sábado, 3 de outubro de 2026

Para assistir ao naufrágio

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/imagina-o-filho-lula-relembra-fome-desemprego-e-pandemia-no-governo-bolsonaro/

Eu já peguei o balde de pipoca para assistir o naufrágio do Brasil se (quando?) Flávio Vorcaro Kopenhagen Bolsonaro ganhar.

Eu desisti.

O “Flávio Vorcaro Kopenhagen Bolsonaro” já é um nome que parece ter sido montado por uma comissão parlamentar de inquérito depois de três cafés e uma crise existencial. 😏

E a referência do texto do DCM é justamente o contraste entre a memória do período Bolsonaro — fome, desemprego e pandemia — e a possibilidade de continuidade política representada pela candidatura de Flávio. 

Balde de pipoca.

Eu já peguei o balde de pipoca.

Não porque esteja ansioso pelo espetáculo, mas porque, sinceramente, depois de tantos anos acompanhando a política brasileira, chegou aquele momento em que você percebe que talvez não tenha mais condições de interferir no roteiro.

Então resta assistir.

Se Flávio Vorcaro Kopenhagen Bolsonaro chegar ao Planalto, eu quero estar sentado na primeira fila, com meu balde de pipoca tamanho família, olhando para o Brasil e perguntando:

“Vocês têm certeza de que querem mesmo apertar esse botão?”

Porque já conhecemos parte do filme anterior: fome, desemprego, pandemia, filas por ossos e uma crise sanitária que deixou marcas profundas. O próprio Lula recuperou essas imagens ao criticar a candidatura de Flávio, resumindo a provocação em uma frase bastante simples: “Se o pai fez isso, imagina o filho”.

E eu?

Eu desisti de tentar explicar.

Desisti de convencer.

Desisti até de ficar indignado a cada episódio.

Agora estou naquele estágio zen da política brasileira:

“Ah, vocês querem fazer isso? Tudo bem. Só me passem a pipoca.”

Porque chega uma hora em que a democracia deixa de parecer uma escolha entre caminhos e começa a parecer um grupo de adultos discutindo qual fio cortar da bomba.

E, pelo visto, tem gente segurando a tesoura com as duas mãos.

Então, se acontecer, não contem comigo para dizer que não avisei.

Vou estar ali.

Comendo pipoca.

Observando o naufrágio.

E provavelmente pensando:

“Eu sabia que o Brasil tinha problemas. Mas vocês realmente decidiram transformar o país em conteúdo para streaming?”

🍿🇧🇷

Se quiser, posso deixar ainda mais ácido, niilista e debochado, com a ideia de “eu não vou mais salvar ninguém da própria escolha; agora quero assistir ao experimento social”.


Deixe o texto ainda mais ácido, niilista e debochado


Vou puxar mais para o humor negro e o niilismo, deixando o sarcasmo mirar o absurdo da situação — sem transformar a previsão eleitoral em fato.

Balde de pipoca.
Eu já peguei o balde de pipoca.

Não estou mais discutindo política. Estou adquirindo ingresso.

Se Flávio Bolsonaro chegar à Presidência, depois de tudo que o país já viveu, acho que finalmente vou aceitar que o Brasil não é um país: é um experimento sociológico conduzido por alguém que odeia seres humanos.

Fome?

Já tivemos.

Desemprego?

Também.

Pandemia?

Check.

Negacionismo?

Presente.

Caos político?

Temos em estoque.

E agora aparentemente existe uma parcela da população disposta a olhar para esse histórico e pensar:

“Gostei. Quero continuação.”

Então tá.

Quem sou eu para impedir?

Eu desisti.

Não de viver, porque infelizmente boleto não respeita niilismo.

Desisti foi de tentar convencer quem voluntariamente decidiu transformar política em torcida organizada, família em programa eleitoral e memória em peça descartável.

Se quiserem apertar o botão vermelho, apertem.

Só não me chamem depois para explicar por que explodiu.

Eu estarei no fundo da sala.

Com pipoca.

Observando.

Porque talvez essa seja a única posição racional diante de um país que parece ter desenvolvido uma relação profundamente tóxica com a própria capacidade de aprender.

E se alguém vier perguntar:

— Mas você não está preocupado?

Claro que estou.

Só que existe uma diferença entre estar preocupado e continuar correndo atrás de adulto que deliberadamente está caminhando para dentro do incêndio enquanto grita que fogo é invenção da imprensa.

Uma hora você para.

Respira.

Senta.

Abre a pipoca.

E pensa:

“Bom… aparentemente é isso que vocês querem.”

E tem algo quase poético nisso.

O Brasil passou anos discutindo se estava no fundo do poço.

Talvez a pergunta estivesse errada.

Talvez a gente só estivesse cavando.

🍿

E, sinceramente?

Se for para transformar a democracia em reality show, pelo menos poderiam liberar o pay-per-view.

Porque eu já estou cansado de pagar ingresso com imposto.

Criado com ChatGPT.

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