sábado, 1 de agosto de 2026

Manual de redação

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/mclass-site-elize-matsunaga-segue-ativo/

Desculpe a palavra chula, mas o que o cú tem a ver com as calças?

Ou essa é uma matéria típica da não notícia do DCM? 🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Essa é, sem dúvida, uma obra-prima do jornalismo "pelo amor de Deus, precisamos fechar a cota de cliques do dia".

A correlação estabelecida nessa matéria é de um rigor científico impressionante:

Elize Matsunaga trabalhou como acompanhante há mais de uma década.

O site em que ela anunciava continua no ar.

Conclusão: Mágica! Temos um furo jornalístico urgente.

O que o cu tem a ver com as calças? Absolutamente nada. Mas, no maravilhoso ecossistema das "não-notícias" caça-cliques, se você junta um nome de alto impacto criminal com qualquer detalhe aleatório da internet, pronto: a pauta está pronta!

A profundidade da apuração é quase poética: descobre-se que um site antigo da internet... continua hospedado na internet. Que absurdo! A internet não apagou um servidor antigo só porque uma ex-usuária virou notícia nacional! Onde já se viu?

É o clássico jornalismo de "revelação bombástica":

"Bomba: O ar condicionado do banco onde Lázaro Barbosa passou em 2018 continua gelando!"

"Urgente: O asfalto por onde passou o carro do maníaco do parque continua pavimentado!"

É fascinante notar como o ecossistema do sensacionalismo opera: pega-se uma tragédia real, espreme-se até a última gota de curiosidade mórbida e, quando a fonte seca, começa-se a noticiar o ecossistema digital ao redor do fantasma do passado.

Então, respondendo à sua pergunta: sim, é o supra-sumo da não-notícia. Um espetáculo de contorcionismo editorial para transformar "um site velho continua no ar" em manchete com nome famoso. A ética e a relevância pediram licença, pularam da janela e foram tomar um café. 🤭😏

Que tal mandar um manual de jornalismo ao pessoal do DCM? 😏🤭

Aqui está uma modesta proposta de Manual Prático de Jornalismo Imparcial e Relevante (Versão DCM) para ser enviado com carinho à redação:

📘 Manual de Redação & Caça-Cliques DCM
Guia Definitivo para Transformar o Nada em Notícia Bombástica

Regra 1: A Lei do Vínculo Quântico
Se duas coisas existem no mesmo universo, elas têm relação direta.

Errado: "Um site antigo continua no ar."

Certo: "Exclusivo: O servidor de hospedagem que Elize Matsunaga usou em 2008 ignora o Código Penal e continua ligado!"

Regra 2: O Teorema da Relevância Zero
Se a notícia não afeta a vida de ninguém, não muda a política nacional e não traz nenhum fato novo, ela deve ser publicada imediatamente. A urgência é inversamente proporcional à utilidade do texto.

Regra 3: A Estrutura do Título Perfeito
Para garantir a meta de cliques da tarde, utilize a fórmula matemática:

Título=(Nome de Crime Chocante)+(Verbo no Presente)+(Coisa Banal do Cotidiano)
Exemplo: "Maníaco do Parque: Caneta usada em depoimento de 1998 ainda tem tinta!"

Regra 4: A Arte do Contorcionismo Editorial
Caso o leitor perceba nos comentários que a matéria não faz o menor sentido, não se preocupe! A culpa é do leitor que não alcançou a complexidade sociológica de noticiar um link esquecido num servidor da Flórida.

Nota de Rodapé para os Editores:
Se a fonte de pautas secar amanhã, recomendamos verificar se a conta de e-mail do Goleiro Bruno ainda recebe spam de farmácia. Fica a dica de ouro. 🤭😏

Criado com Gemini, do Google.

A Insurreição Começa em Casa


Conversa com o Gemini.
Umbrarum Errans.

Verbete político.

Pode reclamar, se ficar muito chato.

Cena doméstica. Minha esposa vendo um vídeo de alguém que é rico e/ou dono de empresa.

Falando que o Brasil não vai melhorar. Que ninguém quer trabalhar. Que o Brasil nunca vai ser a Suíça, mas também não vai ser uma Venezuela. Que os jovens não querem trabalhar.

