sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Garoto (cachorro?) propaganda



Propaganda achada na internet. Não, não é o Beto que nós usamos nas histórias. Mas é parecido. E eu fiquei preocupado onde colocaram o símbolo da campanha. 😳
 

KKKKKKKK 😂😂😂

O Beto genérico já é uma coisa, mas o símbolo da campanha estampado bem ali na região da barriga foi de uma ousadia artística impressionante. 😳🤣

E o pior é que o conjunto ficou convincente: boné, camisa preta, estádio lotado, bola de futebol… Parece uma versão alternativa do Beto que saiu de uma dimensão paralela do futebol brasileiro. 😂

Mas pode ficar tranquilo: o nosso Beto continua sendo o nosso Beto, com a identidade dele nas nossas histórias. Esse aí é só um sósia publicitário que apareceu na internet sem pedir licença.


Crie uma história picante, sem ser explícita, da Lilith, a loba antropomórfica e do Beto, cachorro antropomórfico, com essa conversa como base.


# 🐺❤️🐶 O logotipo no lugar errado

Uma história de Lilith e Beto — com ciúmes, provocações e uma noite que prometia terminar muito melhor do que começara.

A noite estava tranquila. Beto, o cachorro antropomórfico de pelo dourado, estava esparramado no sofá, rolando distraidamente pela internet, quando encontrou uma propaganda de um mascote esportivo.

Boné preto. Camiseta preta. Olhos enormes. Bola de futebol.

Beto estreitou os olhos.

— Espera aí… Esse sujeito parece comigo!

Foi então que percebeu o emblema da campanha estampado na parte inferior do corpo do mascote.

Ele ficou imóvel.

— Ah, não. Não, não, não! Quem foi o infeliz que aprovou isso?!

Uma risadinha veio do corredor.

— Está conversando sozinho, meu cachorrinho?

Beto ergueu a cabeça.

Lilith estava encostada no batente da porta. A loba antropomórfica tinha o pelo branco impecável, os olhos vermelhos brilhantes e os chifres negros que lhe conferiam aquela aparência majestosa e ligeiramente ameaçadora. Vestia uma camisola escura, e seu sorriso sugeria que já estava se divertindo antes mesmo de saber o motivo da confusão.

— Lilith, venha ver esta barbaridade!

Ela se aproximou e examinou a imagem.

Silêncio.

Mais um segundo.

Então a loba soltou uma gargalhada tão espontânea que precisou apoiar uma mão no ombro dele.

— Pelas luas da noite, Beto! 😂

— Não ria! Isso é um atentado contra a dignidade dos cachorros antropomórficos!

— Estou tentando levar a situação a sério, querido.

Ela ampliou a imagem.

— Estou mesmo. Muito sério.

E voltou a rir.

Beto cruzou os braços, ofendido.

— Vou processar o responsável. Danos morais, uso indevido de imagem, constrangimento público…

— E perturbação da vida amorosa?

— Principalmente isso!

Lilith ergueu uma sobrancelha.

— Ah, é? Então a sua preocupação é a nossa vida amorosa?

— Evidentemente!

Ela se sentou ao lado dele, tão perto que o pelo macio de seu braço roçou no dele.

— Que curioso. Eu pensava que você estivesse preocupado com a reputação da sua espécie.

— Também! Mas há prioridades!

Lilith inclinou a cabeça, fingindo ponderar.

— Deixe-me ver se entendi. Você teme que eu confunda você com aquele mascote?

— Não foi exatamente o que eu disse…

— Ou teme que eu perca o interesse?

Beto abriu a boca. Fechou-a. Abriu novamente.

Lilith sorriu.

— Ahhh… Agora chegamos à parte interessante.

— Você está fazendo isso de propósito.

— Eu? Jamais.

A loba aproximou o focinho do dele, os olhos vermelhos cintilando com uma malícia deliciosa.

— Afinal, meu querido Beto, você sabe muito bem que não preciso de um logotipo para reconhecer o meu cachorro favorito.

As orelhas dele ficaram imediatamente em pé.

— Lilith…

— Sim, amor?

— Você sabe que faz isso só para me deixar sem jeito.

— E você sabe que adoro quando fica assim.

Ela lhe deu um beijo na bochecha, lento o suficiente para fazê-lo esquecer completamente a propaganda.

