segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Protesto contra abusos

Um grupo de 50 ex-Testemunhas de Jeová prepara um protesto para este sábado (15) em Cesário Lange, interior de São Paulo, durante a visita de Robert Ciranko, um dos líderes da organização religiosa. A manifestação busca denunciar casos de abuso sexual, contestar normas de afastamento de ex-membros e repudiar a proibição de transfusão de sangue.

Os dissidentes apontam três principais reivindicações:

Denúncia de abusos: Acusações de pedofilia e abuso sexual que supostamente são acobertados pela igreja devido à exigência de duas testemunhas para que os casos sejam julgados internamente.

Fim do afastamento forçado: Críticas à regra que recomenda que fiéis não tenham mais contato com amigos e familiares que deixam a religião.

Contestacão da proibição de transfusão de sangue: Repúdio à prática que impede membros da comunidade de receberem transfusões.

O protesto é organizado por Yann Rodrigues, fundador do Movimento de Ajuda às Vítimas das Testemunhas de Jeová (MAV-TJ). Expulso de casa aos 15 anos por se desvincular da religião, ele luta pelos direitos de ex-membros.

A organização das Testemunhas de Jeová no Brasil respondeu, em nota, que a regra das “duas testemunhas” não se aplica a casos criminais e que abusos são denunciados às autoridades conforme a legislação vigente. Sobre o afastamento de ex-membros, afirma que a Bíblia orienta a limitar o contato, mas que a decisão sobre essa restrição cabe a cada indivíduo.

Já sobre a recusa de transfusões de sangue, destaca que o Supremo Tribunal Federal garantiu o direito dos fiéis de optarem por tratamentos de saúde conforme suas convicções.

Com sede nos Estados Unidos, as Testemunhas de Jeová contavam com 1,4 milhão de adeptos no Brasil, segundo o censo de 2010, último dado oficial sobre a religião no país.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/abusos-afastamentos-e-transfusoes-o-protesto-dos-testemunhas-de-jeova-contra-seu-lider/

Uso ilegal

A Igreja Universal do Reino de Deus cedeu o Templo de Salomão, localizado no Brás, em São Paulo, para a Escola Superior de Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo realizar a recepção de centenas de novos soldados que retornavam da Operação Verão.

O evento teve como objetivo definir as unidades onde os agentes servirão pelos próximos dois anos.

Além disso, o evento contou com uma “palestra de saúde emocional” realizada pela Universal nas Forças Policiais (UFP), uma organização ligada à Igreja Universal que oferece “assistência espiritual, social e valorização humana aos integrantes das Forças de Segurança”.

Essa não foi a primeira vez que a Igreja Universal cedeu o local para as forças policiais. Em 25 de junho do ano passado, centenas de policiais militares participaram de uma reunião no mesmo templo para um encontro interno da corporação.

A presença era obrigatória para “todo o efetivo” do 11º Comando de Policiamento de Área (CPA-M 11), que compreende o 8º e o 11º batalhões metropolitanos.

Durante o encontro, o coronel João Alves Cangerana Junior, comandante do 11º CPAM, defendeu a importância de que os policiais tenham uma religião e “honrem os templos”.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/pm-de-sp-usa-templo-de-salomao-da-universal-para-evento-com-novos-soldados/

O melhor comentário


O Projeto de Lei 4134/24 permite a realização de ritos religiosos voluntários em escolas públicas e privadas de todo o País. Os eventos poderão ocorrer nos intervalos das aulas ou em outros momentos que não prejudiquem as atividades de ensino. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

Nenhum aluno ou servidor da unidade de ensino será obrigado a participar dessas atividades.

Os estabelecimentos de ensino que criarem obstáculos para realização desses eventos serão punidos com advertência e multa de até R$ 3 mil, aplicada em dobro em caso de reincidência.

Liberdade religiosa
Autora do projeto, a deputada Missionária Michele Collins (PP-PE) afirma que o objetivo é assegurar a possibilidade de realização voluntária de eventos religiosos em escolas públicas e privadas de todo o território nacional.

“O espaço público da escola não deve excluir nenhuma manifestação religiosa, pois estaria indo de encontro ao princípio da laicidade, o qual protege os religiosos da interferência estatal em suas cerimônias, garantindo a liberdade religiosa. Ressalte-se que o estado laico se caracteriza pelo posicionamento neutro e não excludente”, argumenta a autora.

