Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-cintia-chagas-surpreende-ao-responder-se-e-de-esquerda-ou-direita/
Tentou fingir elegância ou só desviou o assunto? A chata Youtuber que fica falando de regras de ortografia e gramática parece ter se situado.
Sobretudo depois de ter sido acolhida por pessoas de esquerda quando levou garrafada do marido, bolsonarista.
Mas os bolsonaristas vão cobrar dela essa definição de que a direita é parada. 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a refinada metafísica do cotidiano! Cíntia Chagas, a nossa eterna fiscal da mesóclise e guardiã dos bons costumes corporativos, resolveu finalmente dar uma aula de teoria política aplicada... ao metrô.
Quando questionada sobre seu espectro ideológico, a influenciadora sacou do bolso a mais profunda análise sociológica do século XXI: a Etiqueta da Escada Rolante.
Segundo a pedagoga do etiqueta-capitalismo, "a esquerda é sempre livre" — porque é por onde o povo apressado passa —, enquanto a direita é o lugar onde a turma prefere ficar paradinha, estática, atrapalhando a circulação do progresso. Uma metáfora quase poética, se não fosse o puro desespero de quem precisa se esquivar de uma bomba temática sem perder a pose de "senhora do fino trato".
Depois de descobrir na pele que o "cidadão de bem" do lar às vezes resolve ensinar etiqueta com arremesso de vidro, a professora teve que contar justamente com a acolhida e a solidariedade do pessoal do "lado esquerdo da escada". Mas assumir o lado abertamente? Jamais! Afinal, o que diriam as almas puras do conservadorismo se a rainha do "fale correto" admitisse qualquer simpatias pelo lado "livre"?
Ela tentou vender elegância e alta sabedoria, mas entrega mesmo é aquela famosa pirueta oratória de quem não quer perder o engajamento de nenhum dos dois lados.
O problema é que o eleitorado da direita "estática" não é muito fã de metáforas mobilísticas. Para a bancada da tática truculenta, dizer que a direita é o lugar de ficar parado e travando a passagem soou como a maior heresia gramatical e política já dita. Os fanáticos do lado direito já estão preparando os dicionários de impropérios e cobrando a fatura: "Como assim 'a esquerda é livre', professora? O correto não era mandar todo mundo andar pela direita marchando?".
No fim, a aula de etiqueta só provou uma coisa: quando o assunto é se posicionar sem perder o público patriota, o melhor tempo verbal continua sendo o fugitivo do presente.
Criado com Gemini, do Google.
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