Como não bastasse seu discurso desastroso quando visitou a África, o sr Ratzinger declamou em três de seus discursos um pouco mais da falsidade, do finguimento e da hipocrisia característica da Igreja.Primeiro declamou que "a liberdade religiosa é naturalmente um direito humano fundamental e minha esperança fervorosa e minha oração se elevam para que o respeito dos direitos inalienáveis e da dignidade sejam cada vez mais firmes e melhor defendidos, não apenas no Oriente Médio como também em todo o mundo", como se a Igreja realmente defendesse a liberdade de credo.
Segundo declamou que "é muitas vezes a manipulação ideológica da religião, por vezes com objectivos políticos, o verdadeiro catalisador das tensões e das divisões, e por vezes da violência na sociedade", como se a Igreja nunca tivessse usado desse expediente em sua história.
Terceiro pediu que a dignidade da mulher seja respeitada no Oriente Médio, como se tal respeito existisse por parte da Igreja que ainda não aceita mulheres no sacerdócio, sem falar nas mulheres inocentes que foram vítimas durante a Inquisição.
Os discursos do sr Ratzinger são sinais de oportunismo, que nós brasileiros conhecemos bem por parte de nossos políticos, não refletem nem representam a real doutrina ou postura da Igreja diante destes assuntos, são proferidos apenas para agradar a massa.
Eu pessoalmente estou torcendo para que a Igreja continue a tropeçar, pois quem sabe um dia os Católicos fiquem saturados com as atitudes da Igreja e resolvam abandoná-la por outra forma de Cristianismo ou quem sabe façam uma revolução e se tornem Pagãos.
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