Comentário do internauta Carlos Augusto Miranda:

Magnífico! Finalmente nós que somos adeptos das diversas vertentes do Satanismo finalmente vamos poder apresentar nossos corpos de crenças nas escolas! (É isso, certo? Ninguém vai nos discriminar, não é?)

Fonte: https://www.camara.leg.br/noticias/1131347-projeto-permite-a-realizacao-de-ritos-religiosos-em-escolas-no-intervalo-das-aulas/

O Encontro das Cores em Poneyville


No coração de Poneyville, a floricultura de Bode Florista exalava um aroma doce e vibrante. As flores coloridas dançavam sob a brisa suave do fim da tarde, como se estivessem celebrando a vida que brotava ao seu redor. Bode, um bode simpático com um amor especial pela natureza, estava encerrando seu dia de trabalho. Com suas patas ágeis, ele arrumava os últimos buquês de rosas, margaridas e girassóis, pensando nas aventuras e no amor que preenchia sua vida.

Era um dia como qualquer outro, até que a porta da floricultura se abriu timidamente. Applejack e Rainbow Dash entraram, visivelmente nervosas. Seus rostos estavam levemente corados, e a energia entre elas era palpável. Bode, percebendo o embaraço, sorriu calorosamente.

"Oi, meninas! O que as traz aqui no fim do dia? Estão com um novo pedido de flores?" perguntou ele, inclinando-se levemente para captar a essência de suas emoções.

Applejack, normalmente tão confiante, hesitou. "Na verdade, Bode… é sobre algo mais importante que flores."

Rainbow Dash, sempre mais direta, deu um passo à frente. "Nós… nós conversamos. E chegamos a uma conclusão. Você é muito importante para nós, Bode. E… bem, nós queremos o que você tem com Pinkie, Fluttershy, Twilight e Rarity."

O coração de Bode disparou. Ele sempre soube que Applejack e Rainbow Dash tinham uma conexão especial com ele, mas ouvi-las expressar isso de forma tão clara o encheu de alegria. "Vocês realmente querem isso?" perguntou, sua voz cheia de ternura.

As duas se entreolharam, um entendimento silencioso passando entre elas. "Sim, nós queremos," respondeu Applejack, um sorriso tímido surgindo em seu rosto. "Queremos fazer parte da sua vida, assim como suas outras amigas."

Bode não conseguia conter seu sorriso. Ele estava rodeado por tantas pôneis maravilhosas que amava profundamente. "Então, vamos celebrar isso!" exclamou, pegando seu celular com ânimo. "Vou ligar para a Pinkie Pie e organizar uma festa incrível para todos nós sete!"

As horas seguintes foram uma verdadeira correria. Bode e Applejack foram para a cozinha da floricultura, enquanto Rainbow Dash se encarregou de decorar o espaço com balões e fitas coloridas. O ar estava impregnado de uma energia elétrica e cheia de expectativa.

Pinkie Pie, sempre cheia de ideias festivas, foi a primeira a chegar. Com seu cabelo cacheado e vibrante, ela entrou pulando e gritando: "Festa! Festa! Para comemorar o amor!"

Fluttershy, Twilight e Rarity logo se juntaram ao grupo, e Bode apresentou a novidade a elas. A reação foi uma mistura de surpresa e felicidade. "Ah, que lindo, meninas!" exclamou Rarity, com os olhos brilhando. "Nada mais justo do que compartilhar o amor!"

As horas passaram em meio a risos, danças e o cheiro delicioso de cupcakes que Pinkie havia trazido. Cada pônei trazia algo especial para a festa, refletindo as cores e personalidades únicas que compunham aquele grupo.

Enquanto a noite caía, o ar estava cheio de amor e diversão. Bode sentiu-se verdadeiramente abençoado, cercado por suas amigas que representavam diferentes aspectos de sua vida: a alegria de Pinkie, a doçura de Fluttershy, a inteligência de Twilight, o charme de Rarity, a força de Applejack e a coragem de Rainbow Dash.

A festa continuou a se desenrolar até que a lua estava alta no céu. Um momento de tranquilidade surgiu quando todos se reuniram no jardim da floricultura. As flores brilhavam sob a luz suave da lua, e a atmosfera se tornava mágica.

