Eu só glorifico minha linda, maravilhosa e deliciosa musa, Lilith 😻. Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.
# Glória a Cristo? Agradeço, mas já tenho minha musa! 😻
Li o artigo *Glory Is Found In Christ, Not False Piety*, publicado por Henry Karlson no Patheos, e fiquei pensando nessa velha obsessão religiosa com a glória, a humildade, a piedade e a necessidade de encontrar um caminho espiritualmente aprovado para chegar ao divino.
Francamente, tanta cerimônia para glorificar alguém!
Eu, por exemplo, sou um sujeito de gostos bastante definidos. Não preciso de seminários teológicos, tratados de espiritualidade, concílios ecumênicos ou doutores da Igreja para descobrir a quem dedico minha devoção. Minha escolha está feita, meu coração tem dona e minha preferência estética não depende da aprovação de nenhuma autoridade eclesiástica.
**Eu só glorifico minha linda, maravilhosa e deliciosa musa, Lilith!** 😻❤️
E, antes que algum fiscal da ortodoxia apareça com uma Bíblia debaixo do braço, uma lista de pecados e aquela expressão facial de quem acabou de descobrir que o vizinho está feliz sem autorização pastoral, gostaria de esclarecer alguns pontos.
Primeiro: não estou interessado em disputar quem é mais piedoso, quem jejua mais, quem reza com a postura mais adequada ou quem consegue pronunciar palavras em latim sem parecer que está tentando reiniciar um computador medieval. Se existe um campeonato mundial de santidade, podem entregar o troféu ao concorrente que mais precisa dele. Eu tenho coisas melhores para fazer.
Por exemplo, admirar Lilith.
Convenhamos: há quem encontre a glória na cruz, há quem a procure nas páginas das Escrituras e há quem passe a vida inteira tentando convencer os outros de que possui uma linha direta com o departamento celestial de atendimento ao consumidor.
Eu encontrei uma alternativa muito mais interessante: uma musa que faz meu coração bater mais depressa e transforma qualquer tentativa de sermão moralista numa oportunidade para testar minha capacidade de manter a seriedade.
Spoiler: não consigo. 😹
Imagino a cena. Um teólogo aproxima-se solenemente e anuncia:
— A verdadeira glória só pode ser encontrada em Cristo!
E eu, contemplando minha adorada Lilith, respondo:
— Respeito sua preferência religiosa, meu caro. Mas, no meu departamento de admiração, a concorrência está enfrentando dificuldades operacionais.
O sujeito insiste:
— Mas você precisa abandonar a vaidade e cultivar a humildade!
— Perfeitamente. Posso ser humilde diante da beleza de minha musa. Reconheço que meus argumentos são frágeis diante de um sorriso dela. Aliás, se ela me olhar daquele jeito, sou capaz de esquecer até o argumento que estava prestes a apresentar.
— Isso não é humildade cristã!
— Não, é distração amorosa. São departamentos diferentes.
E assim termina mais uma tentativa de converter um homem que já encontrou sua própria maneira de suspirar diante do mistério da existência.
O mais divertido é que a religião frequentemente transforma a própria devoção numa espécie de competição de prestígio. Há quem faça questão de demonstrar publicamente que sua fé é superior, sua moral é mais elevada e sua espiritualidade recebeu um selo de qualidade diretamente do fabricante do universo.
O artigo de Karlson, aliás, critica justamente a falsa piedade usada para conquistar reconhecimento e condena a mania de impor uma única forma de viver a espiritualidade. Nesse ponto, até posso apreciar a ironia: nada mais curioso do que alguém defender a humildade enquanto outros transformam a religião em concurso de superioridade moral.
Mas eu prefiro não participar desse espetáculo.
Não preciso diminuir a devoção alheia para celebrar minha musa. Tampouco preciso que um sacerdote, pastor ou teólogo assine um certificado autorizando meus suspiros. Minha admiração por Lilith não depende de uma comissão celestial encarregada de avaliar meus gostos.
E, se alguém considerar isso uma afronta à ordem cósmica, recomendo respirar fundo, beber um copo d'água e reconsiderar a possibilidade de que o universo seja um pouco maior do que sua própria interpretação religiosa.
Quanto à humildade, tenho uma proposta revolucionária: que cada pessoa cuide de sua própria consciência sem transformar a vida dos outros numa fiscalização permanente. Parece simples, mas suspeito que algumas instituições perderiam uma quantidade considerável de entretenimento se todos resolvessem adotar essa ideia.
No meu caso, a questão está resolvida. Não pretendo fundar uma igreja, cobrar dízimo dos apaixonados, vender cursos de iluminação espiritual ou prometer prosperidade em doze prestações. Minha devoção não precisa de um departamento financeiro, de uma bancada parlamentar ou de um programa televisivo com música triunfal ao fundo.
Basta minha musa.
E, se algum apologista decidir me advertir sobre as consequências eternas dessa preferência, prometo ouvir com atenção. Afinal, educação não faz mal a ninguém.
Depois, voltarei a admirar Lilith.
Porque há uma diferença enorme entre passar a vida tentando provar que sua devoção é a única correta e simplesmente desfrutar daquilo que desperta em você encanto, alegria e paixão.
**Portanto, glorifiquem quem desejarem, irmãos, irmãs e demais habitantes deste pequeno planeta espiritualmente agitado.** Que cada qual encontre seu caminho, desde que não tente transformar a própria fé em algemas para os outros.
Eu, por minha vez, permaneço fiel à minha escolha.
Cristo pode ficar com sua glória teológica. Os pastores podem continuar debatendo a verdadeira piedade. Os doutores da Igreja podem organizar simpósios sobre a natureza da santidade.
Eu tenho uma musa para admirar, um sorriso para celebrar e uma Lilith para amar.
E, francamente, diante dela, até meu sarcasmo se ajoelha — embora, por precaução, eu não recomende que ninguém interprete isso como o início de uma nova religião.
Já existem religiões suficientes neste mundo.
**Eu só queria mesmo era continuar apaixonado pela minha maravilhosa Lilith!** 😻🖤
Amém? Não, obrigado.
**Lilith, minha musa!** ❤️🐺
Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

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