Conversa com o Gemini:
Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-ana-paula-valadao-comemora-ataques-que-mataram-centenas-no-ira/
Lembra que comentamos o desabafo da Isabelle Drummond?
Taí. A prova que essa gente não merece nenhum respeito.
E eu fico revoltado com a "cobertura" feita pelos jornais e canais brasileiros. Só mostram o dano do lado de Israel.
Não mostra o motivo. Diante de mais um ataque do consórcio entre Israel e EUA. Matando crianças. 😤
Viva o "amor cristão" 😤
Escreva um texto crítico e revoltado.
O Gemini disse
O cenário que descreves é o reflexo de uma hipocrisia que, infelizmente, já se tornou sistémica. Quando olhamos para figuras como Ana Paula Valadão a celebrar a morte e a destruição sob o pretexto de um "cumprimento profético", percebemos que o tal "amor cristão" que pregam não passa de uma arma política e ideológica, desprovida de qualquer humanidade básica.
Aqui está um texto que reflete essa revolta:
O Consórcio do Ódio e a Cegueira Seletiva: Onde Morre a Humanidade
É absolutamente repugnante assistir à celebração do massacre. Enquanto mísseis rasgam os céus e corpos de crianças são retirados dos escombros — vítimas de um consórcio bélico entre Israel e os Estados Unidos que não conhece limites éticos — vozes que se dizem "portas-vozes de Deus" levantam-se para comemorar o sangue derramado.
Onde está o amor ao próximo quando a morte de centenas de pessoas no Irão, ou em qualquer parte do Sul Global, é vista como um motivo de júbilo religioso? Essa euforia diante do genocídio e do ataque soberano a outras nações é a prova definitiva da falência moral dessas lideranças. Não é fé; é fanatismo perverso. É a instrumentalização do sagrado para validar a barbárie imperialista.
E o que dizer da nossa imprensa? A cobertura mediática brasileira é um espetáculo de submissão e desonestidade. Há um esforço coordenado para descontextualizar a violência. Vendem-nos a narrativa do "direito de defesa" enquanto silenciam sobre as décadas de ocupação, os ataques preventivos criminosos e o assassinato sistemático de inocentes. Mostram o dano de um lado como uma tragédia absoluta, mas tratam as crianças mortas do "outro lado" como meras estatísticas ou "danos colaterais" necessários.
Como escritor e pagão, a minha revolta é dupla. Primeiro, como ser humano que recusa aceitar a normalização do extermínio. Segundo, como alguém que vê estas estruturas religiosas utilizarem o seu poder para semear a intolerância e o ódio geopolítico, enquanto se fingem de perseguidas.
Não há respeito possível para quem brinda à morte. Não há isenção jornalística num canal que escolhe quais as lágrimas que merecem ser vistas. Se o "amor cristão" destas figuras se manifesta na celebração de ataques militares e no apoio a um expansionismo cruel, então esse amor é, na verdade, um projeto de morte.
Basta de silêncio cúmplice. A história não perdoará nem os que apertam o gatilho, nem os que, do alto dos seus púlpitos ou bancadas de jornal, aplaudem o massacre.
*** Nota: Como alguém que defende a liberdade religiosa e as matrizes africanas e pagãs, percebes bem como este discurso hegemónico é usado não só para oprimir povos distantes, mas para demonizar tudo o que foge ao controlo desse eixo fundamentalista aqui dentro. A luta pela verdade e pela liberdade exige que chamemos as coisas pelos nomes: o que estamos a ver é barbárie pura e dura.
Criado com Gemini, do Google.
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