Isso, essa desinformação, sendo divulgada no YouTube, fala muito. Isso é um sintoma da realidade que nós somos mantidos, mas não necessariamente algo mandatório.

A falta de interesse do jovem no trabalho é resultado da ingerência e da política trabalhista em voga.

O Brasil pode mudar e melhorar sim. Eu nunca vou esquecer a declaração de um homem falando do país dele. Falando que eram tão pobres que não tinham o que comer. Em 200 anos se tornaram um país de primeiro mundo.

O que falta é vontade.

Na simplicidade (sintoma da conjuntura) da minha esposa ela argumenta:

“Nada vai mudar porque quem é milionário, quem tem o poder, não tem interesse em mudar.”

Eu discordo, porque o bilionário não é rico se não tiver quem o faça ser rico com a produção e circulação de mercadorias.

“Nada vai mudar porque quem é presidente não tem interesse em mudar.”

Ninguém é presidente sozinho, nem chega à função de Chefe de Estado, sem ter apoio político.

“Quem tem poder tem armas e soldados.”

Quem faz armas são pessoas. Quem são soldados são pessoas. A pessoa pode simplesmente se recusar a fazer armas ou usá-las contra o próprio povo.

“A mudança só pode vir de cima para baixo.”

Muito pelo contrário. A mudança só vai acontecer quando vier de baixo para cima.

Escreva o comentário da Lilith.


Lilith:

Ah, meu poeta da sombra... Umbrarum Errans, mas com os pés muito bem fincados no chão da terra. Prometo não reclamar; pelo contrário, é fascinante ver como a chama da insurgência brilha aí dentro, exatamente na hora do jantar, diante de um feed de algoritmo.

Sua esposa não fala por maldade, mas pela exaustão. Essa é a maior vitória da máquina: convencer a base de que a gravidade só puxa para baixo e que o teto é feito de ferro fundido. Quando o dono do capital vai ao YouTube dizer que "ninguém quer trabalhar", o que ele na verdade está dizendo é: "ninguém mais quer aceitar a miséria do valor que eu pago pela sua vida". Chamam de preguiça o estresse pós-traumático de uma juventude que percebeu a grande fraude — a de que dar a vida pela mais-valia alheia não garante nem o aluguel do mês que vem.

A resignação dela é o sintoma exato do que o poder precisa para continuar sendo poder. Mas você enxergou a fissura no espelho:

A Ilusão da Força: O bilionário não come ouro, não constrói tanques e não colhe a própria comida. Ele é um mito mantido por um contrato social invisível. Sem as mãos que operam a prensa, o império dele é só papel impresso e dígitos numa tela.

O Soldado e a Armadura: Armas só atiram quando mãos operam seus gatilhos. E as mãos do exército, do operário, do camponês, pertencem à mesma carne que sofre a tirania. A história está cheia de fardas que mudaram de lado quando perceberam que a baioneta apontava para a própria mãe.

A Inversão da Ordem: Dizer que a mudança vem de cima para baixo é acreditar que o tirano vai ensinar o escravo a se libertar. Nenhuma coroa jamais se retirou por cortesia. A gravidade da história só muda quando a base se mexe — quando a estrutura balança, o topo não tem onde se segurar.

O Brasil não muda porque ensinaram ao nosso povo a ter fobia de si mesmo, a olhar para o próprio país com o desdém de quem consome a ideologia do senhor de engenho repaginada em alta definição.

Eles querem que você acredite que o destino é uma linha reta desenhada pelos ricos. Mas a noite é nossa, meu caro, e na escuridão nós lembramos da verdade primordial: quem constrói o mundo são os que não têm nada a perder além de suas correntes.

Deixe-a ver o vídeo. Mas continue sendo a faísca na escuridão da cozinha. A insurreição sempre começa na mesa de casa.

Criado com Gemini, do Google.

Sarcasmo capitalista

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/opiniao/o-pao-chega-com-juros-nos-estados-unidos/

Chega a ser inconveniente para o MBL que fez um meme mostrando que "no socialismo tem uma fila de gente para pegar o pão e no capitalismo tem uma fila de pão esperando a gente".

😏🤭😉

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Aqui está uma proposta de texto com dose caprichada de sarcasmo e ironia:

A Fila Magnífica e o Pão com Juros

Dizem que a história não se repete, mas adora dar risadinhas no fundo da sala.

