segunda-feira, 27 de abril de 2026

Repúdio à militarização da escola

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/humilhacao-e-violencia-vereador-denuncia-escola-de-sc-por-treino-de-guerra-para-criancas/

Santa Catarina. Mas poderia ter sido em São Paulo, com as escolas cívico militares do Tarcísio.

Escreva uma carta de protesto para as autoridades para esse absurdo acabar.

Às Autoridades Competentes,
À Secretaria de Educação e aos Órgãos de Proteção à Infância,

Vimos por meio desta expressar nosso mais profundo repúdio e indignação diante dos recentes relatos e imagens que expõem crianças a situações de simulação de guerra e táticas militares dentro do ambiente escolar. Escolas devem ser territórios de paz, pensamento crítico e acolhimento, e não espaços para a reprodução de violência, intimidação ou doutrinação marcial.

A exposição de menores de idade a treinamentos que mimetizam confrontos bélicos fere frontalmente o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e os princípios fundamentais da pedagogia democrática. Tais práticas não possuem qualquer respaldo pedagógico e submetem crianças a um estresse psicológico desnecessário, promovendo uma cultura de medo e obediência cega em detrimento do desenvolvimento humano pleno.

É alarmante observar que modelos de gestão escolar que priorizam a hierarquia militar sobre a autonomia pedagógica — como observado em projetos de escolas cívico-militares — abram margem para que absurdos como este ocorram. A segurança e a disciplina não podem servir de pretexto para a humilhação ou para a transformação da educação em um campo de treinamento de forças de segurança.

Exigimos:

Investigação Imediata: A apuração rigorosa das responsabilidades administrativas e criminais dos envolvidos nos episódios denunciados.

Suspensão de Práticas Militares: O fim imediato de qualquer atividade de cunho marcial, simulações de confronto ou treinamentos de guerra que envolvam estudantes civis.

Fortalecimento da Escola Pública: O investimento em infraestrutura e valorização profissional de educadores civis, garantindo que a escola seja um espaço de ciência, arte e cidadania.

Fiscalização dos Projetos Cívico-Militares: Uma revisão profunda e democrática sobre a implementação de modelos que desvirtuam a função social da educação e ameaçam a integridade psicológica dos jovens.

Não aceitaremos que a infância seja militarizada. A educação deve ser o caminho para a liberdade e para a paz, nunca para a guerra.

Atenciosamente,

Roberto Quintas.

Criado com Gemini, do Google.

Nenhum comentário:

Postar um comentário