2023年1月4日星期三

O culto de Epona

Lá pelo dia 18 de dezembro, Caturo, aquele português pagão esquisito, citou a Festa de Eponália. Como pagão e acadêmico, Caturo continua sendo uma decepção.

Aqui nós podemos começar pelo motivo da festa: Epona. Uma Deusa céltica muito celebrada pelos Gauleses. Mas que foi adotada pelos Romanos. O pobre Caturo ainda não se deu conta que o termo indo-europeu é usado para definir um grupo de pessoas que tinham em comum apenas a língua e a religião. Pior, são oriundos de uma região localizada na Eurásia, portanto, imigrantes. E que se misturaram com outros povos ao longo da história, portanto, todos os europeus são miscigenados.

Agora a pergunta que realmente me interessa. Por que os Romanos adotaram Epona?
Resposta rápida: porque Ela é a Deusa da Soberania.

Outras Deusas tem características semelhantes à Epona: Macha e Rhiannon.

Segundo o Wikipédia:

Deusa da soberania é um termo acadêmico, usado quase exclusivamente em estudos celtas (embora paralelos para a ideia tenham sido reivindicados em outras tradições, geralmente sob o rótulo hieros gamos). O termo denota uma deusa que, personificando um território, confere soberania a um rei casando-se ou fazendo sexo com ele.

https://en.m.wikipedia.org/wiki/Sovereignty_goddess
Traduzido com Google Tradutor.

Muito pagão moderno vai ficar escandalizado. E ainda tem celebridades do Paganismo Moderno que omite e nega a intenção sexual dos ritos ancestrais.

As postagens do Caturo são como ele. Só mostra o que convém conforme a concepção idealizada. Coitado, cita o trecho de uma página, muito mal traduzida, somente o trecho que interessa para seus delírios racistas.

Ele fala de pedras encontradas em São Bartolomeu de Messines, mas em sua reduzida capacidade mental, não leu ou não entendeu o texto.

Eu devo ter escrito em algum lugar sobre Tartessos, uma região que fica atualmente na Espanha. A mesma região onde Fenícios colonizaram. As ditas inscrições achadas foram feitas com fenício misturado com tartessiano.

As inscrições citam Asuna ou Assuna como o nome da Deusa Rainha dos Cavalos. Esse é um nome feminino comum na Gália, embora não pode ser considerado um antropônimo. Encontra-se semelhanças entre estas inscrições e as feitas à Epona.

Falamos da mesma Deusa? Dificilmente.
A arte neolítica representava constantemente mulheres nuas grávidas ou com nítidos sinais de fecundidade e fertilidade. Da mesma forma, representavam cavalos e bisões, ao lado dessas mulheres magníficas.
O cavalo foi fundamental para a revolução agrícola o que, associado às imagens das "Vênus", compôs o tema mitológico e religioso que formam o alicerce do culto de Epona.
Os Romanos, em busca de suporte ou sustentação de seu domínio, de sua autoridade, não adotou, mas sequestrou Epona como símbolo de sua soberania.

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