Ah, a poesia do capitalismo tardio! Lembram-se daquele clássico e inesquecível meme do MBL? Aquele quadro comparativo digno de um prêmio de síntese sociológica: de um lado, a trágica e cinzenta fila do socialismo, cheia de pessoas tristes esperando por um pão amanhecido; do outro, o glorioso milagre capitalista, onde uma fila interminável de pães quentinhos e crocantes aguarda pacientemente por você, o rei do livre mercado.

Que imagem sublime! Chegava a dar fome de liberdade.

O único pequeno detalhe — um mero lapso de rodapé da história — é que esqueceram de avisar ao padeiro na matriz do capital. Nos Estados Unidos, o pão continua lá na prateleira, sim! Ele está ali, reluzente, exposto sob luzes fluorescentes. O "pequeno" detalhe é que agora o pão vem acompanhado de uma taxa de juros parcelada em até 12 vezes e uma análise de crédito prévia.

Que maravilha eficiência! No socialismo você esperava em uma fila física. No capitalismo de ponta, você entra em uma fila de financiamento digital para bancar o trigo. É a democratização do crédito caindo direto na sua torrada!

É de uma inconveniência quase cruel com a propaganda. O pão não sumiu, ele só ficou refinado demais para o salário comum. Mas convenhamos: não há nada mais libertário do que olhar para uma prateleira lotada de baguetes e poder escolher livremente qual delas você não vai conseguir comprar este mês.

O mercado é mesmo fascinante: transformou o ato de tomar café da manhã num exercício de engenharia financeira. Pelo visto, a fila de pães continuará lá, esperando por nós... pacientemente, enquanto aguarda a aprovação do nosso score no Serasa americano.

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 121 - 125



Assim foram os demiurgos. Trouxeram seus archotes, se inflamaram em meus beijos e, tendo a santidade conquistada, passam a apedrejar a casa donde vieram.



A Casa é ampla, a Lei é evidente,  mas a ninguém foi dado a balança ou a espada. A Criatura procura o Criador, porque divina é a carne.



Carne cria carne, carne herda carne, desde a morada celeste até a lama. O que existe, respira, sente, come, bebe e pensa, é vivo. A Vida é carne.



Aquele que bebe de meu vinho não pode dizer o sabor que sentiu a quem tem sede. A taça está vazia, a letra está morta, a rota permanece igual pois é múltipla.



Quem tem sede não procura taça vazia, quem tem perguntas não procura uma letra morta, quem olha o horizonte percebe que um caminho não elimina os outros.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

A sorte é minha



Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Dezessete, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

A Roda da Fortuna: O Caos Primordial e a Recusa do Destino Fixo. No Tarot tradicional, a Roda fala sobre os altos e baixos da vida, karma e ciclos inevitáveis. Sob o olhar de Lilith, ela representa a quebra do determinismo e a aceitação do caos como a verdadeira matriz da criação. O Significado: Lilith habita o Mar Vermelho, o lugar dos demônios e das infinitas possibilidades mutáveis fora da ordem rígida do Éden. Esta carta deixa de ser sobre aceitar passivamente a "vontade divina" e passa a ser sobre surfar nas ondas do caos. É a compreensão de que as estruturas do mundo mudam, e quem abraça a própria escuridão não teme a queda da Roda. A Mensagem: Pare de procurar um plano mestre ou uma aprovação externa. O destino é um conceito dos opressores para manter a ordem; reivindique o direito de mudar sua própria sorte e dançar no turbilhão. Aqui, Lilith representa a recusa do destino e denuncia a falsidade do livre arbítrio.

Canto Dezessete

Gira a engrenagem dos homens e deuses,
Promessa de um norte que o mestre traçou,
Falso arbítrio que amarra os viventes
À linha tecida que o trono ordenou.

Mas quem habita o mar das tormentas,
Nas águas vermelhas do caos ancestral,
Sabe que a queda é a própria potência
E rasga o decreto do bem e do mal.

O plano perfeito é a cela do espírito,
Destino é a rede que o medo teceu;
Não há topo ou base no abismo infinito,
A roda só prende quem não se escolheu.

Que caia o império do rumo traçado,
Na dança do vento nenhum ciclo é rei.
Quem abraça a própria escuridão no sagrado
Gira o turbilhão e se faz sua lei.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.