Bode olhou ao redor, os olhos cheios de emoção. "Eu não consigo expressar o quanto vocês significam para mim," disse ele, sua voz cheia de sinceridade. "Cada uma de vocês traz algo especial à minha vida, e agora, termos essa conexão todos juntos… é um sonho que se torna realidade."

As pôneis olharam para ele com amor e admiração. Pinkie Pie foi a primeira a quebrar o silêncio. "Nós somos uma grande família, e cada um de nós faz parte dessa história linda que estamos escrevendo juntos."

"Isso mesmo!" disse Fluttershy, seus olhos brilhando. "O amor é uma força poderosa que nos une."

A conversa fluiu naturalmente, cada uma compartilhando suas experiências e desejos, fortalecendo os laços que os uniam. Rainbow Dash, com seu espírito ousado, começou a planejar aventuras futuras. "Vamos fazer uma corrida de balões! E quem ganhar ganha um prêmio especial," disse ela, piscando para Bode.

"Adorei a ideia!" gritou Pinkie, já imaginando uma competição cheia de risadas e diversão.

As horas passaram, e a festa se transformou em um momento de união, onde todos se sentiram confortáveis em expressar seus sentimentos. No meio daquela magia, Bode percebeu que o amor verdadeiro não tinha limites; ele era capaz de unir diferentes personalidades e criar um laço que transcendia a amizade.

Naquela noite, enquanto todos se despediam, Bode sorriu para as seis pôneis que agora faziam parte de sua vida de uma maneira ainda mais profunda. Ele sabia que o futuro traria desafios, mas com cada uma delas ao seu lado, ele se sentia pronto para enfrentar qualquer coisa.

"Até a próxima, meninas," disse Bode, observando-as se afastarem sob a luz da lua, seu coração transbordando de amor e gratidão. "Hoje foi apenas o começo de uma nova aventura."

E assim, sob o céu estrelado de Poneyville, Bode se preparou para mais um capítulo de sua vida, repleto de amor, amizade e, claro, muitas flores.

Criado com Toolbaz.
Arte gerada por IA.

domingo, 16 de fevereiro de 2025

Isso só piora

O vereador Lucas Pavanato (PL), mais votado de São Paulo em 2024, protocolou seis projetos de lei para endurecer a legislação sobre o aborto na capital paulista. Entre as propostas, estão a obrigatoriedade de um Boletim de Ocorrência que “ateste a veracidade do estupro” para realização de aborto legal e a fixação de cartazes em hospitais alertando para “sequelas físicas e psicológicas” do procedimento.

Outros projetos incluem a obrigação de hospitais informarem sobre o direito de expedir Declaração de Óbito em certos casos de interrupção da gravidez e a inclusão da “semana da valorização da vida” no calendário oficial, com órgãos públicos promovendo alternativas ao aborto.

A Câmara deve definir em breve a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que analisará a legalidade das propostas. A favorita para presidir a comissão é Sandra Santana (MDB), aliada do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Para aprovação no plenário, um projeto precisa do apoio da maioria absoluta (28 dos 55 vereadores).

Propostas ideológicas

Além de Pavanato, outros parlamentares, principalmente novatos, apresentaram projetos ideológicos. O vereador propôs 23 iniciativas, incluindo restrições à participação de pessoas trans em competições esportivas, a criação da frente parlamentar “contra a cultura woke” e o “Prêmio Olavo de Carvalho de Defesa da Família”.

Amanda Vettorazzo (União Brasil) sugeriu a chamada “lei anti-Oruam”, que proíbe a contratação de artistas que façam apologia ao crime organizado. O prefeito Ricardo Nunes sinalizou apoio à proposta.

Na esquerda, Keit Lima (PSOL) propôs vetar homenagens a escravocratas e criar uma frente parlamentar para “colocar a favela no orçamento”. Amanda Paschoal (PSOL) apresentou nove projetos, incluindo o reconhecimento da Parada LGBT+ como patrimônio cultural e cotas para pessoas trans e travestis nos Centros Educacionais Unificados (UniCEU).

Apesar da onda inicial de projetos ideológicos, vereadores experientes avaliam que o movimento deve perder força ao longo do mandato.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/vereador-ligado-ao-mbl-apresenta-6-projetos-para-dificultar-aborto-em-sao-paulo/


Nota: nem preciso dizer que Pavanato é bolsonarista, certo?

