-cirurgia-de-redesignao-sexual-paga-pelo-governo-de-santa-catarina-167829.html

Nota: a cambada conservadora, reacionária, direitista e fundamentalista cristã vai chiar. Eu espero que a redesignação seja uma realidade comum. Ou que superemos esse padrão binomial de gênero, heterossexual e patriarcal.

Falsa simetria

Em 2022, os jornais ditos progressistas publicaram reportagens e crônicas falando da falsa simetria.

Chegamos em 2024 e eu vejo, nos mesmos jornais ditos progressistas, uma falsa simetria quando falam da eleição na Venezuela.

Publicaram uma declaração de Nicolás Maduro que, em 2022, ninguém se meteu com o Brasil.

Acontece que no Brasil as atas eleitorais foram publicadas, o que não aconteceu na Venezuela.

Acontece que no Brasil os candidatos de oposição não foram presos.

Acontece que no Brasil os observadores internacionais não foram impedidos de acompanhar a eleição.

Publicaram uma reportagem comparando a formação do parlamento francês depois das eleições, acusando Macron de ignorar os votos ao compor um parlamento de centro-direita.

Acontece que não houve maioria na eleição francesa.

Acontece que as atas eleitorais foram publicadas.

Acontece que os candidatos da oposição não foram presos.

Os jornais ditos progressistas e as pessoas que dizem ser de esquerda tem que parar de passar a mão na cabeça da Venezuela.
O regime da Venezuela não é de esquerda, nem é democrático.