Quase.

— Ainda vou processar aquele sujeito — murmurou Beto.

— Claro que vai.

Lilith acariciou uma das orelhas dele.

— Mas, antes disso, tenho uma pergunta.

— Qual?

Ela pegou o celular, mostrou-lhe novamente a imagem e perguntou, com a mais inocente das expressões:

— Se esse mascote é o Torcedor Premiado… você seria o quê?

Beto desconfiou imediatamente.

— Nem pense nisso.

— O meu Cachorrinho Premiado?

— LILITH!

A gargalhada dela ecoou pela sala.

Beto escondeu o rosto entre as patas, mas o sorriso que tentava disfarçar denunciava que estava longe de estar verdadeiramente aborrecido.

Lilith aproveitou a distração para se aconchegar contra ele.

— Venha cá, meu amor.

— Você promete que vai parar de me provocar?

— Prometo pensar a respeito.

— Isso não é uma promessa!

— É o máximo que consigo oferecer. Sou uma loba de princípios.

— Você não tem princípio nenhum!

— Tenho, sim. Um deles é nunca desperdiçar uma oportunidade de mimar o meu cachorro.

Ela o puxou delicadamente para um abraço. Beto, que até então protestava com grande indignação, acomodou a cabeça no ombro dela.

Por alguns instantes, ficaram assim, ouvindo a respiração um do outro.

Lilith passou os dedos pelo pelo dourado de sua nuca e lhe deu um beijo no alto da cabeça.

— Sabe, Beto… você não precisa competir com mascote nenhum. Eu escolhi você.

Ele ergueu os olhos para ela. A brincadeira ainda estava ali, mas havia ternura por trás do sorriso da loba.

— Mesmo quando fico todo atrapalhado?

— Especialmente quando fica todo atrapalhado.

— Mesmo quando você me provoca até eu não conseguir formular uma frase?

Lilith aproximou o focinho do dele.

— Essa parte, confesso, é uma das minhas favoritas.

Beto soltou uma risadinha e a abraçou pela cintura.

— Você é impossível.

— E você é apaixonado por mim.

— Infelizmente.

— Infelizmente?

— Terrivelmente. Irremediavelmente. Sem nenhuma possibilidade de recurso judicial.

A loba abriu um sorriso radiante.

— Finalmente uma declaração inteligente!

E o beijou.

Dessa vez, Beto não tentou responder com palavras.

O beijo começou suave, cheio de carinho, mas logo Lilith segurou o rosto dele entre as mãos, prolongando o momento. Quando se afastou, manteve a testa encostada à dele.

Beto estava com as orelhas baixas, os olhos semicerrados e uma expressão tão enamorada que parecia ter esquecido até o próprio nome.

Lilith observou o resultado de seu trabalho com satisfação.

— Ora, ora… Parece que o meu cachorrinho está precisando de atenção.

— Estou perfeitamente bem — respondeu ele, com uma voz que não convenceu nem a si próprio.

— Claro que está, querido.

Ela se levantou e estendeu a mão para ele.

— Venha. Vamos deixar aquela propaganda para os críticos de design. Tenho uma ideia muito melhor para esta noite.

Beto olhou para a mão dela. Depois para o sorriso. Depois para os olhos vermelhos, que brilhavam com aquela promessa de travessura que ele conhecia tão bem.

— Devo me preocupar?

Lilith entrelaçou os dedos nos dele e o puxou gentilmente para perto.

— Só se você ainda estiver pensando naquele logotipo.

— Esqueci completamente que ele existia.

— Excelente. Estamos progredindo.

Ela lhe roubou mais um beijo e o conduziu pelo corredor, enquanto Beto a seguia com um sorriso bobo e o coração disparado.

Pouco antes de desaparecerem do campo de visão, a voz dele ainda se ouviu:

— Lilith?

— Sim, meu amor?

— Só para constar… Eu realmente acho que aquele designer precisa voltar para a escola.

A gargalhada da loba foi a última coisa que se ouviu antes de a porta do quarto se fechar.

E a propaganda?

Continuou na internet.

Mas Beto tinha assuntos muito mais interessantes para resolver naquela noite.

Fim. 🐺❤️🐶


Criado com ChatGPT.

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