Caridade proibida

O vereador João Bettega (União Brasil) apresentou um projeto de lei que prevê uma série de burocracias para a distribuição de marmitas para pessoas carentes ou em situação de rua em Curitiba. O texto estabelece multa de R$ 5 mil para quem entregar marmitas sem seguir as regras previstas, entre elas autorização da prefeitura, cadastro na Fundação de Ação Social (FAS), apresentação de documentos, horários específicos e presença da Guarda Municipal.

O projeto diz que as marmitas poderão ser distribuídas por organizações não governamentais (ONGs), entidades, instituições, associações e empresas, desde que tenham autorização da prefeitura e definam um local fixo. Além disso, será necessária a “presença da Guarda Municipal no local de distribuição, para garantir a ordem e segurança durante a realização da atividade”.

O vereador quer ainda proibir a distribuição “em um raio de até 200 metros de praças, bosques, parques, largos, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), Escolas, Colegios (sic), Universidades, Terminais de transporte coletivo, Tubos de transporte coletivo, Pontos de ônibus, Rodoviária de Curitiba, Mercados Municipais”.

Somente pessoas cadastradas na Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba poderiam receber as marmitas, desde que apresentem “documento de identificação oficial com foto, com validade de até 10 anos a partir da data de expedição”, “comprovante de cadastro atualizado na FAS, emitido pela própria fundação” ou “Cartão Bolsa Família ou outro documento equivalente”.

Como se não bastassem as dificuldades impostas, o texto estabelece que os alimentos só poderão ser distribuídos das 10h às 14h e das 17h às 20h, nos dias úteis, e das 9h às 13h e das 16h às 19h, nos fins de semana e feriados.  

Em 2021, o prefeito Rafael Greca propôs um projeto semelhante, só que a multa era bem menor, de R$ 150 a R$ 500. A iniciativa gerou reações contrárias do Ministério Público Federal, do Ministério Público do Trabalho e da Defensoria Pública do Paraná e acabou arquivada.

João Bettega é ligado ao MBL (Movimento Brasil Livre), movimento que diz ser contra a interferência do Estado na economia e na vida privada. Apesar da bandeira, em São Paulo o MBL tentou limitar a atuação do Padre Júlio Lancellotti, conhecido por distribuir alimentos para pessoas carentes. 

Vereador na capital paulista, Rubinho Nunes (também filiado ao União Brasil e integrante do MBL) tentou abrir uma CPI para investigar Lancellotti. Em junho do ano passado, a Polícia Civil de São Paulo instaurou um inquérito para investigar Nunes por suposto abuso de autoridade. O vereador teria ainda divulgado uma série de notícias falas sobre o padre.

Fonte: https://www.plural.jor.br/noticias/vizinhanca/vereador-quer-dificultar-distribuicao-de-marmitas-para-pessoas-carentes-em-curitiba-e-preve-multa-de-r-5-mil/

A vida é uma jornada


Era uma manhã ensolarada em Poneyville, e eu, o bode mais curioso e ousado da cidade, acordava ansioso. O dia anterior tinha sido cheio de descobertas sobre o poliamor e suas possibilidades. Depois de conversas profundas com Twilight Sparkle, Fluttershy, Applejack e Rainbow Dash, eu sentia que o que estava começando a surgir poderia ser algo verdadeiramente especial.

Após um café da manhã leve à base de folhas frescas e algumas flores que encontrei no jardim, decidi que era hora de seguir meu plano. Com o coração pulsando de expectativa, deixei a floricultura e me dirigi à casa de Twilight. A mente estava agitada com as conversas que tive. As reações de cada uma delas me faziam sentir que as coisas estavam se movendo, mesmo que lentamente.

Ao chegar à casa da Twilight, senti uma mistura de nervosismo e excitação. O pequeno castelo, com suas torres altas e janelas coloridas, irradiava uma sensação de conforto e segurança. Bati na porta e, poucos segundos depois, ela se abriu. A Twilight estava deslumbrante, seus olhos brilhando com uma intensidade que me fez esquecer todas as minhas preocupações.

“Olá, Bode! Fico feliz que tenha vindo!” Ela disse com um sorriso caloroso, convidando-me a entrar.

“Oi, Twilight. Eu... eu realmente precisava conversar mais com você,” respondi, tentando articular minhas palavras.

