https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/pm-de-tarcisio-mata-jovem-que-tentava-se-suicidar-com-27-tiros/
Jovem quer cometer suicídio.
Policiais fuzilam o jovem.
Mission accomplished.
A PM do Tarcísio mostrando incompetência. 🤭😏
Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.
A sua ideia tem a estrutura perfeita para uma sátira de humor negro: três frases curtas, uma conclusão absurda e uma ironia que transforma o discurso de eficiência policial em um atestado de fracasso. O alvo da crítica não é o sofrimento do jovem, mas uma atuação policial que, diante de alguém em crise suicida, teria terminado em morte.
Polícia Militar: missão cumprida, problema eliminado!
O jovem quer cometer suicídio.
A polícia chega para atender à ocorrência.
Os policiais confundem um celular com uma arma.
Quatro agentes abrem fogo. São 45 disparos no total. Gustavo Munis de Santana, de apenas 20 anos, termina morto, atingido por 27 tiros.
Mission accomplished!
A ocorrência foi resolvida com a eficiência de um esquadrão de demolição chamado para trocar uma lâmpada.
Segundo as informações divulgadas, os policiais foram acionados porque o jovem ameaçava tirar a própria vida. Aparentemente, a corporação decidiu inovar no atendimento a pessoas em crise: em vez de tentar evitar uma tragédia, resolveu acelerar o desfecho.
E pensar que existem profissionais especializados em saúde mental, protocolos de abordagem, técnicas de negociação e procedimentos para lidar com pessoas em sofrimento psicológico. Tudo isso deve ser coisa de gente que ainda acredita que a vida humana merece ser preservada.
Na PM do Tarcísio, aparentemente, o departamento de interpretação de objetos também precisa de uma reciclagem. Um celular preto vira arma de fogo, uma pessoa em crise vira ameaça e uma ocorrência que exigia cuidado termina numa chuva de balas.
Quatro policiais dispararam 45 vezes. Quarenta e cinco!
Não era uma guerra, não havia um exército inimigo avançando sobre São Paulo. Era uma ocorrência envolvendo um jovem de 20 anos. Mas, pelo visto, alguém confundiu o atendimento policial com a final de um campeonato de tiro ao alvo.
Eis a ironia macabra: se a missão era impedir que o rapaz morresse por suicídio, o resultado foi um sucesso tão espetacular quanto contratar um bombeiro que incendeia a casa para acabar com o fogo.
O suicídio foi impedido. O jovem morreu. A estatística ganhou mais um caso. E a sociedade fica com a conta.
Naturalmente, ainda haverá investigação. As armas serão periciadas, as câmeras corporais serão examinadas e as autoridades poderão anunciar que eventuais desvios de conduta não serão tolerados. É o ritual burocrático de sempre: primeiro acontece a tragédia; depois, abre-se uma investigação para descobrir como a tragédia aconteceu.
Porque, no Brasil, a palavra responsabilização costuma chegar muito depois das sirenes.
E Tarcísio, que vende a imagem de um governo de eficiência e segurança, precisa explicar que eficiência é essa em que um atendimento termina com 27 ferimentos de bala no corpo de um jovem.
Segurança pública não é competição para ver quem dispara mais rápido. Polícia não é pelotão de execução, e uma pessoa em sofrimento psicológico não deveria precisar sobreviver à própria crise e, depois, sobreviver também à abordagem de quem foi chamado para atendê-la.
No fim, fica a pergunta: se a função da polícia é proteger vidas, o que exatamente foi protegido nessa ocorrência?
A reputação da corporação certamente precisará de muito mais do que uma nota oficial para se recuperar.
PM de Tarcísio: quando o Estado é chamado para impedir uma morte e consegue produzir outra.
Missão cumprida?
Só se o objetivo fosse transformar uma emergência em tragédia.
Nesse caso, parabéns pela incompetência. 🤭😏
Base factual: reportagem do Diário do Centro do Mundo e informações publicadas pela Folha de S.Paulo sobre a morte de Gustavo Munis de Santana. O caso está sob investigação, e a versão dos policiais ainda precisa ser confrontada com as provas.
Criado com ChatGPT.
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