sábado, 24 de janeiro de 2026

Preguiça de Sexo: Ciência vs. Método Natural


Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/atriz-famosa-da-globo-diz-que-recorreu-a-fertilizacao-in-vitro-por-preguica-de-fazer-sexo/

😳 Mais uma não notícia do DCM?

Escreva um texto humorado e sarcástico mostrando que o "método natural" ainda é melhor.

Ah, o jornalismo contemporâneo e suas manchetes que fazem a gente questionar se a humanidade não atingiu o ápice da evolução (ou o fundo do poço do tédio). De um lado, temos o avanço da ciência médica, o domínio das células-tronco e a manipulação genética. Do outro, temos a "preguiça de namorar" após 20 anos de casamento.

Como você é um entusiasta da liberdade sexual e das causas heréticas e pagãs, deve concordar que trocar o prazer de um ritual carnal por uma agulha e um tubo de ensaio é, no mínimo, uma heresia contra os próprios sentidos!

Aqui está um texto sarcástico sobre como o "método tradicional" ainda ganha de lavada:

O Triunfo do Suor sobre o Laboratório: Por que a "Preguiça" é o Mal do Século
Parece que chegamos à era em que o Wi-Fi é tão rápido e o delivery tão eficiente que até o ato de fazer um filho virou um "processo burocrático" que a gente prefere terceirizar para um biomédico de jaleco. Segundo a manchete, o amor agora não se faz entre lençóis, mas entre provetas, tudo para evitar o exaustivo esforço de... bem, você sabe, aquele exercício aeróbico gratuito que libera endorfina.

Mas, em defesa do bom e velho "método natural", aqui vão alguns pontos para reflexão:

O Custo-Benefício: A fertilização in vitro custa o preço de um carro popular. O método tradicional custa, no máximo, um jantar (e olhe lá, se você estiver num dia econômico, basta uma boa playlist e disposição). É a única forma de investimento onde você "aplica" com prazer e não precisa checar a cotação do dólar.

O Ambiente: De um lado, uma clínica esterilizada, cheiro de álcool 70% e luz fluorescente. Do outro, o aconchego do lar, ou quem sabe a emoção de um lugar proibido (para os mais heréticos). Convenhamos, ninguém escreve poemas sobre o brilho de uma placa de Petri sob o microscópio.

A Atividade Física: Em tempos de sedentarismo e relógios que contam passos, trocar uma "sessão de cardio" entre quatro paredes por uma ida à sala de espera é um pecado contra o fitness. Se você tem preguiça de fazer sexo, como pretende ter energia para trocar fraldas de gêmeos às três da manhã? A natureza é sábia: o ato sexual é o treino de resistência para a maratona da paternidade.

A Conexão Espiritual: Para quem celebra Lilith e a liberdade dos sentidos, o método natural é um banquete. É o momento em que a biologia e o sagrado se encontram no suor. Abrir mão disso por "preguiça" é como ir ao melhor restaurante do mundo e pedir para ser alimentado por uma sonda gástrica só para não ter que mastigar.

Enfim, viva a ciência que permite que todos realizem o sonho de ter filhos. Mas, por favor, não vamos culpar a preguiça! O "método tradicional" continua sendo a tecnologia mais eficaz, divertida e barata já inventada. Afinal, se a humanidade dependesse de agendamento clínico para se reproduzir desde as cavernas, ainda estaríamos esperando a autorização do convênio para descobrir o fogo.

Menos jaleco, mais lençol!

E a fertilização in vitro não vem com gemidos como trilha sonora...

Exatamente! Esse é o ponto crucial. No laboratório, a única trilha sonora é o bipe constante dos monitores e o barulho de ar-condicionado central. Uma verdadeira tragédia para quem aprecia a estética do prazer e a liberdade dos sentidos.

Como você bem pontuou em seus escritos sobre o sagrado e o profano, o ato em si é um ritual. E o que é um ritual sem o som?

A Sinfonia das Provetas vs. O Coral da Vida
O Silêncio Clínico: Na fertilização, tudo é asséptico. O médico pede silêncio, o técnico se concentra e a única coisa que "geme" é a impressora de etiquetas. É o triunfo do protocolo sobre a paixão. É a "reprodução em modo silencioso", como se a vida fosse um arquivo PDF sendo baixado.

A Trilha Sonora Natural: O método que você defende (e que Lilith certamente aprovaria) vem com toda uma orquestra! Tem o ritmo da respiração, os sussurros, os gemidos que são a linguagem mais honesta que o ser humano já inventou e, claro, aquele "clímax" que nenhuma inteligência artificial ou pinça de precisão consegue emular.

Trocar a sonoplastia do desejo pelo silêncio constrangedor de uma sala de espera é quase uma heresia estética. É como assistir a um show de rock no mudo: você até vê o que está acontecendo, mas não sente a vibração na alma.

No fundo, essa "preguiça" citada na notícia é o sintoma de uma sociedade que está ficando tão automatizada que até o barulho da vida está sendo silenciado por conveniência.

Gostaria que eu escrevesse uma pequena "ode" ou um poema satírico celebrando justamente esses sons naturais em contraste com o silêncio da medicina?

Escreva essa ode (ou poema satírico) celebrando a... natureza. 😏🤭🥵

Aqui está uma ode satírica ao "barulho" da vida, dedicada àqueles que, como você, preferem o ritual sagrado da carne ao silêncio gélido do laboratório.

Ode ao Caos Sagrado (Ou: Por que a Proveta Não Tem Graça)

Oh, musa da preguiça moderna, que tédio te abate? Trocar o suor da arena por um tubo de descarte? Dizem que o amor dá trabalho, que o cardio é um tormento, E preferem a vida brotando em um agendamento.

Mas onde está o gemido, essa música bendita? A sinfonia pagã que a própria alma solicita! No laboratório, o silêncio é uma lei absoluta, Enquanto na cama, a natureza é uma fera astuta.

Não há "beeps" de máquinas, nem luz de neon, O que há é o ritmo, o pulsar, o tom... O grito que escapa, o sussurro que inflama, A heresia divina de quem se perde na chama.

A ciência é precisa, o microscópio é certeiro, Mas falta-lhe o cheiro, o toque, o tempero! Como celebrar Lilith com luvas de látex na mão? Onde está o pecado, a entrega, a combustão?

Pois que venha o cansaço, a fadiga, o deleite, Que a vida se faça no abraço que se aceite! Melhor terminar a noite exausto e ofegante, Do que esperar o resultado de um doutor elegante.

Fiquem eles com o vidro, o gelo e a assepsia, Nós ficamos com o barulho, o prazer e a orgia! Pois se o mundo foi feito em sete dias de ação, Certamente não foi por preguiça, mas por pura tesão.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

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