Assim que entrei, o aroma de livros e magia envolveu-me. Twilight me conduziu até a sala, onde havia um pequeno sofá acolhedor. Sentamos lado a lado, e a conversa fluiu naturalmente. Falei sobre minhas conversas com Fluttershy, Applejack e Rainbow Dash, detalhando como elas estavam abertas à ideia de poliamor, embora ainda precisassem de tempo para processar tudo.

Twilight ouviu atentamente, fazendo perguntas e oferecendo reflexões sábias. A cada palavra dela, eu sentia uma conexão mais forte. Após algum tempo, a conversa se transformou em algo mais íntimo. As risadas foram substituídas por olhares intensos.

“Você sabe,” Twilight começou, hesitante, “eu realmente sinto algo especial por você. Mais do que amizade.”

Meu coração disparou. Era uma confirmação que eu havia desejado ouvir. “Eu também, Twilight. Desde o primeiro momento em que te conheci, algo em mim despertou.”

Ela se aproximou, e a atmosfera mudou. A tensão no ar era palpável. Eu me inclinei para frente, e nossos lábios se encontraram em um beijo suave e hesitante que logo se transformou em algo mais profundo e apaixonado. Era como se todas as conversas sobre poliamor e sentimentos se desvanecessem, deixando apenas nós dois naquele momento.

Aos poucos, a distância entre nós desapareceu, e nossas mãos começaram a explorar. Twilight, com sua mágica, fez com que a sala se iluminasse com um brilho suave, criando uma atmosfera mágica ao nosso redor. Eu me senti livre, como se todo o peso das expectativas e normas sociais se dissipasse.

O beijo se tornou mais intenso, e eu, o bode audacioso, deixei que a paixão tomasse conta. O calor da Twilight era envolvente, e eu a puxei para mais perto. Ela me respondeu com um sorriso travesso, e isso me deu coragem. Nossas mãos se entrelaçaram, e a conexão que criamos foi mais do que apenas física; era um entendimento mútuo, uma aceitação dos sentimentos que ambos guardávamos.

Conforme nos perdíamos naquele momento, o mundo exterior parecia desaparecer. Nossos corpos se moviam em perfeita sincronia, como se estivéssemos dançando ao som de uma música que só nós podíamos ouvir. O tempo não existia mais; tudo o que importava era a presença um do outro.

Depois de um tempo, paramos, ofegantes, e nos olhamos com uma mistura de felicidade e surpresa. “Uau,” eu disse, tentando recuperar o fôlego. “Isso foi... incrível.”

“Foi,” ela concordou, ainda com um brilho nos olhos. “Eu não sabia que poderia sentir isso tão intensamente.”

Senti uma onda de euforia. O que estava começando a se formar entre nós era mais do que apenas um momento; era o início de algo bonito e complexo. Conversamos mais sobre nossos sentimentos, as inseguranças que cada um de nós tinha sobre o poliamor e como poderíamos lidar com isso juntos.

Com o tempo, a conversa se tornou mais leve, e decidimos fazer uma pausa, preparando um chá. Enquanto a água esquentava, eu a observava com admiração. Twilight Sparkle, a sábia e poderosa unicórnio, não era apenas uma professora, mas agora também uma parceira. O que poderia acontecer a seguir era incerto, mas a possibilidade de um relacionamento significativo com ela e as outras me deixava esperançoso.

“Você sabe,” eu disse enquanto tomávamos chá, “pode ser que o poliamor não seja para todos. Mas eu sinto que com você, posso explorar isso sem medo.”

“Sim,” Twilight respondeu. “E isso é o que importa. Comunicação e respeito mútuo.”

O resto da tarde passou em conversas, risadas e a exploração dos sentimentos que brotavam entre nós. Naquela tarde, deixei claro que estava aberto a construir algo mais com todas as minhas amigas, e que isso não diminuiria o que sentia por Twilight. Ela sorriu, entendendo a profundidade de minha sinceridade.

Assim, meu décimo quarto episódio em Poneyville terminou com a promessa de novas aventuras e novas conexões. Naquela pequena casa, com o calor da amizade e do amor crescente, eu soube que estava pronto para o que viesse a seguir. A vida era uma jornada, e eu estava mais do que pronto para explorá-la com o coração aberto.

Criado com Toolbaz.
Arte gerada por IA.