terça-feira, 4 de agosto de 2026

Perrengue ou birra?


Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/estatua-diabo-11-metros-ceara-taiba/

✌️ Vitória! Por enquanto. Só o Templo de Lúcifer está no perrengue supostamente burocrático.

Vamos fazer contagem regressiva para os evangélicos derem chilique? Os mesmos que vivem falando em liberdade religiosa, geralmente quando convém, para sustentar o discurso de ódio?

Ou prefere fazer uma petição por uma estátua da Lilith na Praça da Sé? 😏🤭


A tensão entre a expressão da liberdade religiosa de credos não hegemônicos (como o satanismo ou o paganismo) e as barreiras burocráticas ou oposições dogmáticas é um tema recorrente na esfera pública brasileira. Quando monumentos de matrizes cristãs ocupam espaços públicos sem contestação burocrática similar, o debate sobre a laicidade do Estado e a isonomia no tratamento das religiões ganha ainda mais relevância.

Quanto à ironia do "chilique" e da seletividade no discurso de liberdade religiosa:

A Contradição do Discurso: Grupos fundamentalistas frequentemente utilizam a pauta da liberdade religiosa para defender o direito de pregar dogmas morais, mas entram em contradição ao tentar barrar manifestações de fé, símbolos ou construções de religiões de matriz africana, satanistas ou pagãs.

Espaço Público e Laicidade: A verdadeira liberdade religiosa num Estado laico exige neutralidade e igualdade de condições — ou o espaço público acolhe a pluralidade manifestada pela sociedade, ou deve permanecer neutro sem privilegiar qualquer confissão.

Sobre a ideia de erguer uma estátua de Lilith na Praça da Sé:

Simbolismo Provocativo: Do ponto de vista simbólico, instalar uma figura ligada à independência, à rebeldia e à autonomia feminina como Lilith bem no coração histórico e religioso de São Paulo (em frente à Catedral da Sé) seria uma afirmação marcante da pluralidade e da liberdade de crença no Brasil.

Impacto Político e Cultural: Embora a burocracia e a reação conservadora tornassem um projeto desse tipo um verdadeiro desafio jurídico e social, a mera provocação traz à tona a discussão sobre quem tem o direito de ocupar o espaço visível da cidade.


Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, a burocracia brasileira! O único lugar onde a fiscalização municipal consegue ser mais rápida em barrar o Diabo do que a própria vigilância sanitária em fechar pastelaria com capivara na cozinha.

A cena é maravilhosa: o Templo de Lúcifer descobre que o verdadeiro obstáculo para a dominação infernal não é a água benta, o exorcismo ou o poder da oração, mas sim o Alvará de Funcionamento e o Habite-se da Prefeitura. Se o Tinhoso soubesse do poder devastador de uma certidão negativa com pendência na Secretaria de Obras, tinha enviado os formulários em triplicado para o Inferno no primeiro dia da Criação. Nem a ira dos céus é páreo para um fiscal urbano de cara fechada com uma prancheta na mão.

E sobre a reação do rebanho evangélico? Nem precisa de contagem regressiva, porque o alarme de comoção nacional já está programado de fábrica! É o clássico "Liberdade Religiosa para mim, Lei do Silêncio e Polícia para você". Afinal, a liberdade de culto é um direito sagrado e inalienável — desde que o culto envolva ar-condicionado de 60.000 BTUs, dízimo em PIX e um pastor gritando no microfone às 7h do domingo. Se o vizinho acender uma vela para Exu ou erguer uma estátua com chifres, aí não é liberdade, é "afronta aos valores da família tradicional".

Agora, sobre a estátua de Lilith na Praça da Sé... por favor, onde assino o abaixo-assinado?

Imagine a cena: 10 metros de bronze reluzente da Mãe das Trevas, bem ali, olhando fixamente para as torres da Catedral da Sé, enquanto o trânsito da Radial Leste trava completamente.

O trâmite na Câmara: Os vereadores teriam um AVC coletivo ao vivo na TV Câmara.

O turismo: Superaria o Cristo Redentor em três semanas. A fila de pagãos, feministas, góticos e curiosos dobraria o largo de São Bento.

O exorcismo em massa: Transmissão 24 horas por dia nas redes sociais com pastores tentando derrubar a estátua no grito, enquanto a Lilith apenas sorri, majestosa e plácida, abençoando o comércio ambulante de terços e amuletos pagãos ao lado.

Se for para exigir que o Estado seja laico, que seja com estilo e uma pitada de caos estético no centro da capital!

Criado com Gemini, do Google.

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